Peru põe Chile na roda, vê goleiro brilhar e enfrenta Brasil na final da Copa América.
Em atuação de gala, seleção peruana faz 3 a 0 na Arena do Grêmio e tem passagem marcada para o Maracanã no domingo (7).
Gallese pega tudo, inclusive pênalti de cavadinha de Vargas.
O Peru será adversário do Brasil na final da Copa América.
Em atuação de gala na noite desta quarta-feira, na Arena do Grêmio, a seleção treinada por Ricardo Gareca colocou o rival histórico Chile na roda, fez 3 a 0 com facilidade, gols de Flores, Yotún e Guerrero, e ainda tirou onda com lindas jogadas dos atacantes e grandes defesas do goleiro Gallese.
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| Guerrero marcou o décimo terceiro gol dele em Copas América. (Foto: Globoesporte.globo.com) |
Foi, talvez, a melhor atuação coletiva de uma equipe nesta Copa América.
Nem de longe pareceu a equipe goleada por 5 a 0 pela Seleção de Tite há menos de duas semanas, o Maracanã vai ferver!
Brasil e Peru se enfrentam no próximo domingo (7), às 17 horas (horário de Brasília), no Maracanã, na decisão da Copa América.
Um dia antes, no sábado (6), o Chile tem encontro marcado com a Argentina na decisão do terceiro lugar, às 16 horas (horário de Brasília), na Arena Corinthians.
Paolo Guerrero, capitão e grande condutor da seleção peruana, fez o terceiro gol do passeio sobre o Chile e se isolou como maior artilheiro em atividade da Copa América, 13 gols, contra 12 gols do chileno Vargas.
O goleiro do Peru fez defesaças no segundo tempo e consolidou seu crescimento durante a Copa América, desde a goleada sofrida diante do Brasil.
Mas, e a defesa de pênalti do Vargas com uma mão?
Sem dúvida, o lance que fecha a atuação inesquecível de Pedro Gallese.
O Chile praticamente assistiu à seleção peruana jogar durante toda a primeira etapa.
Os comandados de Ricardo Gareca levaram perigo logo no primeiro minuto do primeiro tempo, com um chute de Cueva após boa jogada de Guerrero.
O centroavante do Peru, inclusive, foi o melhor em campo ao sair da área, abrir espaços e deixar os companheiros na cara do gol, Carrillo e Flores que o digam.
O Chile não pôde se beneficiar de suas duas principais estrelas: Vidal foi muito bem marcado e acabou por jogar mais longe do gol, iniciando jogadas e sem levar perigo na chegada à área.
Alexis Sánchez ficou apagado pelo lado esquerdo do campo e apareceu só numa triangulação que resultou em chute de Aránguiz.
Muito melhor em campo, o Peru abriu 2 a 0 com naturalidade, nos gols de Flores e Yotún, este último numa falha coletiva do sistema defensivo e do goleiro Arias.
Cueva levou uma carta de baralho dentro de um de seus meiões: era um 8 de ouros.
É o número preferido do meia do Santos.
O Chile até melhorou e começou a pressionar o Peru em seu campo de defesa.
Aí Gallese começou a aparecer ,Sánchez, Isla, Aránguiz, Beausejour...
Todos tentaram marcar e pararam na noite inspirada do camisa 1 peruano.
No total, inclusive, foram 18 finalizações do Chile contra apenas oito do Peru, que passou a apostar em contra-ataques.
No melhor deles, Carrillo puxou a marcação, lançou Cueva e viu Yotún perder um gol feito.
No fim, não teve jeito: Guerrero recebeu lindo passe de Tapia e não tomou conhecimento do goleiro Arias para colocar ponto final no passeio peruano em Porto Alegre.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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