sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Igualando aos números do Pelé

Neymar iguala Pelé como maior artilheiro da seleção brasileira nas contas da FIFA.

Atacante chegou a 77 gols com a amarelinha; nos cálculos da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), faltam 18 gols para recorde.

Um momento histórico. Um gol decisivo na prorrogação. 

Ao marcar diante da Croácia, Neymar chegou a 77 gols com a amarelinha e igualou Pelé como o maior artilheiro da seleção brasileira nas contas da Fifa.

A entidade máxima do futebol desconsidera partidas contra clubes e combinados. 

Já nos critérios da CBF (que engloba todos os jogos), Neymar ainda está 18 gols atrás do Rei do Futebol.

Top-5 artilheiros da Seleção nas contas da FIFA:

Jogador Gols Jogos Média

Pelé 77 91 0,84

Neymar 77 124 0,62

Ronaldo 62 98 0,63

Romário 55 70 0,79

Zico 48 71 0,68

Fonte: FIFA

Top-5 artilheiros da Seleção nas contas da CBF:

Jogador Gols Jogos Média

Pelé 95 113 0,84

Neymar 77 124 0,62

Ronaldo 67 103 0,65

Zico 66 89 0,74

Romário 56 74 0,76

Fonte: CBF

Atualmente com 30 anos, Neymar atuou 124 vezes pela Seleção principal, o que dá uma média de 0,62 gol por confronto nos critérios da FIFA. 

Já Pelé precisou de bem menos tempo para atingir essa marca. 

O Rei atuou em 91 oportunidades, tendo média de 0,84 gol por jogo.

Na Seleção desde 2010, Neymar marcou seu primeiro gol logo na estreia, em amistoso contra os Estados Unidos. 

O ano em que ele mais balançou as redes com a amarelinha foi em 2014, quando anotou 15 vezes em 14 partidas.

O adversário que mais sofreu com o craque foi o Japão: nove gols em cinco duelos.

Com a amarelinha, Neymar faturou a Copa das Confederações de 2013 e o Superclássico das Américas em 2011, 2012, 2014 e 2018. 

O atacante também conquistou o ouro olímpico em 2016, no Rio de Janeiro, mas a competição não entra nas contas de jogos oficiais por ser disputada por equipes sub-23.

Já Pelé tem um currículo bem mais extenso pela Seleção em termos de títulos. 

O Rei levantou três Copas do Mundo (1958, 1962 e 1970), uma Taça do Atlântico (1960), duas Copas Roca (1957 e 1963), três Taças Oswaldo Cruz (1958, 1962 e 1968), além da Taça Bernardo O'Higgins (1959).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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