sábado, 23 de maio de 2026

Convocação alemã

Convocados da Alemanha para a Copa do Mundo de 2026. 

Veja a lista

Equipe de Neuer faz parte do Grupo E, junto com Costa do Marfim, Curaçao e Equador. 

Estreia será no dia 14 de junho, contra a ilha caribenha, em Houston.

A Alemanha divulgou nesta quinta-feira (21) a lista dos 26 convocados para disputar a Copa do Mundo 2026. 

Com Neuer de volta após 2 anos, a seleção alemã está no Grupo E da primeira fase, ao lado de Costa do Marfim, Curaçao e Equador. 

O duelo de estreia na competição será às 14 horas (horário de Brasília) do dia 14 de junho, em Houston, contra a antiga colônia holandesa.

Manuel Neuer é a grande estrela da convocação desta quinta-feira (21). 

O goleiro que coleciona atuações lendárias em Copas anunciou em agosto de 2024, após a Eurocopa, que se iria se aposentar da seleção e desde então não atuou mais com a camisa da Alemanha. 

Nas últimas semanas, a presença do ídolo de 40 anos na pré-lista alemã aumentou a expectativa dos torcedores sobre um retorno.

Neuer participou de 4 Copas do Mundo: 2010, 2014, 2018 e 2022. 

Aliás, ele foi campeão e eleito melhor goleiro da edição no Brasil, além de ter sido capitão da equipe nos últimos 2 Mundiais.

A equipe treinada por Julian Nagelsmann se classificou direto para a Copa do Mundo 2026 através das Eliminatórias da Europa. 

A Alemanha foi líder do Grupo A, com 5 vitórias e 1 derrota nas disputas contra Eslováquia, Irlanda do Norte e Luxemburgo. 

A seleção alemã fará sua vigésima primeira participação em Mundiais, sendo tetracampeã e tendo estreado na edição de 1934, na Itália.

Confira a lista de convocados:

Goleiros: Oliver Baumann (Hoffenheim - Alemanha), Manuel Neuer (Bayern de Munique - Alemanha) e Alexander Nubel (Stuttgart - Alemanha).

Defensores: Waldemar Anton (Borussia Dortmund - Alemanha), Nathaniel Brown (Frankfurt - Alemanha), Pascal Gross (Brighton - Inglaterra), Joshua Kimmich (Bayern de Munique - Alemanha), Felix Nmecha (Borussia Dortmund - Alemanha), Aleksandar Pavlovic (Bayern de Munique - Alemanha), David Raum (RasenBallsport Leipzig - Alemanha), Antonio Rudiger (Real Madrid - Espanha), Nico Schlotterbeck (Borussia Dortmund - Alemanha), Angelo Stiller (Stuttgart - Alemanha), Jonathan Tah (Bayern de Munique - Alemanha) e Malick Thiaw (Newcastle - Inglaterra).

Meias/Atacantes: Nadiem Amiri (Mainz - Alemanha), Maximilian Beier (Borussia Dortmund), Leon Goretzka (Bayern de Munique - Alemanha), Kai Havertz (Arsenal - Inglaterra), Lennart Karl (Bayern de Munique - Alemanha), Jamie Leweling (Stuttgart - Alemanha), Jamal Musiala (Bayern de Munique - Alemanha), Leroy Sané (Galatasaray - Turquia), Deniz Undav (Stuttgart - Alemanha), Florian Wirtz (Liverpool - Inglaterra) e Nick Woltemade (Newcastle - Inglaterra).

O segundo confronto da fase de grupos será contra a Costa do Marfim no dia 20 de junho, às 17 horas (horário de Brasília), em Toronto. 

A última partida desta primeira etapa é diante da seleção equatoriana no dia 25 de junho, em Nova Jersey, também às 17 horas (horário de Brasília).

A Copa do Mundo 2026 será realizada por Estados Unidos, Canadá e México.

Com 104 jogos ao todo, a estreia da competição está marcada para o dia 11 de junho, no duelo entre México e África do Sul, no Estádio Azteca. 

O mata-mata começará no dia 28 de junho, e a final será no dia 19 de julho, no Estádio MetLife.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Barcelona tetracampeão!!!

Barcelona goleia Lyon e conquista o tetra da Champions League Feminina.

Polonesa Ewa Pajor brilha com 2 gols na final e termina como artilheira da competição.

Em uma decisão com espírito de troca de guarda, o Barcelona confirmou a força do seu elenco ao golear o Lyon por 4 a 0 neste sábado (23), em Oslo, e conquistar o tetracampeonato da Liga dos Campeões da Uefa feminina.

A polonesa Ewa Pajor marcou os 2 minutos do segundo tempo, e terminou como artilheira isolada da competição, com 11 minutos do segundo tempo. 

Os outros dois foram da espanhola Salma Paralluelo, já nos minutos finais. 

Outro destaque foi a goleira Cata Coll, com participação decisiva na conquista, com defesas importantes, principalmente na primeira etapa.

O Lyon foi a grande força da Champions Feminina na década passada e ainda detém o recorde isolado de títulos, com oito taças conquistadas entre 2011 e 2022. 

Os últimos anos, porém, foram marcados pela tomada do posto pelo Barcelona.

O time espanhol disputou sua oitava decisão de Champions desde 2019, sendo as últimas sete seguidas. 

Agora com 4 taças, empatou com o alemão Eintracht Frankfurt como segundo clube com mais títulos (4 vezes). 

Ainda que o Lyon tenha o dobro, a decisão deste sábado (23) igualou o retrospecto dos rivais em decisões: 2 vitórias para o time francês sobre o Barcelona (2019 e 2022), 2 vezes para o lado espanhol (2024 e 2026).

O Lyon foi ligeiramente melhor no primeiro tempo, mas sua linha ofensiva encontrou em Cata Coll um obstáculo intransponível. 

Já o Barcelona soube transformar, no início do segundo tempo, o domínio territorial em gols.

Aos 10 minutos do segundo tempo, Patri Guijarro avançou pelo meio e tocou na medida para Ewa Pajor dominar à frente de Ingrid Engen e chutar cruzado, sem chance para Christiane Endler. 

Aos 25 minutos do segundo tempo, a defesa francesa não conseguir cortar o cruzamento da esquerda, e Pajor completou na pequena área para fazer o segundo.

O Lyon não encontrou forças para reagir aos gols, e na única chance real, parou em mais uma boa defesa de Cata Coll, diante de Ada Hegerberg. 

O Barcelona controlou a partida até o fim, e ainda chegou ao terceiro em um lindo chute cruzado de Paralluelo, da entrada da área, aos 44 minutos do segundo tempo. 

2 minutos depois, aos 27 minutos do segundo tempo, a atacante espanhola recebeu de Pajor e fechou a goleada com um toque na saída de Endler.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Deu Flamengo

Flamengo vence o Internacional fora de casa em confronto direto pelo Campeonato Brasileiro Feminino.

Jucinara, de falta, marcou o gol da vitória das Meninas da Gávea.

O Flamengo venceu o Internacional por 1 a 0, em Porto Alegre, na noite desta sexta-feira, em duelo válido pela décima sgunda rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. 

Com um gol de falta de Jucianara, no segundo tempo, as Meninas da Gávea garantiram o resultado contra as Gurias Coloradas, adversárias diretas dentro do G-8 da competição. 

Com a vitória, o Flamengo sobe momentaneamente para o quarto lugar, com 22 pontos. 

Já o Internacional cai para a sexta posição, com 20 pontos. 

Ambas as equipes aguardam os demais jogos da rodada.

O primeiro tempo foi de domínio da equipe carioca, que teve sua primeira grande chance logo aos 8 minutos do primeiro tempo. 

Djeni recebeu cruzamento da esquerda e, sozinha, cabeceou para fora. 

As Meninas da Gávea empilharem chances, quase abrindo o marcador duas vezes com Mariana: aos 20 minutos do primeiro tempo, em chute de frente para a goleira Gabi, e aos 21 minutos do primeiro tempo, após bate e rebate dentro da área, em lance que gerou reclamação de gol das rubro-negras. 

A partir dos 30 minutos do primeiro tempo, o Internacional até tentou equilibrar as ações, mas nenhuma das equipes conseguiu levar perigo ao gol adversário.

O Flamengo começou a segunda etapa levando perigo ao gol colorado, em finalização desperdiçada por Núbia logo no primeiro minuto, que parou na trave. 

A insistência das Meninas da Gávea foi premiada aos 12 minutos do segundo tempo: em cobrança de falta, Jucinara abriu o marcador para as cariocas. 

A partir daí, o time da casa se lançou para o ataque. 

Aos 16 minutos do segundo tempo, o Internacional perdeu grande chance de empatar: Valéria dominou dentro da área, girou e tocou para Darlene. 

Recebeu livre, de cara para Vivi, mas mandou para fora. 

Aos 17 minutos do segundo tempo, nova oportunidade desperdiçada pelas Gurias Coloradas, desta vez com Sole James. 

Com o resultado favorável, o Flamengo se postou na defesa, apenas esperando o Internacional. 

No fim, Darlene, em cobrança de falta, quase empatou, mas a goleira Vivi fez grande defesa.

Agora, as equipes voltam suas atenções para a terceira fase da Copa do Brasil. 

Na quarta-feira (27), às 18h30 (horário de Brasília), o Internacional encara o Grêmio em clássico marcado para o estádio Beira-Rio. 

No mesmo dia, às 19 horas (horário de Brasília), o Flamengo visita a Liga São João. 

Os duelos são em jogo único. 

Pelo Campeonato Brasileiro, as equipes voltam a campo somente em julho, após a parada para a Copa do Mundo masculina.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Alison é ouro em Xiamen

Alison dos Santos bate norueguês e leva ouro pela segunda etapa seguida da Diamond League.

Brasileiro dominou a prova dos 400 metros com barreiras e foi campeão em Xiamen, na China. 

Matheus Lima ficou em sexto lugar.

Alison dos Santos brilhou mais uma vez na segunda etapa da Diamond League 2026, o principal circuito mundial do atletismo. 

Na manhã deste sábado (23), o brasileiro disparou desde o início da prova dos 400m com barreiras e superou novamente o norueguês Karsten Warholm, seu principal rival. 

O ouro em Xiamen é o segundo seguido do medalhista olímpico nessa temporada da competição, já que semana passada ele levou o título em Xangai, também na China.

Alison dos Santos dominou sua principal prova desde o início da bateria. 

O brasileiro ficou acirrado com Warholm durante toda a disputa, mas se destacou nos metros finais, finalizando em 46s72. 

O norueguês ficou na segunda colocação, com 46s82. 

Quem completou o pódio foi o americano Caleb Dean, com 47s75.

Outro brasileiro também competiu nessa final. Matheus Lima ficou na sexta posição, mas ainda assim fez um bom tempo, com 48s22. 

Na semana passada em Xangai, Matheus fez uma dobradinha com Alison no pódio dos 300 metros com barreiras, uma versão reduzida da disputa olímpica, ficando em terceiro lugar.

Essa foi a terceira competição de Alison nesta temporada, mas a primeira nos 400 metros com barreiras, prova em que soma dois bronzes olímpicos e o título mundial em 2022. 

Em abril deste ano, o brasileiro disputou os 400 metros rasos e os 200 metros rasos em um torneio nos Estados Unidos, estabelecendo suas melhores marcas nessas provas (44s38 e 20s39).

A próxima etapa da Diamond League será no dia 31 de maio, em Rabat, no Marrocos.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Vitória Alvirrubra

Náutico vence o Cuiabá nos Aflitos e assume liderança do Campeonato Brasileiro da Série B.

Timbu faz jogo de paciência, consegue vencer bloqueio adversário e ganha terceira consecutiva. 

Equipe seca o São Bernardo para terminar rodada no topo.

O Náutico venceu o Cuiabá por 1 a 0, nesta sexta-feira (22), no Estádio Esportes da Sorte Aflitos, e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro da Série B. 

O gol alvirrubro foi marcado pelo atacante Júnior Todinho, que entrou no segundo tempo e ajudou o Timbu a somar 3 pontos. 

A equipe pernambucana teve resiliência e paciência para vencer o bloqueio dos visitantes.

Com o resultado, o Náutico chegou aos 19 pontos e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro da Série B. 

A equipe alvirrubra torce por um tropeço do São Bernardo, que no domingo (24) visita o Atlético-GO, para terminar a rodada no topo.

O Cuiabá, por sua vez, continua com 10 pontos, na décima sexta colocação, mas pode entrar na zona de rebaixamento no decorrer da rodada.

O Náutico volta a campo no dia 30 de maio, contra o Sport, na Ilha do Retiro, às 20h30 (horário de Brasília), pela décima primeira rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O Cuiabá, por sua vez, joga no dia 31 de maio, em casa, diante do CRB, às 20h30 (horário de Brasília).

Foi um primeiro tempo em que o Náutico controlou as ações do jogo, embora o Cuiabá tenha levado perigo aos 8 minutos do primeiro tempo, quando Kauan Cristtyan finalizou e parou na boa defesa de Muriel. 

Depois disso, porém, só deu Timbu, que teve muita dificuldade para criar chances reais. 

No entanto, aos 33 minutos do primeiro tempo, Dodô teve um pênalti para cobrar e desperdiçou a cobrança. 

O goleiro Marcelo Carné defendeu e evitou o gol alvirrubro. 

O Náutico seguiu com a maior posse e tentanto, mas ineficaz na hora de definir a jogada. 

O Cuiabá se defendeu muito bem. 

Assim, o primeiro tempo terminou empatado.

O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro: o Náutico pressionava, mas esbarrava no bloqueio do Cuiabá. 

Os técnicos foram mexendo nas equipes, mas era necessário algo a mais para tirar o zero do placar. 

E foi o que aconteceu. 

Aos 26 minutos do segundo tempo, Luiz Felipe fez boa jogada, entrou na área e tocou para Júnior Todinho, que balançou as redes e fez a alegria da torcida alvirrubra. 

O Náutico ainda quase marcou no lance seguinte, mas Wenderson parou no travessão, após um belo chute de fora da área. 

Na reta final do jogo, o Cuiabá se lançou ao ataque, mas não conseguiu nada. 

A melhor chance do Dourado foi aos 19 minutos do segundo tempo, quando Betão quase marcou gol contra e acertou o travessão. 

Dessa forma, o Timbu segurou o placar no fim do jogo e somou mais 3 pontos importantes.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Ciclo Vitorioso

Como Pep Guardiola transformou o Manchester City em potência esportiva e comercial na última década.

Além dos títulos, ciclo do treinador espanhol impulsionou faturamento, valorização comercial e investimentos bilionários do clube inglês.

Pep Guardiola encerrará ciclo de 10 anos no Manchester City após transformar o clube em potência esportiva e comercial.

Receitas de matchday saltaram de £ 51,8 milhões para cerca de £ 75 milhões anuais mesmo com público estável.

Durante a era Guardiola, o City investiu mais de € 2 bilhões em contratações e conquistou os principais títulos do futebol europeu.

A passagem de Pep Guardiola pelo Manchester City redefiniu o patamar esportivo e financeiro do clube inglês. 

Após confirmar nesta sexta-feira (22) que deixará o comando da equipe depois de uma década, o treinador encerra um ciclo que vai muito além das conquistas dentro de campo e ajuda a explicar a transformação do Manchester City em uma das propriedades esportivas mais valiosas e dominantes do futebol mundial.

Desde a chegada do técnico espanhol, em 2016, o Manchester City passou a ampliar de maneira consistente suas receitas ligadas aos jogos disputados no Etihad Stadium. 

Curiosamente, o crescimento aconteceu mesmo sem mudanças significativas na média de público do clube na Premier League, evidenciando um aumento relevante no valor comercial da experiência de matchday construída ao longo da era Guardiola.

Na primeira temporada do treinador, em 2016/2017, o Manchester City arrecadou £ 51,8 milhões com receitas de matchday e registrou média de 54.019 torcedores por partida no campeonato inglês. 

Nos anos seguintes, os números avançaram para £ 56,6 milhões em 2017/2018 e £ 58,2 milhões em 2018/2019, enquanto a presença média de público permaneceu praticamente estável, variando entre 53 mil e 54 mil pessoas por jogo.

O salto financeiro ficou ainda mais evidente no período pós-pandemia. 

Depois de sofrer forte impacto com os estádios vazios durante a Covid-19, quando a receita de matchday caiu para apenas £ 732 mil em 2020/2021, o Manchester City retomou rapidamente sua capacidade de monetização impulsionado pelo sucesso esportivo da equipe.

Na temporada 2022/2023, marcada pela conquista histórica da Champions League, o clube arrecadou £ 71,9 milhões com matchday em 31 partidas como mandante.

Desde então, a linha de receita passou a operar em um novo patamar: £ 75,6 milhões em 2023/2024 e aproximadamente £ 75 milhões em 2024/2025.

O dado chama atenção porque a média de público no Etihad praticamente não mudou neste período, ficando em 53.249, 53.288 e 53.576 torcedores nas respectivas temporadas. 

Na prática, o cenário evidencia como o Manchester City conseguiu aumentar o valor gerado por torcedor dentro do estádio, reflexo direto da consolidação esportiva e comercial construída sob o comando de Guardiola.

Ao mesmo tempo em que ampliava receitas, o clube também acelerava investimentos no mercado de transferências. 

Durante toda a era Guardiola, o Manchester City superou € 2,05 bilhões investidos em contratações.

O maior aporte anual aconteceu logo no início do projeto, na temporada 2017/2018, quando o clube investiu cerca de € 317,5 milhões em reforços para reformular o elenco. 

Outros ciclos de investimento pesado ocorreram em 2023/2024, com € 259,6 milhões, e em 2025/2026, quando os aportes atingiram aproximadamente € 301,8 milhões.

Os números ajudam a ilustrar a lógica esportiva e empresarial adotada pelo Manchester City durante a última década. 

O clube combinou estabilidade técnica, continuidade de projeto e forte capacidade de investimento para transformar desempenho esportivo em crescimento de marca, audiência global e fortalecimento comercial.

Em diversos momentos, os ciclos de investimento foram seguidos por temporadas de conquistas relevantes. 

Após o gasto recorde de 2017/2018, o Manchester City venceu a Premier League e a Carabao Cup. 

Já em 2018/2019, mesmo registrando o menor investimento da era Guardiola, com € 78,59 milhões, o clube conquistou 4 títulos: Premier League, Copa da Inglaterra, Copa da Liga Inglesa e Supercopa da Inglaterra.

Ainda assim, o desempenho esportivo daquele período também refletia os mais de € 530 milhões investidos pelo clube nas duas temporadas anteriores, mostrando como o Manchester City trabalhou o elenco em ciclos de médio prazo.

O auge esportivo da gestão Guardiola aconteceu em 2022/2023. 

Depois de manter aportes superiores a € 130 milhões anuais nos anos anteriores, o clube investiu mais € 155 milhões em reforços e conquistou a temporada mais vitoriosa de sua história recente, levantando Premier League, Champions League, Copa da Inglaterra, Supercopa da Inglaterra, Mundial de Clubes e Supercopa da UEFA (União das Associações Europeias de Futebol).

Ao longo de dez anos, Guardiola ajudou a transformar o Manchester City em uma organização que passou a competir simultaneamente em três frentes: títulos, relevância global e capacidade de geração de receita.

O treinador deixa o clube como personagem central de um dos projetos esportivos e empresariais mais bem-sucedidos do futebol moderno.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

México peparado para a Copa do Mundo de 2026

Seleção do México chega à Copa do Mundo FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) de 2026 sonhando em repetir campanhas históricas.

Embalado por sua torcida, o México aposta na mistura entre juventude e experiência para tentar fazer história na Copa do Mundo de 2026.

A seleção do México chega à Copa do Mundo FIFA 2026 sonhando em repetir as históricas campanhas de 1970 e 1986, quando alcançou as quartas de final jogando em casa.

Uma das sedes do Mundial de 2026, o México aposta na força da torcida, na experiência de Guillermo Ochoa, Raúl Jiménez e Edson Álvarez, além da juventude de Santiago Giménez e Gilberto Mora para tentar surpreender no torneio.

A seleção mexicana sonha em voltar às quartas de final após 40 anos e aposta no fator casa para tentar surpreender as principais favoritas ao título da Copa do Mundo FIFA de 2026.

Faltando menos de um mês para o início da Copa do Mundo FIFA de 2026, a expectativa em torno do torneio já mobiliza torcedores ao redor do planeta. 

De olho nesse cenário, o MKT Esportivo reuniu dados das 48 seleções classificadas, destacando contexto esportivo, histórico e valor de mercado dos elencos que estarão no Mundial.

A seleção do México é uma das sedes da Copa do Mundo FIFA de 2026, ao lado de Canadá e Estados Unidos. 

A equipe mexicana está no Grupo A, ao lado de África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca. 

As melhores campanhas do México em Copas do Mundo foram as quartas de final, alcançadas nas edições de 1970 e 1986, justamente quando o país sediou o torneio. 

Em 2026, o México disputará sua décima nona Copa do Mundo.

A seleção comandada por Javier Aguirre, que tem como auxiliar o ex-zagueiro e capitão Rafael Márquez, ídolo do futebol mexicano com passagem marcante pelo Barcelona, aposta na mistura entre experiência e juventude para tentar surpreender no Mundial e manter a tradição de grandes campanhas atuando em casa. 

Os principais destaques da equipe são os atacantes Raúl Jiménez, do Fulham, e Santiago Giménez, do Milan, além do volante Edson Álvarez, do Fenerbahçe.

A possível convocação do experiente Guillermo Ochoa também movimenta os torcedores mexicanos. 

Caso seja confirmado na lista final, o goleiro disputará sua sexta Copa do Mundo consecutiva (2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026), entrando para a história do torneio. 

Outro nome que gera expectativa é o meia Gilberto Mora, tratado como uma das maiores joias do futebol mexicano e apontado como possível revelação da Copa do Mundo FIFA de 2026.

Além da pressão por jogar em casa, o México também aposta no forte apoio da torcida e no fator ambiente para tentar transformar a Copa do Mundo de 2026 em uma das campanhas mais marcantes de sua história. 

Com estádios lotados e grande mobilização nacional, a seleção mexicana acredita que pode utilizar a energia das arquibancadas como diferencial para competir em alto nível diante das principais potências do futebol mundial.

Taticamente, Javier Aguirre costuma utilizar o esquema 4-3-3, apostando em uma equipe equilibrada defensivamente, com intensidade no meio-campo e transições rápidas ao ataque. 

A força ofensiva da seleção mexicana passa principalmente pela experiência de Raúl Jiménez e pela capacidade de finalização de Santiago Giménez.

Uma das principais preocupações da comissão técnica antes da estreia diante da África do Sul envolve a situação física de alguns jogadores importantes. 

O atacante Raúl Jiménez, o meia Marcel Ruiz e o lateral Rodrigo Huescas seguem sendo monitorados pelo departamento médico da seleção mexicana.

A última convocação de Javier Aguirre para a Data FIFA somava cerca de € 79,8 milhões (aproximadamente R$ 510 milhões), segundo dados do Transfermarkt. 

O valor reforça o crescimento técnico e financeiro da seleção mexicana nos últimos anos.

Jogadores mais valiosos da seleção do México em 2026:

Santiago Giménez (Milan) — € 20 milhões (R$ 128 milhões)

Gilberto Mora (Tijuana) — € 18 milhões (R$ 115 milhões)

Edson Álvarez (Fenerbahçe SK) — € 18 milhões (R$ 115 milhões)

Armando González (Deportivo Guadalajara) — € 15 milhões (R$ 96 milhões)

Johan Vásquez (Genoa) — € 13 milhões (R$ 83 milhões)

Érik Lira (Cruz Azul) — € 12 milhões (R$ 77 milhões)

César Huerta (Anderlecht) — € 10 milhões (R$ 64 milhões)

Marcel Ruiz (Deportivo Toluca) — € 10 milhões (R$ 64 milhões)

Álex Zendejas (América) — € 10 milhões (R$ 64 milhões)

Luis Chávez (Dínamo Moscou) — € 9 milhões (R$ 58 milhões)

Julián Quiñones (Al-Qadsiah ) — € 8 milhões (R$ 51 milhões)

Raúl Jiménez (Fulham) — € 4 milhões (R$ 26 milhões)

A seleção do México chega ao Mundial embalada pela expectativa de atuar diante de sua torcida e querendo fazer história mais uma vez. 

Apostando na experiência de seus principais jogadores e no talento de uma nova geração, os mexicanos sonham em repetir as campanhas históricas de 1970 e 1986, quando alcançaram as quartas de final jogando em casa. 

O objetivo da equipe é surpreender no torneio e competir de igual para igual com algumas das principais seleções favoritas ao título da Copa do Mundo FIFA de 2026.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro