domingo, 16 de agosto de 2026

Empate agitado

Chapecoense e Bahia empatam em jogo de 6 gols na Arena Condá.

Verdão d''Oeste volta a pontuar no Campeonato Brasileiro da Série A. 

Esquadrão de Aço chega a 5 empates consecutivos.

Chapecoense e Bahia empataram por 3 a 3 em jogo muito movimentado neste domingo (16), na Arena Condá, pela vigésima terceira rodada do Campeonato Brasileiro. 

Giovanni Augusto, Marcinho e Túlio Eduardo fizeram os gols da Chapecoense, enquanto Alejo Véliz, Kauan (contra) e Acevedo marcaram pelos visitantes. 

O resultado representa o décimo primeiro ponto do time catarinense e o quinto empate consecutivo do Tricolor baiano.

Foi um primeiro tempo bastante equilibrado na Arena Condá, com a Chapecoense conseguindo competir e atacar o Bahia, que luta pelas primeiras posições.

O placar foi aberto aos 11 minutos do primeiro tempo, após pênalti para o Bahia, com Heitor atingindo Erick Pulga na área. 

Alejo Véliz cobrou, Anderson fez defesa parcial, mas não evitou o gol: 1 a 0.

A Chapecoense conseguiu responder à altura, já aos 18 minutos do primeiro tempo. 

Na direita, Yago Felipe fez belo cruzamento para Giovanni Augusto, que estava no lado oposto, dentro da área. 

O camisa 10 fez o domínio e, com a bola no ar, fuzilou para o fundo das redes.

Apesar de o jogo se manter bastante aberto e equilibrado, as duas equipes tinham dificuldades em encontrar espaços para finalizar com perigo. 

Aos 41 minutos do primeiro tempo, Erick Pulga fez a tabela, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro. Kauan tentou fazer o corte, mas mandou contra o próprio gol: 2 a 1.

A Chapecoense não demorou a reagir. 

Logo aos 2 minutos do segundo tempo, Giovanni Augusto alçou a bola na área e ela chegou a Marcinho, que, na pequena área, finalizou com força para empatar a partida.

Instantes depois de um gol anulado de Túlio Eduardo por impedimento na origem do lance, foi o Bahia quem conseguiu o gol: Acevedo disparou uma bomba da entrada da área para fazer 3 a 2, aos 18 minutos do segundo tempo.

Contudo, a Chapecoense encontrou o empate aos 25 minutos do segundo tempo. 

Giovanni Augusto fez sua segunda assistência no jogo, cruzando na cabeça de Túlio Eduardo. 

O centroavante cabeceou muito bem, Ronaldo ainda tocou na bola, mas ela morreu no fundo do gol: 3 a 3.

A partida seguiu aberta. 

O Bahia, com mais posse de bola, conseguiu pressionar, especialmente nos minutos finais. 

Foi o time que mais perdeu chances de um quarto gol. 

Erick teve grande chance em cabeceio aos 44 minutos do segundo tempo. 

Contudo, a Chapecoense, com suas armas, também ameaçou, incluindo um chute por cobertura de Marcinho, aos 48 minutos do segundo tempo.

A Chapecoense segue na lanterna, com 11 pontos obtidos no Campeonato Brasileiro da Série A. 

O Bahia emenda seu quinto empate consecutivo, ocupa a quinta posição e ainda pode perder posições até o fim da rodada.

A Chapecoense enfrenta o São Paulo no domingo (23), com apito inicial. 

Às 18h30 (horário de Brasília) na Arena Condá. 

No mesmo dia, às 16 horas (horário de Brasília), o Bahia tem o clássico contra o Vitória, no Barradão.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Título e proposta na mesa

Palmeiras conquista competição sub-20 na Holanda e recebe proposta por 2 jovens.

Verdão vence o PSV Eindhoven na final da Otten Cup e negocia saídas de Victor Gabriel e Pimenta.

O Palmeiras foi campeão da Otten Inovation Cup, torneio sub-20 disputado na Holanda, neste domingo. 

E a competição pode render mais do que um troféu ao clube. 

Times europeus demonstraram interesse em dois jogadores presentes na campanha.

O zagueiro Pimenta e o atacante Victor Gabriel, ambos de 19 anos, estão entre os procurados pelo mercado da Europa. 

Os clubes em questão não foram revelados, mas o Globo Esporte ouviu que há otimismo para sacramentar as vendas.

Victor Gabriel foi um dos artilheiro do time na competição, com 2 gols. 

Pimenta também balançou a rede e funcionou como um líder para a equipe. 

Os 2 estão entre os mais velhos da delegação que embarcou para a Holanda.

A dupla ainda não atuou entre os profissionais, mas é figurinha carimbada no sub-20. 

Pimenta acumula 35 partidas na temporada, enquanto Victor Gabriel tem 20 participações em gol em 31 jogos.

Os 2 chegaram recentemente ao Palmeiras, como parte do processo de captação da base. 

Pimenta veio do Ska Brasil direto para o sub-20 do Verdão, assim como Victor Gabriel, cria do Grêmio São-Carlense que chamou a atenção no Novorizontino.

A campanha do Palmeiras na competição de base foi excelente. 

A equipe liderou o Grupo A com 7 pontos, sendo 2 vitórias, sobre Adelaide United, da Austrália, e PSV Eindhoven, e 1 empate com o Manchester United.

As Crias da Academia bateram o Monaco, da França, por 1 a 0 na semifinal e voltaram a vencer o PSV Eindhoven na decisão, por 2 a 1. 

E olha que o Palmeiras nem mandou o time principal do sub-20, que permaneceu em São Paulo para focar na preparação visando a final do Campeonato Brasileirão da categoria.

Regras inusitadas: O torneio na Holanda teve regras que fugem do padrão das competições sub-20. 

As partidas foram disputadas em dois tempos de 20 minutos, ou seja, um jogo completo teve duração menor do que apenas um tempo do futebol profissional. 

O cronômetro era paralisado quando a bola saia do campo.

A Otten Cup ainda contou com substituições ilimitadas, cobranças de lateral com os pés e a possibilidade dos cobradores conduzirem a bola, sem precisar passar para um companheiro. 

Além disso, determinados lances de cartão amarelo rendiam uma suspensão temporária de 4 minutos.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Ouro inédito para o Brasil

Brasil conquista 2 ouros inéditos no Mundial de GR com maiores notas do mundo em 2026.

Ao som de "Feeling Good" e "Abracadabra", conjunto brasileiro crava as 2 séries nas finais por aparelhos e alcança melhores resultados da temporada para dominar o topo do pódio.

A medalha de ouro estampou o peito do conjunto do Brasil no Mundial de ginástica rítmica. 

E em dose dupla! 

Depois de terem conquistado o bronze na prova geral e faturado a vaga antecipada para as Olimpíadas de 2028, as brasileiras voltaram à quadra de Frankfurt neste domingo (16) para as finais por aparelhos. 

Ao som de "Feeling Good", um clássico do jazz, as ginastas cravaram a série simples (5 bolas) para receberem 29,450 pontos, a maior nota do mundo de toda a temporada dos conjuntos. 

Horas depois, ao som de "Abracadabra", hit de Lady Gaga, repetiram o notaço na série mista (3 arcos e 2 pares de maças). 

Duda Arakaki, Sofia Madeira, Nicole Píricio, Mariane Gonçalves, Maria Paula Caminha e Julia Kurunczi podem dizer: "Eu sou campeã mundial". 

Conquistas inéditas.

"A gente vai cantar o hino!" A técnica Camila Ferezin celebrava em lágrimas ao fim da final das cinco bolas. Lágrimas de um desabafo. O Brasil chegou à final da série simples apenas com a oitava e última vaga. Determinadas a colocar para trás a falha que quase tirou o país do pódio na prova geral de sábado, as brasileiras desta vez mostraram a rotina completa de "Feeling Good". Um enredo que destaca a sensualidade e o desabrochar de meninas se tornando mulheres. Mulheres agora campeãs mundiais em dose dupla. "Abracadabra" selou o feitiço brasileiro na série mista para encantar o Mundial e dominar o topo do pódio do conjunto neste domingo (16).

"A gente acreditava muito que era possível. Esse é um dos pontos mais importantes da nossa equipe. É acreditar antes de acontecer. Isso é ter fé. A gente tinha muita fé que a gente poderia fazer ainda melhor as nossas séries. A medalha é consequência. A gente está muito feliz. O mais importante é quando cravamos a série. A gente trabalha muito pra isso. Acima de medalha, de resultado, a gente quer entrar lá e fazer nosso melhor e sair feliz com o nosso trabalho. Todo mundo está orgulhoso do nosso trabalho. Muita alegria. Estamos muito emocionadas. Sempre foi um sonho. Poder ver a bandeira do Brasil no lugar mais alto, poder representar nosso povo, nossa família, não tem preço", disse Duda Arakaki, capitã do conjunto brasileiro.

Até o Mundial do ano passado, uma medalha era um sonho para o Brasil. 

Em casa no Rio de Janeiro, duas pratas materializaram esse sonho na prova geral e na série mista. 

O bronze da prova geral em Frankfurt trouxe o gosto da inédita vaga olímpica antecipada. 

Faltava só um título para coroar a trajetória de evolução do conjunto verde-amarelo na modalidade. 

Veio em dose dupla.

"Essa medalha representa que todo o sacrifício valeu a pena. Foram longos anos correndo atrás dessa medalha. Mesmo não acreditando lá atrás, a gente trabalhou como se fosse possível. Esse possível foi chegando e veio nesse momento, depois de 15 anos de muito trabalho, muita dedicação. A gente tá sem acreditar", disse a técnica Camila Ferezin.

O Brasil já tinha a maior nota do mundo na série simples com os 29,250 do Campeonato Pan-Americano de junho. 

Aumentar a nota em uma final de Mundial era uma missão difícil, mas elas sabiam que tinham série para isso. Foram premiadas com 29,450 pela rotina cravada. 

Atual campeã olímpica, a China ficou com a prata (28,900). 

Campeã olímpica do Jogos de Tóquio, a Bulgária foi bronze (28,400).

Na série mista, o Brasil tinha a terceira maior nota da temporada, os 28,900 do Pan-Americano. 

A nova nota 29,450 fez o conjunto verde-amarelo passar Espanha (28,950) e China (29,250) para assumir a liderança do ano. 

Campeãs da prova geral no sábado, as espanholas ficaram com a prata mesmo cravando a série para 29,050. 

A Bulgária completou o pódio, com 28,750.

As finais: 

Cinco bolas: A seleção brasileira foi a terceira a se apresentar na final da série simples. 

Depois de ter avançado à decisão com a oitava e última vaga por causa da falha em uma colaboração na classificatória, o Brasil deu um show com uma série cravadíssima. 

A celebração ao fim da rotina já antecipava o que estava por vir: a notaça 29,450. 

Bem maior que os 26,800 do sábado (15). 

Maior que os 28,400 da Bulgária, então líder da final. 

Maior até que os 29,250 que o Brasil tirou na final do Campeonato Pan-Americano, até então maior nota do mundo na temporada.

Ainda restavam 5 conjuntos para se apresentar, mas o Brasil colocou o sarrafo muito no alto. 

A China, atual campeã olímpica, cravou a série, mas chegou aos 28,900 pontos, insuficientes para desbancar as brasileiras. 

Depois uma a uma, as rivais foram cometendo erros. 

Campeã da prova geral e líder da classificatória com 28,500, a Espanha cometeu uma falha e tirou 27,450. 

A anfitriã Alemanha foi a última a competir, teve um erro grave e ficou com 25,400 pontos. 

O ouro inédito estava selado.

Série mista: Com o ouro inédito em mãos, o Brasil entrou leve na final da série mista. 

Ao som de "Abracadabra", as damas de vermelho se vestiram com um novo collant para lançar um novo feitiço na quadra de Frankfurt. 

Novamente o terceiro conjunto a se apresentar, o Brasil mais uma vez cravou a rotina da Lady Gaga. 

Segunda melhor nota da prova no sábado (15) com 28,700, o conjunto verde-amarelo conseguiu mais um 29,450. 

Já tinha a maior nota do mundo em 2026 na série simples e igualou a marca na série mista.

Campeã da prova geral e líder da classificatória com 28,950, a Espanha veio logo em seguida e também cravou a série, mas não foi o suficiente para alcançar as brasileiras: 29,050. 

Terceiro colocado da classificatória, o Japão cometeu pequenas falhas e acabou desbancado do pódio pela Bulgária, que acertou a série para 28,750. 

Coube à Ucrânia fechar a disputa. 

Justamente as atuais campeãs mundiais da série mista, que no ano passado tiraram o ouro do Brasil em casa. 

Desta vez as ucranianas deixaram as maças caírem por 2 vezes. 

O título era do Brasil.

Todas as medalhistas do Mundial de Ginástica Rítmica:

Conjunto geral:

1 - Espanha - 57,450 pontos

2 - Japão - 56,700

3 - Brasil - 55,500

Conjunto simples (5 bolas):

1 - Brasil - 29,450

2 - China - 28,900

3 - Bulgária - 28,400

Conjunto misto (3 arcos e 2 pares de maças):

1 - Brasil - 29,450

2 - Espanha - 29,050

3 - Bulgária - 28,750

Individual geral:

1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 119,500

2 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 117,600

3 - Sofia Raffaeli (Itália) - 117,550

Arco individual:

1 - Taisiia Onofriichuk (Ucrânia) - 30,700

2 - Sofia Raffaeli (Itália) - 30,500

3 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,400

Bola individual:

1 - Darja Varfolomeev (Alemanha) - 30,350

2 - Sofiia Ilteriakova (Rússia) - 29,800

3 - Mariia Borisova (Rússia) - 29,150

Maças individual:

1 - Stiliana Nikolova (Bulgária) - 30,150

2 - Taisiia Onofriichuk (Ucrânia) - 30,050

3 - Mariia Borisova (Rússia) - 30,050

Equipe (conjunto + individual):

1 - Rússia - 278,300

2 - Bulgária - 276,050

3 - China - 275,400

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

sábado, 15 de agosto de 2026

3 medalha para o Brasil em Lima

Brasil conquista 3 medalhas no segundo dia do Grand Prix de Lima.

David Lima (-81kg) conquistou ouro, em duelo brasileiro, Guilherme de Oliveira (-73kg) venceu o compatriota Daniel Cargnin e ficou com bronze. 

Nauana Silva (-70kg) garantiu a prata.

Depois de uma estreia vitoriosa, o Brasil garantiu medalhas em todas as 3 disputas previstas para o bloco final do segundo dia do Grand Prix de Lima, no Peru. 

David Lima (-81kg) foi o principal destaque da noite, após encerrar a participação brasileira na noite deste sábado (15) com medalha de ouro.

Venceu o canadense Francois Drapeau ao marcar um yuko logo nos primeiros minutos da luta.

Na categoria até 73kg, o país teve uma dobradinha na disputa pelo bronze. 

Guilherme de Oliveira venceu o compatriota Daniel Cargnin com ippon no golden score na disputa pelo bronze. 

Guilherme chegou à disputa após 3 vitórias e 1 derrota, enquanto Cargnin somou duas vitórias e uma derrota na competição.

Na categoria até 70kg, Nauana Silva ficou com a medalha de prata após perder para a alemã Dena Pohl. 

A brasileira estava invicta na competição até então. 

A alemã Pohl fez uma luta estratégica e garantiu a vitória com um waza-ari. 

Nauana tentou reagir nos minutos finais e conseguiu aplicar alguns golpes, mas Pohl se defendeu bem e neutralizou as investidas da brasileira até o fim do combate.

3 medalhas na estreia: A seleção brasileira de judô estreou com 3 medalhas no Grand Prix de Lima, no Peru. 

Michel Augusto, na categoria até 60kg, e Rafaela Rodrigues, até 52kg, conquistaram o ouro. Jéssica Lima, até 57kg, ficou com o bronze. 

Com os resultados, o Brasil terminou o primeiro dia de competição na liderança do quadro de medalhas.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mais de 20 anos...

Uberlândia no Campeonato Brasileiro da Série C: última participação foi há mais de 20 anos. 

Relembre.

Time alviverde conquistou o acesso após eliminar o CSA em Maceió e vai voltar à terceira divisão em 2027.

O Uberlândia está de volta à Série C do Campeonato Brasileiro após mais de 2 décadas. 

A última participação do clube na terceira divisão, em 2003, terminou cedo e foi pouco memorável, em uma época em que a competição ainda era o último nível do futebol brasileiro.

23 anos depois, retornar ao Campeonato Brasileiro da Série C se tornou um motivo de celebração para os torcedores do Uberlândia. 

O clube conquistou o acesso no Campeonato Brasileiro da Série D após eliminar o CSA nas quartas de final e deu o primeiro passo para retomar o protagonismo no cenário nacional.

Em 2003, o time alviverde caiu no Grupo 16 da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C, ao lado de Ituiutaba, atual Boa Esporte, e Francana-SP. 

Os 2 primeiros colocados de cada uma das 28 chaves avançavam ao mata-mata.

Com 1 vitória, 2 empates e 1 derrota, o UEC (Uberlândia Esporte Clube) passou de fase e encarou o CFZ de Brasília. 

O confronto foi completamente dominado pelo time da capital federal: 2 derrotas por 3 a 0 eliminaram o Uberlândia no que foi a última campanha da equipe na terceira divisão até hoje.

Naquele ano, o Verdão da Mogiana disputou o Módulo 2 do Campeonato Mineiro. 

O time só voltaria ao Campeoanto Brasileiro em 2009, quando jogou o Campeonato Brasileiro da Série D pela primeira vez.

Depois de 3 tentativas, o Uberlândia conquistou o acesso ao Campeonato Brasileiro da Série C em 2026 com uma campanha sólida na quarta divisão. 

O time liderou o Grupo A11 da primeira fase e passou por Rio Branco-ES, Serra Branca-PB, Portuguesa e CSA no mata-mata.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

E o jejum só aumenta...

Coritiba busca o empate no Morumbis, e São Paulo chega a 9 jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro.

Equipe da casa sai na frente com golaço de Pablo Maia, e Tiago Cóser marca no segundo tempo. 

Tricolores ouvem vaias.

O drama do São Paulo no Campeonato Brasileiro ganhou mais um capítulo neste sábado (15). 

O Tricolor empatou por 1 a 1 com o Coritiba, em um Morumbis com mais de 44 mil torcedores, e chegou a nove jogos sem vencer pela competição nacional.

Pressionado, o time de Dorival Júnior abriu o placar no primeiro tempo com Pablo Maia, mas Cóser deixou tudo igual no início da etapa final. 

O São Paulo pressionou em busca da vitória e reclamou de um pênalti sobre Calleri nos minutos finais, mas não conseguiu conquistar os três pontos e amenizar a crise. 

O São Paulo segue na décima segunda colocação, com 27 pontos. 

No outro lado, o Coritiba garante um ponto valioso na luta por uma posição na parte de cima da tabela. 

A equipe de Seabra é o nono colocado com 31 pontos.

O time de Dorival Júnior segue sem vencer no Campeonato Brasileiro. 

O último triunfo foi no dia 25 de abril, sobre o Mirassol, quando o São Paulo ainda era comandado por Roger Machado. 

Desde então, foram 9 rodadas, com 4 empates e 5 derrotas.

O São Paulo segue na décima segunda colocação, com 27 pontos. 

No outro lado, o Coritiba garante 1 ponto valioso na luta por uma posição na parte de cima da tabela. 

A equipe de Seabra é o nono colocado com 31 pontos.

O São Paulo dominou o primeiro tempo. Criou todas as chances, não deu espaço para o Coritiba dar trabalho ao goleiro Rafael e só esbarrou nos próprios erros até abrir o placar. 

Pela direita, Lucas Ramon empilhou subidas ao ataque para cruzar para a área, mas nenhuma chance foi aproveitada. 

Pela esquerda, Victor Sá teve mais dificuldade. 

E a equipe parecia não encontrar caminhos pelo meio, até que Pablo Maia recebeu de frente para a área, se livrou da marcação e bateu no canto para abrir o placar. 

Os minutos finais foram de apenas troca de passes.

O Coxa precisou de pouco tempo para empatar a partida. 

Aos 11 minutos do primeiro tempo, Tiago Cóser aproveitou uma bola levantada na área, subiu mais que a defesa e marcou. 

Com o jogo igual, o São Paulo se lançou ao ataque, mas encontrou uma sólida marcação do adversário.

O Tricolor exagerou nas bolas levantadas na área e pouco conseguiu criar. 

Nos acréscimos, Calleri pediu pênalti após ser derrubado por Keno dentro da área, mas a árbitra mandou o jogo seguir. 

A partida terminou com um São Paulo nervoso e ineficaz.

A partida estava empatada quando, após um cruzamento do São Paulo, a bola caiu no pé de Calleri dentro da grande área, que se antecipou ao marcador, mas acabou sofrendo um chute de Keno. 

O jogador reclamou um pênalti, mas a árbitra Charly Derreti mandou o jogo seguir. 

O Tricolor reclamou bastante do lance.

Ao ser substituído no segundo tempo, Luciano deu socos no banco de reservas e não disfarçou a insatisfação. 

O clima negativo não se limitou ao atacante. 

Após o apito final, os cerca de 44 mil torcedores presentes no Morumbis vaiaram muito o futebol apresentado pelo São Paulo.

As 2 equipes voltam a entrar em campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo fim de semana. 

No domingo (23), o São Paulo encara a Chapecoense, às 18h30 (horário de Brasília), na Arena Condá, em Chapecó. 

Pouco depois, às 19h30 (horário de Brasília), o Coritiba encara o Corinthians, no Couto Pereira, em Curitiba.

Antes disso, porém, o São Paulo terá uma decisão continental. 

Na terça-feira (18), às 21h30 (horário de Brasília), os comandados de Dorival Júnior encaram o Bolívar, no Morumbis, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana. 

O jogo de ida foi 1 a 1 e o Tricolor precisa de uma vitória mínima para garantir vaga na próxima fase.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Jogão na Arena!

Em jogo de defesaças e lei do ex, Athletico e Red Bull Bragantino empatam na Arena da Baixada.

Volpi brilha na primeira etapa, Athletico empilha chances e Red Bull Bragantino pontua fora de casa.

Athletico e Bragantino fizeram um grande jogo no empate em 1 a 1 pela vigésima terceira rodada do Campeonato Brasileiro. 

O primeiro tempo foi de domínio do Furacão, mas na segunda etapa foi o Red Bull Bragantino que abriu o placar, com direito a lei do ex, no gol de Pedro Henrique. 

Minutos depois, o Furacão empatou com Kerwin Vargas, primeiro gol do reforço colombiano.

O Athletico perdeu a chance de alcançar a vice-liderança do Campeonato Brasileiro, mas assegurou a terceira posição, com 41 pontos, a 7 pontos do líder Palmeiras e a 1 ponto do Flamengo. 

O Red Bull Bragantino, por sua vez, fica na sétima posição, com 32 pontos, a um do G5.

Athletico fez valer o mando de campo e aplicou grande pressão no Red Bull Bragantino nos primeiros 10 minutos do primeiro tempo. 

Logo no primeiro minuto do primeiro tempo, Kevin Viveros acertou uma bola na trave. 

Gilberto e João Cruz também tiveram oportunidades perigosas nas finalizações, que pararam nas boas defesas de Volpi. 

Faltou pouco para o Furacão abrir o placar. 

A partir da metade da primeira etapa, o Red Bull Bragantino entrou mais no jogo e tentou chegar no ataque, mas pouco conseguiu ameaçar o gol de Santos. 

O Furacão voltou a oferecer perigo aos 28 minutos do primeiro tempo, com Leozinhho, que fez bela jogada pela direita, tentou cruzar a e bola saiu fechada, quase dentro do gol, surpreendendo Volpi, que fez a defesa. 

Já por volta dos 40 minutos do primeiro tempo, Kevin Viveros conseguiu entrar na área, ganhar do marcador, mas na hora de chutar, finalizou em cima do goleiro. 

Um primeiro tempo de grandes oportunidades do Athletico, que pecou em concluí-las no gol, e de pouco domínio do Red Bull Bragantino, que demorou a entrar no jogo.

No segundo tempo, o Athletico manteve o controle de jogo, mas diminuiu o ritmo. 

Teve boas chances com Viveros e Kerwin Vargas, que entrou no lugar de Leozinho. 

Viveros, mais uma vez, pecou nas finalizações. 

Vargas recebeu belo cruzamento de Gilberto, e chutou de primeira para fora. 

No lance seguinte, o Red Bull Bragantino conseguiu escanteio e aos 21 minutos do segundo tempo, saiu o gol de Pedro Henrique, num desvio de cabeça após escanteio fechadinho. Lei do ex na Arena da Baixada.

A resposta veio minutos mais tarde, num lance pelo lado esquerdo do campo. 

Mendoza recebeu a bola de Arthur Dias e achou Viveros na linha de fundo. 

O camisa 9 limpou e tocou para Vargas, que colocou para dentro das redes. 

Depois do empate, o Red Bull Bragantino melhorou e teve grande chance num chute de Pitta, mas Santos fez boa defesa.

O Athletico tem a semana cheia de treinos e volta a campo contra o Botafogo, pela vigésima quarta rodada do Campeonato Brasileiro, no dia 24 de agosto, uma segunda-feira, às 20 horas (horário de Brasília), no Nilton Santos. 

O Red Bull Bragantino, por sua vez, tem a partida de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético-MG, na Arena MRV, na próxima quarta-feira (19), às 19 horas (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro