quinta-feira, 4 de junho de 2026

Último teste da República Tcheca antes da estreia

República Tcheca bate a Guatemala em último amistoso antes da Copa do Mundo.

Time europeu tem atuação morna nos Estados Unidos, mas, apesar disso, garante vitória com tranquilidade diante de equipe não classificada para o Mundial.

Representante do continente europeu no Grupo A da Copa do Mundo, a República Tcheca encerrou sua preparação para o torneio. 

Na noite desta quinta-feira (4), os tchecos venceram a Guatemala, por 3 a 1, em amistoso disputado em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Apesar do resultado construído com gols de Schick, Chory e Visinsky, a atuação do time europeu passou longe de deixar alguma empolgação na torcida. 

Ainda no primeiro tempo, Fajardo descontou para a Guatemala em um erro grotesco do sistema defensivo da República Tcheca.

Classificada para a Copa do Mundo, a República Tcheca tomou as ações da partida e concentrou as jogadas de ataque pela direita, com Coufal, jogador do Hoffenheim, da Alemanha. 

Os europeus tiveram a posse, porém enfrentaram certa dificuldade para entrar na área adversária. 

Em um momento que a Guatemala subiu a marcação, roubou a bola na frente e, na sequência, errou um passe, a República Tcheca teve espaço para atacar e, com uma corrida seguida de finalização precisa de Schick, abriu o placar.

Daí em diante, o time da América Central arriscou mais os lançamentos longos e contou com a sorte para empatar. 

Daniel Méndez foi lançado na corrida com Krejci, que se precipitou e deixou a bola para Chaloupek. 

O zagueiro titubeou, não tomou uma decisão e deixou para o goleiro Kovar, que também errou na saída da pequena área ao não agarrar a bola. 

Esperto no lance, Fajardo bateu rasteiro e marcou para a Guatemala.

Na etapa final, a República Tcheca trocou todos os jogadores de linha, deixando apenas o goleiro Kovar em campo. 

Basicamente, o encontro se resumiu em ataque dos europeus contra defesa dos centro-americanos. 

Em uma jogada de bola aérea, o grandão Chory (2 metros de altura) ganhou disputa contra a defesa adversária e marcou o segundo dos tchecos. 

Minutos depois, o goleiro Morán cometeu uma falha grotesca na saída de bola e entregou o ouro para Visinsky dar números finais ao jogo nos Estados Unidos.

A República Tcheca estreia na Copa do Mundo na próxima quinta-feira (11), contra a Coreia do Sul, às 23 horas (horário de Brasília), em Akron, na região metropolitana de Guadalajara, no México.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Galão em vantagem!

Anápolis vence o Paysandu e abre boa vantagem na final da Copa Verde.

Galo da Comarca vai poder empatar ou perder por um gol de diferença no jogo da volta, domingo (7).

O Anápolis venceu o Paysandu por 3 a 1 na noite desta quinta-feira (4), pelo jogo de ida da final, e abriu boa vantagem na disputa pelo título da Copa Verde. 

Juninho, Matheus Lagoa e e Leonan fizeram os gols do Galo da Comarca no estádio Jonas Duarte. 

Os donos da casa ainda tiveram o zagueiro Hélder expulso. 

No fim, Juninho descontou para o Papão.

Os clubes vão se enfrentar novamente no domingo (7). 

O jogo da volta será no estádio Mangueirão, em Belém, às 18h30 (horário de Brasília). 

O Anápolis pode empatar ou perder por um gol de diferença. 

O Paysandu precisa ganhar por 3 ou mais gols. 

Se devolver um placar de dois gols, força a disputa por pênaltis.

O Anápolis foi muito eficiente na etapa inicial e conseguiu abrir vantagem de 2 a 0. 

O Galo da Comarca marcou o primeiro logo aos 15 minutos do primeiro tempo, com Juninho aproveitando rebote após cabeceio de Fernando Viana. 

O Paysandu tentou sair mais para o jogo e até teve boa posse de bola, mas não levou perigo real ao goleiro Ravel. 

Aos 48 minutos do primeiro tempo, o time da casa marcou o segundo: Matheus Lagoa aproveitou sobra na área e bateu colocado de perna canhota para ampliar.

Após o intervalo, o Paysandu retornou bem mais incisivo. 

Além disso, ficou com um jogador a mais após a expulsão de Helder, do Anápolis. 

O Papão criou boas chances, principalmente com Marcinho, mas parou em ótimas defesas do goleiro Ravel. 

Já o Galo da Comarca voltou a mostrar eficiência e fez o terceiro em uma cobrança de escanteio, aos 29 minutos do segundo tempo: Leonan pegou de canhota no segundo poste e marcou, construindo vantagem de 3 a 0 na decisão. 

Porém, já nos acréscimos, aos 47 minutos do segundo tempo, Juninho descontou para o time de Belém, que se mantém vivo na decisão.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Susto e virada

Brasil vira sobre República Dominicana e vence segunda partida consecutiva na Liga das Nações Feminina de vôlei.

Com brilho de Tainara e Julia Bergmann, equipe atropela adversárias por 3 sets a 1.

O Brasil começou devagar em quadra, mas conseguiu virar sobre a República Dominicana e conquistar a segunda vitória consecutiva na Liga das Nações Feminina de vôlei, na noite desta quarta-feira (4). 

A equipe comandada por José Roberto Guimarães, organizou o sistema defensivo, distribuiu aces e atropelou as rivais por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/18, 25/11 e 25/15.

As dominicanas entraram mais entrosadas em quadra e saíram na frente no placar. 

O Brasil buscou o empate com Macris, diminuindo a vantagem para 5 a 4. 

As rivais, no entanto, exploraram a defesa brasileira e abriram 15 a 11, mantendo a dianteira em 18 a 13. 

Com uma sequência de sete pontos, impulsionada por Kisy, Bergmann e Diana, a seleção brasileira reagiu e, com um ataque de Julia Kudiess, empatou o jogo em 21 a 21. 

No final, um erro de Kisy permitiu que as dominicanas fechassem a parcial em 25 a 23.

No segundo set, o Brasil largou na frente, mas logo cedeu a virada por 6 a 5 devido a erros de saque. 

A equipe brasileira se recuperou, assumindo a liderança em 9 a 8 e, com uma boa sequência de contra-ataques e bloqueios de Julia Kudiess, abriu uma vantagem de 23 a 15. 

Após um desafio das dominicanas, Diana garantiu a vitória do Brasil por 25 a 18.

Com o melhor início de set do jogo, o Brasil mostrou força no sistema defensivo, eficiência no saque para quebrar o passe das adversárias e uma ofensiva liderada por Julia Kudiess, Taianara e Diana, abrindo 6 a 0 no placar. 

A equipe deu o ritmo e chegou a 19 a 8, aproveitando os erros sucessivos das rivais. 

Em um "amasso" brasileiro, a anfitriãs chegaram ao set point com 14 pontos de diferença. 

Com um saque para fora de Florangel, as brasileiras fecharam o set em 25 a 11.

Embalada pela arrancada do set anterior, Diana abriu o placar com três bloqueios implacáveis consecutivos, em 3 a 0. 

As dominicanas conseguiram encontrar a sintonia em quadra e Peña fez a virada em 6 a 5. 

As equipes empataram em 8 a 8, mas uma bola na rede das rivais garantiu a virada brasileira. 

Em seguida, foi a vez de Julia Bergmann se destacar no jogo e fazer 14 a 8. 

A República Dominicana ensaiou uma reação e anotou 14 a 18, com um ace de Gonzales. 

Diana decolou novamente e fez o vigésimo primeiro ponto. 

Helena entrou no jogo, levou a equipe ao matchpoint e o Brasil selou a vitória com bola fora das rivais em 25 a 15.

Maior pontuadora da partida, com 20 pontos, Taianara disse que mudou de estratégia para a partida contra a República Dominicana e tentou deixar o jogo fluir sem sentir tanto o peso da responsabilidade do jogo.

"Eu colocava um peso muito grande em mim. Hoje eu decidi: "Cara, vou leve, tranquila, e vou aproveitar tudo o que aprendi nesses anos com eles e neste ano com o Bernardo, colocando tudo em prática". Acho que, quando jogo leve e solta, as coisas fluem muito melhor. Então, realmente, não vou dizer que é a chance da minha vida. É uma oportunidade como qualquer outra que eu poderia ter, e quero aproveitá-la da melhor forma possível" disse a oposta Taianara.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mudança de pensamento no Paris Saint-Germain

O Paris Saint-Germain (França) e a transformação de um escudo de futebol em infraestrutura global de marca.

Título da Champions League valida uma tese de negócio que levou mais de uma década para ser construída e que quase sucumbiu no meio do caminho.

No último sábado (30), em Budapeste, o Paris Saint-Germain venceu o Arsenal nos pênaltis e conquistou a Champions League pelo segundo ano consecutivo.

Mais que a glória esportiva de erguer novamente o troféu mais importante do futebol europeu, o título valida uma tese de negócio que levou mais de uma década para ser construída e que quase sucumbiu no meio do caminho.

A história que a imprensa esportiva contou foi a de um clube que sobreviveu à saída de suas estrelas e emergiu como potência coletiva sob o comando de Luis Enrique, ,as há outra história, menos visível, que aconteceu em paralelo: a de como o Paris Saint-Germain transformou um escudo de futebol em uma infraestrutura global de marca, com o licenciamento como mecanismo central dessa transformação.

O problema que o dinheiro não resolve: Quando o Qatar Sports Investments assumiu o Paris Saint-Germain em 2011, o clube lutava para crescer em expressão dentro de campo, mas fora dele colecionava um ativo inigualável: Paris.

A cidade mais fotografada do mundo, uma marca por si só, carrega símbolos poderosos como a Torre Eiffel, ostentada em lugar de destaque no centro do escudo.

O problema é que um escudo, por si só, não vende. 

Precisa de relevância para circular. 

E relevância, no futebol, historicamente escolhe um atalho: os craques.

A primeira fase da estratégia do Paris Saint-Germain foi exatamente essa.

De Beckham a Mbappé, passando por Ibrahimovic, Neymar e Messi, cada contratação funcionava como um evento de mídia autônomo. 

Quando o craque argentino assinou em 2021, o Instagram do clube saltou de 17 para 43 milhões de seguidores em 48 horas. 

A receita comercial chegou a €383 milhões na temporada em que os 3 maiores do mundo dividiam o mesmo vestiário.

O problema não era o modelo em si. 

Era a dependência que ele criava.

A crise que revelou a fragilidade: Entre 2023 e 2024, o Paris Saint-Germain viu sua principal força comercial se dispersar: as 3 estrelas que ancoravam a audiência global deixaram o clube em sequência. 

O impacto foi imediato. 

A loja dos Champs-Élysées, que chegou a faturar 100 mil euros por dia no auge, caiu para 10 mil. 

O clube perdeu 7 milhões de seguidores no Instagram em questão de meses.

O diagnóstico era evidente: a audiência havia sido construída em torno de personalidades, não de um símbolo. 

Quando os ativos foram embora, a relevância e o engajamento foram com eles.

Esse é um risco estrutural que qualquer gestor do nosso mercado reconhece. 

Uma marca que cresce porque carrega um rosto famoso não está necessariamente construindo equity próprio. 

Está, em grande parte das vezes, tomando equity emprestado.

A pergunta que o Paris Saint-Germain precisava responder era simples e desconfortável: o que fazer para blindar o projeto e fortalecer o universo com ativos próprios?

Os  fatores da reconstrução: 

1. A infraestrutura de produto foi construída antes da crise: A decisão mais importante do Paris Saint-Germain não foi contratar Luis Enrique. 

Foi ter fechado, em 2020, um acordo de 10 anos com a Fanatics, a maior empresa de merchandise esportivo do mundo.

Esse acordo transferiu para a Fanatics não apenas a operação de e-commerce, mas os direitos de fabricação e a gestão do programa de licenciamento completo do clube, cobrindo vestuário, acessórios e produtos não-têxteis como artigos de decoração, utensílios e colecionáveis. .

A Fanatics tornou-se o master licensee do Paris Saint-Germain, com acesso a mais de 1.000 licenciados globais e capacidade de produção on-demand e buscou fortalecer os seus braços em outros mercados através de agências especializadas como acontece com a Destra no Brasil.

O resultado: quando a crise chegou, o Paris Saint-Germain tinha mais de 5.000 produtos licenciados em 350 categorias distribuídos ao redor do mundo. 

A infraestrutura já estava montada. 

Não dependia de quem estava em campo.

2. A Jordan Brand desacoplou o clube do universo do futebol: Em 2018, o Paris Saint-Germain fechou uma parceria com a Nike Jordan Brand, a primeira do selo de Michael Jordan com um clube de futebol na Europa. 

O acordo, estimado em US$23 milhões por temporada apenas em merchandise, fez muito mais do que gerar receita direta.

Posicionou o Paris Saint-Germain dentro de um universo cultural que vai além do esporte: streetwear, moda, música, cultura urbana. 

A camisa do Paris Saint-Germain passou a aparecer em sessões de fotos de Rihanna, Kendall Jenner e Gigi Hadid. 

O produto deixou de competir apenas com a camisa do Real Madrid. 

Passou a competir com uma jaqueta Supreme.

Esse descolamento é um movimento clássico de licenciamento de alto nível: usar uma parceria estratégica para expandir o território simbólico da marca além da sua categoria original.

3. A rede de lojas físicas globais criou pontos de contato permanentes com fãs: Hoje o Paris Saint-Germain, além da França, mantém lojas físicas físicas em lugares como Tóquio, Doha, Londres, Nova York, Seoul e Las Vegas. 

Cada loja não é apenas um canal de vendas. é um ponto de ativação da marca em mercados onde o clube não tem presença esportiva direta.

Essa rede foi construída em parceria com a Fanatics e a Lids, e inclui estações de customização de produto, um recurso que aprofunda o vínculo entre o consumidor e o objeto, transformando a compra em experiência.

No futebol, a maioria dos clubes depende do estádio como único ponto de contato físico com o torcedor. 

O Paris Saint-Germain construiu uma rede de varejo global que funciona independentemente do calendário esportivo.

4. Luis Enrique trouxe uma filosofia de marca, não apenas de jogo: A contratação de Luis Enrique em 2023 foi, antes de qualquer coisa, uma declaração de intenção sobre que tipo de clube o Paris Saint-Germain queria ser.

O técnico passou a maior parte de sua vida no futebol dentro do Barcelona, como jogador e como treinador. 

E o Barcelona é, talvez, o melhor exemplo da história do futebol de uma marca que sobreviveu aos seus próprios ícones.

O clube formou gerações inteiras em La Masia com um princípio que vai além do técnico: o estilo pertence à instituição, não a quem o executa. 

Esse princípio permitiu que o Barcelona atravessasse décadas de mudanças de elenco sem perder identidade e sem perder relevância comercial.

Luis Enrique internalizou essa lógica e a trouxe para Paris. 

No lugar de buscar o perfil de jogador que movimenta merchandise pelo nome, começou a desenvolver atletas que se tornam símbolos de uma narrativa de clube. 

Zaire-Emery, Barcola e Doué são os casos mais evidentes: jovens captados cedo, construídos dentro de um sistema, identificados com uma ideia de jogo antes de se tornarem produtos de marketing.

Do ponto de vista de marca, a distinção é estratégica: um símbolo de era pertence ao clube. 

Um craque comprado pertence a si mesmo.

5. O licenciamento como ferramenta de cultivo de base de fãs globais: O movimento mais sofisticado do Paris Saint-Germain foi usar o licenciamento não apenas para monetizar fãs existentes, mas para criar fãs em mercados onde o clube não tinha histórico.

A lógica é a seguinte: quando você abre uma loja em Tóquio ou Seoul, antes de ter torcedores locais com laços esportivos com o clube, você está vendendo um objeto cultural. 

A pessoa que compra a camisa do Paris Saint-Germain no Japão não necessariamente acompanha a Ligue 1. 

Está comprando Paris, o Jordan Brand, a estética. 

Mas ao comprar, ela entra na órbita do clube.

O Paris Saint-Germain formalizou essa estratégia com a abertura de um escritório regional na Ásia-Pacífico e com acordos de licenciamento e patrocínio específicos para China, Coreia e Sudeste Asiático. 

O resultado está nos números: quando o QSI assumiu o clube em 2011, 90% dos seguidores nas redes eram franceses. 

Hoje, 90% são internacionais.

O licenciamento foi o mecanismo que tornou esse crescimento tangível, porque transformou interesse cultural em produto físico, e produto físico em vínculo de marca.

O que os números dizem. 

Na temporada 2024-25, sem nenhuma estrela mundial no elenco, o Paris Saint-Germain registrou:

€367 milhões em receita comercial, praticamente equivalente à era Messi-Neymar-Mbappé (€383 Milhões).

€837 milhões em receita total, recorde histórico do clube.

Vendas online +210% após a conquista da Champions League de 2025, com compradores de mais de 70 países.

O maior pico de vendas em 12 horas na história da Fanatics para uma vitória fora dos Estados Unidos.

Esses números foram registrados antes do bicampeonato. 

Os títulos não criaram a demanda. 

A ativaram novamente.

A lição para gestores de marca: O Paris Saint-Germain é um caso de estudo raro porque viveu os dois extremos em sequência rápida: a dependência de indivíduos e a ruptura que ela causa, seguida da reconstrução sobre ativos simbólicos estáveis.

A conclusão não é que craques são irrelevantes. 

Continuam sendo aceleradores poderosos de awareness e audiência. 

A conclusão é que uma marca que não constrói seus próprios símbolos, seus produtos, sua rede de distribuição, seus territórios culturais, está sempre em posição de vulnerabilidade quando o acelerador vai embora.

O licenciamento, nesse contexto, não é uma consequência do sucesso da marca. 

É uma das condições para que o sucesso seja sustentável.

O Paris Saint-Germain entendeu isso. 

E vem colhendo os frutos que o levaram, em pouco mais de uma década, à primeira prateleira do futebol mundial.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mercado em ebulição

Fusão entre Paramount e Warner Bros avança para etapa decisiva de aprovação na Europa.

A movimentação coloca a operação sob avaliação das autoridades de concorrência do bloco, que deverão analisar os possíveis impactos do acordo.

A proposta de fusão entre a Paramount e a Warner Bros entrou em uma nova fase regulatória após ser formalmente notificada à Comissão Europeia.

A movimentação coloca a operação sob avaliação das autoridades de concorrência do bloco, que deverão analisar os possíveis impactos do acordo.

O órgão também examinará se a transação pode criar barreiras de entrada ou fortalecer de forma desproporcional a posição da futura companhia.

A proposta de fusão entre a Paramount e a Warner Bros entrou em uma nova fase regulatória após ser formalmente notificada à Comissão Europeia.

A movimentação coloca a operação sob avaliação das autoridades de concorrência do bloco, que deverão analisar os possíveis impactos da combinação de ativos sobre o mercado global de mídia e entretenimento.

A análise representa uma etapa obrigatória para transações de grande porte e tem como objetivo verificar se a união das empresas poderá gerar concentração excessiva em segmentos estratégicos da indústria audiovisual. 

Entre os setores observados estão streaming, produção cinematográfica, televisão e licenciamento de conteúdo.

Durante a investigação preliminar, a Comissão Europeia deverá avaliar aspectos como participação de mercado, controle de catálogos audiovisuais, capacidade de negociação com distribuidoras e possíveis reflexos sobre concorrentes e novos participantes do setor.

O órgão também examinará se a transação pode criar barreiras de entrada ou fortalecer de forma desproporcional a posição da futura companhia em determinadas áreas de atuação.

O prazo estabelecido para a conclusão da análise inicial é 7 de julho. 

Ao final dessa etapa, os reguladores poderão aprovar a operação sem restrições, solicitar compromissos das empresas envolvidas ou aprofundar a investigação por meio de uma segunda fase de exame.

A avaliação ocorre em um momento de transformação acelerada da indústria do entretenimento. 

O avanço das plataformas de streaming tem ampliado a importância estratégica dos catálogos de filmes, séries e franquias, considerados ativos essenciais para a atração e retenção de assinantes.

Nesse contexto, autoridades de concorrência acompanham com atenção movimentos de consolidação entre grandes grupos de mídia. 

O entendimento dos reguladores é que o controle de extensas bibliotecas de conteúdo pode se tornar um diferencial competitivo relevante, influenciando tanto a oferta disponível aos consumidores quanto as condições de competição entre empresas do setor.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Decisão ficou para Franca

Com show de Betinho e Cauã, Pinheiros vence e força jogo 4 nas finais do NBB (Novo Basquete Brasil).

Betinho e Cauã Pacheco combinaram para 50 pontos na vitória pinheirense. 

Confronto foi marcado por equilíbrio e reta final dramática.

Nesta quinta-feira (4), atuando diante de 9.106 torcedores no Ginásio do Ibirapuera, o Pinheiros venceu o Jogo 3 contra o Sesi Franca Basquete pelo placar de 94 a 92. 

O triunfo, que garante a sobrevivência da equipe da capital na disputa pelo título, foi comandado por uma atuação inspirada de Betinho e Cauã Pacheco, que combinaram para 54 pontos.

A partida começou tensa, com as duas equipes acumulando erros. 

O Pinheiros cometeu faltas cedo, fazendo com que o Sesi Franca pontuasse exclusivamente na linha do lance livre durante os 3 primeiros minutos. 

As redes balançaram com bola rolando após ataques rápidos do Pinheiros: uma bola de 3 de Farabello e uma infiltração com falta de Agapy. 

O Sesi Franca respondeu na mesma moeda com Laterza, do perímetro, e Lucas Dias, da meia distância.

Com 55% de aproveitamento nas bolas triplas e um Betinho impecável (8 pontos em 8 tentados), o Pinheiros acelerou o jogo. 

O time francano apostou no jogo interior para punir o garrafão com Lucas Dias (10 pontos) e conseguiu fechar o primeiro quarto em vantagem: 24 a 19.

O segundo quarto começou com o Sesi Franca abrindo 9 pontos de frente, o que forçou um pedido de tempo imediato pelo técnico Gustavinho. 

A pausa surtiu efeito. 

O Pinheiros apertou a marcação no garrafão, forçou erros nas trocas de passe e anotou 6 pontos seguidos, cortando a vantagem para 3. 

Dessa vez, foi Helinho Garcia quem precisou parar o jogo. 

O equilíbrio ditou o ritmo, com Cauã Pacheco e Betinho castigando do perímetro. 

Graças a uma forte defesa pressão, a equipe paulistana venceu a parcial por 28 a 19 e foi para o intervalo liderando por 47 a 43.

Na volta dos vestiários, o roteiro seguiu com muitas trocas de liderança. 

O terceiro quarto foi um verdadeiro duelo particular entre Betinho, pelo lado do Pinheiros, e Bennett, ditando o ritmo do Sesi Franca. 

A equipe do interior paulista foi superior, venceu a parcial por 32 a 27 e entrou no último quarto vencendo pela vantagem mínima.

Reta final dramática: O período decisivo começou com Georginho (3 pontos) e Luis Rodriguez (2 pontos) pontuando para Franca, mas Djalo respondeu do perímetro para o Pinheiros. 

A tensão era tanta que as equipes amargaram um jejum de quase 3 minutos sem pontuar.

Na reta final, o melhor jogador francano em quadra, Bennett, encontrou uma infiltração crucial para colocar a vantagem em 6 pontos. 

O Pinheiros respondeu em seguida com um contra-ataque rápido que terminou em um arremesso longo de Sloan, diminuindo a diferença para 3. 

Com a marcação pressão funcionando, a defesa forçou um erro francano e rendeu lances livres para Djalo, que cortou a desvantagem para apenas um ponto.

A virada pinheirense veio com estilo: Cauã Pacheco executou um stepback da linha de 3 para assumir a liderança. 

Nos segundos finais, o jogo virou teste para cardíaco. Georginho desperdiçou um lance livre técnico para Franca. 

Na sequência, Brayan deu um toco em Georginho e sofreu falta, convertendo os lances livres na outra ponta. 

Betinho chegou a errar um lance livre que poderia matar o jogo e, no contra-ataque, Luis Rodriguez acertou um lindo stepback de três para deixar o Sesi Franca a um ponto de distância com 11.7 segundos no relógio. 

No entanto, o Pinheiros controlou a posse final, sofreu a falta e converteu os lances livres decisivos para confirmar a vitória por 94 a 92.

A série agora retorna para o interior. 

O Jogo 4 acontece neste domingo (7), às 17 horas (horário de Brasília), no Ginásio Pedrocão. 

Em caso de vitória francana, a equipe se consagra pentacampeã do NBB. 

Se o Pinheiros vencer e empatar a série, o decisivo Jogo 5 será na terça-feira (9), às 19h30 (horário de Brasília), novamente no Pedrocão.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vasco tenta se organizar fora e dentro de campo

Emprestados somam mais de R$ 150 milhões em opções de compra, e Vasco avaliará futuro até o fim de ano.

Clube tem 4 atletas com empréstimos até o fim de 2026.

Com a extensão do empréstimo de Robert Renan até o fim do ano, o Vasco resolveu a pendência mais urgente no elenco e terá um respiro maior para organizar o fluxo de caixa para tratar da robusta questão financeira que envolve os quatro emprestados do atual elenco.

Além de Robert Renan, o clube conta com outros três atletas com empréstimos válidos até o fim de 2026: Carlos Cuesta, Johan Rojas e Cuiabano. 

Todos contam com opções de compra estipuladas nos contratos, e o Vasco avaliará cada situação ao longo do próximos meses.

A direção tem desejo mantê-los, mas trabalha com um orçamento limitado para o segundo semestre, principalmente com o alto gasto com reforços na primeira janela e a venda da SAF(Sociedade Anônima do Futebol) ainda sem ter sido concretizada.

Assim, há um estudo para entender se haverá a possibilidade de encaixar as respectivas opções de compra estipuladas em cada contrato. 

Caso opte por contar em definitvo com todos os 4 jogadores, a direção precisaria desembolsar cerca de R$ 157 milhões na atual cotação. 

Veja os detalhes de cada opção de compra:

Robert Renan - 8 milhões de euros (R$ 47,2 milhões)

Carlos Cuesta - 5,75 milhões de euros (R$ 34 milhões)

Cuiabano - 10 milhões de euros (R$ 59 milhões)

Johan Rojas - 3,5 milhões de dólares (R$ 17,7 milhões)

O elenco também contava com Matheus França, emprestado pelo Crystal Palace, da Inglaterra. 

O jogador, no entanto, não contava com opção de compra no acordo entre os clubes, e a direção vascaína não procurou os ingleses por uma renovação do empréstimo. 

O meia não permanecerá no Vasco e retorna à Inglaterra após o período de férias.

Em janeiro, a direção já havia resolvido uma das principais pendências entre os atletas emprestados, com a compra em definitivo de Andrés Gómez. 

O clube exerceu a cláusula prevista no contrato de empréstimo com o Rennes e pagou valor um pouco acima de 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) por 60% dos direitos econômicos do atacante, que é um dos principais destaques da atual temporada do Vasco e estará na Copa do Mundo com a Colômbia.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro