sábado, 12 de setembro de 2026

Empate de meio de tabela

Botafogo joga mal, não aproveita superioridade numérica e empata com Red Bull Bragantino no Nilton Santos.

Equipe carioca tem noite de pouca inspiração e, mesmo com um jogador a mais durante toda a segunda etapa, ficou no 1 a 1 com o time paulista.

O Botafogo empatou em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino na noite deste sábado (12), pela vigésima sétima rodada do Campeonato Brasileiro. 

A equipe não conseguiu aproveitar o fator casa, nem a expulsão de Wallace Yan ainda no primeiro tempo, e ficou no empate contra o time paulista.

O time alvinegro foi muito refém de bolas alçadas na área e viu Montoro e Danilo terem atuações apagadas, o que prejudicou o setor criativo do Botafogo.

O Red Bull Bragantino, por sua vez, mereceu abrir o placar no primeiro tempo e soube sofrer na segunda etapa para conquistar um ponto fora de casa, mesmo com um jogador a menos por mais de 45 minutos.

Jogando muito mal, coube ao Botafogo apenas sobreviver à primeira etapa da partida. 

O Red Bull Bragantino foi muito superior, com mais volume de jogo nos lados do campo e também pelo meio. 

A equipe paulista ficava com quase todas as disputas e, quando perdia, recuperava na segunda bola.

Depois de pelo menos duas boas chances de gol, o Red Bull Bragantino fez boa jogada pela direita, com Wallace Yan, que cruzou para Isidro Pitta, que entrava sozinho para marcar o primeiro. 

Antes dele, Monzón, zagueiro do Botafogo, tentou cortar e acabou empurrando a bola para dentro do próprio gol.

O placar poderia ter sido ampliado se o Red Bull Bragantino tivesse aproveitado melhor as arrancadas de Fernando e Lucas Barbosa. 

Na reta final o jogo mudou de rumo, porque a arbitragem entendeu que Wallace Yan deixou o braço no rosto de Ferraresi em disputa no ataque, e acabou expulsando o jogador.

Com um jogador a mais e jogando em casa, o Botafogo voltou para o segundo tempo com mudança para tentar reverter o placar adverso. 

Kadir entrou no lugar de Villalba, que fez péssimo jogo. 

Com outro atacante físico na área, o Botafogo passou a insistir em cruzamentos pela direita, com Vitinho, e pela esquerda, com Telles.

E foi de uma jogada que passou pelos dois que a equipe carioca conseguiu o empate. 

Após troca de passes no meio-campo, Alex Telles apareceu sozinho pela esquerda para cruzar e encontrar Vitinho, que apareceu livre nas costas de Juninho Capixaba, e igualou o marcador.

Quando parecia que o Botafogo conseguiria a virada, o jogo esfriou e o Red Bull Bragantino teve boas oportunidades de marcar o segundo. 

O time alvinegro, por sua vez, trocava passes no campo de ataque e apelava para a bola aérea, que quase sempre procurava Tiquinho Soares. 

Sem muita efetividade, não conseguiu virar o placar. Herrera, do Red Bull Bragantino, ainda teve chance clara antes do fim, mas parou em Gabriel Batista, que salvou o Botafogo de um resultado pior.

O resultado adverso deste sábado passou muito pela baixa produtividade de alguns jogadores. 

Danilo e Villalba fizeram um primeiro tempo abaixo do normal e não conseguiram contribuir para o time carioca.

Montoro ainda foi mais participativo, mas se limitou a lançamentos e bolas alçadas na área. 

Nas poucas finalizações que teve, não conseguiu ameaçar o gol de Tiago Volpi, e contribuiu para que o Botafogo não conseguisse sair do empate.

Wallace Yan foi o grande nome do duelo, tanto para o bem, quanto para o mal. 

O jogador do Red Bull Bragantino participou muito bem das transições ofensivas.

E foi dos pés dele que saiu o cruzamento que originou o gol do Red Bull Bragantino. 

Ex-jogador do Flamengo, o atacante chegou a comemorar fazendo o "chororô", em forma de provocação à torcida do Botafogo.

Na reta final do primeiro tempo, Wallace Yan apareceu novamente, mas pela última vez na partida. 

O jogador foi expulso após lance polêmico. 

Na interpretação do árbitro, ele deixou o braço no rosto de Ferraresi durante corrida e levou cartão vermelho. 

A expulsão prejudicou o Red Bull Bragantino, que era melhor no jogo.

Wallace Yan saiu muito revoltado com o cartão vermelho, e chegou a chorar na saída de campo.

Com o empate no Nilton Santos, o Botafogo continua em queda na tabela do Campeonato Brasileiro, e agora está na décima quarta colocação, com 32 pontos, apenas 4 pontos à frente do Vasco, que é o primeiro time no Z-4 do campeonato.

O Red Bull Bragantino, mesmo que longe da zona de rebaixamento, também acende o alerta. 

No caso do time paulista, que está em nono lugar, com 36 pontos, o objetivo de conquistar vaga na Taça Libertadores da América de 2027 está cada vez mais distante.

O Botafogo volta a campo na próxima quarta-feira (16), às 19h30 (horário de Brasília), no Nilton Santos, contra o Grêmio. 

A partida é válida pela vigésima primeira rodada do Campeonato Brasileiro, adiada anteriormente.

O Red Bull Bragantino joga contra o Flamengo, no próximo dia 20 de setembro, às 18h30 (horário de Brasília), no Maracanã, também pelo Campeonato Brasileiro.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória do alívio colorado

Internacional vence a Chapecoense na Arena Condá e quebra jejum de 10 partidas no Campeonato Brasileiro.

Chapecoense esteve perto da virada, mas cometeu erro fatal no segundo tempo. 

Colorado chega a 28 pontos.

O Internacional pôs fim à sua sequência de 10 jogos sem vitórias no Campeonato Brasileiro: venceu a Chapecoense neste sábado (12), na Arena Condá, pela vigésima sétima rodada. 

Bruno Henrique abriu o placar para o Colorado, Garcez empatou e Carbonero marcou o gol da vitória do Internacional, após falha da Chape envolvendo Anderson e Doma. 

Com o resultado, os catarinenses seguem afundados na lanterna, enquanto os gaúchos seguem no Z-4.

Em um primeiro tempo de poucas oportunidades, o Internacional teve breves momentos de domínio, mas o confronto foi equilibrado. 

Quando a Chapecoense já havia desperdiçado uma chance, o Internacional abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo. 

Carbonero recebeu invertida, fez boa jogada e cruzou rasteiro. 

Da entrada da área, com liberdade, Bruno Henrique soltou a bomba, sem chances para Anderson: 1 a 0.

A Chapecoense apresentava dificuldades para passar pela defesa colorada e ameaçar o goleiro Matheus Cunha, mas conseguiu empatar aos 45 minutos do primeiro tempo: Marcinho alçou a bola na área com muita categoria. 

Garcez subiu muito bem em meio à marcação e desviou para o contrapé do goleiro: 1 a 1.

A Chapecoense voltou bem para o segundo tempo, e controlava a posse de bola. 

Aos 9 minutos do segundo tempo, Garcez finalizou colocado, de dentro da área, e a bola passou ao lado. 

Aos 15 minutos do segundo tempo, Túlio Eduardo chutou bem, com efeito, mas Matheus Cunha fez grande defesa para salvar o Internacional.

Foi o Internacional quem chegou ao segundo gol, aos 21 minutos do segundo tempo. 

Na saída de bola, Anderson fez um passe que Doma não conseguiu dominar. 

Carbonero ficou com a posse, driblou doma e finalizou para o fundo das redes, com a bola passando por baixo do goleiro.

Demorou para a Chape se recuperar do erro e voltar a levar algum perigo, enquanto o Internacional tentava controlar a partida e se manter mais seguro. 

Aos 43 minutos do segundo tempo, quando a Chapecoense conseguia fazer maior pressão em busca do empate, começou uma briga generalizada após desentendimento entre Marcinho e Villagra. 

Nos minutos finais, o Internacional conseguiu manter a vantagem sem passar por maiores sufocos.

A Chapecoense segue na lanterna, com 17 pontos. 

O Internacional é o décimo oitavo colocado, com 28 pontos. 

Tem a mesma pontuação, mas 1 jogo a mais que o décimo sétimo colocado, Vasco.

A Chapecoense visita o Atlético-MG na Arena MRV, com apito inicial às 16 horas (horário de Brasília) de sábado (19). 

No mesmo dia, às 21 horas (horário de Brasília), o Internacional encara o São Paulo no Morumbis.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Palmeiras retorna a ponta

Palmeiras vence São Paulo e dorme na liderança do Campeonato Brasileiro.

Equipe garante vitória com gols de Murilo e Vitor Roque, com Tricolor atuando com um a menos desde os 38 minutos do primeiro tempo, e vai a 56 pontos.

O Palmeiras venceu o São Paulo por 2 a 0, no Nubank Parque, e dorme na liderança do Campeonato Brasileiro. 

Fez gols com Murilo e Vitor Roque, diante de um Tricolor reserva por causa do eminente confronto com o Boca Juniors pela Copa Sul-Americana, e chegou aos 56 pontos, recuperando o primeiro lugar. 

Joga a pressão agora para cima do Flamengo, que tem 54 pontos e recebe o Corinthians no domingo (13) ainda podendo recuperar o posto.

O Palmeiras chega a 56 pontos e recupera a liderança ao menos por este sábado (12), já que o Flamengo, agora em segundo, tem 54 pontos e recebe o Corinthians no domingo (13). 

O São Paulo com a derrota estaciona nos 33 pontos e está em décimo lugar.

O Palmeiras volta a campo às 19 horas (horário de Brasília) da quarta-feira (16), quando visita a LDU (Liga Deportiva Universitária de Quito - Equador) pelo confronto de volta das quartas de final da Taça Libertadores da América, enquanto o São Paulo recebe o Boca Juniors na terça-feira (15) pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. 

No Campeonato Brasileiro, voltam a jogar contra Grêmio, em Porto Alegre, no próximo domingo (20), e Internacional, no Morumbis, no sábado (19).

O VAR trabalhou no Choque-Rei aos 38 minutos do primeiro tempo, quando Rafael Klein advertiu Osorio com cartão amarelo por entrada em Piquerez, mas foi chamado para a revisão no vídeo e terminou anulado a marcação para dar vermelho direto.

Foi expulso e deixou o São Paulo com um a menos.

Foi um primeiro tempo truncado, com muitas faltas (11 vezes do São Paulo contra 7 oporunidades do Palmeiras) e poucas chances efetivas. 

Tanto que até os 26 minutos do primeiro tempo, os times somavam cinco tentativas, só que nenhuma delas no alvo. 

A primeira boa chance sai apenas aos 32 minutos do primeiro tempo, com cabeceio de Flaco que passa perto da trave.

Aos 38 minutos do primeiro tempo, porém, Osorio faz falta em Piquerez e, depois de revisão do VAR, recebe cartão vermelho e é expulso, deixando o São Paulo com um a menos.

Dorival não mexe no time logo em seguida. 

E o Palmeiras, por sua vez, pressiona melhor. Chega com Arias aos 44 minutos do primeiro tempo, em chute defendido por Coronel, e aos 45 minutos do primeiro tempo, abre o placar: Andreas acha Giay na ponta direita, cruza na área, Gómez arruma de cabeça e Murilo, com o pé, abre o placar no 1 a 0. 

O primeiro tempo segue até os 51 minutos do primeiro tempo, com chances de Cauly, defendida por Carlos Miguel aos 50 minutos do primeiro tempo, mas sem mudanças no placar.

Houve mudanças em ambos os lados. 

Dorival colocou mais um zagueiro, por causa da expulsão de Osorio ainda no primeiro tempo, e o auxiliar João Martins, a frente do time na ausência de Abel Ferreira (suspenso), substituiu ambas as laterais. 

Aos 4 minutos do segundo tempo, saiu mais um gol: Pablo Maia erra o passe deixando com Evangelista, e na sequência Flaco, Khellven e chute de Vitor Roque, o Palmeiras faz 2 a 0.

A melhor oportunidade do Tricolor acontece somente aos 23 minutos do segundo tempo, quando Artur cobra o escanteio fechado na pequena área, e Rafael Tolói sobe sozinho, mas cabeceia mal para fora. 

A equipe tinha chegado com Wendell cara a cara com Carlos Miguel, que faz bela defesa, aos 9 minutos do segundo tempo, mas não valeria nada porque estava em posição de impedimento.

Depois disso o Palmeiras ainda tem grandes chances com chute de Vitor Roque, aos 27 minutos do segundo tempo, que a bola passa muito perto da trave para fora, e aos 28 minutos do segundo tempo, com Flaco, mas que chuta de mal jeito e o goleiro Coronel fica com a bola. 

Segundo tempo vai até os 50 minutos do segundo tempo, sem mais mudanças no placar, confirmando a vitória do Palmeiras por 2 a 0.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Virada do Vasco em Porto Alegre

Vasco vira sobre o Grêmio e se aproxima de sair da zona de rebaixamento.

Time carioca faz dois gols em quatro minutos no segundo tempo e vence duelo direto na parte de baixo da tabela.

Em confronto direto na briga contra o rebaixamento, pela vigésima sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco derrotou o Grêmio por 2 a 1, de virada, na tarde deste sábado (12), na Arena, em Porto Alegre. 

Villasanti abriu o placar para o time da casa, mas Thiago Mendes e Colidio viraram na segunda etapa, no espaço de quatro minutos.

O Vasco não vencia o Grêmio fora de casa há 20 anos e vinha de 11 derrotas seguidas contra o rival como visitante. 

O resultado deste sábado (12), além do respiro na briga contra a degola, significou a primeira vitória na Arena do Grêmio (inaugurada em 2012) e também o primeiro triunfo como visitante neste Campeonato Brasileiro.

A vitória coloca o Vasco com 28 pontos, ainda na zona de rebaixamento (décimo ´setimo colocado), mas com a mesma pontuação de Mirassol e do próprio Grêmio, mas atrás pelo saldo de gols. 

O time gaúcho, como citado, está em déicmo quinto lugar e pode ser ultrapassado pelo Mirassol ainda nesta rodada.

Os 2 times tiveram boas chegadas no ataque, o Vasco levou perigo mais vezes, mas foi o Grêmio que mexeu no placar. 

A primeira chance foi aos 11 minutos do primeiro tempo, em chute de Adson no cantinho direito de Weverton, para fora. 

O atacante vascaíno teve outra oportunidade pouco depois, aos 17 minutos do primeiro tempo. 

Em cruzamento da esquerda de Robert Renan, o cabeceio à direita da meta também foi para fora. 

O Grêmio conseguiu assustar aos 20 minutos do primeiro tempo, em jogada que começou com lançamento de Kannemann, passou por Tetê e chegou em Diego Caito. 

O chute de canhota obrigou boa defesa de Léo Jardim. 

O Vasco respondeu com Tchê Tchê, 2 vezes. 

A primeira, aos 28 minutos do primeiro tempo, foi em chute sem muita força, para defesa de Weverton. 

Aos 35 minutos do primeiro tempo, em bela jogada de Andrés Gómez, o camisa 3 bateu em cima do goleiro gremista. 

O Grêmio voltou a chegar com Tetê, em tabela com Krovinovic, mas a finalização teve defesa tranquila de Léo Jardim. 

Aos 39 minutos do primeiro tempo, o gol tricolor. 

Jovane Cabral apertou a marcação na saída de Paulo Henrique, roubou a bola e chutou para o meio da área. 

Léo Jardim espalmou, e Villasanti apareceu para tocar para o fundo das redes: 1 a 0 Grêmio.

O Vasco esboçou uma pressão no reinício de jogo, mas não levou perigo ao gol adversário. 

O Grêmio chegou aos 10 minutos do segundo tempo, em chute de fora da área de Diego Caito, outra vez de canhota. 

Léo Jardim espalmou para frente, mas Carlos Vinicius não conseguiu aproveitar. 

Quando finalmente conseguiu penetrar na defesa, o Vasco arrancou o empate. 

Aos 30 minutos do segundo tempo, em lançamento na área para Colidio, a bola ficou viva na área, a zaga tricolor não conseguiu afastar, e Thiago Mendes apareceu livre para fuzilar: 1 a 1. 

A virada saiu 4 minutos depois, aos 34 minutos do segundo tempo. 

Nardoni tinha a bola dominada no meio-campo, mas deu nos pés de Colidio. 

O argentino avançou, deixou com Bruno Duarte e recebeu na pequena área para empurrar para o gol: 2 a 1 Vasco. 

E quase saiu o terceiro, aos 39 minutos do segundo tempo. 

Colidio recebeu do estreante Lescano, mas Weverton evitou o gol com grande defesa. 

O Grêmio quase empatou meio sem querer, em cruzamento de Caito pela direita que Léo Jardim espalmou e a bola quase voltou dentro do gol vascaíno. 

Matheus Nascimento tentou já nos acréscimos, mas o goleiro defendeu sem dificuldade.

As equipes voltam a campo no meio da semana com diferentes compromissos. 

Na terça-feira (15), o Vasco faz o segundo jogo das quartas de final da Copa Sul-Americana, diante do Independiente Santa Fe (Colômbia) (na ida, empate em 0 a 0). 

O duelo começa às 19 horas (horário de Brasília), em São Januário. 

No dia seguinte, na quarta-feira (16), o Grêmio joga novamente pelo Campeonato Brasileiro, em partida atrasada da vigésima primeira rodada contra o Botafogo. 

O confronto no Nilton Santos ocorre às 19h30 (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Galo fatal!

Atlético-MG é fatal no segundo tempo, vence o Fluminense e se recupera no Campeonato Brasileiro.

Galo marca os 3 gols na etapa final e volta a vencer, após derrota para o São Paulo. 

Tricolor falha na defesa.

Em jogo com gols no segundo tempo, o Atlético-MG foi fatal diante do Fluminense e fez 3 a 1 na Arena MRV, na abertura da vigésima sétima rodada do Campeonato Brasileiro. 

Reinier (um golaço), Cuello e Vitão marcaram para o Galo, que chegou aos 39 pontos. 

Com 45 pontos, o Tricolor, no fim do jogo, descontou com Castillo. 

O time mineiro se recuperou, após vir de duas derrotas na temporada, e aplicou a primeira derrota da equipe carioca sob o comando de Marcão, que vinha de oito partidas sem perder.

O Galo, agora com 39 pontos, sobe para a sétima posição e não perde mais o lugar nesta rodada. 

O próximo jogo pelo Campeonato Brasileiro da Série A será contra a Chapecoense, sábado (19), às 16 horas (horário de Brasília), na Arena MRV. 

O Fluminense visita o Corinthians, no domingo (20), às 16 horas (horário de Brasília), na Neo Química Arena. 

A equipe carioca ainda pode ser ultrapassada pelo Bahia e pelo Cruzeiro até o fim da rodada. 

Disputando quartas de finais das competições sul-americanas, Atlético e Fluminense têm jogos decisivos no meio de semana. 

O time mineiro, na quarta-feira (16), às 19 horas (horário de Brasília), recebe o Santos, na Arena MRV, pela Copa Sul-Americana, após derrota por 2 a 0. 

O Tricolor, que venceu o Platense por 2 a 0, no Maracanã, defende a vantagem no confronto da Taça Libertadores da América, em Buenos Aires, na terça-feira (15), às 19 horas (horário de Brasília).

Cada um dos 4 gols teve sua história na Arena MRV. 

Reinier, que viveu uma crise com a torcida atleticana, marcou um golaço e foi aplaudido. 

Cuello, que ficou próximo de deixar o Galo e se transferir para a Rússia, voltou a jogar, marcou gol e deu assistência. 

Vitão fez o primeiro gol como profissional. 

Já Castillo, pelo Fluminense, quebrou jejum de gols pela equipe.

A etapa foi de divisão de domínios. 

O Fluminense começou melhor e criando mais chances. 

Lucho Acosta tentou de fora e chutou por cima do gol. Savarino, na sequência, assustou Gabriel Delfim com a bola na trave. 

Depois foi a vez de Guilherme Arana levar perigo em chute cruzado. 

O goleiro atleticano defendeu de novo. 

A partir daí, os donos da casa começaram a mandar no jogo. Castaño arriscou de fora da área. 

Depois, Cuello avançou pela direita e cruzou rasteiro na área para Fred. 

O volante chutou de primeira e levou perigo. 

Logo em seguida, Reinier recebeu de Fred, tentou encobrir Fábio, mas o experiente goleiro não deu chances. 

Parou por aí, e a etapa ficou no 0 a 0.

O Atlético continuou melhor no começo da segunda etapa. 

Pascini recebeu de Bernard e levou muito perigo em chute. 

Aos 15 minutos do segundo tempo, Cuello avançou pela direita e rolou para Reinier. 

O meia acertou o ângulo esquerdo de Fábio e abriu o placar. 

O Fluminense reclamou muito do lance, afirmando que as substituições não haviam sido completadas. 

Na saída de bola, Freytes saiu errado, Cuello roubou a bola e, na cara de Fábio, mandou no canto, marcando o segundo do Galo em 2 minutos. 

O Fluminense só conseguiu voltar ao ataque aos 26 minutos do segundo tempo. 

Savarino chegou na entrada da área e mandou do lado do gol. 

Arana também tentou novo chute, mas não conseguiu marcar. 

Parou por aí. 

Com as entradas de Scarpa e Cissé, o Galo voltou a dominar e levar perigo. 

Scarpa arriscou de fora e obrigou defesa de Fábio. 

Logo depois, Cissé chutou cruzado, a bola desviou na zaga, e Fábio teve que defender. 

Na terceira tentativa, o terceiro do Atlético. 

Em cobrança de escanteio de Scarpa, Vitão cabeceou. 

Fábio espalmou, a bola bateu no trave e em Cassierra e sobrou novamente para o zagueiro, que empurrou para as redes. 

A reação do Fluminense só ocorreu aos 45 minutos do segundo tempo. 

Castillo foi lançado, limpou Gabriel Delfim na entrada da área e mandou para as redes.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Brasileira é campeã na canoagem!!!

Ana Sátila é campeã do C1 (canoa individual) na final da Copa do Mundo de canoagem slalom.

Brasileira conquista o ouro na segunda competição mais importante do ano.

Ana Sátila se sagrou campeã do C1 na etapa final da Copa do Mundo de canoagem slalom. 

Neste sábado (12), a brasileira de 30 anos teve a melhor descida da decisão completando em 103s85 o canal La Seu d'Urgell, na Espanha. 

Levou o ouro, deixando para trás a espanhola Miren Lazkano (104s55) e a tcheca Tereza Kneblova (104s64).

"Foi uma temporada muito desafiadora para mim. O meu pai faleceu em março, e desde então a gente tem sofrido bastante, mas todos os dias que eu entro na água, estou sempre com ele no meu coração. Então, poder ganhar essa medalha hoje, na última competição da temporada, praticamente, com a minha família aqui, foi muito especial. E com certeza, onde quer que ele esteja, ele está muito feliz", disse a brasileira.

A Final da Copa do Mundo é a segunda competição mais importante da temporada da canoagem slalom, atrás apenas do Mundial de Oklahoma, em julho, quando Ana Sátila ficou fora das finais. 

Com o ouro deste sábado (12), a brasileira somou pontos importantes para o ranking olímpico, classificatório para os Jogos de Los Angeles 2028.

"A gente não começou muito bem com o Mundial, foi a primeira competição classificatória para as Olimpíadas, e foi frustrante para mim, mas eu aprendi muito com aquela derrota mais uma vez", relembrou Ana Sátila.

Foi a primeira medalha de Ana Sátila nesta temporada da Copa do Mundo. 

Não subia no pódio de uma competição deste nível desde setembro do ano passado, quando foi prata também no C1 da etapa de Augsburg, na Alemanha. 

Agora a brasileira tem 19 medalhas em etapas da Copa do Mundo desde 2015, com 5 ouros. 

Na coleção de conquistas, também tem 5 medalhas em Mundiais, incluindo o título do kayak cross em 2018, no Rio de Janeiro.

Na final da Copa do Mundo, Ana Sátila já havia disputado o K1 (kayak individual) na sexta-feira (11), acabando na quinta posição. 

No domingo (13), a brasileira fecha sua participação em La Seu d'Urgell na disputa do kayak cross, a partir das 8h30 (horário de Brasília).

Neste sábado (12), Ana Sátila foi apenas a vigésima primeira colocada na classificatória do C1, mas garantiu vaga para a semifinal com 108s85, tendo cometido dois toques em portas. 

Sua irmã, Omira Estácia, também avançou com o vigésimo oitavo tempo (112s51).

"Muito feliz, foi um dia muito longo. Eu entreguei meu máximo na água ontem, já foi um dia desafiador, com 3 descidas, que a gente já não estava muito acostumada, mas dei o meu máximo na final, terminei em quinto ontem. E hoje, quando eu acordei, quando eu vim para o canal, eu estava muito decidida a entregar o meu melhor novamente, e eu confiava que essa medalha chegaria".

Na semifinal, Ana Sátila brilhou com a terceira melhor descida, 102s28, mesmo tendo um toque em porta. Omira, por sua vez, foi eliminada na décima oitava posição, com 107s52.

Antepenúltima a descer na decisão, Ana tocou a segunda porta, mas não se abalou pelo erro e fez uma prova quase perfeito. 

Vibrou muito quando viu o primeiro lugar ao lado do seu nome no placar com o tempo de 103s85. 

Ainda restavam duas atletas, mas a chinesa Huang Juan perdeu uma porta, e a Doriane Delassus cometeu muitos erros, ficando longe da disputa pelo pódio. 

O ouro foi para o Brasil.

"A gente merecia muito essa medalha, merecia terminar essa temporada com gostinho de ouro, e aconteceu!"

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira


Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Norris na pole

Grande Prêmio da Espanha: Norris faz terceira pole do ano, e Bortoleto larga em décima segunda. 

Veja grid.

Atual campeão garantiu a terceira pole position na temporada 2026, superando Kimi Antonelli e Max Verstappen na disputa pela primeira posição do grid em Madring.

Lando Norris é o primeiro pole position da história do circuito de Madring: o piloto da McLaren foi o mais rápido na classificação inaugural na nova sede do Grande Prêmio da Espanha, neste sábado (12). 

A melhor volta do inglês, de 1m31s824, superou as marcas de Kimi Antonelli e Max Verstappen, valendo a terceira pole do atual campeão da Fómula 1 nesta temporada. 

Gabriel Bortoleto largará em 12º neste domingo.

O Grande Prêmio da Espanha será no domingo, a partir de 10 horas (horário de Brasília), com transmissão ao vivo de TV Globo e sportv3. 

O Globo Esporte acompanha tudo em tempo real.

Norris chega a 19 pole positions na carreira; as últimas foram nos Grandes Prêmios da Hungria e Holanda desta temporada. 

A sequência foi interrompida em Monza, há uma semana: lá, Pierre Gasly largou da ponta. 

Dono de 13 vitórias ao todo e duas até aqui, neste campeonato, o inglês conseguiu converter em triunfo as 2 poles que conquistou em 2026.

Gabriel Bortoleto começou a classificação com um bom ritmo, mas não manteve a velocidade no Q2 e acabou eliminado, garantindo o décimo segundo lugar no grid. 

Vai largar ao lado do colega da Audi, Nico Hulkenberg; é a sétima vez, em 14 classificações, que o alemão garante uma posição melhor que a do brasileiro para largar em 2026.

Madring é a nova sede do grande prêmio espanhol, que desde a década de 1990 foi realizado no Circuito de Barcelona-Catalunha. 

A pista semi-permanente foi inaugurada há pouco tempo ao redor do complexo de exposições IFEMA Madrid, na região de Barajas, na capital da Espanha.

A Mercedes andou melhor no primeiro segmento, registrando inclusive as melhores voltas mesmo com pneus macios mais gastos. 

Na etapa intermediária, Verstappen encontrou um impulso extra e ditou o ritmo do grid com um décimo sobre Antonelli. 

Mas, na parte final da sessão, Norris tirou a pole das mãos do italiano já ao fim da contagem.

Verstappen, que tinha chances de ameaçar o resultado do inglês, não fechou bem sua última volta e larga da segunda fila ao lado de seu grande rival, Lewis Hamilton. 

Diferente do pole Norris, de Antonelli e do próprio Hamilton, o tetracampeão da Ferrari ainda busca a primeira vitória na Fórmula 1 2026.

Depois da classificação, Carlos Sainz, da Williams, perdeu três posições por atrapalhar Valtteri Bottas, da Cadillac, durante tentativa de volta rápida. 

O piloto da casa cai do décimo sétimo colocado para o vigésimo lugar no grid.

Lance Stroll, por sua vez, sofreu um problema de pressão da água em sua Aston Martin, o que o impediu de marcar tempo no Q1. 

Oliver Bearman também foi ausência na classificação, já que sua Haas não ficou pronta a tempo após a batida sofrida pelo britânico no fim do TL3.

Resultado e grid de largada:

Lando Norris (McLaren) - 1m31s824

Kimi Antonelli (Mercedes) +0s011

Max Verstappen (Red Bull) +0s140

Lewis Hamilton (Ferrari) +0s189

Charles Leclerc (Ferrari) +0s195

George Russell (Mercedes) +0s325

Oscar Piastri (McLaren) +0s470

Liam Lawson (Red Bull) +0s492

Franco Colapinto (Alpine) +1s079

Arvid Lindblad (Racing Bulls) +1s217

Nico Hulkenberg (Audi) - Q2

Gabriel Bortoleto (Audi) - Q2

Esteban Ocon (Haas) - Q2

Pierre Gasly (Alpine) - Q2

Yuki Tsunoda (Racing Bulls) - Q2

Alexander Albon (Williams) - Q2

Fernando Alonso (Aston Martin) - Q1

Sergio Pérez (Cadillac) - Q1

Valtteri Bottas (Cadillac) - Q1

Carlos Sainz (Williams) - Q1*

Oliver Bearman (Haas) - Q1

Lance Stroll (Aston Martin) - Q1

*Perda de 3 posições no grid de largada.

Q1 - 18 minutos e 6 eliminados: Antonelli anotou o tempo de referência do segmento com pneus macios usados. 

A marca foi batida pelas voltas de Lawson, Verstappen, Hamilton e Leclerc, estes, nos pneus médios. 

No entanto, o italiano voltou à ponta da tabela de tempos com mais uma tentativa no minuto final do segmento.

No zerar do cronômetro, Russell o desbancou com vantagem de apenas 0s056, também com pneus macios mais gastos. 

Bortoleto abriu o segmento com a quinta volta provisória, marca que já o assegurou entre os classificados. 

O brasileiro avançou ao Q2 em décimo lugar.

ELIMINADOS: 

Décimo Sétimo Colocado: Carlos Sainz (Williams)

Décimo Oitavo Colocado: Fernando Alonso (Aston Martin)

Décimo Nono Colocado: Sergio Pérez (Cadillac)

Vigésimo Colocado: Valtteri Bottas (Cadillac)

Vigésimo Primeiro Colocado: Oliver Bearman (Haas)

Vigésimo Segundo Colocado: Lance Stroll (Aston Martin)

Q2 - 15 minutos e 6 eliminados: O segmento começou com Antonelli na ponta. 

Russell ficou a dois décimos do companheiro; mas, a 10 minutos da bandeirada, Verstappen assumiu a dianteira colocando 0s046 sobre o italiano. 

As Ferraris apareceram em terceiro colocado e quarto colocado, 5 minutos depois, com sua segundas tentativas, e Hamilton na frente.

Antonelli não conseguiu melhorar com o seu último giro; já Verstappen ampliou sua vantagem na ponta para 0s1 com sua volta final. 

A primeira volta de Bortoleto no Q2 não foi boa, e o brasileiro fez só o déicmo primeiro tempo. 

O brasileiro voltou para a pista com pneus macios novos, a 2 minutos do fim; entretanto, não conseguiu avançar e ficou em décimo segundo colocado, atrás de Hulkenberg, décimo primerio colocado.

ELIMINADOS: 

Décimo Primeiro Colocado: Nico Hulkenberg (Audi)

Décimo Segundo Colocado: Gabriel Bortoleto (Audi)

Déicmo Terceiro Colocado: Esteban Ocon (Haas)

Décimo Quarto Colocado: Pierre Gasly (Alpine)

Décimo Quinto Colocado: Yuki Tsunoda (Racing Bulls)

Déicmo Sétimo Colocado: Alexander Albon (Williams)

Q3 - 12 minutos e disputa pela pole: Antonelli sustentou a liderança mesmo após as tentativas de Russell, Leclerc e Norris. 

Mas, o italiano foi superado pela volta de Hamilton - o veterano tinha 0s061 sobre ele. 

Os carros se recolheram aos boxes, retornando à pista a 3 minutos do fim, Lindblad saiu rápido demais da garagem da Racing Bulls, forçando Leclerc a se mover para evitar um contato. 

O lance foi anotado pelos comissários.

Antonelli foi o primeiro a completar uma volta rápida, retomando a liderança. 

Leclerc desbancou Hamilton da segunda liderança com sua tentativa final, mas o último giro do heptacampeão o pôs de volta na primeira fila de forma provisória.

Norris e Verstappen surgiram com tempos competitivos: o inglês fez a marca pela pole provisória, com apenas 0s011 sobre Antonelli. 

Verstappen, por outro lado, não sustentou o ritmo e só fez a terceira volta da sessão, confirmando a pole do atual campeão.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro