terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Participação brasileira no esqui cross-country

Bruna Moura, Eduarda Ribera e Manex Silva se despedem no sprint do esqui cross-country.

Atletas precisavam ficar entre os 30 mais rápidos no percurso de 1,5km para avançar às quartas de final.

Manex conseguiu a melhor colocação de um brasileiro na prova.

O Brasil estreou nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina nesta terça-feira (10). 

Bruna Moura, Eduarda Ribera e Manex Silva disputaram a fase classificatória do sprint livre do esqui cross-country, mas foram eliminados. 

As brasileiras disputaram o percurso de 1,5 km, mas não conseguiram terminar entre as 30 mais rápidas para avançar às quartas de final.

Ribera ficou na septuagésima terceira posição, com o tempo de 4min17s05, enquanto Bruna Moura terminou em septuagésimo sexto lugar, com 4min22s07. 

Em seguida, no masculino, com o tempo de 3min25s48, Manex ficou em quadargésimo oitavo lugar. 

Apesar da desclassificação, ele fez o melhor resultado de um brasileiro na prova até o momento.

Apesar dos resultados, o dia foi histórico para o Brasil. Manex Silva conquistou um inédito top 50 para o país no individual masculino. 

Além disso, Eduarda Ribera foi a melhor sul-americana da prova com a septuagésima terceira posição.

"Me senti muito bem, a condição estava mais rápida. Há uns dias, estava mais quente e mais lenta. Acho que fiz uma boa prova. Sonhava em ir um pouquinho mais rápido, mas acho que fiz o melhor que eu tinha. É um grande orgulho (representar o Brasil). É um país muito grande. É verdade que não teve tanta história nos Jogos de Inverno, mas acho que nos últimos anos o Brasil tem conseguido muita força", disse Manex após a prova.

Estreante em Olimpíadas, Bruna terminou logo atrás, em septuagésimo sexto lugar. 

A brasileira sofreu um grave acidente em 2022 e chegou a ficar 2 meses sem conseguir andar, precisando passar por um ano e meio de fisioterapia para voltar a sonhar com os Jogos.

Com 89 atletas na prova, apenas as 30 melhores garantiram vaga na fase eliminatória. 

As brasileiras largaram entre as últimas competidoras e ficaram fora da zona de classificação. 

Precisando de tempos próximos ao corte da classificatória, a nota foi diminuindo e ficando mais difícil de ser atingida ao longo da bateria com a entrada das favoritas. 

As disputas decisivas do sprint feminino continuam ao longo do dia em Milão-Cortina.

Os 4 brasileiros ainda disputam outras provas em Milão-Cortina. 

Na quinta-feira, Bruna Moura e Eduarda Ribera participam dos 10km no estilo livre feminino, enquanto Manex Silva volta a competir na prova masculina, na sexta-feira (13).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Uma década depois...

Uma década após título histórico, Leicester City vive crise e luta contra queda para terceira divisão inglesa.

Equipe perde 6 pontos na segunda divisão por violar as regras de lucro e sustentabilidade da Premier League. Especialista analisa processo: "Composição de erros esportivos".

10 anos após protagonizar uma das maiores zebras da história e vencer a Premier League, o Leicester City corre sério risco de rebaixamento para a terceira divisão. 

Na última semana, o clube foi punido com a perda de 6 pontos na Championship, segundo escalão nacional, por descumprimento de regras financeiras. 

Agora, é o vigésimo primeiro colocado, com 32 pontos, e só não está na zona de rebaixamento graças ao saldo de gols.

Depois do título histórico de 2015/2016, o Leicester City conseguiu se manter como uma equipe relevante por alguns anos. 

Fez boas movimentações no mercado, conseguiu manter parte do elenco campeão por longo período (caso do ídolo Jamie Vardy, que só saiu em 2025) e voltou a soltar o grito de campeão em 2021, na Copa da Inglaterra. 

O Globo Esporte conversou com César Grafietti, economista especializado em gestão de clubes de futebol, que explica a queda vertiginosa.

"Temos uma composição de erros esportivos que levaram a problemas financeiros. O Leicester City foi rebaixado em 2022/2023 e novamente promovido à Premier League em 2023/2024. A disputa da segunda divisão inglesa é duríssima em termos financeiros, porque todos os clubes gastam muito além da capacidade para conseguirem um lugar na elite. A tese, equivocada e que se repete no Brasil, é de que é preciso gastar para aumentar competitividade, e isso trará mais dinheiro com conquistas, e levará o clube ao equilíbrio. Não foi o que ocorreu", comentou o Economista César Grafietti, sobre crise e queda do Leicester City.

Quando caiu, em 2023, o Leicester City tinha a sétima maior folha salarial da Premier League e a maior de um time rebaixado na história do futebol inglês. 

Teve um decréscimo de 48% na folha, mas ainda representava a maior da história da Championship. 

Depois de ascender novamente à Premier League em 2023/2024, o Leicester City fez péssima campanha em 2024/2025 e voltou a ser rebaixado, com 17 pontos a menos que o décimo sétimo colocado.

"O Leicester City volta a disputar a Premier League vindo de um grande prejuízo e monta uma equipe cara e pouco competitiva para tentar permanecer na elite. O resultado esportivo foi muito ruim, terminando com apenas 25 pontos e um saldo negativo de 47 gols. O clube é novamente rebaixado e disputa a 2ª divisão mantendo os custos elevados, elenco desequilibrado, desempenho esportivo ruim, e receitas muito menores. Resultado é o que vemos agora", analisa César Grafietti.

O presidente Aiyawatt "Top" Srivaddhanaprabha e o diretor de futebol, Jon Rudkin, são vistos na cidade como os grandes responsáveis pela crise, assim como a ex-CEO, Susan Whelan, que deixou o cargo em outubro. 

Aiyawatt Srivaddhanaprabha é um empresário tailandês, CEO da King Power, empresa que adquiriu o clube em 2010. 

"Top", como é conhecido, se tornou presidente do Leicester City em 2018, após a morte de seu pai, Vichai. 

Desde o último rebaixamento, os torcedores organizaram uma série de protestos no King Power Stadium, em Leicester.

A perda de pontos do Leicester City ocorreu por violar as regras de lucro e sustentabilidade da liga inglesa. 

A punição foi imposta por uma comissão independente, que julgou infrações que correspondem a um período de 3 anos e termina na temporada 2023/2024. 

O Leicester City descreveu a sanção como "desproporcional" e afirmou que o clube analisará os "próximos passos".

O Leicester City pecou, principalmente, ao não se planejar da melhor forma para o decréscimo financeiro ao ser rebaixado para a segunda divisão. 

Na Premier League, as piores equipes ganham entre 100 e 110 milhões de libras de direitos televisivos, enquanto na Championship passam a receber algo próximo dos 5 milhões de libras. 

Patrocínios e venda de ingressos (e seus preços) também reduzem drasticamente.

"Eles gastaram muito em contratos para tentar acompanhar seus rivais, mas contrataram mal e sua folha salarial inflada, que era a sétima maior da Premier League na época do rebaixamento, tornou-se um peso morto, arrastando o clube para a zona de violação das regras financeiras e restringindo qualquer investimento futuro", analisa Rob Tanner, jornalista do The Athletic, que cobre o Leicester City desde 2016.

A crise financeira e a punição com a perda dos pontos parece afetar o momento da equipe do Leicester City, que não venceu as 5 últimas partidas da Championship, com 4 derrotas e 1 empate. 

O técnico Marti Cifuentes foi demitido há 2 semanas, e o time segue sem um treinador definido. Andy King, ex-jogador, que fez parte do elenco campeão em 2015/2016, tem comandado interinamente.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Esporte como educação

Carta do Papa Leão XIV destaca o esporte como escola de vida.

O Papa reflete sobre o esporte como caminho de formação humana, fraternidade e paz, alertando para os riscos do lucro e do desempenho extremo.

Publicada por ocasião dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno, a Carta do Papa Leão XIV, “A vida em abundância”, propõe uma reflexão sobre o esporte como espaço de formação humana, fraternidade e paz.

O texto também alerta para os riscos da lógica do lucro e do desempenho a qualquer custo, que podem esvaziar o sentido educativo da prática esportiva.

Ao iniciar a Carta, o Pontífice recorda o contexto dos Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Milão e Cortina d’Ampezzo, e dirige uma saudação a todos os envolvidos. 

Em seguida, amplia o olhar para o significado do esporte na vida contemporânea:

“A prática esportiva, como sabemos, pode ter uma natureza profissional, de altíssima especialização: deste modo, corresponde a uma vocação de poucos, embora suscite admiração e entusiasmo no coração de muitos […] Mas a prática esportiva é uma atividade comum, aberta a todos e saudável para o corpo e para o espírito, a ponto de constituir uma expressão universal do ser humano.”

A Carta é organizada em temas que percorrem a história do esporte, seus fundamentos culturais e os desafios atuais. 

Ao longo do texto, Leão XIV articula a dimensão física com aspectos humanos, educativos e espirituais, destacando a relevância do esporte para a sociedade.

Esporte e formação integral da pessoa: O Papa recorda que, ao longo da história, o esporte sempre esteve ligado à educação do ser humano. 

A tradição cristã, segundo ele, reconhece a unidade entre corpo, mente e espírito. Inspirado em imagens bíblicas usadas por São Paulo e no pensamento de São Tomás de Aquino, Leão XIV aponta que a prática esportiva favorece a disciplina, a moderação e o equilíbrio interior.

Nesse sentido, o esporte se torna um caminho privilegiado de crescimento humano.

Ensina limites, estimula o esforço constante e ajuda na construção de uma personalidade madura, capaz de lidar com desafios e frustrações.

Cultura do encontro e fraternidade: Outro eixo central da Carta é o esporte como espaço de encontro. 

Para o Pontífice, a vivência esportiva promove relações baseadas no respeito às regras, na cooperação e na superação do individualismo. 

Quando praticado de forma autêntica, o esporte educa para viver a vitória sem arrogância e a derrota sem desânimo.

Essa experiência, segundo Leão XIV, contribui para a formação de comunidades mais solidárias e abertas ao diálogo. 

O esporte, assim, torna-se um instrumento concreto de promoção da paz e da fraternidade entre povos e culturas.

Os riscos do lucro e do desempenho extremo: O Papa também chama atenção para as distorções que ameaçam o esporte na atualidade. 

A submissão à lógica econômica e ao sucesso a qualquer preço pode transformar o atleta em mercadoria. 

Nesses casos, a competição perde seu valor educativo e abre espaço para práticas como o doping, a corrupção e a manipulação de resultados.

Leão XIV alerta ainda para outros desafios contemporâneos, como a instrumentalização política das competições, o culto exagerado da imagem e do rendimento e o uso de tecnologias que desumanizam a experiência esportiva. 

Diante desse cenário, ele reforça a necessidade de preservar o esporte como instrumento de inclusão e diálogo, sobretudo entre jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade.

A vida em abundância como horizonte.

Nas palavras finais da Carta, o Papa reforça o caráter comunitário e inclusivo do esporte:

“Pensar e implementar a prática esportiva como um instrumento comunitário aberto e inclusivo é outra tarefa decisiva. O esporte pode e deve ser um espaço de acolhimento, capaz de envolver pessoas de diferentes origens sociais, culturais e físicas.”

Leão XIV destaca ainda o testemunho dos esportistas, cuja rotina revela valores como sobriedade, disciplina, equilíbrio e respeito aos limites do corpo e da mente. 

Para o Pontífice, a vida espiritual ajuda os atletas a ir além do resultado e do desempenho, dando sentido ao esforço cotidiano.

Ao concluir, o Papa retoma a expressão bíblica que dá título à Carta:

“Tudo isso encontra o seu horizonte último na promessa bíblica da vida em abundância. Não se trata de uma acumulação de sucessos ou desempenhos, mas de uma plenitude de vida que integra corpo, relações e interioridade.”

Segundo Leão XIV, libertar o esporte de lógicas redutoras é um desafio cultural e pastoral. 

Quando vivido como escola de vida, ele ensina que a verdadeira abundância nasce da partilha, do respeito e da alegria de caminhar juntos.

Reportagem: A12.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Dia de atividade física do Papa

Natação, tênis e esporte: as terças-feiras de Leão XIV em Castel Gandolfo.

Todas as terças-feiras, Leão XIV se refugia por 24 horas em Castel Gandolfo, longe dos corredores do palácio apostólico, do protocolo papal e da multidão. 

Um parêntese de verde, silêncio e descanso longe dos olhares, com seus passatempos preferidos.

"Ele vai tentar ir lá com mais frequência porque é longe da multidão, longe do vai-e-vem do dia a dia". 

Algumas semanas após a eleição de Leão XIV, seu irmão John Prevost confidenciava à imprensa americana que o papa pretendia devolver a Castel Gandolfo o título perdido sob o pontificado de seu predecessor Francisco: os locais voltariam a ser a residência secundária do pontífice. 

E mais ainda: o refúgio verde situado a 30 quilômetros de Roma se tornaria, um hábito permanente, deste pontificado, prometia John, irmão próximo e confidente familiar do chefe da Igreja Católica.

Piscina, tênis e equitação: E, de fato, em poucos meses, as terças de Leão tornaram-se uma instituição. 

Toda segunda-feira, no fim do dia, o pontífice americano-peruano sai do Vaticano, levado em sua van preta. 

Acompanhado de gendarmes e guardas suíços, o papa segue para o parque dos Castelli Romani para seu dia de descanso.

Na terça-feira, não há audiências na agenda dos papas: seus predecessores antes dele haviam sacralizado esse dia de pausa que organizavam conforme sua sensibilidade.

Francisco não saía do Vaticano, João Paulo II se oferecia excursões à montanha… 

Leão, por sua vez, dedica-se ao tênis com seu secretário peruano e à natação.

Os altos muros de Castel Gandolfo, que escondem suas dezenas de hectares campestres, abrigam uma quadra coberta que lhe permite manejar a raquete, e uma piscina construída no tempo do papa polonês, recentemente renovada para o novo morador da residência, soube a Aleteia.

Mudanças ocorreram desde os últimos papas que ali passavam temporadas: o papa Francisco, tendo decidido converter o palácio apostólico de Castel Gandolfo em museu, o novo pontífice escolheu morar em uma residência próxima, a Villa Barberini. 

No outono passado, ao responder às perguntas dos jornalistas que o aguardavam à sua saída de Castel Gandolfo, o papa indicou que seu descanso de terça-feira não era sinônimo de ociosidade nem de desconexão completa, pois continuava a tratar das correspondências urgentes e a atender telefonemas.

No entanto, é realmente uma ocasião para relaxar, e ele não precisa usar o hábito papal o tempo todo, comentou seu irmão John, deixando entender que o visitante comum poderia, ao dobrar de um bosque, topar com o sucessor de Pedro de agasalho esportivo. 

Um encontro pouco provável, porém: às 14 horas, o papa privatiza seu jardim.

Os portões são fechados aos turistas e o ducentésimo sexagésimo sétimo pontífice se dedica a seus hobbies preferidos. 

Além do tênis, murmura-se de fonte segura que ele retomou a equitação, já praticada quando era missionário no Peru.

A rádio espanhola COPE, que esteve no local com jovens estudantes, afirma que ele monta Saleros, um cavalo originário de Valência, de 10 anos, com o qual criou um vínculo especial. 

Nos estábulos papais encontra-se também o jovem Proton, um puro-sangue branco oferecido por um criador polonês.

O ritual da noite de terça-feira: Todo ser humano, para cuidar bem de si, deveria fazer atividades para o corpo e a alma, os dois juntos, confidenciou o pontífice americano, assegurando que essa pausa durante a semana é um hábito que o ajuda muito.

De fato, suas novas e pesadas responsabilidades, à frente de um micro-Estado e como guia espiritual de 1,4 bilhão de almas, sobrecarregaram a agenda do septuagenário. 

"Ele está mais cansado do que antes, isso se vê em seu rosto. Ele tenta simplesmente manter a calma e deitar-se a uma hora razoável", reconheceu seu irmão John. 

Em Castel Gandolfo, Leão XIV também recebe discretamente seus amigos próximos, alguns vindos dos Estados Unidos ou ainda do Peru, para momentos de convivência.

Mas, assim que sai desse parêntese, o bispo de Roma é novamente sugado por sua carga: uma multidão de jornalistas o espera firmemente toda terça-feira à noite, diante do portão de sua casa, câmeras apontadas, microfones estendidos, para obter alguma declaração ao acaso.

Reportagem: Pt.aleteia.org

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Estreia brasileira

Brasil estreia nas Olimpíadas de Inverno 2026 no dia 10 de fevereiro: veja horários e programação.

Bruna Moura, Eduarda Ribera e Manex Silva são os primeiros atletas brasileiros a competir nesta edição dos Jogos.

Sportv2 transmite ao vivo.

O quinto dia oficial de competições em Milão-Cortina começa cedo nesta terça-feira (10) e marca a estreia do Brasil nas Olimpíadas de Inverno 2026. 

O esqui cross-country é a primeira modalidade com participação brasileira. Bruna Moura e Eduarda Ribeira disputam a qualificação do sprint clássico feminino, seguidas por Manex Silva, no masculino. 

As provas abrem a programação do dia e integram uma agenda que também tem decisões no curling e medalha em disputa na patinação de velocidade.

A prova feminina de 500 metros da patinação de velocidade, inclusive, já vêm na sequência do esqui cross-country, às 6h30 (horário de Brasília). 

O esqui alpino entra em cena às 10 horas (horário de Brasília), reunindo velocidade e técnica na mesma disputa. 

O curling, por sua vez, conhece seus medalhistas nas duplas: Grã-Bretanha e Itália disputam o terceiro lugar pela manhã, às 11h15 (horário de Brasília), enquanto Suécia e Estados Unidos fazem a final à tarde, às 15 horas (horário de Brasília).

Às 13 horas (horário de Brasília), o luge individual feminino distribui medalhas, com a soma das descidas determinando as posições finais da prova. 

A partir das 15h30 (horário de Brasília), o salto de esqui entra na programação com disputas na pista, ampliando a sequência de decisões do dia. 

O encerramento da terça ocorre na Arena de Patinação, em Milão, com o programa curto da patinação artística masculina.

Horários e onde assistir ao vivo:

Esqui cross-country - COM PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA

Evento: Sprint Clássico - Qualificação

Horário: 5h15 (horário de Brasília)

Onde assistir: sportv2

Patinação de velocidade:

Evento: 500 metros Feminino

Horário: 6h30 (horário de Brasília)

Onde assistir: sportv2

Esqui estilo livre:

Evento: Downhill

Horário: 10 horas (horário de Brasília)

Onde assistir: sportv2

Esqui Alpino:

Evento: Slalom - Combinado por Equipes Feminino - Final

Horário: 10 horas (horário de Brasília)

Onde assistir: GE TV

Curling:

Evento: Disputa de Terceiro Lugar e Quarto Lugar

Horário: 11h15 (horário de Brasília)

Onde assistir: sportv2 e GE TV

Evento: Final

Horário: 15 horas (horário de Brasília)

Onde assistir: sportv2

Luge:

Evento: Individual Feminino

Horário: 13 horas (horário de Brasília)

Onde assistir: TV Globo e sportv2

Salto de Esqui:

Evento: Equipe Mista

Horário: a partir de 15h30 (horário de Brasília)

Onde assistir: TV Globo

Patinação artística:

Evento: Patinação Individual Masculina - Programa Curto

Horário: 16h20 (horário de Brasília)

Onde assistir: sportv2 e GE TV

A CazéTV também transmite as Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória em casa

Roma bate o Cagliari pelo Italiano e volta a vencer após 3 jogos. 

Nesta segunda-feira (9), pela vigésima quarta rodada do Campeonato Italiano, a Roma recebeu o Cagliari, no Stadio Olímpico, e venceu por 2 a 0. 

Donyell Malen (2 vezes) marcou os gols que deram a vitória ao time da casa, que não vencia há 3 jogos.

Com o resultado, a Roma segue no quinto lugar da tabela, com 46 pontos, empatada com a Juventus, que ocupa a quarta colocação. 

Por outro lado, o Cagliari é o décimo segundo colocado do torneio, com 28 pontos conquistados.

A Roma abriu o placar aos 25 minutos do primeiro tempo. 

Mancini encontrou um belo passe para Malen, que entrou na área e finalizou com uma linda cavadinha para encobrir o goleiro.

Na etapa final, aos 20 minutos do segundo tempo, o atacante holandês marcou mais um. 

Celik recebeu pela direita e cruzou na pequena área para Malen, que só teve que completar para o fundo das redes para anotar o segundo gol do time da casa.

Roma: Joga contra a Napoli, no Diego Armando Maradona, pela vigésima quinta rodada do Campeonato Italiano.

Cagliari: Enfrenta o Lecce, no Unipol Domus, em jogo válido pela vigésima quinta rodada do Campeonato Italiano.

Atalanta X Cremonese: A Atalanta recebeu a Cremonese às 14h30 (horário de Brasília), na New Balance Arena, e venceu por 2 a 1. 

Zappacosta e Krstovic marcaram para o time da casa. Thorsby fez o gol dos visitantes.

Reportagem: Gazetaesportiva.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Segue o líder!

Novorizontino vira para cima do São Bernardo nos acréscimos e segue líder do Campeonato Paulista.

Em jogo atrasado por chuva e com 2 expulsões, Tigre conquista vitória heroica e encaminha primeira posição antes das quartas de final.

O Novorizontino venceu o São Bernardo, de virada, por 2 a 1, neste sábado (7), em Novo Horizonte, pela oitava rodada do Campeonato Paulista.

O Tigre teve mais a posse de bola e o controle do jogo, mas quem marcou primeiro foi o Bernô. 

Pedro Vitor recebeu passe de Felipe Garcia, deixou o marcador no chão, e abriu o placar. 

O empate saiu dos pés de Rômulo, aproveitando boa jogada de Robson.

Na segunda etapa, o São Bernardo teve Manzoli e Foguinho expulsos. 

O zagueiro Augusto chegou a marcar um gol, mas foi anulado pelo VAR porque a bola pegou na mão do defensor.

Já nos acréscimos, Juninho acertou um chutaço e virou para o Novorizontino, que se mantém na primeira colocação do Campeonato Paulista, com 16 pontos.

O Novorizontino se mantém na liderança do Campeonato Paulista, com 16 pontos. 

Dependendo dos resultados de Red Bull Bragantino e Palmeiras, que jogam neste domingo (8), o Tigre pode garantir a primeira colocação antes da última rodada.

Já o São Bernardo sai do G-8. 

O clube, que estava na oitava colocação, agora aparece em décimo colocado, com 8 pontos.

A partida começou com 1 hora e 15 minutos de atraso por conta da forte chuva que atingiu Novo Horizonte. 

O gramado ficou com muitas poças e a arbitragem atrasou o início da partida até as condições melhorarem.

Na última rodada, o Tigre vai até Bragança Paulista enfrentar o Red Bull Bragantino. 

O São Bernardo recebe o Corinthians. 

Todas as partidas do Campeonato Paulista serão no domingo, dia 15 de fevereiro, às 20h30 (horário de Brasília).

O Novorizontino teve mais posse de bola e controle de jogo, mas os 2 principais lances de perigo foram do São Bernardo. 

Primeiro, com uma bola no travessão em finalização de João Paulo. 

Aos 18 minutos do primeiro tempo, Pedro Vitor abriu o placar. Após receber o passe de Felipe Garcia dentro da área, o camisa 11 deixou o marcador no chão e finalizou: 1 a 0. 

O Tigre seguiu com a bola e conseguiu chegar ao gol com Rômulo, aos 34 minutos do primeiro tempo. 

O meia do Novorizontino recebeu grande passe de Robson, dentro da pequena área, e deixou tudo igual no Jorjão.

A etapa final começou a mil por hora. 

Antes do primeiro minuto do segundo tempo, Manzoli fez falta em Robson. 

O árbitro João Gobi aplicou o cartão amarelo para o zagueiro do São Bernardo, mas foi orientado pelo VAR para rever a jogada. 

Por ser o último homem e ter acertado o rosto do atacante do Tigre com o braço, o cartão vermelho foi aplicado.

Com um a mais, o Novorizontino foi para cima. 

Teve grande defesa de Alex Alves em finalização de Tavinho e Robson acertando o travessão. 

O Bernô perdeu mais um jogador, quando Foguinho foi expulso por carrinho por trás em Robson.

Apesar da inferioridade númerica, os visitantes conseguiram o gol da virada com Augusto, mas João Gobi, novamente, foi chamado pelo VAR e anulou por toque de mão do zagueiro. 

Já nos acréscismos, Juninho, que havia entrado no segundo tempo, acertou um belo chute de fora da área e deu a vitória ao Tigre.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro