segunda-feira, 2 de março de 2026

Goleada impiedosa do Flamengo

Flamengo goleia Madureira em ritmo de treino e fará final do Campeonato Carioca contra Fluminense.

Time não toma conhecimento de rival, faz 8 a 0 no Madureira e se confirma na decisão em grande estilo.

O Flamengo confirmou o favoritismo contra o Madureira em grande estilo. 

O time comandado por Filipe Luís não tomou conhecimento do adversário e aplicou goleada de 8 a 0 na noite desta segunda-feira (2), no Maracanã, no jogo da volta das semifinais do Campeonato Carioca. 

O adversário na decisão será o Fluminense, no próximo domingo (8), com horário a ser definido pela FFERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro).

Pedro, 4 vezes, Lucas Paquetá, duas, Jean Viana, contra, e Samuel Lino deram números à goleada. 

No total, o agregado ficou em 11 a 0 após o triunfo por 3 a 0 do jogo de ida.

Em ritmo de treino, o Flamengo construiu a goleada de forma natural. 

O bombardeio começou ainda aos quatro minutos do primeiro tempo, quando Paquetá abriu o placar após escanteio de Carrascal. 

Os caminhos da chuva de gols se abriram facilmente após a expulsão de Wallace, meia do Madureira, e o time atropelou.

O próximo compromisso do Flamengo é justamente a final do Carioca, contra o Fluminense, no domingo (8), com horário ainda a ser confirmado.

Essa será a sétima decisão do Flamengo na "Era Filipe Luís". 

Antes, o time chegou nas finais da Copa do Brasil (2024), Supercopa do Brasil (2025 e 2026), Copa Intercontinental (2025), Taça Libertadores da América (2025) e Campeonato Carioca (2025).

Nem mesmo a goleada de 8 a 0 fez as críticas da torcida aliviarem. 

Mesmo antes do jogo começar, gritos de "time sem vergonha" dominavam as arquibancadas do Maracanã. 

No decorrer da partida, a festa, naturalmente, foi tomando conta do estádio, com as pessoas comemorando a chuva de gols.

Mesmo com a vitória, o que se ouviu após o apito final foi novamente gritos de "time sem vergonha".

A torcida está na bronca com as perdas dos títulos da Supercopa, para o Corinthians, e Recopa Sul-Americana, para o Lanús.

Pedro, Pedro, Pedro, Pedro.

O atacante marcou 4 vezes e foi o dono da partida. 

Assumiu a artilharia do Campeonato Carioca, empatando com Patryck Ferreira, do Bangu, com o desempenho da noite desta segunda-feira (2). 

Os 2 têm 6 gols na competição.

O Flamengo está na final do Campenato Carioca pela oitava vez seguida. 

É a maior sequência de decisões de um clube na história da competição.

O time fará a final contra o Fluminense pela sexta vez nos últimos 7 anos.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Fora da final

Cássio tem lesão confirmada e desfalca o Cruzeiro na final do Campeonato Mineiro.

Goleiro deixou jogo contra o Pouso Alegre com dores no joelho; examinado, Gerson está "apto para atividades", segundo assessoria do clube.

Substituído contra o Pouso Alegre, Cássio teve lesão confirmada pelo Cruzeiro nesta segunda-feira (2). 

Segundo o clube, o goleiro foi submetido a exames que diagnosticaram estiramento ligamentar no joelho direito. 

Com isso, ele está fora da final do Campeonato Mineiro.

O zagueiro Jonathan teve a mesma lesão no dia 2 de fevereiro e ainda não voltou a atuar pelo Cruzeiro. 

Cássio deixou o campo no segundo tempo da semifinal, após dividida pelo alto com Xandão, do Pouso Alegre. 

Recebeu atendimento, tentou permanecer no jogo, mas pediu substituição em seguida.

Matheus Cunha deve ser titular do time de Tite na decisão de domingo contra o Atlético, no Mineirão. 

De acordo com a assessoria do clube, Cássio já iniciou o processo de recuperação no departamento de saúde e performance do Cruzeiro, sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

Sobre o meia Gerson, o clube informou que o jogador não apresentou lesões estruturais no joelho esquerdo, em avaliações realizadas pelos profissionais da Toca da Raposa.

De acordo com a assessoria do Cruzeiro, o meio-campo "estará apto para atividades com o elenco nos próximos dias".

Gerson deixou o gramado ainda no primeiro tempo, após pancada sofrida em dividida com Gabriel Tota, jogador do Pouso Alegre. 

O meia foi substituído por Arroyo, também cotado para a vaga em caso de ausência do camisa 11, com Wanderson brigando pela vaga.

Fora os 2, não há outras dúvidas em relação ao time considerado titular para o momento da temporada. 

Os outros desfalques são, até o momento, o zagueiro Jonathan Jesus e os atacantes Chico da Costa, Marquinhos e Sinisterra, sendo que os 2 primeiros têm chance de evolução ao longo da semana para ficarem à disposição de Tite.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira


Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória do Getafe

Real Madrid perde para o Getafe em casa após 18 anos e vê Barça abrir distância.

Satriano, com um sem-pulo, marca o gol da vitória da equipe visitante. 

Time de Arbeloa vai mal e fica a 4 pontos do rival em LaLiga

O Real Madrid se complicou em LaLiga ao perder por 1 a 0 para o Getafe nesta segunda-feira (2) em pleno Santiago Bernabéu. Satriano, com um lindo sem-pulo, marcou o único gol do jogo. 

O resultado deixou o Barcelona com quatro pontos de folga na liderança.

O Real Madrid começou em cima, Vinícius Júnior teve grande oportunidade defendida por Soria, mas depois disso o Getafe resolveu picar o jogo, e o time da casa caiu na pilha. 

O Real Madrid teve 79% de posse de bola, mas empatou em finalizações: 6 a 6. 

Numa delas, em lance de rara felicidade, Satriano marcou um golaço.

Na etapa final, Arbeloa demorou a mexer, mas aos poucos foi enchendo a equipe de jogadores ofensivos. 

Promoveu o retorno de Rodrygo, que não atuava há um mês, colocou Mastantuono e posteriormente Brahim Díaz. 

Nada adiantou. 

O ferrolho armado por Pepe Bordalás, em especial a marcação dupla sobre Vinícius Júnior, funcionou bem demais, e o Madrid não conseguiu nem mesmo o empate.

O Getafe não vencia o Real Madrid no Santiago Bernabéu desde 24 de fevereiro de 2008, quando, com um gol do nigeriano Uche, tinha deixado o estádio com um triunfo por 1 a 0.

O Real Madrid volta a campo sexta-feira (6), contra o Celta de Vigo, fora de casa, às 17 horas (horário de Brasília). 

O Getafe recebe o Betis no domingo (8), às 12h15 (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Alerta no Catar

Catar interrompe calendário esportivo após ataques no Oriente Médio.

Decisão da federação de futebol ocorre em meio a ofensivas militares e pode afetar outras competições.

A decisão da Federação de Futebol do Catar de suspender, com efeito imediato, todas as partidas no país neste domingo (1º) acendeu o sinal de alerta no esporte internacional.

A medida, motivada pela escalada dos conflitos no Oriente Médio, pode impactar não apenas o futebol local, mas também grandes eventos do automobilismo programados para as próximas semanas no Circuito de Lusail.

O calendário do país prevê a realização do tradicional Prólogo do Campeonato Mundial de Endurance (WEC) entre os dias 22 de março e 23 de março. 

Na sequência, o Catar sediaria a abertura da temporada com os 1812 km do Catar, marcados para o dia 28 de março. 

Em comunicado, o WEC afirmou que monitora de perto a situação e reforçou que a segurança de fãs, equipes e pilotos é prioridade absoluta.

O Circuito Internacional de Lusail também está na rota da MotoGP, que tem etapa prevista entre 10 de abril e 12 de abril. 

Já a Fórmula 1 mantém o Grande Prêmio do Catar no calendário para 29 de novembro, no encerramento da temporada, data ainda considera distante.

No futebol, a paralisação afeta diretamente a Qatar Stars League, que se encontra na reta final. 

O término da competição estava previsto para 17 de abril, mas a suspensão deve forçar o adiamento das rodadas restantes. 

Outro evento ameaçado é a Finalíssima entre Argentina e Espanha, agendada para o próximo dia 27 de março em solo catari. 

A confirmação da partida agora depende da evolução do quadro de segurança.

A instabilidade regional se intensificou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados no último sábado (28). 

Segundo o comando militar americano, as ações tiveram como alvo instalações militares estratégicas iranianas, incluindo sistemas de mísseis, defesas antiaéreas e centros de comando ligados à Guarda Revolucionária.

Em resposta, o governo iraniano declarou que consideraria alvos militares dos Estados Unidos e de Israel na região como legítimos e lançou mísseis e drones contra bases americanas espalhadas pelo Golfo. 

Países como Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Bahrein e o próprio Catar registraram ataques, incluindo nas proximidades da Base Aérea de Al Udeid, um dos principais centros operacionais dos Estados Unidos no Oriente Médio.

A escalada já deixou centenas de mortos e feridos no Irã e elevou a tensão diplomática global. 

No Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), a legalidade das ações foi questionada, enquanto líderes internacionais alertaram para o risco de um conflito mais amplo caso as vias diplomáticas não sejam retomadas.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Decisão em Minas

Atlético-MG e Cruzeiro decidem pedir arbitragem de outro estado na final do Campeonato Mineiro.

Rivais se enfrentam no próximo domingo (8), em jogo, para definir o campeão estadual de 2026.

Atlético-MG e Cruzeiro vão solicitar arbitragem de outro estado na decisão do Campeonato Mineiro. 

A final será em jogo único, no próximo domingo (8), às 18 horas (horario de Brasília), no Mineirão.

Com isso, a Confederação Brasileira de Futebol deve escalar o árbitro para a decisão estadual, assim como ocorreu no clássico da fase de classificação.

Porém, no duelo disputado em fevereiro, o Galo tinha preferência por árbitro de Minas Gerais, enquanto o Cruzeiro solicitou arbitragem de outro estado. 

Foi realizado um sorteio.

O capixaba Davi de Oliveira Lacerda foi o responsável por apitar o clássico disputado na Arena MRV, pela quinta rodada. 

O duelo terminou com vitória do Atlético por 2 a 1.

Por ser em jogo único, com mando da Federação, o clássico decisivo deste domingo (8) voltará a ser disputado com torcida meio a meio.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Gabriel Bortoleto renova com a KitKat

A marca segue apoiando o piloto brasileiro e reforça como os momentos de pausa são essenciais para recuperar a energia.

A KitKat lança a campanha “Grand Break” que mantém a linha do posicionamento global “Have a break, have a KitKat”

Gabriel Bortoleto renovou contrato com a KitKat, da Nestlé, por mais um ano. 

O piloto brasileiro seguirá representando o Brasil na temporada 2026 da Fórmula 1, que tem início no próximo fim de semana com o Grande Prêmio da Austrália, em Albert Park, Melbourne. 

A renovação garante continuidade à presença do jovem de 21 anos no grid, permitindo que a marca acompanhe de perto sua participação em todas as etapas do campeonato.

O patrocínio tem como objetivo fortalecer a presença da KitKat no universo do automobilismo e, ao mesmo tempo, ampliar a conexão da marca com o público, estimulando o engajamento dos fãs por meio da relação com o esporte e o estilo de vida ligado às corridas.

Para marcar a continuidade da parceria, a KitKat lança a campanha “Grand Break”, criada pela VML Brasil, que mantém a linha do posicionamento global “Have a break, have a KitKat”. 

O slogan ‘Faça uma pausa, coma um KitKat’ incentiva as pessoas a se desligarem da rotina, relaxarem e recuperarem energia, associando o chocolate a um momento de descanso merecido.

A Landia foi responsável pela produção do material, enquanto a Jamute cuidou da trilha sonora da peça publicitária, assegurando que cada detalhe transmitisse a proposta da campanha.

A trilha sonora do comercial é ‘I Want to Break Free’, do Queen, escolhida para reforçar o conceito de pausas estratégicas e momentos de descanso.

Agência e marca aproveitam a peça para mostrar a rotina do piloto fora das pistas, destacando o contraste entre a velocidade das corridas e os instantes de relaxamento e descontração.

O Grand Break vai além do vídeo publicitário, sendo explorado em mídias digitais por meio de criadores de conteúdo, conectando os fãs à rotina do piloto e aos momentos de relaxamento durante a temporada.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Esporte é plataforma de comunicação

Ídolos em alta, calendário internacional robusto e mercado mais profissional ampliam o potencial do esporte como plataforma estratégica de marca no Brasil.

Eduardo Musa é especialista em marketing e gestão esportiva. 

Com mais de 14 anos de experiência no mercado, já trabalhou em três Olimpíadas e uma Copa do Mundo.

O patrocínio esportivo vive um daqueles raros momentos em que vários fatores positivos se alinham ao mesmo tempo. 

E quando isso acontece, a pergunta deixa de ser “vale a pena patrocinar?” e passa a ser “qual é o custo de ficar de fora?”. 

Para quem está no nível de decisão dentro das marcas, este é um cenário que merece atenção, porque o esporte no Brasil está oferecendo algo cada vez mais difícil de comprar em outras plataformas: relevância cultural com frequência, emoção e credibilidade.

E vale deixar claro um ponto desde o início: o futebol segue sendo o maior ativo esportivo do Brasil. 

Concentra massa, rotina, conversa diária, audiência e uma capacidade de mobilização que nenhuma outra modalidade entrega na mesma escala. 

Só que, ao mesmo tempo, o país está vivendo um momento em que o esporte como indústria se expandiu e diversificou. 

Hoje existem outros palcos, outras narrativas e outras oportunidades de conexão que podem ser tão estratégicas quanto o futebol, dependendo do objetivo da marca.

O primeiro ponto é óbvio, mas não pode ser subestimado: o Brasil voltou a ter ídolos fortes, e desta vez em várias modalidades, não só no futebol. 

Hugo Calderano, Rayssa Leal, Rebeca Andrade, Caio Bonfim, Lucas Braathen são alguns dos exemplos de atletas que carregam performance, carisma e narrativa, e isso vale muito.

Ídolo é uma combinação rara de resultado com identificação, e quando essa combinação aparece, ela cria um ativo poderoso para marcas que buscam associação com valores como disciplina, superação, consistência, coragem, competitividade e, principalmente, inspiração.

O segundo ponto é estrutural: o Brasil está se consolidando como um país capaz de receber grandes eventos com excelência. 

E não estamos falando apenas do “calendário” como uma lista de datas, mas do salto de produção e entrega. 

Tênis, Skate, Basquete, Futebol Americano, Surf, corridas de rua, entre outros formatos, mostram um ecossistema mais maduro, com público presente, transmissão bem estruturada, experiência melhor para o fã e, consequentemente, mais valor para patrocinadores. 

Evento bem feito não é só espetáculo, é produto. E produto bem embalado tem mais audiência, mais engajamento e mais capacidade de ativação.

E, além do que já está acontecendo, o que vem pela frente reforça ainda mais a janela de oportunidade. Teremos Copa do Mundo masculina em 2026, Olimpíadas em 2028 e, principalmente, Copa do Mundo feminina em 2027 no Brasil, uma modalidade que começa a receber a devida atenção de mídia, público e governo. 

Isso muda o jogo para as marcas, porque cria calendário, frequência, narrativas novas e um território de posicionamento com muito espaço para protagonismo.

O terceiro ponto é o amadurecimento do próprio mercado. 

Quando um setor cresce, ele demanda gente boa. 

Antes, a formação de profissionais para esporte dependia muito de migração de outras áreas. 

Hoje, as próprias entidades esportivas já formam quadros excelentes, e o mercado também passou a oferecer cursos mais sólidos, com repertório prático, metodologia e especialização. 

Isso faz diferença porque patrocínio não vive de intenção, vive de execução. 

E a qualidade da execução é o que separa um patrocínio que “aparece” de um patrocínio que gera resultado.

Somando tudo isso, entra a mudança mais importante: as marcas estão entendendo, cada vez mais, o poder do esporte como plataforma de comunicação e associação. 

O patrocínio esportivo deixou de ser só um logo no uniforme. 

Quando bem pensado, ele vira conteúdo, vira experiência, vira relacionamento, vira comunidade, vira narrativa contínua. 

O esporte entrega contexto emocional e frequência, e permite que a marca se associe a valores que são difíceis de construir do zero em mídia tradicional. 

Mídia “alugada” compra visibilidade para o seu discurso, o que é importante. 

O esporte, por outro lado, permite que a marca seja parte de uma história que já tem significado para as pessoas.

E hoje existe um acelerador que amplifica tudo isso: as redes sociais. 

O esporte virou um dos principais motores de audiência, conversa e consumo de conteúdo nas plataformas. 

Os melhores exemplos não são apenas os grandes jogos, mas a rotina. 

Clipes, bastidores, cortes, reações, análise, entretenimento, atletas criando mídia própria, canais e criadores especializados.

O esporte não “passa” mais. 

Circula o tempo todo. 

E isso aumenta a capacidade de construir frequência e relevância, inclusive para quem não está no pacote tradicional de mídia.

É por isso que eu acredito que estamos vivendo uma janela especialmente favorável. 

Ídolos fortes, eventos bem produzidos, mercado mais profissional e marcas mais preparadas para ativar. 

Para quem decide investimento, esse é o tipo de momento em que o retorno não vem só em alcance. 

Vem em percepção, em afinidade, em reputação e em construção de marca, com uma vantagem competitiva clara: o esporte ainda consegue gerar atenção real num mundo que está cada vez mais distraído.

O recado é simples. Patrocínio esportivo bem feito é investimento em marca, em narrativa, conversão e em relevância. 

E, no cenário atual, investir agora pode ser a diferença entre ocupar um espaço cultural ou disputar migalhas de atenção depois.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro