sábado, 6 de novembro de 2021

Ferroviária vence a segunda

Ferroviária vence Deportico Cuenca e amplia liderança na Taça Libertadores da América de Futebol feminina.

Guerreiras Grenás sofrem com retranca equatoriana, mas marcam gol na raça e fecham triunfo por 2 a 1.

A Ferroviária venceu o Deportivo Cuenca (Equador) por 2 a 1 e disparou na liderança do Grupo A da Taça Libertadores da América de Futebol feminina. 

Na partida deste sábado à tarde, a Ferrinha sofreu muito diante de um adversário bem posicionado na defesa, mas conseguiu vencer a segunda consecutiva e seguir firme na busca do tricampeonato, o segundo seguido.

Com a vitória, as Guerreiras Grenás ampliam a vantagem na liderança da chave, com 6 pontos, e podem até garantir a classificação antecipada dependendo do complemento da rodada. 

O Cuenca acumula a segunda derrota seguida e amarga a lanterna, sem pontuar.

Os gols da partida foram marcados por Rafa Mineira e Luana, com Bajaña descontando. 

A equatoriana ainda perdeu um pênalti aos 48 minutos do segundo tempo. 

Os dois times voltam a campo na próxima terça-feira, dia 9 de novembro. 

A Ferrinha enfrenta o Santa Fé, às 17h30 (horário de Brasília), enquanto o time enquatoriano encara o Sol de América (Paraguai), às 19h45 (horário de Brasília).

O primeiro tempo foi uma espécie de “dejá vu” para as atletas da Ferroviária da primeira partida: um adversário fechado tentando sair nos contra-ataques e um festival de gols perdidos pelo ataque.

Ludmila, Raquel e Carol Tavares desfilaram chances desperdiçadas. 

Esta última teve a melhor chance do jogo, aos 15 minutos do primeiro tempo, ao escapar pela direita e bater cruzado, mas a goleira Quiñonez mandou para escanteio.

Aos 18 minutos do primeiro tempo, a zaga da Ferroviária recuou uma bola curta, Plasencia tomou a posse, invadiu a aérea e tocou de lado. 

Bajaña, de dentro da área, dá um carrinho, com o gol livre, mas a bola subiu por cima do travessão.

O time equatoriano se defendia bem e mandava bolas longas ao ataque tentando explorar a velocidade de suas atletas e os erros das adversárias.

No segundo tempo, a técnica Roberta Batista sacou a atacante Ludmila para a entrada da Lari. 

A troca surtiu efeito aos 2 minutos do segundo tempo, quando a atacante recebeu bola no atasque, dominou, invadiu a área e, quando estava para concluir o corte na goleira, foi "atropelada" por Capurro.

Pênalti marcado. 

Aos três minutos, Rafa Mineira bateu com categoria, no canto superior direito de Quiñonez e abriu o marcador. 

A Ferrinha tinah a calma e só não precisava tomar um gol, mas...

Aos 7 minutos do segundo tempo, Bajaña escapou, em posição duvidosa, por entre a zaga afeana, invadiu a área em velocidade e tocou na saída da goleira Luciana, empatando a partida. 

Aos 12 minutos do segundo tempo, Rafa Mineira cortou do lado esquerdo e bateu forte, colocado, mas Quiñonez saltou e mandou a bola para escanteio.

Em uma destas cobranças, fruto da pressão afeana, aos 15 minutos do segundo tempo, o time retomou a frente do marcador. 

Após a cobrança, Barrinha cabeceia, a goleira defende, Ana Alice emendou de peito, a bola bate na goleira do Cuenca e na zagueira, mas Luana, na base da raça, chutou de qualquer jeito. 

A bola passou por sob as pernas de Gordon e entrou chorada no fundo das redes.

A Ferroviária passou a correr menos riscos e quase abriu o placar, aos 28 minutos do segundo tempo, quando Suzane acertou a bola na trave, mas a jogada já estava paralisada. 

Aos 36 minutos do segundo tempo, o Cuenca reagiu, Tatiana Plasencia recebeu a bola na entrada da área e chutou firme, mas Luciana fez a defesa em dois tempos e salvou a AFE (Associação Ferroviária de Esportes).

A Ferroviária se expôs no fim, tentou ampliar. 

Em um deles, no contra-ataque, Samia tentou tirar a bola da área e chutou o pé de Zambrano. 

A arbitragem marcou pênalti e Riera Bajaña até deslocou a goleira Luciana, mas a bola explodiu no travessão e foi afastada pela defesa na sequência. 

O jogo acabou logo em seguida.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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