sábado, 4 de junho de 2022

Revés brasileiro

Brasil é dominado pelos Estados Unidos e sofre a primeira derrota na Liga das Nações.

Jogando em casa, seleção americana se impõe e triunfa por 3 sets a 0 (parciais de 25/21, 25/20 e 25/18). 

Time volta a jogar somente no dia 15 de junho, contra a Turquia, em Brasília.

Depois de vencer os seus três primeiros jogos da Liga das Nações Feminina, a jovem e renovada seleção brasileira não conseguiu resistir às atuais campeãs olímpicas. 

Usando bem o fator casa, os Estados Unidos não deram chances ao Brasil vencendo o confronto em Shreveport-Bossier City por 3 sets a 0, com de parciais de 25/21, 25/20 e 25/18. 

A Liga das Nações Feminina agora dá uma parada e retorna apenas daqui a duas semanas, em Brasília. 

O primeiro adversário da equipe do técnico Zé Roberto Guimarães é a Turquia, dia 15 de junho, às 21 horas (horário de Brasília).

Absolutas na rede, as americanas Jordan Thompson e Alexandra Frantti foram as principais figuras da partida. 

Thompson foi a maior pontuadora do jogo com 18 pontos, sete a mais que Frantti, que ficou em terceiro na mesma estatística. 

Pelo lado brasileiro, Carol pontuou oito vezes, uma a mais que Pri Daroit e Ana Cristina.

Primeiro set - Estados Unidos se impõem: Os Estados Unidos começaram melhores, abrindo 5 a 3 e depois 7 a 4 num erro de Júlia Bergmann. 

Com Thompson bem na rede, a seleção da casa não teve muitas dificuldades para chegar a 9 a 5. 

Minutos depois, foi a vez de Nyeme falhar na recepção, dando uma bola de graça para Stevenson fazer o ponto: 12 a 6. 

Num ace de Roberta, o Brasil cortou a diferença para quatro pontos, 15 a 11, mantendo-se vivo no set.

Contudo, as americanas não deixaram as brasileiras encostarem no placar, fazendo 20 a 14 num ponto de bloqueio em cima de Lorena. 

Minutos depois foi a vez de Thompson marcar 22 a 17. 

Quando o set se encaminhava para uma vitória tranquila dos Estados Unidos, o Brasil iniciou nova reação, diminuindo para 22 a 21 num bloqueio de Carol. 

Só que o time anfitrião acordou depois do susto, vencendo a parcial por 25 a 21.

Segundo set - Brasil não consegue reagir: Embalados, os Estados Unidos iniciaram o segundo set abrindo 4 a 0. 

O Brasil só foi acordar após uma bola de meio de Carol, chegando a diminuir para 6 a 4 instantes depois. 

Entretanto, os Estados Unidos tinham Thompson, que voltou a liderar a equipe numa nova sequência de pontos: 9 a 4. 

Só que, numa bola de segunda de Macris, as brasileiras diminuíram para 10 a 8, voltando a ter esperanças numa virada. 

Minutos depois, Carol e Júlia Bergmann fizeram o paredão, diminuindo para 11 a 10.

A seleção americana, por sua vez, tratou de responder com pontos seguidos de Frantti, Stevenson e Thompson: 14 a 11. 

O Brasil sentiu o golpe e passou a ser dominado nos minutos seguintes. 

Frantti fez 18 a 14 num ataque pela esquerda. 

Pouco depois, Rettke explorou o bloqueio brasileiro e marcou 21 a 18. 

Sem muita dificuldade, os Estados Unidos fecharam o set em 25 a 20 num erro de saque de Carol.

Terceiro set: Jogando a sua sobrevivência na partida, o Brasil voltou melhor para o terceiro set, abrindo 3 a 0 e depois 4 a 1. 

Numa bola rápida pelo meio da rede, Mayany fez 5 a 2, dando ainda mais confiança às brasileiras. 

Os Estados Unidos não se abalaram, iniciando a reação na sequência. 

Com um ponto de bloqueio de Rettke, as americanas igualaram em 5 a 5. 

Para piorar a situação do time verde-amarelo, Thompson virou para 6 a 5 na bola seguinte.

O lance abalou o Brasil, que voltou a ser facilmente dominado pelas americanas. 

Tanto que a equipe da casa fez 13 a 8 num erro de Macris, que tentou uma bola de segunda, mas mandou para fora. 

Mesmo com Pri Daroit e Ana Cristina bem no ataque, a seleção brasileira continuou vendo os Estados Unidos soberanos na partida. 

O vigésimo ponto das donas da casa foi marcado por Wilhite numa bola de meio. 

Administrando bem o resultado, os Estados Unidos trataram de liquidar a fatura por 25 a 18.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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