segunda-feira, 4 de maio de 2026

Ex-líder

Com um a mais, Vila Nova cede empate ao Athletic e não retoma a liderança.

Tigre sai na frente com Dellatorre, mas Esquadrão consegue igualar o placar com Bruninho mesmo tendo Ian Luccas expulso.

Mesmo com um jogador a mais durante quase todo o segundo tempo, o Vila Nova cedeu empate por 1 a 1 ao Athletic na noite desta segunda-feira (4) no encerramento da sétima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. 

O Tigre saiu na frente com gol de Dellatorre (que jogou por conta de um efeito suspensivo), mas Bruninho deixou tudo igual no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), em Goiânia. 

O Esquadrão teve Ian Luccas expulso aos 7 minutos do segundo tempo.

Com o tropeço em casa, o Vila Nova não retomou a liderança e caiu para a quarta posição no Campeonato Brasileiro da Série B com 13 pontos. 

Já o Athletic permaneceu no décimo terceiro lugar com 9 pontos. 

Na próxima rodada, o Tigre faz clássico contra o rival Goiás, sábado (9), às 16 horas (horário de Brasília), na Serrinha. 

No mesmo dia, o Esquadrão recebe o Cuiabá, às 18 horas (horário de Brasília), na Arena Sicredi.

O Vila Nova controlou as ações ofensivas da etapa inicial, mas não criou tantas chances claras. 

A melhor foi em cabeceio de Tiago Pagnussat, que acertou o travessão aos 21 minutos do primeiro tempo. 

No rebote, Luan Polli defendeu voleio mascado de Janderson. 

Depois, aos 42 minutos do primeiro tempo, foi Ryan quem deu trabalho ao goleiro do Athletic em chute de perna canhota. 

Já o Esquadrão praticamente não levou perigo ao gol de Helton Leite.

Após o intervalo, o Athletic perdeu Ian Luccas, expulso, logo aos 7 minutos do segundo tempo. 

Com um a mais, o Vila passou a pressionar com mais contundência e chegou ao gol em cruzamento de Marquinhos Gabriel para Dellatorre finalizar, aos 24 minutos do segundo tempo. 

O Tigre dominava o jogo e buscava ampliar o placar, mas foi castigado com um contra-ataque aos 41 minutos do segundo tempo. 

Bruninho recebeu livre na área, driblou o goleiro Helton Leite e deixou tudo igual no OBA. 

Dellatorre ainda perdeu boa chance nos acréscimos.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Intervenção no Timão

Ministério Público alega nulidade da aprovação das contas e pede intervenção judicial no Corinthians.

Promotor Cássio Conserino vê ilegalidades na reunião e parecer do Conselho Fiscal que norteou votação do Conselho Deliberativo para a arpovação das contas de Osmar Stabile.

O Ministério Público de São Paulo voltou a pedir intervenção judicial no Corinthians. 

Desta vez, o promotor Cássio Conserino alegou nulidade na aprovação das contas de 2025 e gestão temerária por causa dos números apresentados no balanço financeiro do ano passado. 

No documento enviado à Justiça, o promotor Conserino elenca uma série de acontecimentos para corroborar sua tese. 

O primeiro deles é a presença de Haroldo Dantas na reunião do Conselho Fiscal que recomendou a aprovação com ressalvas das contas de 2025. 

Advogado das empresas do presidente Osmar Stabile, Dantas estava afastado de suas funções como presidente do Conselho Fiscal do Corinthians por conflitos de interesses.

No entanto, mesmo impedido de participar dos encontros do Conselho Fiscal, o dirigente esteve presente na reunião do grupo no Parque São Jorge e assinou a ata do encontro que sugeriu aos conselheiros a aprovação das contas da gestão.  

Na sequência, o promotor alega que o CORI (Conselho de Orientação) agiu com falha de governança ao não constatar a ilegalidade da participação de Haroldo Dantas, nem identificar quais foram as ressalvas apontadas no documento, muito menos propor sanções ou correções. 

Por fim, Conserino diz que o Conselho Deliberativo ignorou as recomendações internas e externas ao aprovar as contas de Osmar Stabile com um déficit de R$ 143 milhões em 2025 e um endividamento de mais de R$ 2,7 bilhões. 

O promotor à Justiça pede que os conselheiros presentes na votação também sejam responsabilizados. 

"Iniludivelmente estamos assistindo uma ineficácia sistêmica e institucionalizada dos órgãos de controle do Corinthians que demanda urgente intervenção judicial. Houve uma violação direta da governança exigida pela Lei Geral do Esporte. Enfim, um cenário administrativo caótico e que piora em progressão geométrica".  

"A bem da verdade o arremedo de controle feito na aprovação com “ressalvas” das contas, em nenhum momento, enfrentou a tormentosa questão envolvendo a impossibilidade de continuidade operacional do clube, não examinou como será liquidada a dívida monstruosa que beira os R$ 3 bilhões, não teceu qualquer comentário sobre o aprofundamento da resolução destas importantes ressalvas, não teceu qualquer comentário propositivo sobre como sanar o déficit de R$ 143,4 milhões do último ano", escreveu o promotor na peça encaminhada à Justiça. 

Agora, a petição será juntada a outros documentos já enviados ao sistema judiciário para análise. 

Vale ressaltar que em dezembro do ano passado, a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social do Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para avaliar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians. 

Naquela ocasião, no entanto, o pedido foi motivado pelo mau uso dos cartões corporativos do clube. 

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Respiro para o Forest

João Pedro faz golaço, Igor Jesus marca, e Chelsea perde para o Forest.

Confronto tem 2 choques de cabeça, com um estreante do Chelsea saindo de maca. 

Palmer perde pênalti.

O Nottingham Forest atropelou o Chelsea e venceu nesta segunda-feira (4) por 3 a 1, na trigésima quinta rodada da Premier League. 

Em Stamford Bridge, os visitantes abriram 2 a 0 com 10 minutos do primeiro tempo e ampliaram logo depois do intervalo. 

João Pedro teve um gol anulado, mas balançou as redes novamente nos acréscimos com um golaço de bicicleta. 

A partida ficou marcada por 2 choques graves de cabeça, um deles terminou com Jesse Derry desacordado e deixando o campo de maca em seu primeiro jogo como titular. 

O resultado afasta o Forest do Z-3 com 42 pontos e atrapalha o Chelsea na busca por uma classificação para competições continentais.

O Nottingham permanece em décima sexta posição. 

Entretanto, a 3 rodadas do fim do Inglês, o time abre 5 pontos de distância do West Ham, o primeiro dentro da zona de rebaixamento. 

O Chelsea continua em nono, com 48 pontos somados, e a 3 pontos do Brentford, o último entre os que que garantem vaga para a próxima edição de um torneio da UEFA (União das Associações Europeias dw Futebol). 

A partida entre Chelsea e Nottingham teve dois choques de cabeça fortes, um em cada tempo. 

Aos 45 minutos do primeiro tempo, Derry dominou a bola de peito em uma sobra dentro da área e subiu para disputar com Abbott. 

Os 2 jogadores se chocaram, e o estreante do Chelsea caiu apagado. 

O jogo foi paralisado por 10 minutos pelo protocolo do contusão, e Derry deixou o campo com cordão cervical em uma maca e foi substituído por Delap. Abbot saiu para a entrada de Neco Williams.

Depois do intervalo, a colisão foi entre Gibbs-White e Sánchez. 

O lance aconteceu aos 15 minutos do segundo tempo, quando o camisa 10 (que tinha entrado há pouco) recebeu uma bola longa, entrou na área e trombou com o goleiro. 

Ambos tiveram cortes na cabeça, foram enfaixados e tiveram que deixar o jogo. 

Wood entrou no lugar de Gibbs-White, e Jörgensen substituiu Sánchez.

Bakwa recebeu de Yates, tirou a marcação de Cucurella, levou para o fundo da ponta direita e cruzou para a área. Awoniyi subiu sozinho e mandou no alto do gol com menos de 2 minutos do primeiro tempo. 

Aos 11 minutos do primeiro tempo, Bakwa cruzou da direita para o meio da área, Awoniyi correu para cabecear, mas caiu na área reclamando de um puxão de Gusto na camisa. 

O árbitro marcou o pênalti depois de revisar o lance no VAR, e Igor Jesus bateu no meio do gol para ampliar.

Ainda na primeira etapa, o árbitro marcou pênalti no choque de Abbott em Derry. 

Palmer cobrou com uma batida fraca no canto esquerdo, e Sels faz a defesa. 

O camisa 10 ainda tentou o chute no rebote, mas bateu em cima do defensor. 

Aos 6 minutos do segundo tempo, Gibbs-White tabelou com Williams e recebeu entrando na área pelo lado direito. 

Cruzou rasteiro para o meio, e Awoniyi só empurrou para dentro da rede. 

Aos 37 minutos do segundo tempo, Cucurella cruza da ponta esquerda, João bateu de primeira, Sels defendeu, e o brasileiro se jogou fazer de cabeça. 

Entretanto, o VAR apontou impedimento de João Pedro após revisão. João deixou o dele com 2 minutos dos acréscimos. 

Gusto cruzou da ponta direita para área, Cucurella tocou de cabeça, e o camisa 20 acertou uma linda bicicleta.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Que jogão!

Manchester City (Inglaterra) toma virada, mas empata com Everton (Inglaterra) no fim e fica a 5 pontos do Arsenal (Inglaterra) na Premier League.

Time de Pep Guardiola vencia com gol de Doku e controlava partida, mas sofreu virada relâmpago no segundo tempo. 

Atacante belga volta a marcar no fim e define 3 a 3.

O Everton empatou com o Manchester City por 3 a 3, nesta segunda-feira (4), em Liverpool, em jogão da trigésima quinta rodada da Premier League. 

O time de Pep Guardiola vencia, com gol de Doku, mas sofreu virada relâmpago no segundo tempo, com gols de Barry (2 vezes) e O'Brien. 

Haaland diminuiu logo na sequência, e Doku voltou a marcar golaço no último lance para definir o empate. 

O resultado muda a situação na briga pelo título e deixa o Arsenal em vantagem, dependendo apenas de si próprio.

Apesar de descolar empate com o Everton no finalzinho, o Manchester City deixa de depender de si mesmo na busca pelo título da Premier League. 

Essa condição agora é do Arsenal, que segue na liderança, com 76 pontos, cinco a mais que o Manchester City. 

O time de Mikel Arteta tem 3 jogos a disputar (West Ham [Fora], Burnley [Casa] e Crystal Palace [Fora]), enquanto a equipe de Guardiola ainda fará 4 partidas (Brentford [Casa], Crystal Palace [Casa], Bournemouth [Fora] e Aston Villa [Casa].

O primeiro tempo e a primeira metade da segunda etapa foram de grande tranquilidade para o Manchester City. 

Apesar de não conseguir criar grandes chances, o time de Guardiola abriu o placar com Doku e não tomava sustos de seu adversário. 

Controlava a partida beirando os 80% de posse de bola. 

Mas, aos 23 minutos do segundo tempo e aos 28 minutos do segundo tempo, o Everton virou a partida. 

Primeiro contando com falha gigantesca de Guéhi, que recuou mal e entregou para Barry empatar. 

Depois, O'Brien cabeceçou para marcar a virada.

Aos 35 minutos do segundo tempo, Barry voltou a marcar e colocou o time da casa com vantagem de dois gols no placar. 

Mas, logo na saída de bola, Haaland recebeu ótimo passe de Kovacic e encobriu Pickford para diminuir a diferença. 

Já nos acréscimos, com Donnarumma na área, Doku recebeu e finalizou colocado para marcar mais um golaço e empatar a partida no apagar das luzes.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Queda da receita

CBF (Confederação Brasileira de Futebol) registra queda de receita e fecha 2025 com déficit de R$ 182 milhões.

Entidade teve retração de 8,4% no faturamento anual, aumento de 110,5% nos custos operacionais e impacto direto da nova estrutura de comercialização do Campeonato Brasileiro da Série A e Campeonato Brasileiro da Série B.

A CBF registrou queda de 8,4% na receita bruta e encerrou 2025 com déficit de R$ 182,48 milhões após mudanças na comercialização dos direitos do Campeonato Brasileiro.

Os custos operacionais e administrativos da entidade cresceram 110,5%, enquanto as receitas com direitos de transmissão recuaram 12% no período.

Mesmo com resultado negativo, a confederação manteve R$ 1,99 bilhão em caixa e ampliou os investimentos no futebol para R$ 1,18 bilhão em 2025.

A CBF encerrou 2025 com retração em suas principais receitas e resultado financeiro negativo, em um cenário diretamente impactado pela reformulação do modelo de comercialização dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. 

A receita bruta da entidade caiu de R$ 1,302 bilhão em 2024 para R$ 1,193 bilhão em 2025, redução de 8,4% em relação ao exercício anterior.

O movimento acompanha a implementação do novo ciclo de mídia do futebol brasileiro, no qual Libra e Futebol Forte União (FFU) passaram a negociar de forma independente os direitos do Campeonato Brasileiro da Série A e Campeonato Brasileiro da Série B. 

Com isso, receitas historicamente administradas pela CBF passaram a ser negociadas diretamente pelos blocos de clubes, deixando de integrar a estrutura comercial da entidade.

O relatório financeiro da confederação evidencia essa transição ao não incluir do Campeonato Brasileiro da Série A e Campeonato Brasileiro da Série B entre os ativos relacionados à arrecadação de direitos de transmissão. 

Os contratos passaram a ser negociados diretamente pelos blocos de clubes com empresas como Globo, Prime Video, Record e CazéTV.

A própria entidade reconhece o impacto da mudança no documento de apresentação das demonstrações financeiras. 

Segundo a CBF, a variação nas receitas das competições nacionais está ligada à migração dos clubes para a gestão direta de seus ativos comerciais e audiovisuais.

Mesmo com a retração nas receitas, os investimentos da entidade no futebol seguiram em expansão. 

O aporte total atingiu R$ 1,18 bilhão em 2025, crescimento de 9% em relação ao ano anterior. 

Apenas as seleções brasileiras consumiram R$ 420 milhões, sendo R$ 281 milhões destinados à equipe principal masculina. 

O futebol feminino recebeu R$ 94,251 milhões, enquanto as categorias de base tiveram investimento de R$ 44,709 milhões.

Os repasses às 27 federações estaduais cresceram 32%, totalizando R$ 80 milhões voltados ao desenvolvimento regional, modernização de infraestrutura e organização de competições locais. 

Já os custos com torneios nacionais somaram R$ 477,2 milhões, abrangendo despesas operacionais como logística, arbitragem e controle antidoping.

O resultado financeiro consolidado do exercício foi deficitário em R$ 182,48 milhões, revertendo o superávit de R$ 106,657 milhões registrado em 2024. 

Além da queda nas receitas, o cenário foi pressionado pelo forte crescimento das despesas operacionais e administrativas, que saltaram de R$ 208,291 milhões para R$ 438,354 milhões, avanço de 110,5%.

A principal linha de arrecadação da entidade, ligada a direitos de transmissão e propriedades comerciais, totalizou R$ 637,903 milhões em 2025, queda de 12% em comparação aos R$ 723,900 milhões registrados no exercício anterior. 

O montante engloba ativos como Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro da Série C e Campeonato Brasileiro da Série D, competições femininas e torneios de base.

As receitas de patrocínio também apresentaram leve retração. 

O total arrecadado foi de R$ 437,931 milhões, redução de 3% em relação a 2024.

Apesar do déficit, a entidade encerrou o período com ampla disponibilidade financeira. 

O ativo circulante da CBF soma R$ 2,41 bilhões, enquanto a reserva financeira da confederação encerrou o período em R$ 1,99 bilhão, com recursos majoritariamente alocados em fundos conservadores.

O balanço patrimonial ainda aponta passivo total de R$ 2,131 bilhões, impulsionado principalmente por provisões para contingências tributárias, cíveis e trabalhistas, além de receitas antecipadas. 

Apenas a provisão para contingências encerrou o ano em R$ 671,6 milhões, concentrada principalmente em disputas fiscais ligadas à cobrança de Cofins.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mandato até 2031

Gianni Infantino confirma candidatura para seguir no comando da FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) até 2031.

Presidente da entidade máxima do futebol busca novo mandato em meio a crescimento comercial da FIFA e críticas de federações europeias.

Gianni Infantino anunciou que disputará a eleição da FIFA em 2027 para permanecer na presidência da entidade até 2031.

O dirigente conta com apoio de confederações da África e da Ásia, mas enfrenta resistência de parte do futebol europeu.

Durante sua gestão, a FIFA ampliou receitas comerciais com novos torneios e formatos de patrocínio.

Gianni Infantino confirmou que pretende permanecer no comando da FIFA por mais um ciclo. 

O dirigente suíço, que ocupa a presidência da entidade desde 2016, anunciou durante o Congresso da FIFA, realizado em Vancouver, no Canadá, que disputará a próxima eleição marcada para março de 2027, no Marrocos.

Caso seja reconduzido ao cargo, Infantino permanecerá à frente da entidade até 2031.

O atual presidente foi eleito inicialmente após a saída de Joseph Blatter e posteriormente reconduzido em 2019 e 2023, ambas as vezes sem oposição direta no processo eleitoral.

A possibilidade de um novo mandato envolve também discussões sobre o limite de permanência na presidência da FIFA. 

Embora os estatutos estabeleçam restrição de 3 mandatos de 4 anos, Infantino sustenta que o período inicial entre 2016 e 2019 não deve ser contabilizado integralmente, já que assumiu a entidade no meio do ciclo administrativo após a renúncia de Blatter.

Nos bastidores, o dirigente mantém apoio relevante dentro do cenário internacional. A Confederação Africana de Futebol (CAF) e a Confederação Asiática de Futebol (AFC) já sinalizaram alinhamento à continuidade de sua gestão. 

Em contrapartida, federações europeias como Alemanha, Noruega e Suécia demonstraram resistência ao presidente, principalmente por posicionamentos adotados ao longo da preparação para a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

A aproximação pública de Infantino com o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também gerou críticas dentro do ambiente político do futebol internacional, ampliando a divisão entre diferentes federações sobre sua condução institucional.

Apesar das controvérsias, a gestão do suíço é associada ao fortalecimento financeiro da FIFA nos últimos anos.

Durante sua presidência, a entidade ampliou receitas comerciais, reformulou competições internacionais e criou novas propriedades globais, como a Copa do Mundo de Clubes em formato expandido, realizada pela primeira vez nos Estados Unidos.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Nubank Parque é o novo nome do estádio do Palmeiras A escolh

A escolha foi definida pelo público, em votação aberta realizada ao longo do último mês, com mais de 47% de preferência.

O Nubank anunciou hoje “Nubank Parque” como o novo nome da arena multiuso do Palmeiras.

A escolha foi definida pelo público, em votação aberta realizada ao longo do último mês, com mais de 47% de preferência.

A transformação visual completa e a oficialização da arena para Nubank Parque estão previstas para ocorrer no final de julho.

O Nubank anunciou hoje “Nubank Parque” como o novo nome da arena multiuso do Palmeiras. 

A escolha foi definida pelo público, em votação aberta realizada ao longo do último mês, que reuniu quase meio milhão de votos únicos e elegeu a opção vencedora com mais de 47% de preferência.

A transformação visual completa e a oficialização da arena para Nubank Parque estão previstas para ocorrer no final de julho, quando também serão apresentados oficialmente as novas cores e o logo da marca.

Entre as novidades previstas estão a inauguração do Nubank Ultravioleta Lounge, um espaço exclusivo com vista privilegiada para a arena, e do Portão Nubank Ultravioleta, que dará acesso aos camarotes e contará com um novo design.

Embora os valores não tenham sido oficialmente divulgados, a estimativa é de que o Nubank desembolse cerca de US$ 10 milhões por ano, aproximadamente R$ 51 milhões na cotação atual, pelo acordo. 

O montante representa praticamente o dobro do valor inicialmente pago pela Allianz no contrato firmado em 2013.

O vínculo anterior previa investimento de R$ 300 milhões por 20 anos, com pagamentos anuais na faixa de R$ 15 milhões, corrigidos pela inflação ao longo do período.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro