segunda-feira, 23 de março de 2026

Homenagem ao R10

Torcida do Barcelona esgota camisa de Ronaldinho em menos de 24 horas.

Clube catalão relança blusa usada pelo brasileiro na temporada 2005/2006, e venda vira sucesso na Espanha. 

Jogadores usaram a peça na chegada ao Camp Nou no último fim de semana.

Quase 20 anos se passaram desde que Ronaldinho Gaúcho encerrou sua passagem pelo Barcelona, mas o prestígio do brasileiro segue intacto com o torcedor do time catalão. 

O clube lançou uma camisa referente à temporada 2005/2006, com o número 10 nas costas, que esgotou em menos de 24 horas de venda.

Ronaldinho Gaúcho usou a camisa em questão quando conquistou o segundo título da Champions League com o clube. 

O lançamento da blusa comemorativa aconteceu na chegada da equipe do Barcelona no jogo do último fim de semana. 

Na ocasião, o time de Hansi Flick venceu, por 1 a 0, o Rayo Vallecano.

Segundo os sites espanhóis Mundo Deportivo e Sport, em menos de 24 horas disponível nos sites do clube, a camisa esgotou. 

A blusa está sendo vendida em 2 versões: de manga comprida com o número do brasileiro, que gira em torno de 129,99 euros e a blusa padrão sem nome por 99,99 euros.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Primeiro treino nos Estados Unidos

Dupla do Zenit tem voos cancelados, e Seleção fará só um treino com força máxima antes de duelo com a França.

Luiz Henrique e Douglas Santos não conseguiram decolar 2 vezes para Istambul, onde fazem conexão para os Estados Unidos, e têm chegada prevista para o fim da tarde de terça-feira (23).

A seleção brasileira terá apenas um jogo com elenco completo na preparação para o jogo com a França, quinta-feira (26), em Boston. 

Luiz Henrique e Douglas Santos, do Zenit, sofreram com dois cancelamentos de voo na Rússia e só chegam aos Estados Unidos no fim da tarde de terça-feira (24).

A dupla, que entrou em campo pelo Campeonato Russo no último domingo (22), conseguiu pegar o voo para a conexão Istambul somente após 2 cancelamentos, o que adiou em cerca de 12 horas a viagem. 

Já na Turquia, a expectativa é de embarque na manhã de terça-feira (24).

A Seleção realizou nesta segunda-feira (23), no Complexo de Esportes de Orlando, com os 15 jogadores já à disposição de Carlo Ancelotti. 

O destaque ficou por conta do quarteto de estreantes: Gabriel Sara, Léo Pereira, Igor Thiago e Rayan.

Outros 8 jogadores são esperados na Flórida ainda nesta segunda-feira (23) já para a atividade de terça-feira (24): Hugo, Martinelli, Endrick, Danilo, Kaiki, Wesley, Vinícius Júnior e Raphinha.

O último treinamento antes do duelo com a França está marcado para a manhã de quarta-feira (25), com viagem para Boston em sequência. 

O duelo com os franceses acontece na quinta-feira (26), às 17 horas (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Nas quartas de final

Luisa Stefani avança às quartas de final em Miami sem entrar em quadra.

Ekaterina Alexandrova tem lesão nas costas e desiste de duelo contra Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski nas oitavas de final do WTA (Women's Tennis Association - Associação de Tênis Feminino) 1000 de Miami.

Tem Brasil nas quartas de final do WTA 1000 de Miami. Luisa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski avançaram de fase no torneio de duplas na Flórida sem precisar entrar em quadra.

Iriam a russa Ekaterina Alexandrova e a húngara Fanny Stollár. 

Alexandrova tem jogado ao longo da semana com uma lesão na lombar e desistiu da partida que seria realizada na tarde desta segunda-feira (23).

Ekaterina Alexandrova teve uma rodada dupla difícil no domingo (22), quando jogou em simples e duplas. 

Já no primeiro duelo, contra a romena Jaqueline Cristian, a russa sentiu uma lesão nas costas, na região da lombar. 

Até venceu o segundo set, mas perdeu por 6/3, 4/6 e 7/6. 

Em seguida, Alexandrova encarou a dor para jogar com Stollar nas duplas. 

Venceram as norte-americanas Alycia Parks e Sloane Stephens em um duplo 6/2.

Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski tiveram uma boa estreia no WTA 1000 de Miami, com vitória sobre a russa Diana Shnaider e a tcheca Linda Nosková por 6/3 e 6/1. 

Nas quartas de final, elas vão enfrentar a dupla formada por Sofia Kenin, dos Estados Unidos, e Liudmila Samsonova, da Rússia.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Palmeiras termina em terceiro

Palmeiras vence o Olimpia nos pênaltis e fica em terceiro na Taça Libertadores da América Sub-20.

Partida também marca a despedida do técnico Lucas Andrade à frente do Verdão.

O Palmeiras ficou em terceiro lugar na Taça Libertadores da América Sub-20 ao vencer o Olimpia nos pênaltis por 4 a 2 após empate por 1 a 1 no tempo normal, neste domingo (22) à tarde, no Estádio Banco Guayaquil, em Quito, no Equador.

O Verdão saiu na frente com Victor Gabriel, aos 22 minutos do segundo tempo, completando um cruzamento da direita. 

O time teve a chance de ampliar a vantagem aos 29 minutos do segundo tempo, quando a arbitragem marcou pênalti em cima de Felipe Teresa. 

Mas Facundo Ezequiel defendeu a cobrança de Erick Belé.

Logo na sequência, o Olimpia igualou com Freyres em um golaço de fora da área. 

A finalização perfeita encobriu Kauan Lima.

Com o resultado, a disputa foi para os pênaltis. 

O Olimpia desperdiçou a primeira e a quarta batidas, ambas para fora, enquanto o Palmeiras marcou com Victor Gabriel, Felipe Teresa, Juliano e Benedetti.

O Palmeiras foi vice-campeão da Taça Libertadores da América de Sub-20 em 2025 (perdeu o título para o Flamengo) e ficou fora da final deste ano ao ser derrotado de virada para o Santiago Wanderers, do Chile, por 2 a 1, na semifinal. 

A grande decisão, entre Flamengo e Santiago, também será neste domingo (22).

A partida marcou a despedida do técnico Lucas Andrade à frente do Verdão. 

Bicampeão do Campeonato Brasileiro (2024 e 2025) e campeão do Campeonato Paulista (2023) pelo Palmeiras-SP, ele vai integrar a comissão técnica da seleção brasileira sub-20.

A diretoria alviverde vai em busca de um substituto para a sequência da temporada. 

O próximo desafio do time já está marcado 1º de abril (quarta-feira), contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, pelo Campeonato Brasileiro da categoria.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Brasileiros vencem em Miami

Rafael Matos e Orlando Luz despacham argentinos no ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) 1000 de Miami.

Orlando Luz e Rafael Matos ganham de dupla da Argentina por 2 sets a 0 na primeira rodada do ATP 1000 de Miami.

Boa estreia para Rafael Matos e Orlando Luz no ATP 1000 de Miami. 

Nesta segunda-feira (23), os brasileiros entraram em ação pela primeira rodada do torneio. 

Venceram os argentinos Máximo Gonázlez e Andrés Molteni por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/4.

Atualmente os únicos tenistas do Brasil no top-40 do ranking de duplas da ATP, Rafael Matos e Orlando Luz entraram em quadra para encarar os veteranos Máximo Gonzalez e Andrés Molteni. 

Os brasileiros tiveram um ótimo desempenho nos pontos de serviço e conseguiram uma quebra no quinto game para fazer 6/4 no primeiro set. 

No segundo, os brasileiros abriram 3 a 1 no placar logo no início e mantiveram a vantagem até o final para repetir os 6/4 e fechar a partida.

Orlandinho e Rafa já sabem quem serão seus próximos adversários. 

Enfrentam Austin Krajicek, dos Estados Unidos, e Nikola Mektic, da Croácia, nas oitavas de final do ATP 1000 de Miami.

Com a vitória, Orlando Luz e Rafael Matos são os únicos brasileiros que seguem na chave masculina de duplas do Masters 1000 de Miami. Marcelo Melo e Marcelo Demoliner perderam seus jogos da primeira rodada. 

No feminino, Luisa Stefani está nas quartas de final junto da canadense Gabriela Dabrowski. 

Iriam jogar nesta segunda-feira (23), mas ganharam o duelo das oitavas de final por W.O. após a desistência de uma das suas adversárias.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mais uma derrota

Cobras são parados pela quarta vez na Super Rugby Americas.

Das 5 primeiras rodadas no Campeonato Sul-americano de Rugby XV, o time brasileiro Cobras sofreu sua quarta derrota e jogando em casa.

Teve jogo de grande intensidade no continente sul-americano, neste domingo (22), no campo do Nacional, na Barra Funda-SP. 

O Nicolau Alayon recebeu mais uma partida da Super Rugby Americas 2026, com o Cobras medindo forças contra o Pampas (Argentina). 

Para quem gosta de assistir programas que falam de natureza, sabe-se que cobra não se dá muito bem em áreas abertas e planas. 

Assim, o time mandante sofreu sua quarta derrota em 5 jogos, com o placar de 49 a 19. 

A equipe brasileira amarga a sétima colocação entre oito times.

A competição é a principal do continente de times para rugby XV, o mais tradicional, mas os jogadores brasileiros também atuam no time olímpico de Sevens.

Logo no primeiro minuto, Ignacio Díaz marcou o primeiro try dos visitantes, seguido da conversão de 2 pontos. 

Em seguida, dobrou sua contagem, cinco minutos depois.

Só então que o terceira linha Adrio de Melo furou o bloqueio argentino para dar o primeiro try ao Cobras. 

O atleta foi o responsável pelos dois tries do time brasileiro na primeira etapa, o segundo veio com 31 minutos. 

Desse modo, a partida foi para o intervalo com o placar em 28 a 12 para os visitantes.

Demorou mais 22 minutos na segunda etapa para alguém movimentar o placar, com try de Agustín Fragra, para o Pampas. 

E mais uma vez, Adrio concretizou o seu terceiro try e último do Cobras na partida, com 28 minutos. 

Daí por diante, o time argentino dominou e cresceu no marcador, com Ramiro Manzo convertendo o último try faltando 5 minutos.

Além do Pampas, o Cobras estreou com derrota para Dogos (Argentina), Capibaras (Colômbia), venceu Yacare (Paraguai) e voltou a sofrer derrota para o Penãrol (Uruguai).

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Medalha olímpica à vista

Cielo diz que recorde já estava "na corda bamba" e aposta em Caribé: "Chance de medalha olímpica".

Cesar Cielo elogia australiano que quebrou seu recorde mundial dos 50 metros livre, relembra vibração da torcida na marca em 2009, e comenta sobre compatriota Guilherme Caribé: "Grande nome".

Cesar Cielo, campeão olímpico em 2008 nos 50 metros livre e dono do recorde mundial da prova até a manhã da última sexta-feira (20), elogiou o novo homem mais rápido da natação mundial, o australiano Cameron McEvoy. 

No Open da China, ele anotou 20s88, 3 centésimos mais rápido do que o antigo recorde de Cesar Cielo.

"A expectativa que o recorde ia cair existia, a verdade é que desde 2019 estava na corda bamba. Eu estava brincando com a linha do recorde, mas já alguns nadadores vinham bem. Aí de uns três anos para cá, o Cameron vem sendo consistente, vem batendo muito próximo, e aí ele conseguiu", disse o nadador.

No dia 18 de dezembro de 2009, ou seja, há mais de 16 anos, Cesar Cielo quebrou o recorde mundial dos 50 metros livre com 20s91. 

O torneio em questão era o Open, competição que era uma espécie de Campeonato Brasileiro de Verão, e foi disputada na piscina do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo:

"Minha principal lembrança foi a barulheira quando eu bati na parede. Eu não estava acostumado com tanto barulho, eu senti muita energia. Aquele foi o barulho mais agradável que eu já senti na vida", disse.

A natação brasileira, assim, fica sem nenhum recordista mundial. 

Os resultados recentes também não são positivos. Nas duas últimas edições do Campeonato Mundial, em 2023 e 2025, e nas Olimpíadas de Paris 2024, o país saiu sem nenhuma medalha. 

Guilherme Caribé foi o que mais se aproximou do pódio nestas competições, foi o quarto colocado nos 100 metros livre no Mundial do ano passado.

"A gente tem um grande nome na natação, o Guilherme Caribé, o baiano voador, tem grandes chances de medalhas em Mundiais, tem chances de medalhas em Olimpíadas e, quem sabe até recorde mundial. A gente fica na torcida", disse.

O recorde de McEvoy veio em uma competição pequena, o China Open, que, nesta época do ano, parecia mais uma competição preparatória para os principais eventos de 2026. 

Mas Cielo explica que, geralmente, os recordes mundiais caem nesse tipo de prova:

"A chance do recorde cair em competição menor é maior. Em Olimpíadas, em Mundiais, a gente está mais focado em ganhar, preocupado com adversário. Em uma competição menor, a gente está mais focado em performance, na execução da prova, e isso facilitou a vida dele, no sentido de ter menos pressão".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro