segunda-feira, 9 de março de 2026

Seleção do Campeonato Carioca de 2026

Vice-campeão, Fluminense domina seleção do Campeonato Carioca de 2026. 

Veja os melhores.

Campeão, Flamengo tem 2 jogadores eleitos. 

Bangu, Botafogo, Madureira, Nova Iguaçu e Vasco têm um representante.

Mesmo com o vice-campeonato, o Fluminense dominou a seleção do Campeonato Carioca de 2026. 

Em evento na noite desta segunda-feira, em uma casa de espetáculos em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, a FFERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) divulgou o time dos melhores do Estadual, que teve o Flamengo campeão diante do Tricolor no domingo.

O Fluminense teve 6 representantes na lista, enquanto o Flamengo teve apenas 2. 

Bangu, Botafogo, Madureira, Nova Iguaçu e Vasco tiveram apenas um representante.

Veja a seleção do Campeonato Carioca de 2026:

Goleiro: Fábio (Fluminense-RJ)

Lateral-direito: Puma Rodríguez (Vasco-RJ)

Lateral-esquerdo: Matheus Julião (Madureira-RJ)

Zagueiros: Jemmes (Fluminense-RJ) e Léo Pereira (Flamengo-RJ)

Volantes: Martinelli (Fluminense-RJ) e Danilo (Botafogo-RJ)

Meia: Lucho Acosta (Fluminense-RJ)

Atacantes: Pedro (Flamengo-RJ), PK (Bangu-RJ) e Serna (Fluminense-RJ)

Técnico: Zubeldía (Fluminense-RJ)

Outros prêmios: O prêmio de craque do Campeonato Carioca foi dado a Fábio. 

O goleiro foi determinante na campanha do Fluminense, ao brilhar nas semifinais ao defender pênalti de Brenner. 

Lucas Cruz, do Nova Iguaçu, foi eleito a revelação do campeonato. 

A eleição foi feita por votação de jornalistas envolvidos na cobertura da competição.

O goleiro Rossi foi eleito o "Herói do Jogo". 

O argentino brilhou na final ao defender os pênaltis de Guga e Otávio para dar o título carioca ao Flamengo. 

Os artilheiros da competição foram Patryck PK, do Bangu, e Pedro, do Flamengo.

O "Gol Fantástico", gol mais bonito do campeonato, foi o de Garrinsha, do Bangu, em jogo contra o Flamengo, no início da competição. 

A "Super Defesa", prêmio dado para a defesa mais bonita da competição, foi a de Neguete, do Madureira, em pênalti e rebote defendidos contra o Vasco.

O ataque do Flamengo e a defesa do Vasco foram celebradas na competição. 

Os rubro-negros tiveram o melhor ataque do Carioca, enquanto os vascaínos tiveram a defesa menos vazada.

O Flamengo levou uma premiação milionária pela conquista do Campeonato Carioca: R$ 10 milhões. 

Ao todo, o clube sai da competição com R$ 20 milhões nos cofres. 

Antes, o Flamengo havia ganhado R$ 10 milhões por cota fixa de participação e direitos de televisão. 

Vice-campeão, o Fluminense ganhou R$ 5 milhões com a derrota na final.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Pedido de adiamento?!?!

Iraque pede adiamento da repescagem para a Copa do Mundo devido à guerra.

Com espaço aéreo do país fechado, seleção tem dificuldade para se deslocar. 

Técnico não consegue sair dos Emirados Árabes.

A Associação de Futebol do Iraque solicitou formalmente à FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) o adiamento do seu jogo decisivo pela repescagem mundial para a Copa do Mundo de 2026, devido à dificuldade da seleção deixar o país em meio à guerra no Oriente Médio, informa uma reportagem do jornal inglês "The Guardian". 

O Globo Esporte fez uma consulta à Fifa e aguarda o posicionamento da entidade.

Quinto colocado nas Eliminatórias da Ásia, o Iraque está a apenas um jogo de disputar pela segunda vez a Copa do Mundo, 40 anos após sua participação no Mundial do México em 1986, quando perdeu suas t3 partidas na fase de grupos.

Por ser a segunda seleção mais bem classificada no ranking da FIFA (Quinquagésimo Oitavo Lugar) entre as 6 que disputam a repescagem, o Iraque aguardará o vencedor de Bolívia e Suriname para conhecer seu adversário no jogo que decidirá a vaga, no dia 31 de março, em Monterrey, no México. 

A República Democrática do Congo (Quinquagésimo Sexto Lugar do ranking) tem o mesmo benefício na outra chave, e decidirá a classificação contra a vencedora do jogo entre Jamaica e Nova Caledônia, em Guadalajara.

Em seu requerimento à FIFA, o Iraque alega que, por ordem do Ministério do Transporte, o espaço aéreo do país permanecerá fechado enquanto durarem os conflitos entre Irã e a aliança formada entre Estados Unidos e Israel, com reflexos em diversos países da região. 

Técnico do Iraque, o australiano Graham Arnold, enfrenta a mesma situação nos Emirados Árabes Unidos, sem conseguir deixar Dubai.

Segundo o "Guardian", a FIFA sugeriu que a delegação iraquiana viajasse de ônibus até a Turquia, onde poderia embarcar para o México, mas a proposta foi rejeitada pelo desgaste de um deslocamento de 25 horas de duração, além do risco de atravessar o norte do país, uma região que tem sido alvo de ataques nos últimos dias.

A seleção do Iraque aguarda uma solução da FIFA nos próximos dias. 

Por ter sido a quinta colocada nas Eliminatórias e a seleção mais bem classificada da Ásia no ranking da FIFA, entre as que não têm vaga na Copa do Mundo, os iraquianos vivem também a expectativa em relação a uma eventual retirada do Irã do Mundial. 

Neste caso, a seleção do Iraque poderia herdar a vaga do país vizinho.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Impactos da Guerra

Austrália concede asilo a 5 jogadoras iranianas e oferece proteção ao restante da seleção.

Atletas temem retornar ao país após sofrerem ameaças por não cantar o hino na primeira partida pela Copa da Ásia.

O governo australiano concedeu asilo a 5 jogadoras da seleção feminina do Irã, após a equipe encerrar sua participação na Copa da Ásia. 

O anúncio foi feito pelo ministro do Interior, Tony Burke.

"Na noite passada eu pude dizer a 5 jogadoras da seleção iraniana de futebol que elas são benvindas para permanecer na Austrália, ficar em segurança e ter um lar aqui", escreveu o político nas redes sociais.

Zahra Ghanbari (capitã da seleção iraniana), Fatemeh Pasandideh, Zahra Sarbali, Atefeh Ramazanzadeh e Mona Hamoudi deixaram o hotel da seleção e se encontraram com membros da polícia federal australiana, que conduziram o grupo até o encontro com o ministro do Interior. 

Segundo a imprensa local, Burke estendeu a possibilidade de asilo a qualquer outra jogadora da seleção iraniana que queira se juntar às colegas.

O Irã foi eliminado na fase de grupos após perder as três partidas disputadas. 

Logo na estreia, contra a Coreia do Sul, as jogadoras chamaram atenção mundial por não cantarem o hino nacional. 

O silêncio, interpretado como um protesto contra o regime fundamentalista islâmico do Irã, aconteceu dias após a morte do aiatolá Ali Khamenei, alvo dos ataques feitos pela aliança Israel-Estados Unidos.

O gesto foi muito criticado no Irã, e as jogadoras foram ameaçadas e chamadas de traidoras do país em programas de TV. 

No jogo seguinte, contra a Austrália, a postura foi completamente diferente: além de cantar o hino, as jogadoras prestaram continência durante o protocolo.

Neste domingo (8), após a derrota por 2 a 0 para as Filipinas, a seleção iraniana deixou o Gold Coast Stadium sob forte comoção da torcida, que tentou impedir a saída do ônibus do estádio, temendo pela segurança das jogadoras na volta ao país.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Eliminação de Bia Haddad

Bia Haddad é eliminada na estreia do WTA (Women's Tennis Association - Associação de Tênis Feminino) 125 de Austin e soma 8 derrotas em 2026.

Desde o início desta temporada, a melhor tenista brasileira da atualidade disputou nove partidas, sendo eliminada em 5 estreias.

Atual número 67 do ranking mundial, Beatriz Haddad Maia perdeu nesta segunda-feira (9) na estreia do WTA 125 de Austin, nos Estados Unidos. 

A paulista de 29 anos amarga uma sequência de 5 derrotas seguidas nesta temporada. 

Desta vez, ela perdeu para a top 121, checa Linda Fruhvirtova, de 20 anos, por 2 sets a 1.

Quarta cabeça de chave do torneio, a brasileira cedeu a primeira parcial com mais facilidade para a adversária, perdendo por 3/6. 

No set seguinte, porém, tal como aconteceu na eliminação na estreia de Indian Wells, ela reagiu e conseguiu vencer. 

Bia salvou um match point, empurrando a decisão para o set seguinte ao ter êxito no tie-break por 7/6(4). 

No último set, ela seguiu embalada no início, em que chegou abrir 3 a 1, mas não conseguiu aproveitar a vantagem para conquistar sua segunda vitória neste ano, e perdeu por 4/6.

Até então, as duas tenistas haviam se enfrentado em 2 oportunidades no circuito, com uma vitória para cada lado. 

Com o revés de hoje, o retrospecto passa a ser 2 a 1 para a atleta da República Tcheca.

Em fevereiro deste ano, no qualifying do ATP (Associaçõa dos Tenistas Profissionais) de Doha, Bia conseguiu a única vitória desta temporada sobre Mubaraka Al-Naimi, atleta ainda sem ranking na WTA. 

Entretanto, na primeira rodada foi eliminada para Janice Tjen, top 46. 

Na mesma semana, ela anunciou o fim da parceria com o técnico Rafael Paciaroni.

Além das derrotas em Austin, Indian Wells e Doha, a brasileira não conseguiu superar as estreias do WTA 500 de Mérida, WTA 500 de Abu Dhabi, Australian Open e WTA 500 de Adelaide.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

São Paulo demite Hernán Crespo

Diretoria do Tricolor anuncia a saída do técnico e de outros profissionais da comissão.

O São Paulo demitiu o técnico Hernán Crespo nesta segunda-feira (9). 

Em seu site oficial, o clube informa também a saída dos auxiliares Juan Branda e Victor López, dos preparadores físicos Federico Martinetti e Leandro Paz e do preparador de goleiros Gustavo Nepote.

A segunda passagem de Crespo pelo São Paulo começou no ano passado, em meio à luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. 

Desde julho de 2025, o treinador dirigiu o Tricolor em 46 jogos, acumulando 21 vitórias, 7 empates e 18 derrotas.

Crespo foi campeão paulista pelo São Paulo em 2021. 

Somadas as 2 passagens, o técnico tem no Tricolor: 99 jogos, com 45 vitórias, 26 empates e 28 derrotas.

Hernán Crespo deixa o São Paulo com 10 pontos e em segundo lugar na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro deste ano após 4 jogos disputados, com a mesma pontuação do líder Palmeiras. 

O Tricolor ainda tem a Copa do Brasil e a Copa Sul-Americana para disputar nesta temporada.

Agora, o São Paulo vai ao mercado em busca de um substituto. 

A diretoria vai se reunir nesta segunda-feira (9) para entrar em consenso por um nome.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Roger Machado no radar?!?!

São Paulo vê Roger Machado como plano A para vaga de Crespo.

Treinador está sem clube depois de deixar o Internacional no ano passado.

O São Paulo decidiu que Roger Machado é seu principal alvo para assumir a vaga de Hernán Crespo, demitido nesta segunda-feira (9).

Livre no mercado, Roger Machado é visto como uma opção viável para o momento do São Paulo, que tem pressa e não tem condições financeiras de contratar um treinador empregado. 

Por isso, ele se tornou o principal alvo no momento.

O São Paulo entra em campo na quinta-feira (12), contra a Chapecoense, e quer já ser comandado pelo seu novo treinador. 

O interesse em Roger Machado foi revelado pelo Uol e confirmado pelo Globo Esporte.

O último trabalho de Roger Machado foi no Internacional. 

O treinador ficou no Colorado de 2024 a 2025 e deixou o clube com 73 partidas e 34 vitórias.

Antes, passou também por Grêmio, Juventude, Novo Hamburgo, Atlético-MG, Palmeiras, Bahia e Fluminense.

O São Paulo avalia, também, outras possibilidades no mercado, mas entende que Roger Machado é o melhor alvo no momento.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mudança na Fórmula 1

Fórmula1 avalia mudar regras de gestão de energia dos carros após Grande Prêmio da China.

Pilotos apontaram gerenciamento de bateria como problemático e determinante em ultrapassagens na Austrália. 

Diretor da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) diz que vai rever a questão depois da corrida em Xangai.

Principal ponto de críticas dos pilotos e equipes em relação ao novo regulamento da Fórmula 1, o gerenciamento de energia dos carros pode ter modificações depois do Grande Prêmio da China, marcado para o domingo (15). 

Nikolas Tombazis, diretor de monopostos da FIA, disse que a entidade tem algumas “cartas na manga” para melhorar o cenário, com os carros atuais muito dependentes da carga da bateria.

De acordo com o "The Race", a federação está ciente das reclamações de pilotos e equipes e concorda que o uso da energia não está no nível adequado. 

No entanto, Tombazis ressaltou que a FIA tenta não tomar decisões precipitadas neste início de ano.

"A posição unânime das equipes foi de que deveríamos manter as regras atuais pelas primeiras corridas, e rever o assunto quando tivermos um pouco mais de dados. A nossa intenção é rever a situação do gerenciamento de energia depois da China", iniciou.

"Temos algumas cartas na manga sobre isso, que não queremos introduzir depois da primeira corrida como uma reação instintiva, e vamos revisar com as equipes depois da China", finalizou.

Depois da prova em Xangai, a Fórmula 1 terá uma semana de pausa e retorna no dia 29 de março, com o Grande Prêmio do Japão. 

A FIA terá a possibilidade de testar as novas regras em uma pista mais amigável ao uso de bateria e, caso considere que mudanças são necessárias, pode anunciá-las já para a prova em Suzuka. 

No entanto, Tombazis não disse quais são as possibilidades avaliadas no momento.

A nova era de carros da Fórmula 1 2026 trouxe mudanças tanto no regulamento técnico, com alterações aerodinâmicas, quanto na forma como o motor opera. 

A parte elétrica ganhou mais importância e representa cerca de 50% da potência total do carro, com a outra parte reservada para o motor à combustão.

No entanto, o aumento de potência da parte elétrica gerou um efeito colateral: os carros estão tendo muita dificuldade na recuperação de energia. 

Em geral, esta recuperação é feita usando diferentes mecanismos, como ao frear o carro ou tirar o pé antes nas retas (o chamado lift and coast). 

Mas as técnicas não têm sido suficientes para a recarga.

Outro tema recorrente no fim de semana foi o superclipping, que nada mais é do que o término da bateria no meio de uma reta e a subsequente perda de potência.

O Grande Prêmio da Austrália escancarou o tamanho da influência do gerenciamento de energia neste início de novo regulamento. 

A corrida no circuito de Albert Park, considerado um dos circuitos de maior dificuldade nesse quesito, teve 120 ultrapassagens, mas muitas tiveram influência das baterias, caso da disputa pela ponta entre Russell e Leclerc.

Ao usar o modo de ultrapassagem (que libera mais potência ao motor) ou o boost, os pilotos ganham velocidade suficiente para superar um rival na pista. 

Mas como a recuperação de energia está abaixo do ideal, quem está atrás com mais bateria consegue contra-atacar e recuperar a posição.

Diante disso, pilotos como o atual campeão Lando Norris e o tetracampeão Max Verstappen classificaram a corrida como “artificial”. 

O holandês e Charles Leclerc chegaram a comparar a prova ao jogo Mario Kart, onde os personagens podem usar poderes durante a corrida.

"Você ultrapassa na reta e pode ser atacado imediatamente. Talvez isso não tenha me incomodado tanto, porque temos um pouco mais de velocidade nas curvas do que muitas outras equipes. Mas no meio do pelotão aconteceram coisas parecidas com Mario Kart", opinou Verstappen.

Outro efeito da nova unidade de potência está nas largadas. 

Durante os testes de pré-temporada, os pilotos demoraram muito a acelerar quando as luzes se apagaram, e a FIA teve que introduzir um novo procedimento, utilizado no Grande Prêmio da Austrália: os competidores ganham cinco segundos extras para aumentar a rotação do motor.

A volta de apresentação não se mostrou suficiente para a recarga da bateria, e muitos pilotos relataram ter iniciado a prova sem carga, entre eles o vencedor George Russell, que foi superado por Charles Leclerc na largada e teve que retomar a posição.

A questão também gerou preocupações com um possível acidente grave. 

No início da prova, o argentino Franco Colapinto escapou por um triz de acertar a Racing Bulls de Liam Lawson, que teve problema para largar. 

Lando Norris vocalizou o temor pela segurança dos pilotos - não só na largada, mas considerando toda a corrida.

"Tudo depende do que as pessoas fazem, mas podem surgir diferenças de velocidade de 30, 40 ou 50 km/h. Se alguém tocar outro carro com esse tipo de diferença de velocidade, pode acabar sendo lançado para o ar, passando por cima das cercas, e pode se machucar seriamente, ou machucar os outros. Isso é uma coisa horrível de se pensar", disse o piloto da McLaren.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro