Neymar iguala Pelé como maior artilheiro da seleção brasileira nas contas da FIFA.
Atacante chegou a 77 gols com a amarelinha; nos cálculos da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), faltam 18 gols para recorde.
Um momento histórico. Um gol decisivo na prorrogação.
Ao marcar diante da Croácia, Neymar chegou a 77 gols com a amarelinha e igualou Pelé como o maior artilheiro da seleção brasileira nas contas da Fifa.
A entidade máxima do futebol desconsidera partidas contra clubes e combinados.
Já nos critérios da CBF (que engloba todos os jogos), Neymar ainda está 18 gols atrás do Rei do Futebol.
Top-5 artilheiros da Seleção nas contas da FIFA:
Jogador Gols Jogos Média
Pelé 77 91 0,84
Neymar 77 124 0,62
Ronaldo 62 98 0,63
Romário 55 70 0,79
Zico 48 71 0,68
Fonte: FIFA
Top-5 artilheiros da Seleção nas contas da CBF:
Jogador Gols Jogos Média
Pelé 95 113 0,84
Neymar 77 124 0,62
Ronaldo 67 103 0,65
Zico 66 89 0,74
Romário 56 74 0,76
Fonte: CBF
Atualmente com 30 anos, Neymar atuou 124 vezes pela Seleção principal, o que dá uma média de 0,62 gol por confronto nos critérios da FIFA.
Já Pelé precisou de bem menos tempo para atingir essa marca.
O Rei atuou em 91 oportunidades, tendo média de 0,84 gol por jogo.
Na Seleção desde 2010, Neymar marcou seu primeiro gol logo na estreia, em amistoso contra os Estados Unidos.
O ano em que ele mais balançou as redes com a amarelinha foi em 2014, quando anotou 15 vezes em 14 partidas.
O adversário que mais sofreu com o craque foi o Japão: nove gols em cinco duelos.
Com a amarelinha, Neymar faturou a Copa das Confederações de 2013 e o Superclássico das Américas em 2011, 2012, 2014 e 2018.
O atacante também conquistou o ouro olímpico em 2016, no Rio de Janeiro, mas a competição não entra nas contas de jogos oficiais por ser disputada por equipes sub-23.
Já Pelé tem um currículo bem mais extenso pela Seleção em termos de títulos.
O Rei levantou três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970), uma Taça do Atlântico (1960), duas Copas Roca (1957 e 1963), três Taças Oswaldo Cruz (1958, 1962 e 1968), além da Taça Bernardo O'Higgins (1959).
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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