Róger Guedes explica por que não fechou com o Grêmio e não descarta acerto no futuro.
Atacante do Al Rayyan, do Catar, diz que vestir a camisa do Tricolor realizaria o sonho da família.
Personagem de uma novela na última janela de transferências, Róger Guedes comentou a negociação frustrada com o Grêmio em agosto e disse que vestir a camisa do Tricolor realizaria o sonho de seus familiares.
Em entrevista à ESPN, o atacante nascido em Ibirubá, no interior do Rio Grande do Sul, explicou que a transferência não foi fechada porque ele não foi liberado pelo Al Rayyan, do Catar.
Mas deixou as portas abertas para um acerto no futuro.
"Realmente, houve a proposta (do Grêmio). Fora duas ou três propostas oficiais do Grêmio, por meio do investidor. Fizeram propostas altas aqui para o meu clube, propostas de compras, mas o nosso xeique aqui, que é nosso presidente, acabou optando por não liberar", afirmou.
"Pessoalmente, fiquei feliz com esse reconhecimento da parte do Grêmio. Como sempre falei, nunca neguei a ligação da minha família (com o Grêmio). Quem sabe um dia eu possa vestir a camisa do Grêmio, é algo que eles me pedem também. Mundo do futebol é assim, cada dia a gente está num lugar, é muito rápido. Deixo nas mãos de Deus. A porta sempre está aberta", acrescentou.
O Grêmio fez várias propostas ao clube catari por Róger Guedes com aporte de um investidor, o empresário Marcelo Marques.
O valor máximo teria sido de 10 milhões de euros fixos (R$ 65 milhões na cotação da época), segundo o empresário.
Com o clube do Catar bateu o pé e não liberou o jogador, o Grêmio usou parte dos recursos na contratação de outros jogadores e para o pagamento de dívidas.
Willian, atualmente em recuperação de lesão, foi o grande nome trazido na última janela, mas estava livre no mercado.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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