sábado, 12 de setembro de 2026

Palmeiras retorna a ponta

Palmeiras vence São Paulo e dorme na liderança do Campeonato Brasileiro.

Equipe garante vitória com gols de Murilo e Vitor Roque, com Tricolor atuando com um a menos desde os 38 minutos do primeiro tempo, e vai a 56 pontos.

O Palmeiras venceu o São Paulo por 2 a 0, no Nubank Parque, e dorme na liderança do Campeonato Brasileiro. 

Fez gols com Murilo e Vitor Roque, diante de um Tricolor reserva por causa do eminente confronto com o Boca Juniors pela Copa Sul-Americana, e chegou aos 56 pontos, recuperando o primeiro lugar. 

Joga a pressão agora para cima do Flamengo, que tem 54 pontos e recebe o Corinthians no domingo (13) ainda podendo recuperar o posto.

O Palmeiras chega a 56 pontos e recupera a liderança ao menos por este sábado (12), já que o Flamengo, agora em segundo, tem 54 pontos e recebe o Corinthians no domingo (13). 

O São Paulo com a derrota estaciona nos 33 pontos e está em décimo lugar.

O Palmeiras volta a campo às 19 horas (horário de Brasília) da quarta-feira (16), quando visita a LDU (Liga Deportiva Universitária de Quito - Equador) pelo confronto de volta das quartas de final da Taça Libertadores da América, enquanto o São Paulo recebe o Boca Juniors na terça-feira (15) pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. 

No Campeonato Brasileiro, voltam a jogar contra Grêmio, em Porto Alegre, no próximo domingo (20), e Internacional, no Morumbis, no sábado (19).

O VAR trabalhou no Choque-Rei aos 38 minutos do primeiro tempo, quando Rafael Klein advertiu Osorio com cartão amarelo por entrada em Piquerez, mas foi chamado para a revisão no vídeo e terminou anulado a marcação para dar vermelho direto.

Foi expulso e deixou o São Paulo com um a menos.

Foi um primeiro tempo truncado, com muitas faltas (11 vezes do São Paulo contra 7 oporunidades do Palmeiras) e poucas chances efetivas. 

Tanto que até os 26 minutos do primeiro tempo, os times somavam cinco tentativas, só que nenhuma delas no alvo. 

A primeira boa chance sai apenas aos 32 minutos do primeiro tempo, com cabeceio de Flaco que passa perto da trave.

Aos 38 minutos do primeiro tempo, porém, Osorio faz falta em Piquerez e, depois de revisão do VAR, recebe cartão vermelho e é expulso, deixando o São Paulo com um a menos.

Dorival não mexe no time logo em seguida. 

E o Palmeiras, por sua vez, pressiona melhor. Chega com Arias aos 44 minutos do primeiro tempo, em chute defendido por Coronel, e aos 45 minutos do primeiro tempo, abre o placar: Andreas acha Giay na ponta direita, cruza na área, Gómez arruma de cabeça e Murilo, com o pé, abre o placar no 1 a 0. 

O primeiro tempo segue até os 51 minutos do primeiro tempo, com chances de Cauly, defendida por Carlos Miguel aos 50 minutos do primeiro tempo, mas sem mudanças no placar.

Houve mudanças em ambos os lados. 

Dorival colocou mais um zagueiro, por causa da expulsão de Osorio ainda no primeiro tempo, e o auxiliar João Martins, a frente do time na ausência de Abel Ferreira (suspenso), substituiu ambas as laterais. 

Aos 4 minutos do segundo tempo, saiu mais um gol: Pablo Maia erra o passe deixando com Evangelista, e na sequência Flaco, Khellven e chute de Vitor Roque, o Palmeiras faz 2 a 0.

A melhor oportunidade do Tricolor acontece somente aos 23 minutos do segundo tempo, quando Artur cobra o escanteio fechado na pequena área, e Rafael Tolói sobe sozinho, mas cabeceia mal para fora. 

A equipe tinha chegado com Wendell cara a cara com Carlos Miguel, que faz bela defesa, aos 9 minutos do segundo tempo, mas não valeria nada porque estava em posição de impedimento.

Depois disso o Palmeiras ainda tem grandes chances com chute de Vitor Roque, aos 27 minutos do segundo tempo, que a bola passa muito perto da trave para fora, e aos 28 minutos do segundo tempo, com Flaco, mas que chuta de mal jeito e o goleiro Coronel fica com a bola. 

Segundo tempo vai até os 50 minutos do segundo tempo, sem mais mudanças no placar, confirmando a vitória do Palmeiras por 2 a 0.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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