sábado, 25 de julho de 2026

Turquia no caminho do Brasil na final

Turquia vence a China e vai enfrentar o Brasil na final da VNL (Volleyball Nations League - Liga das Nações de Vôlei).

Além de Vargas, que contribuiu com 23 pontos e foi a maior pontuadora, a ponteira İlkin Aydin foi a segunda que mais pontuou, 15 pontos.

Com destaque para a oposta Melissa Vargas, a Turquia venceu a China por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/15 e 25/20, e vai enfrentar o Brasil na decisão da Liga das Nações feminina de vôlei neste domingo (26), às 8h30 (horário de Brasília), com transmissão do sportv2, GETV e Globo Esporte. 

O jogo aconteceu neste sábado (25), logo após a vitória verde-amarela sobre a Itália no tie-break.

A seleção turca chegou nas semifinais após eliminar o Canadá nas quartas de final e ser o quatro colocado na fase de grupos, mesmos números do Brasil, que levou vantagem no números de pontos e sets vencidos.

As chinesas, por sua vez, só avançaram às finais por serem do país-sede dos jogos da etapa final, realizada em Macau. 

Foi a primeira vez que o time com o pior desempenho entre os classificados às finais eliminou a equipe de melhor campanha da fase inicial da VNL.

Em menos de 1h20 de confronto, a seleção asiática foi inferior em quase todos as estatísticas, sendo destaque somente na recepção, uma das principais características do estilo de jogo do elenco. 

O elenco turco dominou os ataques com 54 X 36, como também os bloqueios e saques.

Além de Vargas, que contribuiu com 23 pontos e foi a maior pontuadora, a ponteira İlkin Aydin foi a segunda que mais pontuou, 15 pontos. 

A diferença ofensiva entre as equipes fica explícita quando os números do ataque chinês são considerados. 

Zhuang Yusha anotou 15 pontos, mas, na sequência, as que mais pontuaram, Gong Xiangyu e Wang Yimei, somaram somete 7 cada uma.

Em sétimo lugar no ranking da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) , o elenco chinês disputa o bronze contra a Itália, melhor seleção da atualidade, também neste domingo (26), às 4 horas (horário de Brasília), com transmissão do sportv2.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Brasileiras finalistas

Brasil vence a Itália com brilho de Ana Cristina e vai à final em busca de título inédito na VNL (Volleyball Nations League - Liga das Nações de Voleibol).

Seleção perde primeiro set, reage e supera atuais bicampeãs no tie-break. 

Brasileiras, guiadas por 23 pontos de Aninha, vão em busca de primeiro ouro na Liga das Nações, depois de 4 pratas.

O Brasil está na final da VNL. 

Neste sábado (25), a seleção brasileira saiu atrás, perdeu o primeiro set para a Itália, mas reagiu e virou a semifinal, em Macau, na China. 

A vaga na grande decisão veio com placar de 3 sets a 2 e parciais de 25/21, 21/25, 24/26, 25/21 e 12/15. 

Ana Cristina derrubou 23 bolas e terminou como maior pontuadora da partida. 

Com a vitória sobre as italianas, atuais bicampeãs da VNL, a equipe verde-amarela mantém o sonho de um título inédito, desde a criação do torneio, em 2018, foram 4 pratas conquistadas. 

A briga pelo ouro será neste domingo (26), às 8h30 (horário de Brasília), contra Turquia ou China. 

O sportv2, a GETV e o Globo Esporte transmitem a decião ao vivo.

Ana Cristina, maior pontuadora da semifinal, já vinha como principal destaque ofensivo do Brasil na Liga das Nações. 

A ponteira de 22 anos celebrou a vitória sobre a Itália e dividiu os louros com as companheiras de equipe:

"É até difícil falar. São muitas emoções. No ano passado, eu não estava nas finais (por causa de lesão no joelho). Agora tento me divertir dentro de quadra, chamar o time. Acreditamos que podíamos bater a Itália. Estou muito feliz, muito orgulhosa das meninas. Nunca é fácil jogar contra as italianas, ainda mais nas condições em que estamos. O campeonato é muito longo, desgastante. Muitas meninas estão com dores. Mas temos um objetivo em comum e queremos chegar lá".

Ao longo da VNL, a seleção brasileira vem lidando com problemas físicos. Gabi nem entrou em quadra no torneio, devido a um desconforto na região lombar. 

Júlia Kudiess, outra titular da equipe, se machucou na última partida da fase classificatória. 

Tainara também sofreu uma lesão no decorrer da Liga das Nações. 

Soma-se à lista de desfalques a líbero Nyeme, que ficou no Brasil com a filha, Antonella, de pouco mais de um ano.

Apesar das baixas, a equipe comandada por José Roberto Guimarães despachou um rival que incomodou bastante em um passado recente. 

Além de bicampeã da Liga das Nações, a Itália conquistou ouro nas Olimpíadas de Paris, em 2024, e no Mundial de 2025. 

Em alguns momentos, o Brasil foi vítima do poderio italiano, como na decisão da VNL do ano passado.

"(A vitória deste sábado) Mostra que o trabalho está dando resultado. Acreditamos, desde o primeiro ponto, que podíamos ganhar, mesmo com a Itália sendo um time muito forte. Vamos comemorar e já pensar na final de amanhã. Foi um triunfo de equipe, com uma gritando na cara de outra", comentou Julia Bergmann.

Além do título inédito da Liga das Nações Feminina, o Brasil ainda busca encerrar um jejum que dura quase uma década. 

A última grande conquista da equipe em competições intercontinentais veio em 2017, no Grand Prix. 

Desde então, a seleção verde-amarela subiu ao pódio algumas vezes, como nas Olimpíadas de Tóquio (prata) e Paris (bronze), mas nunca com a medalha de ouro no peito.

O confronto entre Brasil ou Itália foi bastante equilibrado. 

Porém, o time italiano começou melhor e conseguiu vencer o primeiro set por 25 a 21, largando na frente na semifinal. 

A seleção brasileira voltou diferente na parcial seguinte e conseguiu triunfar pelo mesmo placar (25 a 21).

O terceiro set foi o mais acirrado de todos. 

Disputando ponto a ponto, o Brasil conseguiu fechar em 26 a 24. 

Já na quarta parcial, a Itália ficou à frente do placar durante todo o tempo e controlou bem a vantagem, vencendo novamente por 25 a 21.

No tie-break, a seleção brasileira largou na frente, com um ace da levantadora Roberta. 

A equipe abriu quatro pontos de vantagem, chegou a ceder o empate, mas na reta final conseguiu novamente controlar o marcador. 

Com boas defesas e brilho de Ana Cristina no ataque, o Brasil bateu as italianas por 15 a 12 e comemorou muito em quadra.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Contratação no Cruzeiro

Sport acerta venda de Zé Lucas ao Cruzeiro por R$ 25,5 milhões.

Leão negocia 60% dos direitos do atleta, mantém participação futura e deverá ter os atletas Chico da Costa e Murillo cedidos pelo clube mineiro por empréstimo.

O Sport acertou, nesta sexta-feira, a venda do volante Zé Lucas, 18 anos, para o Cruzeiro. 

O acordo prevê a negociação de 60% dos direitos econômicos do jogador por US$ 5 milhões, cerca de R$ 25,5 milhões na cotação atual. 

O Leão permanecerá com 20% dos direitos, enquanto os outros 20% ficarão com o atleta e seu empresário.

A negociação agora está em fase final com troca de minutas para a assinatura de contrato, o que deverá ocorrer nos próximos dias após análise dos documentos pelos respectivos departamentos jurídicos.

Pelo cronograma definido entre os clubes, o Sport receberá 3 milhões de dólares (aproximadamente R$ 15 milhões) em agosto, além de duas parcelas de 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5 milhões cada), previstas para setembro e outubro.

Além da compensação financeira, a negociação inclui a chegada de dois jogadores do Cruzeiro ao Sport. 

O atacante Chico da Costa e o volante Murilo Rikhman deverão ser cedidos por empréstimo ao clube pernambucano, com todos os custos assumidos pela equipe mineira.

No caso de Murillo, o acordo prevê ainda que o Sport terá direito a 35% do valor de uma futura venda do jogador, caso a transferência seja concretizada durante o período estabelecido entre os clubes.

O acerto ocorreu após uma reunião, na Toca da Raposa II, em Belo Horizonte, entre o presidente do Cruzeiro, Pedro Lourenço, e o presidente do Sport, Matheus Souto Maior, e o CEO do clube pernambucano, Felipe Ximenes.

Inicialmente, o Cruzeiro ofertou 3 milhões de dólares pelos 60% do atleta. 

No decorrer da negociação, o valor aumentou, passou por 4 milhões de dólares e terminou em 5 milhões na moeda dos Estados Unidos.

O contrato de Zé Lucas com o clube mineiro será de 5 anos. 

O volante já viaja nesta noite para Belo Horizonte para fazer exames. 

No clube mineiro, ele receberá um salário 4 vezes maior do que os cerca de R$ 60 mil que recebia no Leão pernambucano.

A rescisão do jogador com o Sport foi publicada na noite desta sexta-feira (24), no site da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

O Flamengo, outro clube interessado em Zé Lucas, ofereceu formalmente 1 milhão de euros (R$ 5,78 milhões) por 10% dos direitos econômicos do volante. 

A contratação seria para a equipe sub-20, o que não agradou ao estafe de Zé Lucas.

Zé Lucas subiu para o profissional do Sport no ano passado. 

Ele foi capitão da seleção brasileira sub-17 na conquista do recente título do Sul-Americano de 2025 e, neste ano, já passou a integrar a seleção brasileira sub-20.

Ano passado, teve sondagens de clubes como Barcelona e Real Bétis, da Espanha, e foi acompanhado por analistas do Grupo City, que estiveram na Ilha do Retiro para vê-lo de perto. 

Deixa o Sport após 57 partidas disputadas.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Santa Fe venceu em casa

Independiente Santa Fe derrotou o Caracas de olho nas oitavas de final.

O Independiente Santa Fe venceu o Caracas por 2 a 0 no El Campín, com gols de Hugo Rodallega e Franco Fagúndez, pelo jogo de ida dos Playoffs.

A partida de volta será disputada na quinta-feira, 30 de julho, em Caracas. 

O vencedor da série enfrentará o River Plate nas oitavas de final.

O Independiente Santa Fe honrou sua história. 

O “León” derrotou o Caracas por 2 a 0 no Estádio Nemesio Camacho El Campín, pelo jogo de ida dos Playoffs das Oitavas de Final da Copa Sul-Americana, e ficou a um passo de manter uma tradição que o enche de orgulho: nunca perdeu uma série eliminatória contra um adversário venezuelano em sua história continental. 

Com gols de seu eterno ídolo Hugo Rodallega e de Franco Fagúndez, que saiu do banco, a equipe de Pablo Repetto deu o primeiro passo rumo a um confronto de alta intensidade: o vencedor da série enfrentará o River Plate nas oitavas de final.

O time da casa dominou do início ao fim diante de um Caracas que recuou suas linhas e apostou nos contra-ataques, mas nunca conseguiu ameaçar com chegadas claras. 

A equipe venezuelana, que chegava com a maior sequência invicta como visitante de sua história continental, pouco incomodou o gol de Andrés Mosquera ao longo dos 90 minutos.

O grande destaque foi “Hugol” Rodallega. 

Aos 30 minutos do primeiro tempo, o atacante colombiano, que completará 41 anos em dois dias, recebeu a bola após uma boa troca de passes, ajeitou na entrada da área e finalizou de esquerda, cruzado, no canto direito de Frankarlos Benítez. 

Um gol de pura categoria, que confirmou que a idade não é capaz de interromper sua vigência.

Obrigado a se lançar ao ataque, o Caracas deixou espaços, e o Independiente Santa Fe aproveitou na reta final graças às mudanças do treinador. 

Repetto mexeu no banco, e a resposta foi imediata: aos 39 minutos do segundo tempo, Christian Mafla, que havia entrado pouco antes, cruzou para trás e encontrou o uruguaio Franco Fagúndez, que finalizou de primeira para fazer 2 a 0. 

Foi, inclusive, seu primeiro toque na bola na partida: entrou e definiu o resultado.

O “León” neutralizou o perigoso Wilfred Correa, que havia marcado 3 gols em apenas 9 finalizações certas na fase de grupos, um aproveitamento de 33%, e foi substituído aos 21 minutos do segundo tempo,sem conseguir criar oportunidades diante do gol adversário. 

O Caracas, que havia aberto o placar em 5 de suas 6 partidas na primeira fase, desta vez nunca encontrou o caminho.

A série seguirá aberta até quinta-feira, 30 de julho, quando o Caracas receberá o Independiente Santa Fe no Estádio Olímpico da UCV (Universidad Central de Venezuela), na Venezuela. 

O “León” viajará com a vantagem conquistada na ida e com um prêmio ainda maior no horizonte: o vencedor do confronto enfrentará o River Plate, líder do Grupo H, nas oitavas de final da Grande Conquista.

Reportagem: Gol.conmebol.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Deu Boca na ida

Com assistência de Paredes, Boca Juniors vence O'Higgins pela Copa Sul-Americana.

Volante volta a campo apenas 5 dias após disputar a final da Copa do Mundo com a seleção argentina.

Com a presença do volante Leandro Paredes entre os titulares, o Boca Juniors venceu o O'Higgins por 1 a 0 nesta quinta-feira (23), na Bombonera, no jogo de ida dos playoffs para as oitavas de final da Copa Sul-Americana. 

Paredes fez questão de atuar pelo Boca Juniors apenas 5 dias após defender a Argentina na final da Copa do Mundo, vencida pela Espanha por 1 a 0. 

O camisa 5 atuou os 90 minutos e deu o passe para Miguel Merentiel fazer o gol da partida, aos 44 minutos do primeiro tempo.

A presença de Paredes em campo não foi a única referência à Copa do Mundo. 

Antes da partida, os jogadores do Boca Juniors seguraram uma faixa em agradecimento à seleção da Argentina, vice-campeã mundial no último domingo (19): "Gracias Selección".

Boca Juniors e O'Higgins voltarão a se enfrentar na próxima quinta-feira (30), no Chile. 

O time argentino tem a vantagem do empate para se classificar às oitavas da Sul-Americano. 

A equipe chilena precisa vencer por 2 gols de vantagem, ou ganhar por um gol e levar a partida para a disputa de pênaltis. 

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Lanús em vantagem

O campeão iniciou a defesa do título: Lanús venceu o Cienciano por 2 a 0.

O atual campeão da Copa Sul-Americana venceu por 2 a 0, com gols de Franco Watson e Ramiro Carrera, e sustentou a vantagem apesar de atuar por quase meia hora com 10 jogadores após a expulsão de Lucas Besozzi.

 A partida de volta será disputada na quarta-feira, 29 de julho, em Cusco. 

O vencedor da série enfrentará o Botafogo nas oitavas de final.

O Lanús iniciou a defesa do título com personalidade. 

Atual campeão da Copa Sul-Americana, venceu o Cienciano por 2 a 0 em “La Fortaleza”, pelo jogo de ida dos Playoffs das Oitavas de Final, com um gol de Franco Watson no primeiro tempo e outro de Ramiro Carrera nos minutos finais. 

A equipe argentina resistiu por quase meia hora com um jogador a menos após a expulsão de Lucas Besozzi.

O Granate, que ainda não sofreu gols como mandante em sua campanha internacional no ano, definirá a série na quarta-feira, 29 de julho, na altitude de Cusco.

A equipe comandada por Mauricio Pellegrino, sem Walter Bou nem Marcelino Moreno, ambos lesionados, controlou a posse de bola desde o início, embora tenha encontrado dificuldades para transformar esse domínio em oportunidades claras. 

O placar foi aberto aos 35 minutos do primeiro tempo, em uma jogada diferente do cenário de pressão: um contra-ataque construído pelo lado do campo, que Besozzi concluiu com o passe para Watson finalizar. 

O meio-campista de Córdoba, advertido com cartão amarelo aos dez minutos, foi substituído no intervalo.

A partida mudou de rumo aos 17 minutos do segundo tempo, quando Alexis Herrera expulsou Besozzi por um pisão em Kevin Barreto. 

O autor da assistência para o gol deixou o campeão com 10 jogadores e quase meia hora de resistência pela frente. 

Pellegrino reorganizou sua equipe, abriu mão da posse de bola e apostou em saídas rápidas após recuperá-la. 

“Vamos jogar de forma direta, assim chegamos ao ataque”, foi possível ouvi-lo pedir durante a pausa para hidratação, enquanto o Cienciano assumia o controle da bola, mas não encontrava profundidade: terminou a noite com apenas uma finalização no gol de Nahuel Losada.

Nessa defesa que não cedeu, destacou-se José María Canale, o zagueiro paraguaio que, há algumas semanas, converteu o pênalti decisivo na histórica eliminação da Alemanha pelo Paraguai na Copa do Mundo e que, desta vez, ajudou a manter intacto o gol do campeão.

Quando a vitória parecia definida, a noite ganhou um desfecho inesperado. 

No quinto minuto dos acréscimos, aos 50 minutos do segundo tempo, Matías Sepúlveda finalizou, o goleiro Ítalo Espinoza deu rebote e Carrera, que havia entrado no lugar de Watson, aproveitou a sobra para marcar o segundo gol. 

O reserva fechou com um gol uma partida em que o Granate construiu sua vantagem com muita experiência.

A série seguirá em aberto até quarta-feira, 29 de julho, quando o Cienciano receberá o Lanús no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, em Cusco, às 19h30 (horário local). 

O campeão defenderá sua vantagem de olho em um prêmio maior: o vencedor do confronto enfrentará o Botafogo, dono da melhor campanha da fase de grupos, nas oitavas de final da “Grande Conquista”.

A partida em números:

O Lanús ampliou para cinco sua sequência de vitórias consecutivas contra clubes peruanos em competições da Confederação Sul-Americana de Futebol). 

Antes dessa série, havia vencido apenas 1 dos 4 jogos disputados, com 1 empate e 2 derrotas.

Franco Watson, do Lanús, marcou seu terceiro gol em competições da Conmebol, todos pela Sul-Americana, e o segundo com a camisa do Granate: contra o Cienciano e diante do Metropolitanos, em 2024. 

O outro foi pelo Huracán contra o Corinthians, em 2025.

O Lanús abriu o placar em seus últimos 11 jogos como mandante por competições da Conmebol e não perdeu nenhum deles, com 10 vitórias e 1 empate. 

Todos esses triunfos foram sem sofrer gols, incluindo o desta noite, mesmo com um jogador a menos.

Ramiro Carrera, autor do segundo gol do Lanús, entrou no intervalo e, desde então, liderou o Granate em finalizações, com 3 chances, e em gols esperados, com 1,0 xG.

O Lanús teve 55% de posse de bola diante do Cienciano, sua melhor marca como mandante em uma partida da Copa Sul-Americana desde os 59% registrados contra o Central Córdoba, em 2025.

Marcos Martinich, do Cienciano, realizou 6 desarmes nesta partida, maior número de sua equipe, e chegou a 15 no torneio. 

É o terceiro jogador da Furia Roja a alcançar essa marca nesta edição da Copa Sul-Americana, ao lado de Kevin Becerra, com 21 vezes, e Gerson Barreto, com 18 oportunidades.

Reportagem: Gol.conmebol.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Alex conquista vitórias importantes no Athletic

Alex atinge recorde pessoal como técnico no Campeonato Brasileiro da Série B.

Ainda com um turno inteiro do Campeonato Brasileiro da Série B para disputar, Alex de Souza, ídolo do Coritiba, igualou o seu próprio recorde de vitórias em uma mesma temporada como técnico no profissional. 

Em menos de 6 meses de trabalho, o treinador já ganhou 8 partidas no Athletic, sendo 6 vitórias na Segundona do Campeonato Brasileiro e outras 2 na Copa do Brasil.

Em 2025, Alex também ganhou 8 partidas com o Operário e ajudou na permanência no Campeonato Brasileiro da Série B. 

Já no Antalyaspor, da Turquia, o técnico também venceu 8 vezes, 6 triunfos no Campeonato Turco e 2 na Copa da Turquia, mas os números levam em consideração toda a temporada 2024/2025. 

Ou seja, não foram no mesmo ano.

Alex chegou em fevereiro com o Athletic rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Mineiro e cotado para ser o pior time do Campeoanto Brasileiro da Série B.

No entanto, o treinador teve o melhor aproveitamento da carreira nos primeiros quatro jogos, com 3 vitórias e 1 empate, e, rapidamente, levou o clube mineiro até uma inédita quinta fase da Copa do Brasil com classificações contra Rio Branco-ES, Ypiranga-RS e Sport. 

Foi eliminado apenas pelo Internacional, que disputa o Campeonato Brasileiro da Série A.

Na última quinta-feira (23), o Athletic, sob o comando de Alex, derrotou o São Bernardo por 2 a 1, em São João Del Rei, e terminou o primeiro turno do Campeoanto Brasileiro da Série B em décimo primeiro lugar, com 27 pontos, 7 pontos a mais que o primeiro time na zona de rebaixamento. 

O trabalho do treinador contrasta com o realizado pela equipe mineira em 2025, quando acabou o turno afundada entre os últimos.

“O que a gente fez de bom é que competiu muito. Nos mostramos organizados e competimos muito. Óbvio que, em algum jogo ou outro, você é superado pelo adversário. Do outro lado, tem trabalho e bons jogadores, mas nunca deixou de competir. O que espero é que, ao longo do returno, a gente possa melhorar as nossas escolhas. A gente tem tido a oportunidade de, quando está ganhando, fazer o segundo gol e dar uma tranquilizada, mas não conseguiu em nenhum momento da temporada. Foi sempre apertado”, afirmou o técnico.

“Sempre a gente teve a oportunidade de uma escolha melhor de ‘matar’ o jogo, e foi de novo. Tivemos a chance de fazer o 3 a 1 e sofremos até o final. Com treinamento, vídeo e conversa, a minha esperança é que a gente evolua e melhore nisso, para seguir competitivo. O que nos está trazendo resultado é ser competitivo, como tem sido desde o primeiro jogo contra a Ponte Preta”, acrescentou Alex.

Alex tem a oportunidade de conquistar a nona vitória pelo Athletic no início do segundo turno do Campeonato Brasileiro da Série B contra a vice-lanterna Ponte Preta, que está afundada na zona de rebaixamento e em grave crise financeira. 

A partida ocorre na próxima terça-feira (28), às 19h30 (horário de Brasília), no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Mesmo com as adversidades do time paulista, o técnico espera muita dificuldade. 

“A cada rodada que passa, o desespero é maior para a Ponte Preta e para quem está embaixo. Enfrentar esses times nessas condições é dificílimo. Eu já estive no Moisés Lucarelli várias vezes, e é muito difícil enfrentar a Ponte lá. O grupo de jogadores da Ponte Preta tem se mostrado de uma hombridade gigantesca desde o Campeonato Brasileiro da Série C do ano passado”, disse.

“As notícias que vêm são ruins, mas eles se mantêm brigando. Contra o Operário, ficaram duas vezes na frente e levaram a virada no último lance. Ou seja, vai ser um jogo duríssimo. Inicia o turno, e eles querem dar uma resposta para uma arrancada. A gente, desde já, está preparado”, complementou Alex.

Reportagem: Umdoisesportes.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro