sexta-feira, 8 de maio de 2026

Vitória do Gigante da Colina!

Vasco vence Santos e se mantém na vice-liderança do Campeonato Brasileiro Sub-20.

Andrey Fernandes, Pedro Augusto e Zuccarello balançam as redes para Gigante da Colina, enquanto João Grando desconta para Peixe.

O Vasco venceu o Santos por 3 a 1, na noite desta quinta-feira (7), em São Januário, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro Sub-20 de 2026. 

Andrey Fernandes, Pedro Augusto e Zuccarello balançaram as redes para o Gigante da Colina, enquanto João Grando descontou para o Peixe. 

Com o resultado, a equipe carioca chegou aos 22 pontos e ocupa a vice-liderança da competição. 

O Santos permanece com 17 pontos, na sexta colocação.

O duelo entre Vasco e Santos iniciou de forma movimentada, com um pênalti marcado para o Gigante da Colina logo no primeiro minuto do primeiro tempo. 

Andrey Fernandes foi derrubado na grande área por Contreras e a arbitragem sinalizou a penalidade. 

O camisa 9 converteu a cobrança e colocou a equipe Carioca a frente. 

O Peixe tentou responder e chegou a finalizar no gol, mas sofreu com a expulsão de Contreras, que tomou o segundo amarelo.

Na volta do intervalo, o Vasco tentou administrar a vantagem e passou a explorar melhor os espaços deixados pelo adversário, que, mesmo com um jogador a menos, buscou o ataque. 

O Santos conseguiu equilibrar as ações em alguns momentos e chegou ao empate em finalização de João Grando. 

No entanto, o Gigante da Colina retomou o controle da partida e voltou a ficar à frente do placar com Pedro Augusto. 

Nos minutos finais, a equipe carioca ampliou com Zuccarello, em cobrança de pênalti.

Na décima primeira rodada, o Vasco vai encarar o Fluminense-PI, no Centro de Treinamento Marcelo Vieira, no dia 13 de maio, às 15 horas (horário de Brasília). 

O Santos recebe no Centro de Treinamento Rei Pelé, no mesmo dia e horário, o Juventude.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira


Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória alviverde

Palmeiras vence o Flamengo de virada e segue na liderança no Campeonato Brasileiro Sub-20.

Rubro-negro sai na frente com 20 segundos de jogo, mas Palmeiras vira no segundo tempo e se mantém invicto na competição.

O Palmeiras venceu o Flamengo por 3 a 1 na noite desta quinta-feira (7), no Luso-Brasileiro, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro Sub-20. 

Com o resultado, os Crias da Academia seguem na liderança com 24 pontos, enquanto os Garotos do Ninho caiu para décimo lugar com apenas 14 pontos. 

O gol do Flamengo foi marcado por Alan Santos, enquanto Coutinho, Fabiano e Kidani fizeram para o Verdão.

O Flamengo começou a primeira etapa de forma avassaladora. 

Logo aos 20 segundos do primeiro tempo, Alan Santos abriu o placar após roubada de bola de Reyes e passe de Josmar. 

Depois do gol, o rubro-negro recuou as linhas e passou a apostar nos contra-ataques, enquanto o Palmeiras assumia maior controle da posse.

Aos 14 minutos do primeiro tempo, Eduardo finalizou com perigo. 

Já aos 23 minutos do primeiro tempo, Alan Santos teve nova chance clara, mas Kauan Lima fez grande defesa e evitou o segundo gol do Flamengo. 

Na reta final, as Crias da Academia pressionaram e quase chegaram ao empate: aos 40 minutos do primeiro tempo, Eduardo acertou a trave e, no minuto seguinte, Heittor finalizou dentro da área, mas Gusttavo desviou e salvou. 

O Flamengo ainda tentou ampliar com Josmar, mas a bola saiu pela linha de fundo.

A etapa final começou com o Flamengo criando uma boa oportunidade logo no primeiro minuto, mas Josmar desperdiçou. 

Aos 3 minutos do segundo tempo, Coutinho arriscou de fora da área e empatou para o Palmeiras. Heittor ainda obrigou Nanetti a fazer defesa aos 8 minutos do segundo tempo.

O Flamengo chegou a balançar as redes aos 13 minutos do segundo tempo, novamente com Alan Santos, mas o gol foi anulado por impedimento. 

6 minutos depois, aos 19 minutos do segundo tempo, Fabiano aproveitou bate-rebate na área e marcou o gol da virada alviverde. 

O time paulista seguiu melhor e quase ampliou com Vinicius aos 24 minutos do segundo tempo.

Aos 36 minutos do segundo tempo, André Lucas acertou belo cruzamento para Kidani, que dominou no peito e finalizou para fazer o terceiro gol do Palmeiras. 

Depois disso, a equipe recuou as linhas para explorar os contra-ataques, enquanto o Flamengo pouco conseguiu assustar.

O Flamengo volta a campo na próxima quarta-feira (13), contra o Botafogo, fora de casa, às 17 horas (horário de Brasília), pela décima primeira rodada do Campeonato Brasileiro. 

O Palmeiras enfrenta o Avaí na terça-feira (12), às 16 horas (horário de Brasília), em casa.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Indústria do entretenimento

Hisense vê Copa do Mundo como aceleradora da demanda por TVs premium e telas ultragrandes.

Parceira oficial da FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol), marca aposta na força emocional do torneio para impulsionar upgrades tecnológicos e ampliar presença no segmento premium.

Parceira oficial da FIFA, a Hisense vê a Copa de 2026 como um dos principais motores para acelerar a demanda por TVs premium e telas ultragrandes.

Para a marca, consumidor passou a priorizar experiência, qualidade de imagem e imersão durante transmissões esportivas.

A Hisense também aposta no RGB MiniLED como próxima fronteira tecnológica do setor.

A Copa do Mundo historicamente representa um dos períodos mais importantes para a indústria global de televisores. 

Em diferentes ciclos, o torneio ajudou a impulsionar mudanças relevantes no comportamento de compra, acelerando movimentos ligados à adoção de novas tecnologias e ampliando a demanda por categorias premium.

Para 2026, no entanto, o mercado identifica uma transformação mais ampla: o consumidor deixou de olhar apenas para resolução ou tamanho de tela e passou a priorizar a experiência completa dentro de casa. 

Parceira oficial da FIFA e líder global no segmento de TVs acima de 100 polegadas, a Hisense entende que o próximo Mundial deve consolidar de vez o crescimento das telas ultragrandes e reforçar a busca por soluções voltadas à imersão durante transmissões esportivas.

Em entrevista exclusiva ao MKTEsportivo, Matheus Benatti, Diretor de Marketing e Produtos da Hisense no Brasil, explicou que esse movimento já pode ser percebido no atual ciclo de compra. 

Segundo o executivo, há uma antecipação maior das decisões de consumo, além de um aumento gradual no ticket médio, especialmente entre consumidores interessados em transformar o ambiente doméstico em uma experiência coletiva para acompanhar os jogos da Copa do Mundo.

“Grandes eventos esportivos tradicionalmente antecipam a decisão de compra, e neste ciclo já observamos um consumidor mais planejado e disposto a trocar o televisor com maior antecedência. Há uma clara migração para telas maiores, com aumento gradual do ticket médio, impulsionado pela busca por uma experiência mais imersiva para assistir aos jogos em casa, muitas vezes com amigos e família”, disse Matheus.

O executivo destaca que a mudança não está concentrada apenas no tamanho das TVs. 

O consumidor passou a observar atributos técnicos ligados diretamente à qualidade da experiência esportiva, principalmente em conteúdos de movimento rápido, como o futebol.

Nesse contexto, a Copa do Mundo funciona não apenas como um gatilho comercial, mas como uma vitrine capaz de acelerar tendências que já vinham amadurecendo dentro da indústria de displays. 

Para a Hisense, o consumidor atual demonstra um nível maior de entendimento sobre performance visual e diferenciação tecnológica, buscando equipamentos capazes de oferecer melhor definição durante transmissões ao vivo e integração com diferentes ecossistemas de entretenimento.

“Além do tamanho, os critérios de escolha também evoluíram. Recursos como qualidade de contraste, brilho para ambientes iluminados, fluidez de imagem e desempenho em conteúdos esportivos passam a ter mais peso na decisão. O consumidor também está mais atento a tecnologias que entregam melhor definição em transmissões ao vivo, além de conectividade e integração com ecossistemas de entretenimento”, comentou Matheus.

O avanço das telas ultragrandes também acompanha uma transformação estrutural do próprio mercado global de TVs. 

Dados recentes da consultoria Omdia indicam forte crescimento nas categorias acima de 80 polegadas até o fim da década, impulsionado pela busca por experiências mais imersivas e pelo avanço das tecnologias de imagem.

Nesse cenário, a Hisense consolidou posição de liderança global no segmento acima de 100 polegadas entre 2023 e 2025, movimento que a empresa associa tanto à evolução tecnológica quanto à mudança gradual de percepção do consumidor sobre formatos maiores.

Segundo Matheus Benatti, grandes eventos esportivos possuem papel relevante dentro desse processo porque potencializam o desejo por experiências compartilhadas. 

O profissional avalia que a Copa do Mundo coloca o entretenimento coletivo no centro das atenções e cria um ambiente favorável para categorias premium, especialmente aquelas voltadas à sensação de imersão.

“Eventos como a Copa do Mundo funcionam como catalisadores importantes, pois colocam a experiência coletiva e imersiva no centro da atenção do consumidor. Nesse contexto, as telas ultragrandes ganham relevância natural, já que ampliam a sensação de estádio dentro de casa”, afirmou.

Apesar da força do torneio, a diretora reforça que o crescimento das TVs acima de 100 polegadas não depende exclusivamente de grandes eventos. 

Para ela, há um movimento estrutural mais amplo envolvendo evolução tecnológica, melhoria na qualidade das transmissões e transformação dos espaços domésticos, fatores que contribuem para amadurecer o interesse do consumidor por telas cada vez maiores.

O profissional destaca que o avanço da categoria resulta justamente da combinação entre desenvolvimento tecnológico e momentos culturais de grande audiência, como a Copa do Mundo, capazes de acelerar a adoção dessas soluções pelo mercado.

“Ao mesmo tempo, esse crescimento também está ligado a um movimento estrutural do mercado. A popularização de salas integradas, a melhoria da resolução dos conteúdos e a evolução das tecnologias de imagem contribuem para a maturação do consumidor em relação aos formatos acima de 100 polegadas. O que vemos é a combinação desses fatores: um processo contínuo de educação, acelerado por momentos culturais de grande audiência como a Copa”, acrescentou Benatti.

Dentro dessa corrida tecnológica, a Hisense aposta no RGB MiniLED como uma das principais plataformas para a próxima geração de displays premium. 

A tecnologia surge como evolução dos sistemas tradicionais de iluminação e busca ampliar controle de brilho, precisão de contraste e pureza de cor diretamente na fonte de luz, algo considerado especialmente relevante em conteúdos esportivos.

Em transmissões de futebol, nas quais há movimentação constante, mudanças rápidas de câmera e tomadas amplas, desempenho visual passou a ser um diferencial competitivo importante para as fabricantes.

Para a companhia, a busca por maior estabilidade de imagem e melhor percepção de profundidade se tornou central em um mercado no qual o esporte ao vivo continua sendo um dos conteúdos mais valiosos para retenção de audiência e consumo de TVs de alto padrão.

“O RGB MiniLED representa um avanço importante porque trabalha com controle mais preciso da iluminação e cores mais puras diretamente na fonte de luz. Isso permite maior brilho, contraste mais refinado e melhor separação entre áreas claras e escuras, algo essencial em transmissões esportivas”, explicou Matheus.

Ele afirma ainda que o principal ganho da tecnologia aparece justamente na fluidez da imagem durante conteúdos de movimento rápido, reduzindo borrões e ampliando a definição em cenas mais dinâmicas, algo especialmente relevante para transmissões esportivas de alto nível.

“Em conteúdos de movimento rápido, como o futebol, essa tecnologia contribui para imagens mais estáveis, com redução de borrões e melhor definição da bola e dos jogadores em deslocamento. O resultado é uma cena mais nítida, com cores consistentes e melhor percepção de profundidade, mesmo em tomadas amplas e mudanças rápidas de câmera”, completou.

Copa do Mundo para se aproximar do consumidor: Além do investimento em inovação, a Hisense também utiliza o patrocínio da Copa do Mundo como ferramenta estratégica de comunicação e aproximação com o consumidor. 

Para a empresa, o torneio ajuda a transformar especificações técnicas em benefícios facilmente percebidos pelo público, reduzindo a complexidade da decisão de compra e aproximando tecnologia de experiência prática.

A presença da marca em campanhas, ativações e pontos de venda durante o período da competição faz parte justamente dessa estratégia de contextualização, conectando atributos tecnológicos ao ambiente emocional e coletivo proporcionado pelo futebol.

“O patrocínio cria um contexto claro de uso, facilitando a conexão entre tecnologia e experiência real. Ao associar as TVs a um evento global assistido ao vivo, a comunicação deixa de ser apenas técnica e passa a mostrar benefícios práticos, como acompanhar cada detalhe da partida, perceber melhor o movimento ou ter uma experiência mais próxima da arquibancada”, disse Matheus Benatti.

Na avaliação do profissional, o ambiente criado pela Copa também contribui para ampliar a percepção de valor das categorias premium, principalmente quando o consumidor consegue visualizar de maneira prática como determinados recursos impactam a experiência de assistir aos jogos.

“Além disso, a presença da marca em ativações, campanhas e pontos de venda durante o período reforça essa associação, ajudando o consumidor a entender como as inovações impactam diretamente o consumo de conteúdo esportivo. Isso reduz a complexidade da decisão e torna a escolha mais orientada à experiência”, acrescentou.

Mesmo em um cenário econômico competitivo, a percepção da Hisense é de que a Copa do Mundo aumenta a disposição do consumidor em investir mais em entretenimento doméstico. 

O apelo emocional e social do torneio, segundo Matheus Benatti, amplia o interesse por upgrades tecnológicos e fortalece categorias ligadas à experiência premium.

“Há uma combinação dos dois fatores, mas a experiência ganha mais relevância nesse período. A Copa é um momento específico, com forte apelo emocional e social, que incentiva o consumidor a investir em uma melhoria perceptível no entretenimento doméstico. Isso favorece upgrades para telas maiores e tecnologias mais avançadas”, afirmou.

Mesmo em um cenário competitivo, a Copa do Mundo amplia a disposição do consumidor em investir mais em entretenimento doméstico. 

Para a Hisense, o preço segue relevante, mas a percepção de valor passa a ganhar mais peso durante o torneio, especialmente em categorias premium ligadas à experiência de imagem.

“Ao mesmo tempo, o preço continua sendo um elemento importante, especialmente em um mercado competitivo. O que muda é que o consumidor passa a avaliar mais o custo-benefício, considerando durabilidade, qualidade de imagem e diferenciais tecnológicos. Nesse contexto, há maior disposição para investir quando o ganho de experiência é claro e imediato”, finalizou.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Premiação maior na maratona do Rio

Maratona do Rio eleva patamar internacional com selo da World Athletics e premiação recorde.

Evento aposta em valorização técnica, turismo esportivo e maior premiação da história das corridas de rua na América Latina para fortalecer presença no cenário global.

A Maratona do Rio recebeu o selo Elite Label da World Athletics para a edição de 2026.

A prova distribuirá até US$ 270 mil em premiações, maior valor já registrado em corridas de rua na América Latina.

O evento aposta em fortalecimento internacional e turismo esportivo para elevar seu posicionamento global.

A Maratona do Rio anunciou uma série de mudanças estratégicas para a edição de 2026, marcada entre os dias 3 de julho e 7 de junho, em um movimento que busca posicionar a prova entre os principais eventos de corrida de rua do calendário internacional.

O principal avanço foi a conquista do selo Elite Label, concedido pela World Athletics, certificação reservada a provas que atendem critérios técnicos, operacionais e competitivos exigidos pela entidade máxima do atletismo mundial.

Além do reconhecimento esportivo, a organização confirmou uma premiação histórica para a disputa dos 42 quilômetros. 

O valor total poderá chegar a US$ 270 mil, cerca de R$ 1,3 milhão na cotação atual, estabelecendo um novo recorde entre provas de rua realizadas na América Latina.

Os campeões da maratona receberão US$ 60 mil cada. 

Já os atletas que terminarem na segunda e terceira colocações levarão US$ 25 mil e US$ 15 mil, respectivamente. 

A distribuição financeira seguirá até o oitavo colocado nas categorias masculina e feminina.

O projeto conta com apoio institucional da Prefeitura do Rio de Janeiro, dentro de uma estratégia voltada à ampliação do turismo esportivo na cidade e ao fortalecimento da capital fluminense como sede de grandes eventos internacionais.

Outro ponto confirmado para 2026 é o retorno do percurso tradicional da maratona, com largada na Praia da Reserva e chegada no Aterro do Flamengo, trajeto historicamente associado à prova.

A organização também definiu bônus adicionais para atletas que quebrarem os recordes do percurso. 

Caso os tempos atuais sejam superados, os corredores receberão um prêmio extra de US$ 15 mil.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Coelho venceu o Avai

Com gol de goleiro, América goleia Avaí e se aproxima dos líderes do Campeonato Brasileiro Sub-20.

Coelho venceu fora de casa e subiu ao G4 da principal competição de base do país.

Pela décima rodada do Campeonato Brasileiro Sub-20, o América visitou o Avaí e goleou por 3 a 0 nesta quinta-feira (7). 

Com a vitória, o Coelho se aproxima dos líderes da competição. 

Os gols foram marcados pelo goleiro Ítalo, e por Luidy Montes e Geovane.

O gol de Ítalo saiu logo nos minutos iniciais, com ele batendo forte para frente, a bola quicando no gramado e encobrindo o goleiro do Avaí. 

Luidy ampliou ainda no primeiro tempo, e Geovane fechou a conta nos acréscimos da etapa final.

O América chegou aos 18 pontos conquistados no Campeonato Brasileiro Sub-20 e subiu ao quarto lugar. 

O Coelho está 1 ponto atrás do Vasco, dois atrás do Cruzeiro e 3 pontos atrás do líder Palmeiras.

Palmeiras e Vasco ainda jogam na rodada e, caso vençam, podem abrir mais vantagem no topo da tabela. 

Por outro lado, o Avaí é o penúltimo colocado com apenas 7 pontos conquistados.

Na próxima rodada, o América recebe o Bahia em confronto direto na próxima quinta-feira (14). 

Já o Avaí terá a difícil missão de visitar o líder Palmeiras na terça (12).

Reportagem: Itatiaia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Parceria

Adidas usa parceria com o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e ano de Copa para conectar Time Brasil ao público brasileiro.

Marca busca conectar o consumo de produtos esportivos ao universo lifestyle e aproveitar o calendário internacional como motor comercial.

O especial “O Business da Copa” mostra como a adidas utiliza o ciclo entre Copa do Mundo de 2026, Copa Feminina 2027 e Jogos Olímpicos para fortalecer sua parceria com o COB.

Lucas Barillari detalha como a marca aposta em produtos ligados à identidade nacional, combinando futebol, olimpismo, lifestyle e consumo cultural.

Com estética retrô e foco no universo casual, as camisas passam a ocupar espaço além do esporte e reforçam o posicionamento cultural da adidas.

A adidas transformou o ano de Copa do Mundo em um pilar estratégico para fortalecer sua parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB). 

Em meio ao aumento da demanda por produtos temáticos ligados à identidade nacional durante ciclos de grandes competições, a companhia lançou uma coleção especial do Time Brasil inspirada em modalidades olímpicas históricas do país, utilizando o momento de alta atenção ao esporte para ampliar sua presença também fora do futebol.

A movimentação faz parte de uma estratégia mais ampla da marca, que busca conectar o consumo de produtos esportivos ao universo lifestyle e aproveitar o calendário internacional como motor comercial. 

Em vez de limitar o foco apenas à Copa do Mundo masculina de 2026, a adidas trabalha o conceito de brasilidade como ativo contínuo, olhando também para eventos como a Copa do Mundo Feminina de 2027 e os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Em entrevista ao especial “O Business da Copa”, do MKTEsportivo, Lucas Barillari, gerente sênior de futebol da adidas Brasil, explicou que a coleção desenvolvida em parceria com o COB foi pensada justamente para aproveitar o ambiente de mobilização nacional criado pelo ciclo de Copa do Mundo.

“Acho que isso volta um pouco ao ponto de que futebol e esporte se tornaram lifestyle, e as camisas também entraram nesse universo. As peças que fizemos em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil foram inspiradas em modalidades muito marcantes para o esporte brasileiro. A camisa amarela teve inspiração no basquete, enquanto a azul foi baseada no vôlei, seleções que foram icônicas dentro de suas gerações e modalidades. Queríamos aproveitar esse momento de Copa do Mundo para nos conectar ainda mais com o brasileiro. E, obviamente, queríamos homenagear essa relação também, trazendo produtos para um momento em que todo mundo quer consumir Brasil”, disse Barilari.

A coleção aposta em estética retrô e referências vintage, tendência que vem impulsionando o mercado global de camisas esportivas nos últimos anos. 

Para a adidas, esse tipo de produto amplia significativamente o alcance comercial das peças, permitindo que elas ultrapassem o ambiente de torcida e passem a ocupar espaço também na moda urbana e no consumo casual.

Segundo o executivo, o lançamento das peças acontece dentro de uma estratégia construída para utilizar grandes eventos esportivos como alavancas comerciais e culturais, fortalecendo o vínculo emocional do consumidor com produtos ligados ao Brasil.

“Foi uma ideia que tivemos justamente para lançar produtos retrô, dentro dessa estética vintage que entendemos estar em alta. Está muito em moda lançar camisas com essa proposta mais ligada ao lifestyle. Então, em parceria com o COB, desenvolvemos essas duas camisas para aproveitar esse momento de valorização do Brasil, não apenas por causa da Copa do Mundo, mas porque o brasileiro quer consumir produtos ligados ao país para torcer e também já olhando para eventos futuros, como a Copa do Mundo Feminina de 2027 e os Jogos Olímpicos de 2028. Vamos construir uma história com o Comitê Olímpico começando agora, mas atravessando todos esses grandes eventos até chegar ao ápice nas Olimpíadas”, comentou.

O movimento também reforça uma tendência importante dentro da indústria esportiva: a transformação das camisas em produtos culturais e de moda. 

Com o fortalecimento da linha Originals, a adidas passou a trabalhar peças ligadas ao esporte como itens atemporais, capazes de dialogar com públicos muito além dos torcedores tradicionais.

Nesse contexto, as camisas do Time Brasil para este ano surgem como parte de uma estratégia de longo prazo para consolidar a presença da marca em diferentes momentos de consumo ligados à identidade brasileira.

“É uma camisa atemporal. Todos esses produtos que lançamos com o logo Originals, por ser um símbolo muito conhecido, forte e ligado ao lifestyle, acabam recebendo um tratamento diferente. Ele se transforma em um produto totalmente voltado para o uso fora do campo. E essa camisa faz muito sucesso justamente porque engloba tudo isso. Não é apenas para quem gosta de futebol ou para quem gosta de basquete. Quem gosta do Brasil acaba consumindo um produto que representa o país de uma maneira interessante”, concluiu Lucas.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

18 medalhas conquistadas

Brasil conquista 18 medalhas no Pan-Americano de Taekwondo.

Brasil conquista 18 medalhas no Campeonato Pan-Americano de Taekwondo no Rio de Janeiro, com 8 medalhas de ouro, 5 medalhas de prata e 5 medalhas de bronze.

O Brasil garantiu 18 medalhas nesta sexta-feira (8) no Campeonato Pan-Americano de Taekwondo, disputado no Rio de Janeiro. 

Ao todo, a delegação conquistou 8 medalhas de ouro, 5 medalhas de prata e 5 medalhas de bronzes. 

Entre os destaques do dia estiveram o atual campeão mundial Henrique Marques, que faturou seu primeiro ouro em Pan-Americano, e Caroline Santos, que conquistou seu terceiro título continental.

Títulos no masculino: Na categoria até 80kg, o atual campeão mundial Henrique Marques conquistou seu primeiro título pan-americano ao derrotar o norte-americano Nickolas CJ na final por 2 rounds a 1, com parciais de 5/3, 3/9 e 2/1. 

O brasileiro sentiu o tornozelo do pé direito ainda no segundo round, mas conseguiu se manter na luta e garantir o ouro.

O Brasil conquistou dois títulos nas categorias masculinas até 54kg e até 58kg em finais marcadas pelo equilíbrio e decisões nos instantes finais. 

Nos até 54kg, Matheus Gillard venceu o dominicano Wilfrido, garantindo a vitória na reta final, nos últimos 15 segundos de combate. 

Já nos até 58kg, Paulo Melo superou Eduardo Baretta por 2 rounds a 1 em uma final brasileira bastante disputada, com alternância no placar até os segundos derradeiros.

Em duelo brasileiro, Vinicius Assis levou a melhor sobre Edivaldo Pontes “Netinho”, que acabou lesionado durante a semifinal e ficou fora da disputa pelo título na categoria até 74kg. 

Pelos até 63kg, também houve confronto nacional, com Gabriel Ramos conquistando a medalha de ouro ao vencer Guilherme dos Santos na final.

Dominância no feminino: Caroline Santos “Juma” garantiu mais um ouro para o Brasil na categoria até 62kg ao conquistar seu terceiro título pan-americano. 

Na final, a brasileira venceu a equatoriana Mell Mina de virada, após dominar os dois últimos rounds com parciais de 17/2 e 11/0.

Até 49kg, Camilly Gosch (BRA) conquistou o título após uma final equilibrada contra Andrea Mariana (México). 

A brasileira venceu por 2 a 1 em um duelo decidido nos instantes finais, quando acertou um chute faltando apenas 2 segundos para o fim.

Com 2 vitórias por 2 rounds a 0, Mikaela Oliveira (Brasil) dominou a categoria até 73kg e conquistou o título no Campeonato Pan-Americano de Taekwondo. 

Na final, superou a equatoriana Mayte Caicedo, após já ter vencido a dominicana Madelyn Andrea Rodriguez na semifinal.

Medalhistas de prata e bronze: João Victor Souza, na categoria até 68kg, e Sandy Macedo, na até 67kg, foram os únicos brasileiros a ficarem com a medalha de prata sem envolver duelos nacionais. 

No masculino, João foi superado pelo chileno Cristian Olivero, enquanto no feminino Sandy acabou derrotada pela canadense Gabrielle Beaulieu.

Os brasileiros Julia Silva (até 46kg), Nivea Barros (até 53kg), Pedro Alves (+87kg), Raiany Pereira (+73kg) e Ícaro Miguel (até 87kg) chegaram às semifinais do Campeonato Pan-Americano. 

Todos ficaram com a medalha de bronze, já que a competição não prevê disputa direta pela terceira colocação.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro