quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Nomes da Copinha de 2025

Michelangelo, Turbo, DVD, Saint Clair e muito mais: veja nomes e apelidos curiosos da Copinha de 2025.

Tradição no maior torneio de base do Brasil, nomes e alcunhas homenageiam craques, personagens históricos e até objetos.

A Copinha 2025 já começou, e muito mais do que os futuros talentos do futebol brasileiro, os próximos 24 dias terão muito entretenimento com a bola rolando para mais de 250 jogos. 

Além, é claro, de uma boa dose de bom humor.

Como já é tradição, a quinquagésima quinta edição da maior competição de base do Brasil conta com muitos personagens de nomes (ou apelidos) curiosos.

O Globo Esporte reuniu abaixo alguns dos nomes e alcunhas mais diferentes e inspirados dos jogadores que estarão em campo na Copinha 2025. 

Confira:

Os ousados: Criatividade é o que não falta para muitos pais na hora de escolher o nome dos filhos, e a Copinha está aí para provar isso. 

Não à toa, a Tuna Luso terá no seu ataque ninguém menos que Saint Clair (Carvalho da Silva, nome de batismo do jovem de 19 anos).

No Goiás, o atacante Hwaskar é uma das esperanças de gol enquanto no Grêmio quem terá esse papel é Smiley. 

Já no União-TO, Waloce e Geykson farão dupla no meio-campo, comandados pelo técnico Tronkin.

Há ainda outras promessas de nomes inspirados: Magnusson (Comercial-SP), Maxsuell (o Alegria, do Vasco), Audric (Porto Vitória), Amiston Júnior (Trindade), Wanderson Papaterra (Vitória) e André Presentinho (originalmente de sobrenome Presentino, mas que acabou "adaptado", zagueiro do Santa Fé) são alguns deles.

Os gênios: A Copinha terá nomes de peso, que vão muito além do futebol e até mesmo do esporte. 

É o caso de Michelangelo, por exemplo, meia do Audax-SP que leva o nome do famoso pintor renascentista do século XVI.

Presente em 2024, Isac Niltton (XV de Piracicaba) voltará a disputar a Copinha neste ano homenageando o gênio da física que reformulou a lei da gravidade.

Os "xarás" de craques: É claro que também não poderia faltar os xarás de grandes nomes do futebol mundial e que por coincidência (ou não) tentam seguir os passos dos astros que inspiraram seus pais.

Nesta categoria há os que de fato possuem o mesmo nome de grandes ídolos, como Cristiano Ronaldo (Cuiabá) e Liedson (Ibrachina), por exemplo. Mas os mais curiosos mesmo são os apelidados.

A variedade é enorme: tem Maradona (Monte Roraima), Lukaku (Comercial-SP), Palinha (Bahia), Dunga (Flamengo-SP), Balotelli (Novorizontino) e até Dybala (Dom Bosco).

Os "diferentes": Apelidos inusitados, alguns inexplicáveis e outros nem tanto, também fazem parte dos nomes curiosos desta edição da Copinha. 

Entre os que se justificam, DVD, do Comercial-SP encontrou uma forma curiosa de abreviar o nome Deivide.

O Sport contará com toda a valentia de Matheus Cowboy enquanto o Bahia tem o centroavante Dell (que já ganhou até o apelido de Haaland do Sertão).

No Ibrachina, Turbo promete dar velocidade ao meio-campo enquanto o Porto Vitória aposta na imponência de mais de 1,90m do goleiro Montanha.

Outros exemplos de apelidos curiosos são: Madeira (Tuna Luso), Antonio Gelado (Brasiliense) e Daniel Cascão (Flamengo-SP).

Duplas de respeito: Algumas equipes terão duplas de respeito nos seus respectivos elencos nesta Copinha. 

No Fast (leia mais sobre os apelidos curiosos do clube abaixo), Pará e Parazinho integram a lista de relacionados.

Já o Brasiliense conta com Shinaider e Schimaltz, enquanto o Aster terá Feijão no meio e Batata no ataque.

O campeão: Dentro de campo ainda é cedo para dizer como será o desempenho do Fast Clube, mas é certo de que o título no quesito nomes curiosos nesta Copinha já é da equipe amazonense.

O time conta com o goleiro Hollywer, o lateral-direito Bode, o zagueiro Canela, a já citada dupla Pará (meia-atacante) e Parazinho (lateral-esquerdo) e o atacante Lacraia.

Isso, é claro, sem contar as estrelas: Zidane (meia cujo nome de batismo é Gerson Zidany Tavares da Silva) e o atacante Linike (Juan Linike Tavares Rodrigues), que faz menção ao inglês Gary Liniker, artilheiro da Copa do Mundo de 1986.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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