Espanha perde para o Marrocos com gol de Hakimi, nascido em Madri, e se tornar país que mais caiu nos pênaltis.
Na história das Copas, espanhois caíram nas penalidades para Bélgica, Coreia do Sul, Rússia e Marrocos.
Hakimi é lateral-direito do Paris Saint-Germain, nasceu em Madri e começou nas canteras do Real Madrid.
Declarou que preferiu não atuar pela Espanha, porque se sente árabe, muçulmano.
A cultura é diferente, seu sangue é marroquino. Bounou é goleiro do Sevilla, nascido em Montreal, no Canadá.
Os dois e mais Boufal, o ponta-esquerda, número 17, o melhor enquanto esteve em campo, e que nasceu em Paris, foram os principais responsáveis pela queda espanhola, pela segunda vez seguida nas oitavas-de-final.
E pela quarta vez nos pênaltis.
A queda para o Marrocos faz a Espanha ultrapassar Itália e Inglaterra e se tornar o país mais vezes derrotado nas disputas por pênaltis.
Na história das Copas do Mundo, os espanhóis venceram a Irlanda, em 2002, caíram contra a Bélgica (1986), Coreia do Sul (2002), Rússia (2018) e Marrocos (2022).
Há quatro anos, Koke e Iago Aspas desperdiçaram suas cobranças. Contra os marroquinos, os vilões foram Sarabia, Soler e Busquets.
A Espanha jogou muito contra a Costa Rica, fez sessenta minutos excelentes contra a Alemanha, um primeiro tempo dominador contra o Japão e um jogo sem criatividade contra o Marrocos.
Alerta também para o Brasil, que jogou muito bem contra a Coreia do Sul.
A lembrança de que é a Coreia do Sul serve para lembrar do massacre espanhol sobre a Costa Rica.
Não levou mais longe do que as oitavas-de-final.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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