Ponte Preta bate o Sport, vence a sexta seguida em casa e dorme a 6 pontos do G-4.
Gol de Lucca no primeiro tempo reabilita Macaca e impõe segunda derrota seguida ao Leão.
Jogo também é marcado por polêmicas de arbitragem.
A Ponte Preta marcou com Lucca no começo do jogo e segurou a pressão do Sport no fim do segundo tempo para ganhar por 1 a 0 na noite desta quarta-feira (7), pela rodada 29 da Série B do Brasileiro, e conquistar a sexta vitória consecutiva no Estádio Moisés Lucarelli.
O gol que definiu o placar saiu de um pênalti marcado após revisão no VAR.
Lucca cobrou, Saulo defendeu, e o atacante fez no rebote.
Foi o décimo terceiro gol de Lucca na competição, agora artilheiro ao lado de Poveda, do Sampaio Corrêa.
A reabilitação após perder por 3 a 0 para a Chapecoense faz a Ponte Preta ganhar quatro posições e dormir em sétimo, com 39 pontos, a 6 pontos do G-4.
Já o Sport fica estacionado nos 40 pontos, em sexto lugar, mas com risco de cair na tabela no complemento da rodada.
A Ponte Preta tem pela frente mais um compromisso em casa, contra o Ituano, na próxima terça-feira (13), às 21h30 (horário de Brasília).
Já o Sport volta a campo na segunda-feira (12), quando recebe o Bahia na Ilha do Retiro, às 20 horas (horário de Brasília).
Sandro Meira Ricci, na Central do Apito, criticou o VAR em duas situações: na linha traçada do gol anulado do Sport por impedimento, ainda no primeiro tempo, quando Kayke aproveitou rebote de cabeçada de Vagner Leve.
E depois em pênalti não marcado em Fessin, também antes do intervalo.
Para Sandro, a dúvida é a linha do lateral-esquerdo Artur foi traçada corretamente para analisar a posição de Love no início do lance.
Em relação ao pênalti que deu origem ao gol de Lucca (Saulo defendeu a cobrança, e o atacante marcou no rebote), Sandro Meira Ricci concordou com a marcação em disputa entre Sabino e Wallisson dentro da área.
Em um primeiro tempo equilibrado e truncado, a Ponte Preta começou melhor e saiu na frente aos 10 minutos do primeiro tempo, quando a arbitragem assinalou pênalti em Wallisson após revisão no VAR.
Lucca cobrou, Saulo defendeu, mas a bola voltou nos pés do artilheiro para completar.
O Sport, por sua vez, foi superior a partir da metade.
Caíque França fez bela defesa em cabeçada de Kayke aos 29 minutos do primeiro tempo.
Na sequência, Caíque voltou a evitar o empate em tentativa de Vagner Love, e Kayke mandou para a rede no rebote, mas a arbitragem deu impedimento.
Segundo a Central do Apito, não dá para ter certeza da posição na imagem disponibilizada pelo VAR sobre as linhas traçadas.
Já na reta final, em meio a seguida paralisações para atendimento a jogadores, a Macaca teve uma chance clara de ampliar com Lucca, aos 38 minutos do primeiro tempo, e reclamou de pênalti em Fessin nos acréscimos, para Sandro Meira Ricci, na Central do Apito, a arbitragem errou ao não marcar.
A Ponte Preta teve oportunidades de ampliar na volta do intervalo.
O chute de Wallisson, após jogada de Lucca, tinha endereço, mas explodiu na zaga na pequena área.
Depois, Saulo se esticou para espalmar chute de Elvis.
O Sport cresceu a partir das mudanças de Claudinei Oliveira.
Com as entradas de Wanderson, Gustavo Coutinho e Labandeira, o time ficou mais agressivo e passou a empurrar a Ponte Preta para trás.
Wallisson ainda teve chance de marcar para a Ponte Preta, aos 29 minutos do segundo tempo.
Depois disso, o Sport pressionou.
Gustavo Coutinho acertou a trave, aos 42 minutos do segundo tempo, e mandou uma cabeçada muito perigosa no último lance.
A partida também marcou a volta do atacante Ribamar aos gramados.
Sem atuar desde 16 de março, quando rompeu o tendão de Aquiles do tornozelo direito, ele foi relacionado pela primeira vez depois da cirurgia e entrou aos 36 minutos do segundo tempo no lugar de Lucca, sob aplausos da torcida.
Como reconhecimento, recebeu a faixa de capitão.
Em um contra-ataque no fim, só foi parado com falta.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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