quarta-feira, 29 de abril de 2020

Andamento dos campeonatos nacionais?!?!

Quais campeonatos já têm seus destinos definidos em meio à pandemia de coronavírus?

Coronavírus paralisou o futebol em todo o mundo.
Neymar e Mbappé comemoram o gol do Paris Saitn-Germain. (Foto: Torcedores.com)
O futebol está paralisado nas principais praças do mundo e seu retorno ainda é uma incógnita na grande maioria delas. 

O coronavírus foi o responsável por encerrar as atividades em três grandes ligas, enquanto outras já encaminharam a volta do esporte.

Veja abaixo qual será a medida tomada por cada liga em meio ao coronavírus, os campeonatos cancelados, os que irão voltar e as indefinições:

Cancelados: O Campeonato Francês foi o último dos principais torneios da Europa a ser cancelado. 

Na última terça-feira (28), o premiê do país, Édouard Philippe, confirmou que não haverá futebol na França até setembro, o que motivou a Federação Francesa de Futebol (FFF) a cancelar de vez a temporada.

A FFF seguiu medida idêntica à do Campeonato Holandês. 

A Eredivise tomou o mesmo rumo após o governo confirmar que não haverá prática de esporte profissional no país até setembro.

O primeiro campeonato nacional cancelado havia sido o Belga, ainda no início da pandemia na Europa. 

Diferentemente dos outros dois, o Belga teve um campeão declarado, o Club Brugge, enquanto na França e na Holanda as classificações servirão apenas para designar os donos nas vagas em competições europeias.

Campeonatos que devem seguir: A Premier League, principal campeonato nacional do mundo, não devem nenhuma pista de cancelamento e deve seguir seus trabalhos assim que houver amenização nas restrições de circulação. 

O Arsenal foi o primeiro clube do Campeonato Inglês a voltar aos treinos, justamente nesta quarta-feira (29).

Na Espanha, as autoridades do país também não definiram novas datas, mas há um plano de retorno de La Liga para junho ou julho, assim que a pandemia cessar aos poucos.

No país de pior surto na Europa, a Itália, o governo autorizou os clubes a voltarem aos treinos a partir do dia 4 de maio. 

A Liga Italiana, então, só definirá a data de retorno do campeonato a partir do dia da volta aos trabalhos dos clubes.

Indefinições: A Liga NOS, que organiza o Campeonato Português, só decretará cancelamento ou retorno aos trabalhos para a competição nos próximos dias. 

A Liga já fez uma série de reuniões, mas não tem entrado em consenso entre seus membros sobre o coronavírus. 

A expectativa é que a decisão seja revelada na quinta-feira (30).

Um país que parecia pronto para o retorno ao futebol e que voltou ao período de indefinição é a Alemanha. 

A Bundesliga estava pronta para seu retorno no dia 9 de maio, mas as autoridades locais proibirão a prática do esporte e uma nova reunião deve ser realizada nos próximos dias.

Por aqui: A América do Sul também vive momentos de incertezas, mas a Argentina já tomou sua decisão. 

O país cancelou todas as competições e suspendeu os rebaixamentos até 2022. 

A decisão foi tomada na última segunda-feira (27) e houve total acordo com os clubes.

No Brasil, mesmo com o pico da pandemia cada vez mais próximo, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) sinalizou com o retorno dos campeonatos estaduais para o próximo dia 17 de maio, a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda não houveram reuniões entre clubes e federações para definir se acatam a ordem ou se mantém a paralisação.

Continentais: Principais competições do futebol mundial, a Taça Libertadores da América e a Champions League não serão canceladas e terão um fim. 

A Conmebol 9Confederação Sul-Americana de Futebol) acredita em um retorno rápido do futebol e pensa em uma compressão das datas para terminar o torneio sem grandes problemas.

O plano da UEFA  (União das Associações Europeia de Futebol) é um pouco mais complexo e envolve uma espécie de ‘mini-Copa’ para encerrar a competição. 

A entidade quer o encerramento de todos os campeonatos nacionais até o fim de agosto para que a Champions League seja terminada inteiramente em setembro, sem torcida e em uma espécie de Copa. 

A ideia ainda não saiu do papel e deve ser discutida.

Reportagem: Torcedores.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Quem é o bilionário saudita que deseja comprar o Newcastle?

Seguidor fiel de seu pai, já foi Ministro da Defesa e atual Primeiro Ministro de seu país. 

Saiba quem é o príncipe bilionário que deseja comprar o Newcastle.
Mohammed bin Salman, o bilionário que quer comprar o Newcastle (Inglaterra). (Foto: Torcedores.com)
O Newcastle ganhou muito destaque na mídia mundial na última semana. 

O clube inglês está prestes a ter investimentos bilionários, mas afinal quem é o bilionário saudita que deseja comprar o clube?

Salman é o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, aos 34 anos, é o herdeiro do trono. 

O príncipe se tornou um dos assuntos mais falados no mundo do esporte, já que o mesmo tenta comprar o Newcastle United por 300 milhões de euros. 

O investimento vem sofrendo resistência da opinião pública porque ele é acusado de envolvimento no assassinato de um antigo diplomata em seu país. 

O príncipe estudou na King Saud University e começou ser conselheiro de seu pai, atuou como Ministro da Defesa e, atualmente, é primeiro ministro em seu país. 

Seu pai, o rei Salman, chegou ao trono em 2015.

O Newcastle seria comprado pelo PIF (Fundo de Investimento Público), que é liderado por Mohammed bin Salman.

O negócio despertou a preocupação da Amnistia Internacional que espera as negociações sejam travadas pelo parlamento britânico. 

A decisão deve sair nas próximas semanas. 

Em carta enviada a Premier League, diretora da Amnistia Internacional no Reino Unido, Kate Allen chamou a atenção da instituição para os direitos violados no país saudita: “Premier League faça uma pausa e olhe seriamente para a situação dos direitos humanos na Arábia Saudita, corre o risco de se tornar idiota”, escreveu. 

A instituição não governamental ainda diz que a imagem da competição pode ser comprometida.

Príncipe acusado de assassinato: Mohammed bin Salman, é acusado do assassinato do jornalista Yamal Jashogyi, que morreu na embaixada da Arábia Saudita em Istambul, em outubro de 2018. 

Após o anúncio da compra do clube inglês, Hatice Cengiz, viúva do jornalista, enviou uma carta para a Premier League onde diz que caso aceite a compra, a instituição seria condizente com o que acontece no país saudita: “Arruinaria a boa reputação da Premier League, pois essa aquisição repararia a posição internacional das autoridades sauditas no cenário internacional.”, escreveu.

Reportagem: Torcedores.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Competitividade entre as Ligas

Futebol brasileiro ainda é mais equilibrado do que europeu, mas está cada vez mais concentrado em poucos clubes, indica estudo.
Ligas pelo mundo. (Foto: Torcedores.com)
Rodolfo Ribeiro, consultor e professor de administração, aplicou um cálculo próprio do ambiente empresarial para medir a competitividade nas principais competições esportivas do mundo.

"O Brasileirão é o mais difícil do mundo".

De tempos em tempos, esta afirmação reaparece em versões diferentes. 

Uns projetam que mais de dez clubes têm chance de conquistar o título nacional, outros lembram que a alternância entre campeões é muito mais frequente do que em ligas europeias. 

E, bem, é verdade.

O Campeonato Brasileiro ainda é o mais equilibrado do mundo, pelo menos na comparação com as principais ligas europeias, nem tanto quanto incluídas as ligas americanas. 

Mas é também verdade que este status de mais competitivo tem sido cada vez mais ameaçado.

Rodolfo Ribeiro se debruçou sobre tabelas de competições para analisá-las com uma métrica usada no mundo empresarial. 

É professor de administração, doutor pela FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo)  e consultor da empresa que fundou recentemente, chamada Stadiumetric, para atender clientes no esporte.

O método, por sua vez, é o Índice Herfindahl-Hirschman. 

Você pode chamá-lo apenas de Herfindahl, ou só pela sigla HHI. 

Tanto faz. 

O importante é saber que este cálculo foi formulado por economistas para determinar a competitividade entre empresas em um mercado.

Geralmente, o HHI considera o "market share" das empresas, isto é, o percentual de clientes que elas detêm sobre determinado mercado. 

Se todas as pessoas consomem um produto ou um serviço em apenas uma companhia, há um monopólio. 

Se o mercado é dividido entre duas empresas, com 50% para cada, existe um duopólio. 

E a concentração vai diminuindo à medida em que há mais firmas relevantes.

No futebol, o professor e consultor Rodolfo Ribeiro aplicou o HHI sobre os títulos conquistados por clubes ao longo das décadas. 

Caso um campeonato tivesse sido vencido todo santo ano pela mesma agremiação, haveria um monopólio. 

Alguém falou em Bayern de Munique ou Juventus? 

O título do Campeonato Alemão ou do Campeonato Italiano, neste exercício, corresponde ao market share.

Aos resultados do estudo...

No primeiro exercício, Rodolfo Ribeiro calculou o HHI de dez competições esportivas no período que compreende de 2000 a 2019.

Para interpretar os resultados, que variam entre zero e um, você só precisa considerar a seguinte regra: quanto mais próximo de zero, mais competitiva é a liga. 

E o contrário disso naturalmente está correto: quanto mais próximo de um, mais concentrada e desigual.

A competitividade das ligas esportivas entre 2000-2019: Apenas hóquei e beisebol americanos foram mais equilibrados do que o futebol brasileiro no período

Índice Herfindahl–Hirschman (HHI)

NHL: 0,0930,093

MLB: 0,1160,116

Brasileirão: 0,1440,144

NFL: 0,1730,173

NBA: 0,1770,177

Ligue 1: 0,260,26

Premier League: 0,3050,305

LaLiga: 0,3930,393

Calcio Serie A: 0,4210,421

Bundesliga: 0,5760,576

Fonte: Rodolfo Ribeiro

Eis que o Campeonato Brasileiro só não é mesmo o torneio mais difícil do planeta porque existem o hóquei e o beisebol nos Estados Unidos. 

NHL (National Hockey League - Liga Nacional de Hóquei no Gelo) e MLB (Major League Basebool - Liga Principal de Beisebol), respectivamente, são as ligas com maior alternância entre os campeões nas duas décadas avaliadas pelo professor.

NFL (futebol americano) e NBA (basquete) vêm a seguir entre as competições mais equilibradas. Não por acaso. 

Essas ligas dispõem de mecanismos para estimular o equilíbrio, como tetos salariais coletivos e individuais, além da distribuição de atletas vindos de universidades por meio do sistema de draft, em que as equipes derrotadas têm privilégio.

"As ligas modelo em termos de descentralização têm políticas de regulação bastante claras para fomentar a competitividade. Um dos mecanismos eficientes é o teto salarial. Você limita a principal despesa relacionada a desempenho da equipe",diz Rodolfo Ribeiro.

O Campeonato Francês aparece como menos desequilibrado entre os europeus, beneficiado pelo recorte temporal, que abrange o período anterior à chegada do zilionário Paris Saint-Germain. 

O Campeonato Alemão, dominado há muito pelo Bayern de Munique, é o mais desigual na distribuição dos títulos entre clubes nessas duas décadas.

Outro modo de avaliar o índice: Ainda recorrendo às práticas de mercados convencionais para medir competitividade esportiva, podemos distinguir os resultados apresentados por meio do HHI nas seguintes categorias.

HHI entre 0 e 0,15: setor não concentrado

HHI entre 0,15 e 0,25: concentração moderada

HHI acima de 0,25: concentração elevada

Desta maneira, apenas o hóquei americano poderia ser considerado um setor com ampla concorrência entre as suas franquias. 

O Brasileirão teria uma concentração moderada. 

Enquanto todas as ligas europeias, a partir da francesa, demonstrariam gradativamente seus níveis de desequilíbrio ao considerar a alternância entre os campeões.

Tudo tranquilo para o Brasil, então?

Na verdade, não. 

A pedido do GloboEsporte.com, Rodolfo Ribeiro aplicou o HHI em um longo retrospecto do Campeonato Brasileiro.

Desta vez, com um critério ligeiramente diferente do anterior. 

Em vez de considerar apenas os campeões nacionais em cada temporada, o professor incluiu clubes que alcançaram semifinais em mata-mata (e derivados) ou ficaram entre 1º e 4º lugares nos pontos corridos.

O (des)equilíbrio no Brasileirão ao longo das décadas: Quanto mais próximo de zero, mais competitivo. Índice mostra que competição tem diminuído no país.

Índice Herfindahl–Hirschman (HHI):

1970-1979: 0,380,38

1980-1989: 0,280,28

1990-1999: 0,290,29

2000-2009: 0,360,36

2010-2019: 0,40,4

2015-2019: 0,60,6

O índice mostra que o futebol brasileiro tem passado por um processo de concentração esportiva. 

Se nos anos 1980 as quatro melhores colocações do campeonato nacional estiveram divididas entre mais clubes, inclusive com títulos de Coritiba, Sport e Bahia, o índice tem aumentado constantemente com o passar das décadas.

Se considerados apenas os últimos cinco anos, então, o HHI brasileiro dispara. 

Uma explicação necessária: não tem problema comparar apenas cinco anos contra décadas inteiras, pois o índice anula as discrepâncias nesse sentido, de acordo com o responsável pelo estudo. 

E uma conclusão inevitável: estamos ficando mais desiguais.

"A gente vê essa concentração como consequência de uma consolidação de arrecadação dos clubes, pois ela vai concentrando, formando um grupo que dificilmente tem a sua hegemonia quebrada, e isso vai se refletir, claro, na competição. O acesso às principais posições fica restrito a quem tem orçamento para bancar. Se há preocupação para quem gosta de ver uma coisa equilibrada? Acredito que há", conclui Rodolfo Ribeiro.

Década Clubes diferentes entre 1º e 4º

1970 a 1979 15

1980 a 1989 19

1990 a 1999 18

2000 a 2009 14

2010 a 2019 10

2015 a 2019 8

Caso os índices não tenham ficado perfeitamente claros, eis uma última tabela. 

Nos anos 1980, as quatro colocações mais altas na tabela foram preenchidas por 19 clubes diferentes. 

O América-RJ foi semifinalista do Brasileirão de 1986, e o Guarani jogou a decisão. 

Nos anos 2010, com apenas dez clubes, a diversidade caiu praticamente pela metade.

Acende um sinal amarelo para o futebol brasileiro, caso os responsáveis por sua administração queiram manter o rótulo de campeonato nacional mais difícil do mundo nas próximas décadas. 

Para uma quantidade considerável de clubes pequenos e médios, que no passado tinham alguma força, equilíbrio e competitividade são palavras que já sumiram.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

A maior final da Liga dos Campeões

Qual é a maior final da Liga dos Campeões? 

Veja os votos de jornalistas e o top-5.

Liverpool venceu o Milan em 2005. (Foto: Globoesporte.globo.com)
GloboEsporte.com convida 50 membros da redação de esportes para eleger a maior decisão da história do torneio europeu.

A Liga dos Campeões já presenteou os torcedores e fãs do futebol com decisões inesquecíveis. Mas o GloboEsporte.com quis saber: qual foi a maior delas?

Perguntamos a 50 jornalistas do esporte na Globo suas três maiores finais, na ordem. 

Atribuímos cinco pontos para o primeiro colocado, três para o segundo e um para o terceiro. 

Depois, somamos a pontuação para formar a lista final. Viaje no tempo e veja agora o nosso top-5:

*Ao final desta reportagem você pode conferir como ficou o ranking de todas as finais mencionadas na enquete assim como o voto de cada jornalista

Qual foi a maior final da Liga dos Campeões?

Qual foi a maior final da Liga dos Campeões?

Qual foi a maior final da Liga dos Campeões?

Jornalistas elegem a maior rivalidade de todos os tempos no esporte. 

Veja o ranking:

#5 - Real Madrid (Espanha) 7 X 3 Eintracht Frankfurt (Alemanha) - Glasgow, 1960.

Na década de 1960, duas duplas encantaram o mundo. 

Na música, John Lennon e Paul McCartney arrastavam multidões com os Beatles, quarteto formado também por George Harrison e Ringo Starr. 

No futebol, Di Stéfano e Puskás levavam a harmonia de uma ópera para dentro de campo.

Em um quinteto, composto também pelo brasileiro Canário, Del Sol e Gento no ataque do Real Madrid, eles transformaram o futebol em poesia na final da Liga dos Campeões de 1960, contra o Eintracht Frankfurt. 

Foram quatro gols de Puskás e três de Di Stéfano na decisão, em uma das maiores exibições de uma dupla na história da competição.

Aquele jogou coroou também o domínio do Real Madrid nas primeiras edições de Liga dos Campeões. 

A final disputada em Glasgow, na Escócia, foi a quinta até então: àquela altura, todas tinham sido vencidas pelo clube de Madri.

#4 - Barcelona (Espanha) 3 X 1 Manchester United (Inglaterra) - Londres, 2011

Um dos maiores times da história em uma noite inspiradíssima contra um adversário tradicionalíssimo. Este pode ser o resumo da decisão entre Barcelona e Manchester United.

Quem foi a Wembley no dia 28 de maio de 2011 talvez tenha visto a melhor versão do Barcelona de Guardiola. 

O domínio do time catalão se traduziu em números e no placar: foram 22 finalizações do Barça contra apenas quatro do United, além de 68% de posse de bola para os culés.

Desde o princípio, os ingleses eram sufocados pela pressão do Barcelona, até que Pedro abriu o placar aos 27 minutos do primeiro tempo. 

Rooney empatou no primeiro tempo, mas a rotação do Barça aumentou, e o United desmoronou. 

Em jogada individual, Messi fez o segundo, e Villa fechou a conta em bonita finalização.

#3 - Real Madrid (Espanha) 4 X 1 Atlético de Madrid (Espanha) - Lisboa, 2014

Desde 2002, quando o Real bateu o Bayer Leverkusen e ganhou a nona taça europeia, todo torcedor do do clube tinha um único objetivo em mente: a busca insaciável por "La décima". 

Essa obsessão trouxe algumas decepções, incluindo seis eliminações seguidas nas oitavas de final. 

Mas em 2014 a história mudaria seu curso.

O adversário da decisão era o rival de Madri, o Atlético. 

A equipe de Simeone havia conquistado o título espanhol três semanas antes e saiu na frente com um gol de Godín. 

No segundo tempo, o Atletico estacionou o ônibus na frente da área, e o Real não conseguia ser incisivo.

Nos últimos suspiros, após escanteio, Sérgio Ramos subiu ao terceiro andar. 

A bola de Modric encontrou a cabeça do zagueiro e depois morreu nas redes. 

Era o empate salvador.

Na prorrogação, ganhou quem tinha mais fôlego. 

O Real sobrou fisicamente no segundo tempo, e Bale, Marcelo e Cristiano Ronaldo marcaram para garantir a décima Champions, e a primeira de quatro que viriam em cinco anos.

#2 - Manchester United (Inglaterra) 2 X 1 Bayern de Munique (Alemanha) - Barcelona, 1999

O Manchester United estava há 21 anos "na seca" da Liga dos Campeões. 

Nesse período, o clube inglês viu o maior rival, o Liverpool, acumular quatro conquistas continentais. 

Para terminar esse jejum, os Diabos Vermelhos teriam pela frente o Bayern de Kahn, Matthäus e Effenberg.

Havia ingredientes de uma final: jogo pegado, tenso e sem muitas chances. 

Na primeira do Bayern, Basler abriu o placar de falta. 

Tudo se encaminhava para o quarto título do time alemão, até os acréscimos revirarem o mundo do futebol de cabeça para baixo.

Aos 46 minutos do segundo tempo, Sheringham empatou. 

Aos 48 minutos do segundo tempo, Solskjaer, na hora e no lugar certos, aproveitou cobrança de escanteio e desviou na pequena área para virar e dar o título ao United. 

Três minutos que durarão uma eternidade.

#1 - Liverpool (Inglaterra) 3 X 3 Milan (Itália) - Istambul, 2005

Quantos milagres o futebol já produziu? 

Um deles aconteceu no dia 25 de maio de 2005, quando o estádio Ataturk, em Istambul, assistiu a uma das maiores reviravoltas já produzidas neste esporte.

Milan e Liverpool se enfrentavam. Logo no primeiro minuto, Maldini abriu o placar para os italianos, favoritos. 

Ao fim da primeira etapa, os gols Crespo - o último em uma jogada de cinema de Kaká, pareciam premeditar o destino dos Reds.

Mas o Liverpool se recuperou e, em 15 minutos, escalou uma montanha para empatar. 

Os ingleses descontaram com Gerrard, de cabeça. 

No lance seguinte, Smicer arriscou de longe e marcou o segundo. Xabi Alonso então teve pênalti defendido por Dida, mas fez no rebote.

Toda a reação poderia ter sido em vão se Dudek não operasse dois milagres no fim da prorrogação: primeiro em cabeçada Shevchenko, e depois, caído, pegou o rebote do ucraniano. 

Nas penalidades, o goleiro polonês brilhou de novo, e os ingleses levantaram a quinta taça da Champions League.

Veja como foi o voto dos jornalistas:

Votos dos jornalistas para a maior decisão da Champions League:

Jornalista 1° lugar 2° lugar 3° lugar

Alexandre Lozetti Liverpool 3x3 Milan, 2005 Milan 4x0 Barcelona, 1994 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011

Allan Caldas Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x3 Stade de Reims, 1956

Amanda Kestelman Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011

Ana Thaís Matos Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Chelsea 1x1 Bayern de Munique, 2012

André Rizek Real Madrid 7x3 Eintracht Frankfurt, 1960 Benfica 5x3 Real Madrid, 1962 Liverpool 3x3 Milan, 2005

Bárbara Coelho Liverpool 3x3 Milan, 2005 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Bruno Cassucci Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Cahê Mota Chelsea 1x1 Bayern de Munique, 2012 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Caio Ribeiro Liverpool 3x3 Milan, 2005 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011 Milan 4x0 Barcelona, 1994

Carlos Eduardo Lino Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006

Cauê Rademaker Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Barcelona 1x0 Sampdoria, 1992

Cintia Barlem Barcelona 3x1 Manchester United, 2011 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006 Manchester United 1x1 Chelsea, 2008

Cleber Machado Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Bayern de Munique 2x1 Borussia Dortmund, 2013

Daniel Mundim Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 7x3 Eintracht Frankfurt, 1960

Edgar Alencar Barcelona 3x1 Manchester United, 2011 Milan 4x0 Barcelona, 1994 Liverpool 3x3 Milan, 2005

Eric Faria Milan 4x0 Steaua Bucareste, 1989 Real Madrid 4x1 Juventus, 2017 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011

Everaldo Marques Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Felipe Barbalho Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Bayern de Munique 2x1 Borussia Dortmund, 2013

Felipe Schmidt Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Felipe Siqueira Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Fred Gomes Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Milan 4x0 Barcelona, 1994

Gustavo Villani Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006

Hector Werlang Liverpool 3x3 Milan, 2005 Milan 4x0 Barcelona, 1994 Real Madrid 4x1 Juventus, 2017

João Guerra Liverpool 3x3 Milan, 2005 Bayern de Munique 2x1 Borussia Dortmund, 2013 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Jorge Natan Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Lédio Carmona Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 7x3 Eintracht Frankfurt, 1960

Lucas Loos Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Luciano Mello Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Milan 4x0 Barcelona, 1994

Luis Roberto Real Madrid 7x3 Eintracht Frankfurt, 1960 Benfica 5x3 Real Madrid, 1962 Liverpool 3x3 Milan, 2005

Luiz Carlos Jr Liverpool 3x3 Milan, 2005 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006 Real Madrid 2x1 Bayer Leverkusen, 2002

Marcelo Barreto Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Chelsea 1x1 Bayern de Munique, 2012

Marcelo Courrege Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Benfica 5x3 Real Madrid, 1962 Real Madrid 3x1 Liverpool, 2018

Marcelo Hazan Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Chelsea 1x1 Bayern de Munique, 2012

Marcos Felipe Liverpool 3x3 Milan, 2005 Barcelona 2x0 Manchester United, 2009 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Martín Fernandez Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011

Paula Carvalho Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Paulo Vinicius Coelho Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 7x3 Eintracht Frankfurt, 1960

Pedrinho Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Barcelona 3x1 Juventus, 2015

Priscila Carvalho Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 2x0 Manchester United, 2009

Rafael Abduche Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Juventus 1x0 Liverpool, 1985

Raphael De Angeli Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 2x1 Bayer Leverkusen, 2002

Raphael Sibilla Real Madrid 7x3 Eintracht Frankfurt, 1960 Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Raphael Zarko Milan 4x0 Barcelona, 1994 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Rodrigo Cerqueira Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Barcelona 3x1 Manchester United, 2011

Rodrigo Lois Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 2x1 Bayer Leverkusen, 2002

Tébaro Schimidt Liverpool 3x3 Milan, 2005 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014 Chelsea 1x1 Bayern de Munique, 2012

Thiago Benevenutte Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006

Thiago Dias Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Real Madrid 4x1 Atlético de Madrid, 2014

Thiago Lima Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Barcelona 2x1 Arsenal, 2006

Victor Canedo Liverpool 3x3 Milan, 2005 Manchester United 2x1 Bayern de Munique, 1999 Bayern de Munique 2x1 Borussia Dortmund, 2013

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Conter a pandemia

Primeiro-ministro do Japão diz que é impossível realizar Olimpíadas se pandemia não for contida.

Novo coronavírus segue ameaçando os Jogos mesmo após adiamento. 
Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão. (Foto: Issei Kato/Reuters)
Shinzo Abe diz que é preciso realizar o evento de forma "completa" e "segura".

Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe disse nesta quarta-feira que as Olimpíadas não poderão acontecer caso a pandemia não seja contida. 

Devido ao novo coronavírus, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o governo japonês mudaram os Jogos de 2020 para 2021. 

Com a infecção pela doença crescendo em muitas partes do mundo e especialistas sugerindo que ainda há um longo caminho para se ter uma vacina, dúvidas têm sido levantadas sobre as possibilidades de se realizar um evento desse porte no ano que vem.

"Sempre falamos que as Olimpíadas e Paralimpíadas precisam ser realizadas de uma forma completa e que os atletas e espectadores possam participar de forma segura. Seria impossível realizar os Jogos de uma maneira completa caso a pandemia ainda não esteja contida", falou Abe em resposta a um parlamentar da oposição nesta quarta-feira.

Abe falou que as Olimpíadas, se realizadas, servirão como legado de sua gestão como primeiro-ministro e vive uma grande expectativa de crescimento no turismo e consumo. 

O Japão gastou cerca de US$ 13 bilhões em preparação e arrecadou aproximadamente US$ 3 bilhões em patrocínio doméstico.

O primeiro-ministro disse ainda que as Olimpíadas precisam ser realizadas de "uma forma que mostre que o mundo venceu a batalha contra a pandemia do coronavírus". 

Ele ainda alertou sobre o difícil panorama na capital japonesa. 

Refletindo a visão de Abe, a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, falou aos repórteres que a situação em Tóquio segue "difícil" e disse que pediu ao gabinete de Abe que aumente o período de "emergência", que está previsto para encerrar em 6 de maio.

O Japão decretou estado de emergência em todo o país por causa do coronavírus, e Tóquio é o epicentro da pandemia por lá. 

Já foram registrados por lá mais de 13,9 mil casos de covid-19 e 417 mortes. 

Os números japoneses não estão entre os mais elevados do mundo, porém um evento como as Olimpíadas reúne pessoas de todo o mundo, entre atletas, jornalistas e torcedores.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

terça-feira, 28 de abril de 2020

Choque de profissionalismo?!?!

Análise: Globo dá choque de profissionalismo nos clubes.

Times querem reduzir salários, mas não entendem decisão da emissora de cortar verbas destinadas ao Brasileirão.
Globo poderá cortar verbas no futebol. (Foto: Observatoriodatv.uol.com.br)
Alguns dos principais clubes do Brasil, assim como aconteceu em diversos países do mundo, resolveram negociar redução de salários de jogadores para amenizar as perdas provocadas pela paralisação dos torneios. 

Alguns dirigentes, como o presidente do Atlético Mineiro, Sergio Sette Camara, por exemplo, foram duros nas palavras: os cortes aconteceriam de qualquer maneira, sem a necessidade de diálogo.

A decisão já não era razoável. 

Clubes de futebol são organizações que devem funcionar como empresas convencionais e devem ter verba extra para cumprir os contratos em momentos de crise. 

Algo que já não acontece com companhias tradicionais no mercado, que não hesitaram em cortar salários, especialmente após o apoio federal para proceder dessa forma.

Quando se trata de clubes de futebol, é difícil esperar maior organização e profissionalismo para agir de uma maneira financeiramente sóbria.

Só que a medida teve dois lados e, como era esperado, a reação não foi da mesma maneira. 

A Globo resolveu cortar mensalidades referentes à cota do Campeonato Brasileiro, já que o torneio não deverá sair do papel nas próximas semanas, provavelmente meses. 

E os clubes estão chocados com a reação. 

Segundo o que apuramos em reportagem, a decisão deixou alguns dirigentes indignados.

Há, no entanto, um choque de profissionalismo imposto pela emissora. 

Ela pagou por um produto e não recebeu. 

Independentemente dos pormenores jurídicos, ela tem razão na iniciativa: não há por que pagar por algo que ainda não foi entregue.

É, inclusive, diferente da relação trabalhista. 

Jogador de futebol não é sócio dos clubes e não tem que arcar com o período de baixa. 

É costumeiro no esporte ter uma divisão de premiação nas vitórias, algo normalmente previsto em contrato, mas que não foge de uma relação trabalhista comum. 

Nenhum funcionário regular, que tem como benefício participação nos lucros, reparte os prejuízos após um ano de crise.

Se ficasse alguma lição às equipes durante o período de pandemia, deveria ser a da gestão mais responsável. 

Atualmente, os clubes não têm preocupação em ter fôlego financeiro para crises. 

Aliás, muitos deles baseiam o orçamento em receitas imaginárias, como vendas de jogadores. 

O resultado é a geração de prejuízos inacreditáveis.

As contas no total vermelho poderiam ser razoáveis neste ano de pandemia, mas será trágico à maioria porque a normalidade já é dessa maneira. 

Aí, surge o desespero quando alguém pede o que simplesmente é razoável, como faz a Globo agora.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Alemães discutem a volta

Políticos alemães remarcam reunião, e Bundesliga não deve ser retomada em 9 de maio.

Encontro da chanceler Angela Merkel com ministros do esporte do país que permitiria volta do futebol trava retorno do Campeonato Alemão.
Angela Merkel discutirá a volta do futebol em maio. (Foto: Globoesporte.globo.com)
A meta de 9 de maio fixada pela Bundesliga para reiniciar o Campeonato Alemão parece estar longe de ser possível. 

A data se baseava numa aprovação do governo da chanceler Angela Merkel em uma reunião com 16 ministros federais do esporte que aconteceria na próxima quinta-feira (30). 

No entanto, esse encontro passou para o dia dia 6 de maio.

De acordo com o jornal alemão "Süddeutsche Zeitung", essa mudança na reunião de Merkel se dá por conta do aumento de número de casos de coronavírus na Alemanha nos últimos dias após um relaxamento da quarentena no país.

Mesmo que no dia 6 de maio, se tome uma decisão favorável ao retorno do futebol, não haveria tempo hábil para recomeçar a bola logo três dias depois.

A decisão final do reinício da Bundesliga será de Merkel, mas será tomada, oficialmente, pelos governadores dos estados federais. 

Só depois a Bundesliga poderá avançar.

O futebol alemão foi interrompido em março, faltando nove rodadas para o fim da Bundesliga. 

O Bayern de Munique lidera a competição, com 55 pontos, quatro à frente do Borussia Dortmund.

Confira a classificação completa no link abaixo: 


Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro