quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Estreia do Botafogo

Botafogo encara altitude de 4 mil metros e montanha de prata em Potosí. 

Conheça.

Cidade localizada nas montanhas da Bolívia foi centro mundial de mineração de prata na colonização espanhola e hoje é o terror de brasileiros.

O nome Potosí causa calafrios a quem enfrenta as equipes da cidade boliviana. 

Localizada a 4.000 metros de altitude, a casa do Nacional Potosí, adversário do Botafogo nesta quarta-feira (18) pela segunda fase da Taça Libertadores da América, é o terror de brasileiros e possui história centenária como centro mundial de prata.

Potosí é uma cidade improvável. 

A distância para a capital da Bolívia, La Paz, é de 544 km, e altitude é assustadora. 

Lar de povos indígenas e do Império Inca, foi uma das cidades mais ricas do mundo entre os séculos XVI e XVII. 

Isso se deve a exploração da prata que abasteceu a Espanha e moveu a globalização. 

O Globo Esporte conta a história da incrível cidade localizada a 4.000 metros do nível do mar.

Não existe lugar como Potosí no mundo. 

Entre as cidades com mais de 100 mil habitantes, é a terceira mais alta, atrás somente de Cerro de Pasco, no Peru, e El Alto, também na Bolívia. 

Potosí é chave para entender a formação da globalização e o poder da colonização espanhola na América do Sul.

A montanha de prata: Impressiona chegar em Potosí, a 4.000 metros do nível do mar, e observar uma montanha que eleva a cidade a 4.782 metros. 

O Cerro Rico (Sumaq Urqu em quéchua, idioma indígena) faz parte da Cordilheira dos Andes e foi responsável por cerca de 85% da produção andina de prata durante a colonização espanhola.

O vermelho da montanha virou vermelho de sangue. 

A lenda diz que, em 1545, um indígena buscava uma lhama na região de Potosí quando acendeu uma fogueira e viu a prata no Cerro Rico. 

A partir daí, os espanhóis chegaram e tomaram posse do Sumaq Urqu.

Povos locais foram explorados com trabalhos forçados, assim como aconteceu no Brasil. 

Pessoas foram retiradas do continente africano para serem escravizadas na América do Sul. 

Potosí fez o Império Espanhol ser a potência da época. 

Em determinado momento, o volume anual de prata que atravessou o Oceano Atlântico foi de 3.000 toneladas.

Com a prata de Potosí, surgiu o "real de a ocho", a moeda do Império Espanhol que passou a ser usada em diversos cantos do globo. 

Também chamado de "dólar espanhol", foi utilizado em diversos países até o século XX e inspirou o dólar americano.

Terror dos brasileiros: Quando o assunto é futebol e Bolívia, Potosí é um nome que assusta qualquer brasileiro. 

Cilindros de oxigênio, longos planejamentos e falta de ar são questões que entram na mente de quem joga na cidade.

O Botafogo enfrenta o Nacional Potosí nesta quarta-feira (18), mas outro time da região é mais conhecido. 

O Real Potosí, com escudo parecido com o do Real Madrid, deu trabalho para brasileiros nas últimas décadas e teve somente 3 derrotas em casa em 12 jogos da Taça Libertadores da América.

Em casa, o Real Potosí tem no currículo goleadas por 5 a 1 sobre gigantes como Peñarol e Cruzeiro. 

Além do clube mineiro, Flamengo e Paraná enfrentaram os bolivianos em Potosí e não conseguiram vencer. 

O único time brasileiro que bateu o Real Potosí na altitude foi o Palmeiras, com uma vitória por 2 a 0 em 2009.

Adversário do Botafogo, o Nacional Potosí jogou a Taça Libertadores da América pela primeira vez em 2023 e perdeu os 2 jogos na fase preliminar. 

Pela Copa Sul-Americana, deu trabalho na altitude e venceu o Fluminense em 2018 e goleou o Fortaleza em 2024, por 4 a 1.

Como driblar a altitude?

Para enfrentar o Nacional Potosí, o Botafogo busca uma logística única. 

Martín Anselmi, técnico com vasta experiência na altitude sob comando de Independiente Del Valle e Cruz Azul, teve grande participação no planejamento do clube para o jogo desta quarta-feira (18).

O planejamento foi definido durante a última semana com diálogo entre todas as áreas do clube: comissão técnica, os departamentos médico e de futebol. 

A decisão contou com o aval de John Textor, o dono da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Botafogo. 

A ideia era enviar jovens com uma semana de antecedência para que eles se adaptassem à altitude.

Após o jogo contra o Fluminense, uma avaliação definiu os atletas que iriam para a cidade de Sucre, que tem altitude mais branda, antecipadamente. 

Os atletas são: Christian Loor, Léo Linck, Gabriel Abdias, Kadu, Kauan Toledo, Kauã Cruz, Marquinhos, Bernardo Valim e Wallace Davi. 

O técnico do sub-20, Rodrigo Bellão, também faz parte da delegação. Eles foram para Potosí no dia seguinte.

Pegaram o voo logo após o clássico e chegaram na Bolívia por volta das 7 horas da manhã (do horário de Brasília) de sexta-feira (13). 

O objetivo da ida quase uma semana antes é facilitar a adaptação pensando na utilização dos atletas no jogo. 

Alguns estudos apontam que cinco dias na altitude é eficaz para adaptar o corpo e minimizar efeitos. 

Os atletas mais jovens e "com mais físico" foram os escolhidos.

A delegação principal viajou somente nesta terça-feira (17), no dia anterior ao jogo contra o Nacional Potosí. 

Os jogadores do time principal pousaram em Sucre, a 2.800 metros de altitude. 

Dormem na cidade e sobem para Potosí somente no dia da partida. 

A ideia é que eles tenham menos tempo para sentir o peso da altitude.

Para chegar a Potosí, é necessário pousar em Sucre, a 2.800 metros do nível do mar. 

Potosí está localizada a 150 km de distância de Sucre. 

Em 2024, Fortaleza e Boca Juniors fizeram o trajeto com carros 4 por 4, e assim o Botafogo repetirá o planejamento. 

Essa parte da viagem deve durar 3 horas.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Coutinho pede rescisão de contrato ao Vasco

Estafe do atleta comunicou intenção ao presidente Pedrinho. 

Clube e jogador devem se pronunciar em breve, mas a rescisão ainda não foi formalmente assinada.

O meia Philippe Coutinho comunicou ao Vasco a sua intenção de rescindir contrato. 

O comunicado foi feito pelo estafe do jogador, de 33 anos, diretamente ao presidente Pedrinho.

A direção vascaína foi pega de surpresa. Coutinho também ligou para Fernando Diniz para informar a intenção de rescindir o seu contrato. 

O técnico tentou fazer com o que meia mudasse de ideia, porém, sem sucesso. 

Segundo fontes ouvidas pelo Globo Esporte, a palavra "irreversível" foi utilizada para a decisão do meia.

O assunto foi tema de reunião nesta quarta-feira (18). 

A rescisão ainda não foi formalmente assinada, e a tendência é que clube e jogador se pronunciem, de forma oficial, em breve. 

A informação foi publicada primeiramente pelo canal "Atenção, Vascaínos" e confirmada pelo Globo Esporte.

O Vasco, inclusive, já havia iniciado conversas para renovar o contrato com o camisa 10, que tem vínculo com o clube carioca somente até junho deste ano. 

As tratativas já estavam em andamento com o departamento de futebol para ampliar o vínculo, pelo menos, até o fim do ano.

A percepção interna da decisão de Coutinho de deixar o clube não tem a ver com ambiente de trabalho, mas com o acúmulo de críticas recebidas nos últimos tempos. 

Na última semana, contra o Volta Redonda, o atleta foi vaiado pela primeira vez em São Januário e recebeu apoio de Diniz.

Pessoas ligadas ao jogador e ao clube garantem que o meia tem um bom relacionamento com a comissão técnica de Diniz e com o restante do grupo.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Melhor participação

Dupla do Brasil fica com vigésimo primeiro tempo e conquista melhor resultado do país no cross-country por equipes.

No Estádio de esqui cross-country, Bruna Moura e Duda Ribera realizam a prova em 7min37s26.

No esqui cross-country feminino por equipes das Olimpíadas de Inverno, Bruna Moura e Duda Ribera formaram a dupla do Brasil e terminaram a competição na vigésima primeira colocação, melhor resultado brasileiro na modalidade. 

Em prova realizada nesta quarta-feira (18), no Estádio de esqui cross-country, na Itália, elas concluíram com tempo de 7min37s26.

Primeira brasileira a pisar na pista, Duda Ribeira concluiu o percurso em 3min55s66. 

Já Bruna Moura realizou a sua volta em 3min41s60. 

Com os tempos somados, a dupla terminou na vigésima primeira posição. 

Mesmo sem conquistar a vaga para a final, as brasileiras terminaram a competição com a melhor performance no Brasil no esqui cross-country por equipes.

Após o fim da prova, as brasileiras comentaram os desafios encontrados na pista e explicaram a sensação de representar o Brasil na modalidade.

"Vigésimo primeiro lugar é uma excelente colocação e a Duda está certa, é o melhor resultado que o Brasil já teve em uma prova de revezamento. O circuito é uma tortura, ele é muito difícil, mas também é muito gostoso de fazer ao mesmo tempo. Então, eu estou bem feliz que nós conseguimos fazer uma ótima prova e somar um bom tempo para colocar o Brasil em vigésimo primeiro lugar", disse Bruna Moura

"Estou muito feliz em mais uma vez estar representando o Brasil nos Jogos Olímpicos, então eu estou muito contente com todos os resultados e feliz pela prova de hoje", disse Duda.

Entenda as regras do cross-country feminino por equipes: No esqui cross-country, os competidores devem seguir um percurso marcado do início ao fim da prova, usando seus próprios meios de impulsão, sem obstruir os adversários. 

No cross-country feminino por equipes, as atletas percorrem um percurso de 1585 metros. 

As provas têm 2 voltas (uma para cada integrante da equipe). 

Os times largam com 30 segundos de diferença um do outro e as 15 duplas mais rápidas se classificam para a final.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

No encerramento

Edson Bindilatti será porta-bandeira do Brasil no encerramento dos Jogos de Inverno.

Atleta do bobsled conquistou o melhor tempo do Brasil na modalidade 2-man em Milão-Cortina e disputou as últimas Olimpíadas da carreira.

Destaque da delegação brasileira, Edson Bindilatti será o porta-bandeira do país na Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas de Inverno 2026. 

Atleta do bobsled, Bindilatti conquistou o melhor tempo do Brasil na modalidade 2-man na última terça-feira e está se despedindo dos Jogos em Milão-Cortina. 

A cerimônia será realizada no próximo domingo (22), às 16 horas (horário de Brasília), na Verona Olympic Arena.

O anúncio foi feito pelo Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Marco La Porta, nesta quarta-feira (18). 

O Chefe da Missão brasileira, Emílio Strapasson, e a Diretora de Comunicação e Marketing, Manoela Penna, também estavam presentes na reunião em Cortina.

Estrela do bobsled brasileiro, Edson Bindilatti é responsável pelo melhor resultado do país no 4-man, com o vigésimo lugar em Pequim 2022. 

Na última terça-feira, ele fez história novamente ao conseguir a melhor marca no 2-man, dessa vez com a vigésima quarta colocação em Milão-Cortina ao lado de Luis Bacca Gonçalves.

Será a terceira vez que Bindilatti vai carregar a bandeira brasileira em uma cerimônia. 

O atleta do bobsled também representou o país nas aberturas de Pyeongchang 2018 e Pequim 2022, essa última ao lado de Jaqueline Mourão.

A Cerimônia de Encerramento será no próximo domingo (22), às 16 horas (horário de Brasília). 

O evento será realizado na histórica Verona Olympic Arena, também conhecida como Arena di Verona. 

Localizado na cidade de Verona, esse é um dos lugares mais icônicos da Itália e é considerado um Patrimônio Mundial da UNESCO.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Decisão em aberta

Sporting Cristal (Peru) de Autuori e Vizeu arranca empate com menos um.

Times se reencontram na próxima terça-feira (24), em Callao, no Peru.

Num jogo de baixo nível técnico com direito a virada em um minuto e empate dramático no fim, 2 de Mayo e Sporting Cristal empataram por 2 a 2 no Estádio Rio Parapiti, no Paraguai. 

Cáceres e Cristiano (contra) marcaram para o time da casa, enquanto Yotún e Ángel Martínez (contra) fizeram os gols dos visitantes. 

Foi o primeiro encontro entre os times pela segunda fase da Taça Libertadores da América.

O resultado foi bom para o Sporting Cristal, que jogou com um a menos desde os 38 minutos do primeiro tempo. 

Na próxima terça-feira (24), a equipe de Paulo Autuori e de Felipe Vizeu, ex-Flamengo, recebe o 2 de Mayo em Callao, no Peru. 

Se houver um novo empate, a vaga será decidida nos pênaltis.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Independiente Medellín venceu o Liverpool

Independiente Medellín vence fora de casa e fica perto da vaga.

Equipes voltam a duelar na próxima terça-feira (24), na Colômbia.

O Deportivo Independiente Medellín deu passo importantíssimo na pré-Libertadores. 

Nesta terça-feira (17), no Uruguai, venceu por 2 a 1 o Liverpool, pela segunda fase da competição. 

Os colombianos marcaram com Fydriszewski e Palacios, enquanto os donos da casa descontaram com Strasorier.

O Deportivo Independiente Medellín deu passo importantíssimo na pré-Libertadores. 

Nesta terça-feira (17), no Uruguai, venceu por 2 a 1 o Liverpool, pela segunda fase da competição. 

Os colombianos marcaram com Fydriszewski e Palacios, enquanto os donos da casa descontaram com Strasorier.

Na próxima terça-feira (24), o DIM (Deportivo Independiente Medellín) recebe o Liverpool no Atanásio Girardot e joga pelo empate. 

Se perder por um gol de diferença, a vaga será decidida nos pênaltis.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Álbum da Copa do Mundo de 2026

Álbum da Copa do Mundo de 2026 deve ter quase mil figurinhas e refletir novo formato do Mundial.

Expansão para 48 seleções impulsiona coleção com 112 páginas e recorde de cromos.

A edição oficial do álbum da Copa do Mundo de 2026 caminha para se tornar a maior já produzida na história do torneio. 

Com a ampliação do Mundial para 48 seleções, a coleção acompanhará o novo formato da competição e deve reunir cerca de 980 figurinhas distribuídas em 112 páginas.

O crescimento no número de participantes impacta diretamente o tamanho do álbum. 

Cada seleção terá espaço ampliado, com páginas dedicadas a elenco, comissão técnica e símbolos oficiais, além de seções reservadas para os estádios das sedes, identidade visual do torneio e itens institucionais, como a taça e a bola oficial.

A Copa do Mundo de 2026 será realizada de forma conjunta por Estados Unidos, Canadá e México, marcando a primeira vez em que 3 países dividirão a organização do evento. 

O aumento de seleções também mudará o formato da disputa, ampliando o número de partidas e, consequentemente, o volume de conteúdo retratado na coleção.

A previsão é de que o álbum chegue ao mercado alguns meses antes do início do torneio, repetindo a estratégia tradicional de lançamento no primeiro semestre do ano do Mundial. 

Ainda não há confirmação oficial sobre preços, mas a expectativa é de que a coleção tenha custo superior ao da edição anterior, reflexo do maior número de páginas e figurinhas.

Historicamente, o álbum da Copa funciona como termômetro do interesse do público pelo torneio.

Em 2026, além de acompanhar a maior edição já realizada, a publicação também deve refletir a diversidade ampliada de seleções e mercados representados, consolidando o produto como peça central do calendário comercial que antecede o Mundial.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro