Com 17 amarelos, Holanda e Argentina bate recorde de cartões na história das Copas do Mundo.
Marca de jogo de 2006 é superada após 10 cartões para os argentinos e sete para os holandeses.
Uma chuva de cartões.
Em um duelo muito pegado, Holanda e Argentina foram até a prorrogação para definir o adversário da Croácia na semifinal da Copa do Catar.
Nos pênaltis, os argentinos superaram os holandeses por 4 a 3 e ficaram com a vaga.
Na partida, o árbitro espanhol Mateu Lahoz teve muito trabalho.
Foram incríveis 48 faltas marcadas e 17 cartões distribuídos.
Um recorde na história dos Mundiais.
O jogo superou Portugal 1 a 0 Holanda, pelas oitavas de final de Copa do Mundo de 2006.
Naquela ocasião, o árbitro distribuiu 16 cartões, sendo 12 amarelos e quatro vermelhos.
Este era o jogo com mais cartões em todas as edições de Copa do Mundo até aqui.
O recorde durava 6.011 dias ou 16 anos.
No duelo desta sexta-feira (9), a Holanda abusou de faltas: foram 30.
Já a Argentina cometeu 18 infrações.
Porém, os hermanos foram mais punidos, com 10 amarelos e sete dos holandeses.
Veja a distribuição de cartões:
Argentina: Acuña, Cristian Romero, Lisandro Martínez, Paredes, Messi, Otamendi, Montiel, Pezzella, Walter Samuel (auxiliar técnico) e Lionel Scaloni (técnico).
Holanda: Timber, Weghorst, Memphis Depay, Berghuis, Bergwijn, Dumfries e Lang.
Para o confronto da Argentina contra a Croácia na semifinal, o técnico Lionel Scaloni não poderá contar com os laterais Acuña e Montiel.
Os dois estavam pendurados e receberam o amarelo no estádio Lusail. Tagliafico e Molina são os substitutos naturais, respectivamente.
Confira os jogos com mais cartões na história da Copa do Mundo:
Jogos com mais cartões na história das Copas do Mundo
Jogo Ano Amarelos Vermelhos Total
Holanda 2 X 2 Argentina 2022 17 0 17
Portugal 1 X 0 Holanda 2006 12 4 16
Camarões 0 X 2 Alemanha 2002 13 2 15
Holanda 0 X 1 Espanha 2010 13 1 14
Senegal 3 X 3 Uruguai 2002 12 0 12
Fonte: Espião Estatístico
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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