terça-feira, 20 de outubro de 2026

Deu Tubarão

Londrina-PR vence o Cuiabá-MT e segue na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro da Série B.

Cuiabá perde a segunda consecutiva e vê classificação no G6 cada vez mais distante.

O gol da vitória do Londrina saiu aos 34 minutos do primeiro tempo. 

Em contra-ataque, Hebert recebeu em velocidade e cruzou rasteiro para a área. 

A bola atravessou a defesa do Cuiabá e chegou a William Pottker, que apareceu na segunda trave para finalizar e colocar os donos da casa em vantagem.

O Cuiabá tentou reagir ainda antes do intervalo e manteve a pressão na etapa final, mas parou nas defesas de Luan Ribeiro e não conseguiu evitar a derrota.

Com a vitória, o Londrina chega aos 32 pontos, mas permanece na décima oitava colocação, dentro da zona de rebaixamento. 

A equipe paranaense está a 11 pontos do Ceará, primeiro time fora do Z4.

Já o Cuiabá segue em décimo primeiro lugar, com 47 pontos. 

O Dourado está a 7 pontos do G6 e vê a possibilidade de acesso ao Campeonato Brasileiro da Série A ficar mais distante após a derrota fora de casa.

As 2 equipes voltam a campo fora de casa pela trigésima quinta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. 

O Londrina visita o CRB neste sábado (24), às 18h30 (horário de Brasília), no Estádio Rei Pelé, em Maceió.

Já o Cuiabá enfrenta o América-MG na segunda-feira (26), às 19h30 (horário de Brasília), na Arena Independência, em Belo Horizonte.

O Londrina começou melhor e levou perigo logo no primeiro minuto, quando Hebert recebeu de frente para o gol, mas finalizou para fora. 

Aos 5 minutos do primeiro tempo, o atacante arriscou de longe e mandou sem direção.

Com o passar do tempo, o Cuiabá equilibrou as ações e passou a encontrar espaços no ataque. 

Aos 23 minutos do primeiro tempo, Vitor Mendes cabeceou após cobrança de escanteio, e Luan Ribeiro fez boa defesa. 

2 minutos depois, aos 25 minutos do primeiro tempo, o goleiro voltou a trabalhar em chute de Raul, de fora da área. 

Aos 32 minutos do primeiro tempo, Pedro Henrique também tentou pelo alto, mas parou no camisa 1 do Londrina.

A equipe paranaense, porém, foi mais eficiente. 

Aos 34 minutos do primeiro tempo, Hebert recebeu em contra-ataque e cruzou rasteiro. 

William Pottker apareceu na segunda trave e concluiu para abrir o placar. 

Na reta final, o Cuiabá aumentou a pressão e quase empatou aos 41 minutos do primeiro tempo, em cabeceio de Kauan, novamente defendido por Luan Ribeiro.

O Cuiabá voltou do intervalo em busca do empate e criou oportunidades nos primeiros minutos. 

Aos 5 minutos do segundo tempo, Vinícius Peixoto cabeceou após cruzamento pela direita, mas mandou para fora. 

No minuto seguinte, aos 6 minutos do segundo tempo, o atacante voltou a finalizar pelo alto, e Luan Ribeiro fez a defesa. 

Aos 11 minutos do segundo tempo, Hebert respondeu pelo Londrina em chute cruzado dentro da área, defendido por João Carlos.

O time da casa também teve espaço para ampliar. 

Aos 22 minutos do segundo tempo, João Andrade recebeu na entrada da área e bateu no canto, exigindo boa intervenção de João Carlos. 

Aos 31 minutos do segundo tempo, Igor Bahia desperdiçou uma oportunidade importante: após passe de Hebert em contra-ataque, ficou livre na área, mas finalizou para fora.

Na sequência, o Cuiabá passou a ter mais posse de bola e pressionou em busca do empate. 

Kauan Cristtyan arriscou de fora da área, Lorenzo tentou em chute de média distância e o time ainda levou perigo em cobranças de escanteio. 

A defesa do Londrina, no entanto, conseguiu segurar a vantagem até o apito final.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Confronto contra o Fluminense

Escalação: Vitor Roque continua em tratamento, e Palmeiras ensaia jogadas antes de semifinal.

Atacante deve desfalcar o elenco na partida contra o Fluminense, válida pela volta da semifinal da Taça Libertadores da América. 

Verdão joga pelo empate para avançar à decisão.

O Palmeiras usou o palco da semifinal da Taça Libertadores da América como local de treino na tarde desta terça-feira (20).

No Nubank Parque, o elenco se encaminhou para o fim da preparação para a partida contra o Fluminense, pela volta da semi.

No gramado, os comandados de Abel Ferreira focaram em treinar movimentações, marcações, balanços defensivos e ofensivos, jogadas ensaiadas e bolas aéreas, além de finalizações. 

Os jogadores também participaram de um recreativo.

O elenco vai finalizar o preparo para o jogo na manhã de quarta-feira (21). 

Vitor Roque, que sofreu uma entorse no tornozelo direito na partida contra o Corinthians, segue em seu cronograma de recuperação, sob os cuidados do Núcleo de Saúde e Performance.

Sem contar com o atacante, o Palmeiras deve ir para o jogo de volta com a mesma escalação do confronto anterior na competição: Carlos Miguel, Murilo, Gustavo Gómez e Barboza, Giay, Marlon Freitas, Andreas Pereira, Lucas Evangelista e Piquerez, Arias e Flaco López.

A expectativa é de casa cheia para a disputa. 

Mais de 36 mil ingressos já foram vendidos para a partida desta quarta-feira (21). 

Ao todo, 4 mil entradas foram disponibilizadas para a torcida visitante.

Vencedor do jogo de ida por 2 a 1, o Verdão vai a campo dependendo somente de um empate para avançar à final do torneio. 

Palmeiras e Fluminense se enfrentam nesta quarta-feira (21), a partir das 21h30 (horário de Brasília), no Nubank Parque.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Boca na final

Boca Juniors (Argentina) vence no Maracanã e elimina o Vasco-RJ (Brasil) da Copa Sul-Americana.

Paredes marca na reta final com falha de Léo Jardim e coloca o Boca Juniors na final.

Não deu para o Vasco. 

O Boca Juniors é o primeiro finalista da Copa Sul-Americana de 2026. 

Depois de perder em casa, na Bombonera, o time argentino venceu o Vasco no Maracanã, por 3 a 1, e virou no placar agregado. 

Di Lollo e Merentiel marcaram no primeiro tempo e abriram a vantagem. 

Puma Rodríguez colocou a equipe cruzmaltina no jogo, mas Paredes fez o terceiro com uma falha de Léo Jardim e classificou o Boca Juniors.

Com o Maracanã lotado de vascaínos, o Boca Juniors surpreendeu e abriu o placar logo no começo. 

Aos 3 minutos do primeiro tempo, Di Lollo ganhou de Sosa no alto e marcou de cabeça em cobrança de escanteio. 

O Vasco tentou responder, mas sem sucesso. 

Foi com erro de Saldivia que Villa recebeu a bola e acertou um lançamento para Merentiel. 

Cara a cara com Léo Jardim, mandou para o gol: 2 a 0.

O Boca Juniors levou a vantagem para o intervalo. 

O Vasco voltou melhor e pressionou em busca de uma reação. 

A entrada de Puma Rodríguez mudou o time carioca, que empilhou chegadas na área até marcar. 

Foi com Puma que saiu o gol, em uma bela finalização no cruzamento de Cuiabano. 

Melhor no jogo, o Vasco não conseguiu empatar o jogo, e deu espaço para o Boca Juniors vencer. 

Paredes teve espaço na entrada da área e finalizou de longe com uma falha de Léo Jardim para fazer o terceiro aos 42 minutos do segundo tempo. 

3 a 1 para o Boca Juniors, o primeiro finalista da Copa Sul-Americana.

O Vasco havia diminuído no jogo e empatado no placar agregado com o gol de Puma Rodríguez, aos 20 minutos do segundo tempo. 

Brenner, Bruno Duarte e Lescano chegaram na área e quase marcaram, mas o Vasco não conseguiu superar o Boca Juniors. 

Aos 42 minutos do segundo tempo, Léo Jardim falhou feio em finalização de longe de Paredes e concedeu o terceiro gol. 

O Boca Juniors segurou a vantagem nos últimos minutos e ficou com a vaga.

O Boca Juniors é o primeiro time a conquistar a vaga na final da Copa Sul-Americana de 2026. 

A outra vaga será definida nesta quarta-feira (21), às 19 horas (horário de Brasília), entre Montevideo City Torque e Atlético-MG. 

Na ida, o Galo venceu por 3 a 0 em casa. A final será em Barranquilla, no dia 22 de novembro.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Troféu do Grande Prêmio em São Paulo

Grande Prêmio de São Paulo apresenta troféu inspirado em motores V10 e na música brasileira.

Peça de titânio reúne referências ao traçado de Interlagos, ao “S do Senna” e à identidade cultural da capital paulista.

O Grande Prêmio de São Paulo de Fómrula 1 apresentou o troféu que será entregue aos pilotos no pódio da etapa brasileira, marcada para novembro, em Interlagos.

Produzida em titânio, a peça combina referências ao automobilismo, à música brasileira e à identidade da capital paulista.

O projeto foi inspirado nos coletores de escapamento dos motores V10, conhecidos pelo ronco marcante que entrou para a história da categoria.

O Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 apresentou o troféu que será entregue aos pilotos no pódio da etapa brasileira, marcada para novembro, em Interlagos.

Produzida em titânio, a peça combina referências ao automobilismo, à música brasileira e à identidade da capital paulista.

O projeto foi inspirado nos coletores de escapamento dos motores V10, conhecidos pelo ronco marcante que entrou para a história da categoria. 

A estrutura é composta por cinco tubos que se unem em um único contorno, formando curvas associadas ao traçado de Interlagos e à trajetória do esporte a motor nacional.

Na parte superior, o desenho reproduz a silhueta do “S do Senna”, uma das curvas mais emblemáticas do circuito paulistano. 

Sob outras perspectivas, o objeto lembra uma bandeira tremulando, em alusão à sinalização que encerra uma corrida.

A música também integra o conceito visual. 

Os 5 tubos remetem tanto aos componentes do escapamento quanto às linhas de uma partitura. 

Dependendo do ângulo de observação, as curvas formam uma figura semelhante a uma colcheia, estabelecendo uma conexão entre o som dos motores e a produção musical brasileira.

Outro detalhe aparece quando a peça é vista de frente. 

Seu contorno sugere o mapa do Brasil, incluindo a silhueta do litoral. 

Na base, o acabamento reproduz as zebras presentes nas pistas de corrida.

O designer Fábio Castellotti, um dos responsáveis pela criação ao lado de Fernando Lambiasi e Gabriel Scholab, explicou como as diferentes perspectivas revelam referências ao autódromo.

“Conforme vemos por outros ângulos, o troféu vai contando uma nova narrativa. Olhando de cima, fazemos uma homenagem à curva mais icônica de Interlagos, que é o ‘S do Senna’. Temos a representação da topografia que vemos pela TV, que é uma descida. Quando a gente vira do outro lado, a peça se assemelha a uma bandeira tremulando, a bandeira da vitória”, afirmou.

A disposição das linhas também foi planejada para incorporar características do circuito e da cidade. 

Segundo Castellotti, o sentido anti-horário do desenho remete à configuração de Interlagos, um dos autódromos cujo traçado segue essa orientação. 

As formas ainda fazem alusão às iniciais “S” e “P”, de São Paulo.

“As linhas se resolvem de forma anti-horária, que tem tudo a ver com Interlagos, um dos raros circuitos com traçado anti-horário. E também temos menção ao ‘S’ e ao ‘P’, iniciais da cidade de São Paulo”, explicou.

A relação com a música foi detalhada pelo designer como parte da proposta de associar a identidade sonora da Fórmula 1 à cultura nacional.

“Os 5 coletores do escapamento também representam as cinco linhas de uma partitura musical. Explorando por outros ângulos, vira uma colcheia, que é uma nota musical. É uma homenagem à ‘música’ feita pelos carros com motores V10”, completou.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Indústria de colecionadores

McLaren abre coleção histórica e coloca carros de Senna, Hamilton e Brad Pitt à venda.

Veículos que marcaram diferentes fases da equipe britânica serão preparados para os novos proprietários e podem movimentar milhões de libras.

Os veículos serão comercializados individualmente pelo revendedor de automóveis de luxo Tom Hartley Júnior e poderão alcançar dezenas de milhões de dólares no total.

A McLaren anunciou a venda de 5 carros de Fórmula 1 em condições de funcionamento, utilizados por nomes históricos e atuais da categoria, como Ayrton Senna, Lewis Hamilton, Jenson Button e Lando Norris.

O lote inclui ainda um modelo conduzido pelo ator Brad Pitt durante um teste privado realizado para a produção “Fórmula 1: O Filme”.

Os veículos serão comercializados individualmente pelo revendedor de automóveis de luxo Tom Hartley Júnior e poderão alcançar dezenas de milhões de dólares no total.

A equipe britânica, atual campeã do Mundial de Construtores, ficará responsável pela preparação dos modelos para seus futuros proprietários.

O intermediário é conhecido por negociar coleções de alto valor, incluindo os carros do ex-chefe da Fórmula 1 Bernie Ecclestone e 20 automóveis de passeio que pertenceram a Mansour Ojjeh, antigo coproprietário da McLaren.

Em comunicado divulgado no último domingo, o CEO da McLaren Racing, Zak Brown, explicou a decisão de disponibilizar os exemplares ao mercado.

“Decidimos nos desfazer desses icônicos carros de Fórmula 1 da McLaren porque achamos que mantê-los simplesmente guardados em um depósito é um desserviço ao que eles representam”, afirmou.

“Esses carros foram construídos para serem dirigidos e competir, e queremos vê-los sendo usados e apreciados. Acreditamos que essa seja a melhor maneira de manter viva nossa história e ativo nosso negócio de patrimônio”, completou.

Os 5 modelos representam 32 anos da trajetória da escuderia, desde a temporada de 1991 até 2023. 

Entre os mais antigos estão 2 unidades do MP4/6A, identificadas pelos chassis 04 e 07 e equipadas com motores Honda V12.

Os carros foram pilotados pelo austríaco Gerhard Berger e Ayrton Senna, que utilizou durante a campanha que terminou com o seu tricampeonato mundial.

O chassi 04 conquistou o segundo lugar no Grande Prêmio de San Marino, em uma dobradinha da McLaren que deixou os demais competidores para trás. 

Já o chassi 07 terminou na segunda posição no Grande Prêmio da Inglaterra. 

Ambos permaneceram sob a propriedade da equipe desde então.

A lista também inclui um MP4/27A de 2012, chassi 01, utilizado por Jenson Button, campeão mundial em 2009, e testado por Lewis Hamilton, heptacampeão da categoria.

Os outros dois exemplares foram pilotados exclusivamente por Lando Norris nas temporadas de 2021 e 2023. 

O MCL35M de 2021 levou o britânico ao pódio em Ímola, Mônaco e Monza.

Já o MCL37A-03, de 2023, venceu provas consecutivas em Singapura e no Japão. 

Após o encerramento daquela temporada, o modelo também foi testado por outros pilotos, entre eles Oscar Piastri, companheiro de Norris, e Mick Schumacher, filho do heptacampeão Michael Schumacher.

O carro de 2023 ganhou notoriedade adicional ao ser conduzido por Brad Pitt em um teste privado no Circuito das Américas, em Austin, nos Estados Unidos, em junho de 2025.

A atividade ocorreu durante a preparação para o longa “F1: O Filme”, protagonizado pelo ator. 

Na ocasião, Pitt teria alcançado 197 mph (317 km/h) ao volante do monoposto, considerado o carro de Fórmula 1 mais recente disponibilizado para venda a um colecionador particular.

Hartley destacou a raridade da oferta, que permite a aquisição de veículos diretamente da equipe responsável por construí-los e utilizá-los em competições.

“É extremamente raro que um colecionador tenha a oportunidade de adquirir carros de Grande Prêmio que participaram de corridas diretamente do fabricante e da equipe que os construíram e competiram com eles, e isso torna esta uma oferta muito especial”, declarou.

Os valores oficiais não foram divulgados.

As estimativas, porém, apontam para preços individuais entre £ 5 milhões e £ 10 milhões, dependendo do modelo e de seu histórico esportivo.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Acertos no vestiários

No Cruzeiro, Artur Jorge revela papo franco e desculpas com Gerson: "Às vezes espero mais do que dá".

Treinador foi questionado sobre rendimento do meia e citou que tem conversa franca.

Artur Jorge respondeu sobre o desempenho do meia Gerson no Cruzeiro. 

Mesmo usando vários adjetivos para elogiar o jogador comprado por 30 milhões de euros do Zenit, no começo do ano, o treinador disse que, em alguns momentos, espera mais do comandado.

"O Gerson tem sido muito utilizado por mim. Tenho reconhecimento pela competência, liderança e importância dele na equipe. Não concordo com a questão de intensidade".

"Apesar de, às vezes, esperar mais do Gerson do que ele dá, e ele saber disso, tenho essa conversa franca com ele para discutir isso. Sei que ele pode mais e, por isso, cobro mais do que ele dá."

"Ele tem consciência e humildade para dizer que não foi o melhor dia ou o melhor momento", completou o treinador em entrevista à rádio Itatiaia.

Artur Jorge revelou que Gerson pediu desculpas após a derrota para o Red Bull Bragantino. 

O treinador citou o lance do segundo gol da equipe paulista, quando o meia errou um cruzamento e demorou a recompor a defesa.

"Me pediu desculpas no jogo, no sentido de comentar sobre a transição do Bragantino. Falou-se muito daquele gol, da transição. Estou sendo o mais sincero com você. É um jogador em quem continuo acreditando muito, que pode fazer mais de uma posição, é um campeão, um ganhador, com experiência enormíssima".

"Da minha parte, tem muito respeito e admiração pelo profissional, e sei que pode ajudar muito. Vou cobrar, exigir e esperar aquilo que corresponde à minha exigência.", completou, Artur Jorge.

O Cruzeiro pagou 27 milhões de euros fixos (cerca de R$ 168 milhões) por Gerson, além de outros 3 milhões de euros em bônus por metas, totalizando 30 milhões de euros. 

Desde que chegou à Raposa, o meia disputou 47 jogos e ainda não marcou gols.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Crise financeira no Timão

Corinthians não paga direitos de imagem de outubro e chega a 3 meses de atraso.

Diretoria segue sem dinheiro para pagar parte da remuneração dos jogadores do time masculino de futebol.

O Corinthians não pagou os direitos de imagem de outubro, referentes a setembro, que deveriam ser pagos nesta terça-feira (20). 

Com isso, o atraso com o time masculino de futebol chegou a três meses.

É o terceiro mês consecutivo que a gestão Osmar Stabile deixa de pagar os direitos de imagem, que, conforme estimativa da Diretoria Financeira, custa cerca de R$ 10 milhões por mês ao clube. 

Trata-se de atraso de tamanho inédito neste ano.

Nos bastidores, o clube diz estar trabalhando para resolver as pendências o quanto antes, mas ainda sem estipular prazo para o acerto.

Em 2026, o Corinthians começou a atrasar os pagamentos ao elenco masculino em maio, em uma situação que se tornou recorrente de lá para cá.

Os salários, registrados na carteira de trabalho, têm sido frequentemente pagos com dias de atraso, chegou a uma semana certa vez, mas atualmente estão em dia.

Além dos 3 meses de direitos de imagem, a diretoria deve premiações da Taça Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro.

Os atrasos são impactantes porque os jogadores com remunerações mais baixas recebem apenas o salário via CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). 

Já os atletas mais bem pagos têm pagamentos divididos entre salário e direito de imagem, sendo que os direitos de imagem podem representar até 50% da remuneração total.

Crise financeira: O Corinthians enfrenta uma grave crise financeira, com déficit de R$ 278,705 milhões no acumulado dos sete primeiros meses do ano, 258% mais do que o prejuízo de R$ 77,862 previsto no orçamento para o período.

O clube está proibido de contratar desde 21 de maio, quando entrou o primeiro dos 3 transfer bans atualmente em vigor, com dívidas que totalizam cerca de R$ 21,5 milhões.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro