terça-feira, 14 de julho de 2026

CSA atropela

CSA goleia o Betim no Rei Pelé e avança no Campeonato Brasileiro da Série D.

Time alagoano enfrenta o São Luiz-RS nas oitavas de final do Campeonato Brasileiro.

O CSA pulverizou a vantagem do Betim, venceu por 4 a 0 nesta segunda-feira (13) e garantiu vaga nas oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série D. 

No Estádio Rei Pelé, Ronaldo Mendes e Rian Santana marcaram no primeiro tempo e o time mineiro ainda teve um jogador expulso. 

O zagueiro Pedro Botelho recebeu o segundo amarelo depois de falta dura em Matheus Melo e foi expulso na etapa inicial. 

Com um a mais, o CSA soube controlar as ações e ainda marcou 2 vezes, com Lucas Silva, confirmando a classificação. 

Na próxima fase, o time alagoano enfrenta o São Luiz-RS no terceiro mata-mata da competição nacional.

O CSA fez melhor campanha do que o São Luiz na soma de todas as fases e tem a vantagem de decidir o mata-mata das oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série D no Estádio Rei Pelé. 

A primeira partida será em Ijuí, provavelmente no próximo sábado, mas a CBF (Confederação brasileira de Futebol) ainda vai definir datas e horários. 

O Betim se despediu da competição nacional nesta segunda-feira (13).

O atacante Rian Santana é o artilheiro do Campeonato Brasileiro da Série D, com 11 gols. 

Nesta segunda-feira (13), marcou o segundo gol do CSA, com um chutaço de direita, e chegou a 17 na temporada.

O CSA começou o jogo marcando em cima, pressionando o Betim. Meia do time alagoano, Dudu Figueiredo levantou na área e Matheus Melo cabeceou para fora. 

Na sequência, Ronaldo Mendes cruzou da esquerda e Mateus, sozinho, cabeceou errado. 

Dava para dominar antes...

Aos 11 minutos do primeiro tempo, Camacho fez jogada individual e finalizou de longe, por cima do gol de Betim. 

3 minutos depois, aos 14 minutos do primeiro tempo, Rian Santana dominou com o braço na área e bateu para o gol. 

O árbitro, em cima do lance, anulou a jogada do CSA. 

Aos 17 minutos do primeiro tempo, de tanto tentar, o time alagoano abriu o placar. 

Dudu Figueiro deu um passe vertical para Ronaldo Mendes, que girou em cima do marcador e tocou de canhota. 

Aos 20 minutos do primeiro tempo, o Betim teve um gol anulado. 

Giovani finalizou para a rede, mas o árbitro viu que a bola havia saído. 

O jogo não parava. 

Aos 23 minutos do primeiro tempo, Matheus Melo bateu sem ângulo e o goleiro Michale, do Betim, fez uma grande defesa.

Aos 30 minutos do primeiro tempo, Dudu achou outro passe decisivo e Rian Santana soltou uma bomba para ampliar para o CSA. 

3 minutos depois, aos 33 minutos do primeiro tempo, o zagueiro Pedro Botelho, do Betim, recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo. 

Rian, na sequência, passou por três e acertou um chutaço no cantinho. 

O goleiro do Betim espalmou para escanteio.

Perdendo, o Betim se mandou para o ataque e deu campo ao CSA. 

Aos 7 minutos do segundo tempo, Camacho tabelou com Matheus Melo e perdeu a disputa para Salazar, do time mineiro, quando já estava na área. 

Aos 12 minutos do segundo tempo, Kayllan acertou um chutaço de longe e o goleiro do Betim defendeu com dificuldades. 

Lucas Silva, do CSA, também finalizou com perigo aos 17 minutos do segundo tempo.

Aos 19 minutos do segundo tempo, Michel Paulista, do Betim, recebeu com liberdade na área do CSA e bateu por baixo. 

Yago Oliveira defendeu em 2 tempos. 

O CSA perdeu duas chances incríveis aos 22 minutos do segundo tempo e aos 23 minutos do segundo tempo, na cara do goleiro, com Rian Santana e Matheus Melo. 

Aos 33 minutos do segundo tempo, Everton Heleno deu um belo passe para Lucas Silva receber na área e marcar o terceiro do CSA. 

Na sequência, Michel Paulista, com um chutaço, acertou o travessão do time alagoano. 

Bruno Menezes fez boa jogada e quase diminuiu para o Betim. 

Aos 54 minutos do segundo tempo, porém, Kayllan achou um passe vertical para Lucas Silva, que entrou livre e tocou na saída do goleiro Michael para marcar o segundo dele no jogo e definir o placar em 4 a 0.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória para embalar

Flamengo vence o Palmeiras e emplaca segunda vitória seguida no Campeonato Brasileiro sub-17 de 2026.

Juan Ramos, contra, e Daniel Silva selam vitória do clube carioca fora de casa. 

Jogo marca teste da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) do sistema de impedimento semiautomático.

O Flamengo venceu o Palmeiras por 2 a 1 na manhã desta terça-feira (14), no Nubank Parque, em São Paulo, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro sub-17 de 2026. 

Juan Ramos, contra, e Daniel Silva selaram a vitória do Rubro-Negro. 

Caio Matheus, no fim do jogo, fez o gol de honra do clube paulista.

Apesar da derrota, o Palmeiras se manteve na liderança da competição e segue com 18 pontos. 

O Flamengo foi para nove pontos e subiu para a décima terceira posição da tabela de classificação do Canpeonato Brasileiro Sub-17.

O Flamengo abriu o placar da partida logo no primeiro minuto, após uma trapalhada da defesa do Palmeiras. 

Juan Ramos recuou a bola para Audo dentro da área, mas o goleiro errou o domínio e aceitou. 

Depois disso, a equipe paulista até teve superioridade, criou algumas oportunidades de perigo, mas não teve êxito.

O Flamengo, por sua vez, foi efetivo nesse primeiro tempo. 

O Rubro-Negro ampliou sua vantagem aos 39 minutos do primeiro tempo. 

Daniel Silva aproveitou um cruzamento para a área, desviou de cabeça e marcou o segundo.

Precisando do resultado, o Palmeiras partiu para o ataque e tentou pressionar o Flamengo no seu campo de defesa. 

No entanto, a expulsão do volante Niakson, aos 13 minutos do segundo tempo, mudou o cenário do confronto. 

O clube carioca passou a administrar a vantagem e controlou as ações do jogo.

O Palmeiras tentava chegar ao gol por meio de chutes de fora da área, principalmente com Samuel. 

O Flamengo ficou mais perto de ampliar o placar com oportunidades em contra-ataques. 

Porém, o resultado não mudou, e o Flamengo assegurou a vitória.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) utilizou o confronto entre Palmeiras e Flamengo para testar o sistema de impedimento semiautomático para partidas no Nubank Parque. 

O mecanismo foi apenas de uso interno da CBF, sem aplicação na partida em si.

Com a regra do impedimento semiautomático, a entidade passará a restringir os locais de disputas dos jogos da primeira divisão aos estádios com a estrutura. 

Ainda não há prazo para o início da operação, mas o processo está em fase final de implementação.

Na nona rodada do Campeonato Brasileiro sub-17 de 2026, o Palmeiras vai enfrentar o Bahia às 15 horas (horário de Brasília), no Centro de Treinamento Evaristo de Macêdo, em Camaçari. 

Enquanto isso, o Flamengo vai ter pela frente o Santos às 16 horas (horário de Brasília), no estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro. 

Ambos os jogos irão ocorrer no dia 22 de julho.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Confronto em data histórica

Semifinal da Copa do Mundo no dia da Queda da Bastilha inflama França e Espanha.

Partida será disputada em data fundamental para os franceses, remetendo à tomada, em 1789, de um dos principais símbolos do autoritarismo da monarquia.

Disputar uma semifinal de Copa do Mundo já provoca uma carga de emoção e adrenalina em qualquer atleta, mas o embate entre França e Espanha, por uma vaga na decisão do Mundial, terá um elemento extra para Mbappé, Dembelé e cia: o fato de ser disputado em um 14 de julho, data da maior festa cívica do país. 

Hoje, para os franceses, o 14 de Julho representa a celebração da unidade nacional, a democracia e os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, com 'raízes' diretamente ligadas à Queda da Bastilha, em 1789, que marcou o início da Revolução Francesa. 

Mas, para entender todo o contexto é preciso fazer uma espécie de viagem no tempo...

A Bastilha foi construída em 1370, inicialmente como uma fortaleza militar, para funcionar como estrutura de defesa em meio ao período da 'Guerra dos 100 anos', entre França e Inglaterra, envolvendo, entre outras questões, disputas pela sucessão do trono francês, rivalidades territoriais e o controle do comércio da região de Flandres. 

Entretanto, mais tarde, no século 17, a Bastilha foi convertida em prisão estatal pelo Cardeal Richelieu, que, além da função de líder executivo da Igreja Católica, também ocupou o posto de primeiro-ministro do Rei Luís XIII (entre 1628 a 1642), sendo apontado como o grande 'arquiteto' do absolutismo no país.

Neste sentido, ao ser transformada em prisão para encarcerar aqueles que se atreviam a questionar a monarquia, para muitos, a Bastilha passou a ser vista como o símbolo maior do absolutismo (poder total concentrado nas mãos dos reis) e do autoritarismo.

Naquela época, a sociedade francesa era dividida em 3 'estados', sendo que os 2 primeiros (Clero e Nobreza) contavam com uma série de privilégios, entre os de não pagar impostos.

Já o restante da população (98% do total) integrava o terceiro estado, responsável por 'carregar o país nas costas', inclusive pagando pesados impostos para manter a monarquia e as demais classes. 

Mas a situação chegou a um limite.

De fato, a revolta popular foi motivada por uma conjunção de fatores: a crise financeira provocada pelos gastos excessivos da corte, o aprofundamento da desigualdade social e uma grave crise alimentar, após uma série de colheitas prejudicadas por questões climáticas.  

Em meio à isso, também ganhavam espaço os ideais iluministas, que defendiam a liberdade e a razão, questionando a 'tese' de que os reis recebiam sua autoridade diretamente de Deus.

Por tudo isso, o ataque à Bastilha naquele 14 de julho de 1789, que não mudou a política local de imediato, teve um caráter mais simbólico: o de que era possível questionar e 'quebrar' o poder do rei, destruindo justamente o maior símbolo da tirania absolutista.

Por tudo o que representa, a 'coincidência' do calendário da semifinal da Copa do Mundo, fez a data ganhar ares de "final antecipada" para os franceses, inflamando ainda mais o clima para a decisão com a Espanha. 

Principal feriado nacional francês, o 14 de julho tradicionalmente já é marcado por uma série de eventos, como os tradicionais desfiles militares e shows de fogos. Mas desta vez será diferente.

Prefeituras de diversas cidades francesas optaram por adaptar os festejos de fogos para incluir a transmissão do jogo em telões. 

Em outros locais, os torcedores se reunirão em praças e fan zones.

Para completar o quadro, antes de a bola rolar para França e Espanha nesta terça-feira (14), será respeitado um minuto de silêncio em memória às vítimas do trágico atentado de Nice, ocorrido há exatos 10 anos, justamente no 14 de julho de 2016, que resultou em 86 mortes e mais de 450 feridos.

Em meio a um período em que a extrema direita tem avançado nas eleições municipais em diversas cidades do país, em movimento combatido por alguns jogadores dos Bleus, como o próprio Mbappé, quando as equipes estiverem perfiladas no gramado e o sistema de som ecoar os toques da Marselhesa, hino de guerra da Revolução Francesa que passou a ser adotado como hino oficial a partir de 1795, será praticamente impossível um francês passar 'ileso' a este momento.

E a injeção de ânimo extra podem ser benéfica na tentativa de superar um adversário que está 'engasgado' após as derrotas para a Espanha nas semifinais da Eurocopa e da Liga das Nações nos 2 últimos anos.

Reportagem: Otempo.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Fé do técnico espanhol

Rezo todo dia, mas não porque estou numa Copa do Mundo, diz técnico da Espanha.

Luis de la Fuente, técnico da seleção da Espanha, falou hoje (14) sobre como reza a Deus e o que pediu antes da semifinal da Copa do Mundo de 2026 que disputa hoje com a França. 

O treinador fez essas declarações em entrevista coletiva antes da partida no Estádio de Dallas, Texas, Estados Unidos.

"Rezo todos os dias, mas não porque estou numa Copa do Mundo ou porque estou tentando obter um resultado", disse De la Fuente.

"Agradeço todos os dias, todos os dias acordo me sentindo bem. Olho para mim mesmo e digo: Mais um dia em que posso aproveitar a vida. Agradeço por essas pequenas coisas. Rezo porque rezo todos os dias, não para que Ele me ajude mais", disse ele.

Luis de la Fuente disse também que, numa partida de tamanha importância, "seria injusto pedir que Ele me ajudasse e não ajudasse o adversário".

"Peço outras coisas: saúde, principalmente, e o restante, que me deem opções para continuar lutando. É isso que eu quero. Com saúde, não tenho problema nenhum em lutar. Sou um guerreiro e luto contra tudo, mas com saúde. Se eu não tivesse saúde, aí sim haveria um problema", disse ele.

Luis de la Fuente é famoso por falar abertamente de sua fé. 

Em várias ocasiões, disse que, embora tenha recebido uma educação religiosa em sua família, foi na vida adulta que abraçou essa fé livre e conscientemente.

O técnico disse também que, se faz o sinal da cruz antes das partidas, "não é superstição", mas uma expressão natural de suas crenças, longe de ser uma mania.

O técnico é devoto do Cristo da Expiração, conhecido como El Cachorro, em Sevilha, e da Virgem de La Vega, padroeira de Haro, sua cidade natal.

Reportagem: Acidigital.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Ingleses lutam dentro e fora de campo

Inglaterra busca voltar à final da Copa do Mundo após 60 anos e reacende debate sobre racismo no futebol inglês.

Campanha da Inglaterra na Copa do Mundo reforça a diversidade da equipe e expõe um problema histórico do futebol inglês.

Inglaterra enfrenta a Argentina nesta terça-feira (15) por uma vaga na final da Copa do Mundo de 2026, em busca da primeira decisão desde 1966.

Dos 26 convocados por Thomas Tuchel, 15 são negros ou de ascendência negra, tornando o elenco um retrato da diversidade da sociedade britânica.

Enquanto sonha com o bicampeonato mundial, a campanha inglesa também reacende o debate sobre o racismo enfrentado por jogadores negros da seleção.

A seleção da Inglaterra enfrenta a Argentina nesta quarta-feira (15) por uma vaga na final da Copa do Mundo de 2026. 

Caso avance, a equipe comandada por Thomas Tuchel voltará a disputar a decisão do Mundial pela primeira vez em 60 anos. 

A última final inglesa aconteceu em 1966, quando conquistou o único título de sua história ao derrotar a Alemanha Ocidental por 4 a 2, em Wembley.

Além da busca pelo bicampeonato, a campanha inglesa também evidencia a transformação pela qual passou a seleção nas últimas décadas. 

Dos 26 jogadores convocados por Thomas Tuchel para a Copa do Mundo de 2026, 15 são negros ou de ascendência negra, o equivalente a 57,7% do elenco. 

O dado reforça a diversidade da equipe nacional, que reflete cada vez mais a pluralidade étnica da sociedade britânica.

A boa campanha no Mundial de 2026 consolidou a Inglaterra como uma das favoritas ao título e fortaleceu a identificação dos torcedores com a seleção. 

Ao mesmo tempo, o desempenho dentro de campo voltou a colocar em evidência um problema que acompanha o futebol inglês há anos: os episódios de racismo sofridos por jogadores negros da própria equipe nacional.

O caso mais emblemático ocorreu após a final da Eurocopa de 2020, disputada em 2021. 

Depois da derrota para a Itália nos pênaltis, Marcus Rashford, Jadon Sancho e Bukayo Saka, que desperdiçaram suas cobranças, foram alvo de uma onda de ataques racistas nas redes sociais. 

Os 3 atletas receberam milhares de insultos, ofensas e ameaças, provocando forte repercussão internacional.

Na ocasião, a Federação Inglesa (FA), o então técnico Gareth Southgate, integrantes da família real e o governo britânico condenaram publicamente os ataques. 

A polícia britânica também abriu investigações para identificar os responsáveis pelas mensagens de ódio.

Os episódios, porém, não ficaram restritos à Euro. 

Nos últimos anos, jogadores como Raheem Sterling, Jude Bellingham e o próprio Bukayo Saka denunciaram casos de racismo durante partidas, nas redes sociais e em outros ambientes ligados ao futebol.

A atual geração inglesa é considerada uma das mais talentosas e multiculturais da história da seleção. 

Com atletas de diferentes origens étnicas e familiares, o elenco comandado por Thomas Tuchel tornou-se um retrato da Inglaterra contemporânea. 

O sucesso dentro de campo reforça essa imagem de diversidade e inclusão, mas também evidencia que o combate ao racismo ainda precisa acompanhar a evolução vivida pela equipe nacional.

Apesar do aumento das campanhas de conscientização, do monitoramento das redes sociais e do endurecimento das punições contra crimes de ódio, o racismo continua sendo um dos principais desafios do futebol inglês.

Na avaliação de parte da imprensa britânica, a atual geração dos Three Lions representa uma Inglaterra moderna, diversa e multicultural. 

Jogadores como Jude Bellingham, Bukayo Saka, Marcus Rashford e Eberechi Eze passaram a representar uma identidade nacional mais inclusiva, aproximando diferentes comunidades em torno da seleção. 

O sucesso da equipe fortalece esse sentimento de pertencimento e contribui para enfraquecer discursos de exclusão e preconceito.

A classificação para a semifinal diante da Argentina reforça o excelente momento vivido pela Inglaterra dentro de campo. 

Mas, fora das 4 linhas, o país ainda convive com um problema histórico. 

Se a seleção representa hoje uma Inglaterra mais diversa, multicultural e inclusiva, o combate ao racismo continua sendo um desafio para que seus atletas sejam lembrados apenas pelo talento e pelas conquistas em campo, e nunca pela cor da pele.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Debate sobre preços dos ingressos

Ingressos caros mantêm debate após Copa do Mundo de 2026 atingir 6,5 milhões de torcedores.

FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) registra ocupação próxima de 100% e projeta arrecadar US$ 3 bilhões com ingressos e hospitalidade.

A Copa do Mundo de 2026 ultrapassou a marca de 6,5 milhões de torcedores nos estádios até as quartas de final, segundo a FIFA.

Apesar da ocupação oficial próxima de 100%, partidas decisivas seguiram apresentando setores com assentos vazios.

A entidade projeta faturar US$ 3 bilhões com ingressos e hospitalidade, enquanto o modelo de precificação dinâmica continua sendo alvo de críticas e investigações.

A Copa do Mundo de 2026 alcançou um público acumulado superior a 6,5 milhões de espectadores nos estádios até o encerramento das quartas de final, de acordo com números divulgados pela FIFA. 

A entidade afirma que a taxa média de ocupação das arenas permanece próxima de 100%, embora imagens das partidas e relatos de torcedores continuem mostrando espaços desocupados em diferentes setores.

Um dos exemplos ocorreu em Boston, na vitória da França por 2 a 0 sobre o Marrocos. 

O público oficial foi de 63.811 pessoas em um estádio com capacidade para pouco mais de 64 mil espectadores, mas áreas dos anéis superior e intermediário apresentavam lugares vazios durante a partida.

Situação semelhante foi registrada no confronto entre Argentina e Suíça, disputado no Kansas City Stadium. 

Mesmo com a FIFA informando a venda de 69.045 ingressos, número correspondente à ocupação total da arena, assentos desocupados eram visíveis ao longo do jogo. 

O New York Times informou que voluntários da competição chegaram a ocupar parte desses lugares.

A FIFA já explicou que sua metodologia considera todos os torcedores que acessam o perímetro do estádio, independentemente de permanecerem em seus assentos durante a partida. 

Ainda assim, a presença de claros nas arquibancadas em jogos eliminatórios segue chamando atenção.

A comercialização de ingressos também indica uma demanda mais moderada nesta fase da competição. 

As entradas para as quartas de final não foram totalmente esgotadas e, nos canais oficiais, ainda havia disponibilidade para todas as semifinais, sem redução nos preços.

No mercado de revenda, os ingressos mais baratos para as semifinais eram oferecidos por cerca de US$ 2.800. 

Para a decisão, marcada para o Nova York/Nova Jersey Stadium, a FIFA lançou uma nova categoria de assentos à beira do campo, com preços de até US$ 32.970.

O torneio utiliza o sistema de precificação dinâmica adotado pela entidade desde a Copa do Mundo de Clubes de 2025, com valores ajustados de acordo com a demanda. 

Segundo a FIFA, o modelo acompanha as práticas do mercado de grandes eventos nos Estados Unidos.

Apesar da justificativa, autoridades e escritórios de advocacia de Nova Jersey, Nova York, Texas e Califórnia abriram investigações relacionadas às práticas de comercialização de ingressos.

A FIFA estima arrecadar US$ 3 bilhões com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade durante a Copa do Mundo de 2026. 

Ao mesmo tempo, a manutenção de assentos vazios em partidas de grande apelo, incluindo jogos com atletas como Lionel Messi e Kylian Mbappé, alimenta o debate sobre o impacto dos preços elevados na presença de público.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

América-RN enfrenta o Gama

América-RN vence Trem-AP novamente e confirma vaga nas oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série D.

Time potiguar enfrenta o Gama na próxima fase. 

Os 2 times têm as melhores campanhas da competição.

Após praticamente encaminhar o resultado no Amapá, o América-RN voltou a vencer o Trem-AP nesta segunda-feira (13), no jogo de volta da terceira fase do Campeonato Brasileiro da Série D, na Arena das Dunas e se classificou para as oitavas de final. 

O jogo terminou 2 a 1. Os gols da partida foram marcados por Alisson Taddei e Luiz Thiago, para o América-RN, enquanto Mauro descontou para o Trem. 

O América-RN dominou o confronto, criou diversas oportunidades, mas não foi capaz de converter esse volume em uma vantagem maior. 

O Trem chegou a acertar a trave e depois exigiu uma boa defesa de Lucão em cobrança de falta nas poucas chances criadas e acabou premiado com um gol no apagar das luzes, do atacante Mauro, em contra-ataque. 

Com a derrota, o time amapaense se despediu da competição, mas, por ter chegado à terceira fase, garantiu vaga na D do próximo ano.

Os 2 jogos terminaram com vitórias do América.

Jogo de ida: Trem-AP 1 X 4 América-RN (em Macapá-AP)

Jogo da volta: América-RN 2 X 1 Trem-AP (em Natal-RN)

O América-RN ampliou a vantagem, que já era grande, antes dos 10 minutos do primeiro tempo, com gol de Alisson Taddei, em chute de bico na entrada da área. 

Antes, já havia desperdiçado duas chances, com Galvan e o próprio Taddei. 

O Trem esboçou uma reação após linda troca de passes que terminou na finalização de Rafael Baiano na trave. 

Mas parou nisso. 

Depois, o América-RN voltou a tomar conta do jogo. 

Dominou as ações, criou diversas oportunidades, com Luiz Thiago, Aruá e Galvan, mas não conseguiu ampliar o placar. 

Luiz Thiago chegou a marcar, mas a auxiliar marcou impedimento de Ricardo Luz no lance, que foi contestado pelo time americano.

O América-RN manteve o ritmo de domínio e pressão e exigiu cada vez mais do goleiro Victor. 

O segundo gol foi amadurecendo e saiu aos 18 minutos do segundo tempo, após lindo toque de Alisson Taddei para Luiz Thiago marcar. 

Depois disso, o técnico Ranielle Ribeiro mexeu muito na equipe, tirando peças importantes. 

Sandro Macapá respondeu às substituições, buscando diminuir o placar. 

O América seguiu empilhando chances, viu o goleiro Victor salvar algumas oportunidades, mas não foi eficiente para ampliar o resultado. 

O time amapaense se aproveitou nos últimos minutos e Mauro escorou chute cruzado de Eduardo para o fundo do gol.

O jogo teve uma promoção de troca de ingressos por 1 kg de alimento não perecível em 3 setores da Arena das Dunas, o que resultou em um público acima de 17 mil torcedores.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro