sábado, 13 de junho de 2026

Surpresa na estreia

Austrália vence a Turquia e é a primeira zebra da Copa do Mundo de 2026.

Seleção turca, recheada de jogadores das grandes ligas europeias, não conseguiu furar bloqueio australiano.

A Austrália surpreendeu a Turquia e venceu o jogo de estreia na Copa do Mundo por 2 a 0, em Vancouver, no Canadá, em jogo válido pelo Grupo D. 

Irankunda, de 20 anos, abriu o placar no primeiro tempo, e Metcalfe ampliou na etapa final. 

A Turquia, retornando a um Mundial após 5 edições fora, pressionou boa parte do jogo, mas não conseguiu furar o bloqueio em noite de grande atuação do goleiro Beach, uma das surpresas na escalação.

A Austrália somou os 3 primeiros pontos na Copa do Mundo, mesma pontuação dos Estados Unidos, que leva vantagem no saldo de gols (3 contra 2). 

As 2 equipes se enfrentam na segunda rodada do Grupo D, na próxima sexta-feira (19), às 16 horas (horário de Brasília), em Seattle. 

Turquia e Paraguai não pontuaram e se enfrentam no sábado (20), às 0 hora (horário de Brasília), em Santa Clara, no Estádio da Área da Baía de São Francisco. 

Recheada de jogadores de grandes ligas, como Arda Guler (Real Madrid), Yildiz (Juventus) e Calhanoglu (Internazionale), a Turquia volta a uma Copa do Mundo, mas ainda sem vencer. 

A última vez havia sido em 2002, quando parou nas semifinais para o Brasil, perdendo por 1 a 0, e venceu a disputa de terceiro lugar por 3 a 2 sobre a Coreia do Sul.

Apesar de a vitória sobre a Turquia ser considerada uma surpresa, o retrospecto atual da Austrália é melhor. 

A equipe da Oceania está na sexta Copa do Mundo consecutiva. 

Desde 2006, o país não fica fora. 

No atual ranking da FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol), a seleção também está melhor colocada. 

Ocupa o vigésimo terceiro, enquanto a Turquia está em vigésimo sétimo colocado.

Autor do primeiro gol da Austrália na Copa do Mundo, o atacante Nestory Irankunda, de apenas 20 anos, nasceu em um campo de refugiados na Tanzânia e é considerado "o jovem jogador de futebol australiano mais promissor de todos os tempos".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Cores australianas

Entenda por que a Austrália usa verde e amarelo sem ter as cores na bandeira.

Até 1984, o país da Oceania não tinha cores oficiais.

Alguns países usam uniformes, em diferentes modalidades, com cores que não estão presentes em suas bandeiras. Uma delas é a Austrália. 

O Globo Esporte explica por que a seleção da Oceania, que estreia contra a Turquia, na madrugada deste domingo (14), usa verde e amarelo (dourado, para os australianos) sem ter as mesmas em seu pavilhão.

De acordo com o "Livreto sobre símbolos australianos", elaborado pelo governo do país, o verde e o dourado foram oficialmente proclamados as cores nacionais da Austrália em 1984, após forte pressão popular.

O ouro representa as "vitórias esportivas da Austrália e a cor de riqueza mineral, praias, da lã dourada australiana e das colheitas de grãos dourados em todos os estados". 

O verde simboliza "a cor das florestas australianas, dos eucaliptos, dos pastos e dos horizontes infinitos de plantações".

As cores também representam a flor acácia dourada, típica da Austrália. 

Os australianos têm a liberdade de usar as cores nacionais, mas, para serem usadas corretamente como tal, devem aparecer juntas e não separadas por branco ou outra cor.

Bandeira australiana: O vermelho, o branco e o azul são as cores da bandeira da Austrália e estavam na primeira versão do brasão de armas da Commonwealth, aliança voluntária de países que foram colonizados pelo Reino Unido..

A bandeira australiana possui o símbolo da constelação Cruzeiro do Sul, que ajudaram os primeiros marinheiros a encontrar o caminho para o território. 

Quando eles exploraram a costa leste da Austrália usaram o Cruzeiro do Sul. 

Apareceu em bandeiras não oficiais a partir de 1850.

A bandeira britânica, a Union Jack, aparece no canto superior esquerdo da bandeira australiana como forma de homenagear a história da colonização britânica.

A Estrela da Commonwealth aparece na bandeira nacional australiana abaixo da Union Jack. 

Esta estrela tem sete pontas que simbolizam os 6 estados australianos, sendo a sétima ponta adicionada em 1908 para reconhecer os territórios da Austrália.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Escoceses vencem o Haiti

Escócia quebra jejuns em Copa do Mundo, vence Haiti e assume liderança do grupo do Brasil.

Em Mundiais, seleção escocesa volta a fazer um gol após 28 anos e a ganhar um jogo depois de 36 anos.

O grupo do Brasil na Copa do Mundo tem um líder, e não é a Seleção de Ancelotti nem o emergente Marrocos. 

E sim a Escócia, que venceu um jogo duro contra o Haiti na noite deste sábado (13) em Boston, nos Estados Unidos, com um gol de McGinn, meia do Aston Villa (Inglaterra). 

Os escoceses seguraram a pressão no segundo tempo para sair com o valioso 1 a 0.

A Escócia foi a única seleção a somar 3 pontos na primeira rodada do Grupo C e largou na liderança isolada. 

Por sua vez, o Haiti permanece zerado e na lanterna, atrás de Brasil e Marrocos, com 1 ponto cada. 

A Escócia derrubou dois longos e incômodos jejuns no jogo contra o Haiti. 

Voltou a vencer um jogo em Copa do Mundo depois de 36 anos: a última tinha sido por 2 a 1 contra a Suécia em 1990. 

E o gol de McGinn fez o país balançar a rede em Mundiais após 28 anos: o último havia sido de Criag Burley no empate em 1 a 1 com a Noruega em 1998.

O Haiti perdeu, mas mostrou que não voltou à Copa do Mundo depois de 52 anos para ser um saco de pancadas. 

A seleção do Caribe competiu de igual para igual contra a Escócia. 

Finalizou mais (15 a 10), teve mais de posse de bola (52% a 48%) e criou algumas boas chances para empatar. 

Porém, continua o tabu de nunca ter sequer pontuado em Mundiais.

Foi um jogo de "trocação", com os dois times sem medo de buscar o ataque. 

Nessa proposta, a Escócia foi melhor. 

Antes de chegar ao gol com McGinn aos 27 minutos do primerio tempo, acertou a trave com McTominay aos 16 minutos do primerio tempo, e assustou em desvio de cabeça com Shankland aos 31 minutos do primerio tempo. 

O Haiti, mesmo criando menos, teve uma chance de ouro com Pierrot aos 33 minutos do primerio tempo, em rebote do goleiro, mas Hanley travou. 

No segundo tempo o ritmo caiu. 

Mas os escoceses podiam ter feito 2 a 0 com o próprio McGinn, que entrou na cara do gol e errou a mira aos 27 minutos do segundo tempo. 

Porém, foram os haitianos que assustaram mais dali para a frente e desperdiçaram boas oportunidades com Pierrot aos 39 minutos do segundo tempo, cabeceando para fora, e aos 48 minutos do segundo tempo, chutando caindo em cima do goleiro.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

New York Knicks campeão!!!

Knicks quebram jejum de 53 anos e são campeões da temporada 2025/2026 da NBA (National Basketball Association é a principal liga de basquetebol profissional da América do Norte).

Franquia nova-iorquina supera San Antonio Spurs em revanche histórica e levanta primeiro troféu desde 1973.

Depois de 53 anos de espera, os torcedores do New York Knicks finalmente puderam comemorar. 

Em um campanha histórica, a franquia nova-iorquina venceu o San Antonio Spurs por 94 a 90, neste sábado (13), e conquistou seu terceiro título da NBA. 

Em mais uma decisão eletrizante da série, a equipe buscou a virada no último quarto da partida e conseguiu a revanche contra seus algozes da final de 1999.

Seguindo uma sequência de partidas definidas nos minutos finais do cronômetro, o jogo 5 foi definido por uma virada no fim do último período, liderada pelo astro da franquia Jalen Brunson. 

O jogador foi o cestinha da vitória, com 45 pontos, deixando a estrela de San Francisco, Victor Wembanyama, para trás, com 19 pontos.

A taça veio com gosto de de revanche, já que a última final dos Knicks antes desta temporada havia sido disputada justamente contra os Spurs, em 1999. 

Na época, o time de San Antonio venceu a série por 4 a 1, e conquistou o primeiro título da própria história. 

27 anos depois, o reencontro entre as franquias deu à equipe de Nova York uma nova chance de reescrever o duelo.

Maior virada da história das Finais da NBA: Embora a vitória tenha vindo apenas no jogo 5 da série, a equipe nova-iorquina protagonizou a maior virada das Finais da NBA na última quinta-feira (11). 

Os Knicks chegaram a estar 29 pontos atrás no placar, conseguiram a virada a 53 segundos do fim e venceram. 

A maior marca até então pertencia ao Boston Celtics, na decisão de 2008, quando tiraram 24 pontos de vantagem do Los Angeles Lakers.

Os Spurs chegaram à quadra impondo o ritmo de jogo. 

Wembanyama distribuiu três tocos logo nos primeiros minutos, enquanto Dylan Harper saiu do banco para ajudar a abrir distância no placar. 

A equipe de Nova York sofreu com erros de ataque e desperdícios de Brunson e Towns nas bolas de 3. 

A equipe da casa continuou a dominar o período e levou uma vantagem de 10 pontos para o segundo quarto, em 23 a 13.

Os Knicks voltaram querendo engatar a reação e conseguiram reduzir a vantagem dos Spurs antes do intervalo. 

Depois de abrir 18 pontos com a bola de tripla de Wembanyama e boa entrada de Dylan Harper, os Spurs viram a franquia nova-iorquina crescer com Brunson, que comandou a reação e chegou a 16 pontos no primeiro tempo. 

Bridges e Hart também apareceram em momentos cruciais, enquanto Towns cometeu alguns erros. 

No fim, os Knicks encostaram, mas Vassell respondeu nos segundos finais e manteve os Spurs com cinco pontos de vantagem, por 42 a 37.

Os Spurs voltaram do intervalo acelerando e chegaram a abrir 19 pontos no terceiro quarto, impulsionados por Wembanyama. 

O francês seguiu dominante nas enterradas e nas bolas de três, enquanto Champagnie ajudou a segurar a vantagem acima dos 10 pontos durante boa parte da parcial. 

Do lado dos Knicks, Brunson liderou e chegou aos 30 pontos. 

Mesmo assim, os donos da casa controlaram o ritmo, aproveitaram os erros dos rivais e fecharam mais um período em vantagem, por 72 a 65, empurrando a decisão para o último quarto.

O San Antonio chegou a abrir 10 pontos no início do último quarto, mas assim como em todos os outros jogos da série, o último período veio carregado de surpresas. 

Jalen Brunson apareceu ainda mais inspirado, assumiu o jogo, empatou a partida a pouco menos de cinco minutos do fim, em 83 a 83, e virou o placar nos lances livres. 

Josh Hart, Mikal Bridges e OG Anunoby deram continuidade à arrancada nova-iorquina convertendo lances livres decisivos, enquanto Wembanyama desperdiçou duas bolas de 3 nos segundos finais que poderiam ter mudado o destino da franquia. 

Com a torcida em êxtase e de pé, os Knicks selaram a vitória por 94 a 90.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Empate na estreia sem empolgar

Brasil empata com o Marrocos por 1 a 1, em MetLife Stadium em Nova Jersey, nos Estados Unidos, na estreia com 80.663 presentes.

Com gols no primeiro tempo, Saibari marcou para Marrocos e Vinícius Júnior empatou.

A Seleção Brasileira não fez uma partida convincente contra os marroquinos.

Que começaram melhor a partida com uma marcação alta e sem dar chances do Brasil contra-atacar.

Os jogadores brasileiros erravam muitos passes.

Após os primeiros 20 minutos do primeiro tempo, o Brasil começou a encontrar espaços.

Em jogadas de recuperação de bola, que deixava a defesa marroquinha desguarnecida.

Ibañez foi tentar um passe para Lucas Paquetá, errou o domínio no meio-campo, e deixou um buraco na defesa brasileira.

Marrocos recuperou e armou um contra-ataque rápido.

Brahim Diaz deu um passe que cortou a defesa brasileira para Saibari e em velocidade tocou por cima do goleiro Alisson, que nada pode fazer.

Marrocos 1 a 0, aos 20 minutos do primeiro tempo.

O Brasil sentiu o gol, e tinha muita dificuldade de trocar passes.

O rebote sempre a segunda bola sobrava para os marroquinhos.

Até, que em uma jogada de Bruno Guimarães encontrou Vinícius Júnior, dominou a bola, na grande área fez o corte em El Aynaoui, e chutar forte no alto, sem chances para o goleiro Bono.

Brasil chegou ao empate aos 31 minutos do primeiro tempo.

Mesmo não fazendo um bom jogo a Seleção Brasileira conseguiu o gol.

Após, o empate o Brasil ficou mais com a posse de bola, enquanto os marroquinhos estavam mais desatentos, e deixava muito espaço.

Lucas Paquetá começou a jogada com um lençol, tocou em Douglas Santos e cruzou.

Para a área, o próprio Lucas Paquetá tentou de voleio e o goleiro Bono fez uma grande defesa, espalmou para escanteio.

E a primeira etapa terminou empatada por 1 a 1.

A Seleção Brasileira saiu melhor nos minutos finais, e no lucro por ter tido muita dificuldade na saída de bola.

O Brasil voltou com 2 mudanças: Casemiro e Ibañez (com cartão amarelo), deram lugares a Fabinho e Danilo.

Com uma postura mais ofensiva o Brasil, criou a primeira grande chance com Igor Thiago que finalizou forte, e o goleiro Bono salvou.

A partida ficou muito disputada no meio-campo.

O técnico Carlo Ancelotti colocou Luiz Henrique e Mateus Cunha, nos lugares de Igor Thiago e Lucas Paquetá.

Para dar mais gás ao ataque da Seleção Brasileira.

O Brasil rodou mais a bola, teve paciente na troca de passes, só faltou um pouco de qualidade no último passe para definir a jogada.

Após, a parada técnica, os marroquinhos se organizaram melhor na partida.

E o Brasil tinha uma enorme dificuldade de sair jogando.

Matheus Cunha fez o lançamento para Vinícius Júnior que em velocidade foi a linha de fundo e cruzou para trás.

Raphinha finalizou mascado, e o goleiro Bono fez a defesa com tranquilidade.

O último cartuxo brasileiro foi a entrada de Danilo Santos no lugar de Bruno Guimarães.

 Raphinha encontrou Danilo Santos que chutu colocado e o goleiro Bono fez a defesa sem dar rebote.

A última chance foi de Marrocos.

El Ayanaoui arrisocu de fora da área, o goleiro Alisson espalmou. 

No rebote, Amaimouni finalizou, e outra vez o goleiro brasileiro se recuperou e foi para escanteio.

Agora são 23 estreias da Seleção Brasileira com 17 vitórias, 4 empates e apenas 2 derrotas.

Vitórias contra: Polônia em 1938 (França), México em 1950 (Brasil), México em 1954 (Suíça), Áustria em 1958 (Suécia), México em 1962 (Chile), Bulgária em 1966 (Inglaterra), Ex-Tchecoslováquia em 1970 (México), ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 1982 (Espanha), Espanha em 1986 (México), Suécia em 1990 (Itália), Rússia em 1994 (Estados Unidos), Escócia em 1998 (França), Turquia em 2002 (Coreia do Sul e Japão), Croácia em 2006 (Alemanha), Coreia do Norte em 2010 (África do Sul), Croácia em 2014 (Brasil) e Sérvia em 2002 (Catar).

Empates nas Copas do Mundo em 1974 (Alemanha) contra a ex-Iugoslávia, Suécia em 1978 (Argentina), Suíça em 2018 (Rússia) e agora em 2026 (Canadá, Estados Unidos e México) contra Marrocos. 

Derrotas para ex-Iugoslávia em 1930 (Uruguai) e Espanha em 1934 (Itália).

Vinícius Júnior foi escolhido o melhor em campo pela FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol), foi o jogo de número 50 com a camisa da Seleção e 10 gols marcados.

Em Copas do Mundo o quinto assinalado em 4 partidas.

Final, Brasil 1 Marrocos 1.

Ainda neste sábado (13), em Boston, nos Estados Unidos, o confronto entre Haiti e Escócia, às 22 horas (horário de Brasília) pela primeira rodada do Grupo C.

A segunda rodada será disputada na sexta-feira (19), às 19 horas (horário de Brasília), em Boston (Estados Unidos), Escócia e Marrocos.

E às 21h30 (horário de Brasília), Brasil contra o Haiti, na Filadélfia (Estados Unidos).

Reportagem: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória da Onça-Pintada

Amazonas vence em casa e respira no Campeonato Brasileiro da Série C.

Onça-pintada voltou a vencer depois de 6 jogos. 

Único gol da partida foi marcado pelo Gabriel Cipriano.

O Amazonas venceu o Anápolis-GO por 1 a 0 na tarde deste sábado (13), no estádio da Colina, pela Série C do Campeonato Brasileiro e quebrou uma sequência de 6 jogos sem vitórias. 

O único gol da partida foi marcado pelo atacante Gabriel Cipriano.

Com o resultado, o Amazonas somou 16 pontos e subiu para quinta posição, se mantendo dentro do G-8. 

Enquanto o Anápolis segue na lanterna, com cinco pontos.

O Amazonas visita o Barra-SC no próximo domingo (21), às 18h30 (horário de Brasília), na Arena Barra, em Itajaí, pela décima primeira rodada da competição. 

O Anápolis recebe o Itabaiana na segunda-feira (22), às 19h30, no estádio Jonas Duarte, em Goiás.

A primeira etapa do duelo foi de pouca inspiração por parte das equipes e terminou sem nenhum chute no gol com bola rolando. 

As poucas finalizações foram para fora.

Ainda assim, o Amazonas conseguiu abrir o placar quando Nico recebeu o passe pela direita, dominou dentro da área e na hora de limpar a marcação, sofreu a falta. 

O árbitro marcou pênalti. 

Gabriel Cipriano converteu a cobrança e colocou o Amazonas na frente.

Os times voltaram melhor no intervalo, mas o cenário do jogo seguiu o mesmo: poucas chances claras. 

O Amazonas teve aos 38 minutos do segundo tempo, quando Cipriano recebeu a bola dentro da área e na briga com os zagueiros, conseguiu um lençol e finalizou, mas para fora.

Aos 41 minutos do segundo tempo, a chance mais perigosa, quando Vincius Leite recebeu na entrada da área, cortou para o meio e bateu forte, mas o goleiro se esticou e evitou o gol.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Catar empata no último minuto

Catar empata no último minuto e surpreende a Suíça.

Europeus são melhores durante o jogo todo, mas abusa de perder gols e cede o empate nos últimos minutos.

A Suíça perdeu um caminhão de chances durante todo o jogo, e o Catar soube aproveitar as poucas oportunidades que teve. 

O empate em 1 a 1 aconteceu aos 49 minutos do segundo tempo, com Khoukhi, mas isso está longe de ser um resultado que evidencia o que foi o jogo.

A Suíça dominou as ações durante toda a partida. 

Abriu o placar com Embolo de pênalti no primeiro tempo, mas criou para ir ao intervalo com pelo menos três gols no placar.

Na etapa final, já mais cansados por causa do calor, as 2 equipes criaram menos. 

Mesmo assim, os europeus continuavam dominando as ações. 

Sofria pouco e tinha mais chances. 

Mas o ditado popular diz "quem não faz, leva". 

E foi o que aconteceu. 

Atuando como atacante nos minutos finais, o zagueiro Khoukhi vai para a área, recebe o cruzamento vindo da esquerda e cabeceia no lado esquerdo de Kobel, que não teve nem chance.

A Suíça tentou bastante, mas ainda assim conseguiu sofrer o empate. 

Melhor no jogo o tempo inteiro, teve 26 finalizações a favor e 7 contra. 

Nas certas, foi 7 chances contra 4 do Catar sendo que os chutes europeus levaram muito perigo, enquanto as finalizações dos árabes chegavam fraco ou no meio do gol de Kobel. 

No fim das contas, o que importa é bola na rede, e nisso ficou tudo igual.

Com esse empate, está tudo igual no Grupo B da Copa do Mundo. Canadá e Bósnia e Herzegovina também empataram em 1 a 1 na última sexta-feira (12). 

Há ainda 2 jogos para cada seleção pela frente.

Números do jogo de Catar 1 X 1 Suíça:

Posse de bola: 31% X 56% (13% em disputa)

Finalizações: 7 X 26

Finalizações certas: 4 X 7

Faltas cometidas: 7 X 12

Passes completos: 217 (71%) X 523 (89%)

Cruzamentos certos: 1 (10%) X 8 (31%)

Escanteios: 3 X 10

Agora, o Grupo B vai para a segunda rodada e os 2 times jogam no próximo dia 18 de junho, quinta-feira. 

A Suíça encara a Bósnia e Herzegovina, às 16 horas (horário de Brasília), em Los Angeles e o Catar pega o Canadá, às 19 horas (horário de Brasília), no Vancouver Place.

Quando o assunto é Copa do Mundo, não tem jogo que passe despercebido, convenhamos. 

Portanto, até esse Catar e Suíça teve reação da internet. 

O gol no fim, obviamente, foi o principal, claro, mas também teve sombra de avião no gramado e surpresa com estádio lotado.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro