Hulk desabafa sobre momento do Atlético-MG: "Tem coisas que não pode falar aqui".
Camisa 7 fala sobre momento do Galo na temporada e primeiros jogos no gramado sintético.
O Atlético-MG decepcionou no empate com o Cienciano, do Peru, na noite dessa quinta-feira (29), pela Copa Sul-Americana.
O resultado faz com que o time mineiro tenha que disputar os playoffs da competição.
O adversário será o Atlético Bucaramanga, da Colômbia.
Após a partida, Hulk, capitão da equipe, desabafou sobre o momento.
"É difícil. Tem coisas que a gente tem que respeitar e não pode estar falando aqui. Tem coisas que a gente tem que melhorar internamente. Principalmente nossa forma de jogar".
O Galo precisava de uma vitória simples para classificar direto para as oitavas de final da Copa Sul-Americana.
O time saiu na frente, mas cedeu o empate em um pênalti ainda no primeiro tempo.
Na etapa final, a equipe se desorganizou e foi mal.
"Temos um bom elenco com muito bons jogadores, jogadores de qualidade. E precisamos ter mais jogo. Temos plenas condições de jogar melhor. De ditar o ritmo do jogo, melhor dizendo. Principalmente jogando em casa. Por vezes, a gente tem isso nas nossas mãos, tem o controle do jogo nas nossas mãos. Ter menos risco, mais controle de bola".
O camisa 7 também falou sobre o trabalho do Cuca.
Na coletiva de imprensa após o jogo, o treinador reconheceu também o desempenho abaixo da temporada do Atlético.
"Cuca é um cara muito inteligente, sabe tirar o melhor dos jogadores. Certeza que ele vai analisar bem o jogo, vai conversar para que a gente possa entender a melhor maneira de jogar e tirar melhor proveito de todo mundo".
Adaptação ao gramado sintético: Em um dos lances do jogo dessa quinta-feira (29), Hulk se irritou ao dominar a bola na área e escorregar antes de finalizar.
Ele deu socos e chutes no ar.
Questionado sobre a adaptação dele e do time ao gramado sintético, recém colocado na Arena MRV, o atacante disse não ter experiência com gramado.
"Cara, vai adaptando cada vez mais. Eu não tenho a experiência do gramado sintético. Não sei te responder exatamente quantos jogos são necessários pra se adaptar. Mas o mais importante: a gente joga futebol há anos. E sabe que o resultado influencia muito. Quanto tá tudo dando bem, coletivo tá todo mundo bem, o individual começa a se destacar. A confiança é natural. Ela acontece naturalmente".
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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