sexta-feira, 1 de maio de 2020

Brasileiros e uruguaios no topo

As 10 seleções com mais títulos oficiais no futebol.

A pandemia do novo coronavírus paralisou o futebol, inclusive, cancelou tradicionais torneios, como a Copa América e a Eurocopa.

Pensando nisso, nós, do Onefootball, decidimos elencar as dez seleções com mais títulos oficiais no futebol. 

Confere aí!
Brasil venceu a Copa América de 2019 contra o Peru. (Foto:Br.onefootball.com)
Brasil: 18 títulos

Com cinco títulos mundiais (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), quatro de Copa das Confederações (1997, 2005, 2009 e 2013) e nove Copas América (1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004, 2007 e 2019), a Seleção Brasileira lidera o ranking dos maiores campeões do futebol.

Uruguai: 18 títulos

A Celeste, assim como a Seleção Brasileira, também tem 18 títulos oficiais. 

Além de dois mundiais (1930 e 1950) e 15 Copas América (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959, 1967, 1983, 1987, 1995 e 2011), o Uruguai também foi campeão do Mundialito (1980/1981), que foi uma “mini Copa do Mundo” realizada no país para celebrar os 50 anos da primeira Copa do Mundo.

Entre os campeões mundiais até 1980 (Uruguai, Argentina, Brasil, Itália e Alemanha), apenas a Inglaterra (1966) não participou, sendo substituída pela Holanda.

Argentina: 17 títulos

Os hermanos não sabem o que é comemorar um título de seleção há 27 anos. 

Mas, pelo seu passado de glória, a Argentina completa o pódio dos maiores campeões de futebol do mundo. 

Foram dois mundiais (1978 e 1986), uma Copa das Confederações (1992) e 14 Copas América (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959, 1991 e 1993).

México: nove títulos

De forma surpreendente, o México, que nunca foi campeão mundial, ocupa a quarta posição em nosso ranking. 

A seleção tricolor tem nove títulos no currículo, sendo uma Copa das Confederações (1999) e oito Copas Ouro (1993, 1996, 1998, 2003, 2009, 2011, 2015 e 2019).

Alemanha: oito títulos

Os alemães foram campeões de quatro mundiais (1954, 1974, 1990 e 2014), uma Copa das Confederações (2017) e três Eurocopas (1972, 1980 e 1996).

Egito: sete títulos

Quem diria, mas o Egito está sim entre os maiores campeões do futebol mundial. 

Todos os seus sete títulos foram da Copa Africana de Nações (1957, 1959, 1986, 1998, 2006, 2008 e 2010).

França: seis títulos

Terror do Brasil em Copas, a seleção francesa tem seis títulos em sua sala de troféus. 

Dois mundiais (1998 e 2018), duas Copas das Confederações (2001 e 2003) e duas Eurocopas (1984 e 2000).

Estados Unidos: seis títulos

Os norte-americanos, assim como os franceses, também têm seis títulos na sua história. 

Todos na Copa Ouro (1991, 2002, 2005, 2007, 2013 e 2017).

Itália: cinco títulos

Além das quatro Copas do Mundo (1934, 1938, 1982 e 2006), a Itália tem apenas uma Eurocopa (1968). 

Um pouco decepcionante para uma seleção tão tradicional e temida no cenário internacional.

Camarões: cinco títulos

Com cinco Copas Africanas de Nações (1984, 1988, 2000, 2002 e 2017), Camarões está empatado com a Itália. 

Austrália (Copa Ásia: 2015 e Copa das Nações da Oceania: 1980, 1996, 2000 e 2004) e Nova Zelândia (Copa das Nações da Oceania: 1973, 1998, 2002, 2008 e 2016) também têm cinco troféus em sua sala de troféus.

Reportagem: Br.onefootball.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Apelido de Mosqueteiro

Há 91 anos, Corinthians venceu argentinos e ganhou apelido de “Mosqueteiro”.
O Mosqueteiro está sempre presente nas partidas do Corinthians. (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
O dia 1º de maio de 1929 foi especial para o Corinthians. 

Há 91 anos, a equipe conseguiu sua primeira vitória em uma partida internacional, ao derrotar o Barracas da Argentina por 3 a 1, na Fazendinha, e ainda ganhou um apelido que viria a acompanhar o clube até os dias de hoje.

Por conta da grande atuação do Timão em seu estádio, o jornalista Thomaz Mazzoni, do jornal A Gazeta, fez seu relato da partida baseado na “fibra de mosqueteiro”, em uma referência ao livro “Os Três Mosqueteiros”, exaltando ainda o trio responsável pela vitória dos brasileiros.

A equipe argentina abriu o placar no Parque São Jorge, porém o Corinthians mostrou muita raça dentro de campo, conforme relatou o jornalista, e virou a partida com gols de Apparício, Rodrigues e Rato. 

Thomaz Mazzoni, então, comparou-os a Athos, Aramis, Porthos, mosqueteiros do livro escrito por Alexandre Dumas.

No mesmo ano, o Mosqueteiro voltou a aparecer quando A Gazeta criou diversos mascotes aos times paulistas. 

O espírito de luta e a valentia do Timão, que são marcas registradas do Alvinegro, fez com que o Mosqueteiro se tornasse o mascote oficial do clube até hoje.

Reportagem: Gazetaesportiva.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro 

Sede única no futebol feminino

CBF (Confederação Brasileira de Futebol) tenta manter formato do Brasileiro Feminino, mas estuda possibilidade de sede única.

Séries A1 e A2 envolvem 52 clubes e foram paralisadas, há um mês, quando estavam em andamento.
Jogadoras do São Paulo comemoram o gol. (Foto: Globoesporte.globo.com)
Supervisor da modalidade vê logística como principal desafio.

Com 52 clubes envolvidos, as Séries A1 e A2 do Brasileiro Feminino estavam em curso quando todos os campeonatos nacionais foram paralisados pela Confederação Brasileira de Futebol, em 15 de março, devido à pandemia causada pela Covid-19. 

Com calendário de curta duração, a CBF estuda cenários para a retomada das competições.

Intenção da entidade é manter os formatos de ambas as disputas, mas admite a possibilidade de volta com sede única. 

É o que diz o supervisor do futebol feminino da CBF, Romeu de Castro.

“Estudamos vários cenários no momento. Não creio que teremos mudanças no formato, mas realizar os jogos em sedes únicas é também uma possibilidade. Neste momento, são estudos e projeções hipotéticas apenas. A intenção principal é mantermos as competições conforme os formatos originais. Temos que aguardar as definições das autoridades competentes e a evolução da situação em cada estado.”

O Ministério da Saúde, em resposta ao protocolo médico nacional da CBF, posicionou-se favorável à retomada do futebol. 

O órgão sugere que a entidade garanta a avaliação constante de atletas, comissões técnicas e funcionários, assim como familiares e contatos próximos, mas faz uma ressalva: a disponibilização de testes rápidos no sistema de saúde está saturada.

Atualmente, o Brasil tem 6.329 mortes e 91.589 casos confirmados do novo coronavírus, com ocorrências em todos os estados do país. 

Cenário que faz com que as ações preventivas estejam sujeitas a mudanças por localidade, diz Romeu de Castro, conferindo maior força à possibilidade de sede única.

“As medidas de distanciamento e proteção vão ser equivalentes à situação do vírus e da pandemia em cada estado. A gente trabalha com um cenário que pode ser possível se jogar em algum estado e não ser possível se jogar em outro.”

Ainda de acordo com o dirigente, para as competições de base femininas, que estavam previstas para começar em maio (sub-18) e julho (sub-16), a mudança no formato é uma possibilidade mais forte. 

Depende das consequências da Covid-19 sobre a logística necessária. 

Uma questão que é vista como principal desafio para realizar as divisões principais do Brasileiro dentro dos termos originais.

“Apesar de ter uma média de público menor em vários estados, dependemos dos aviões, restaurantes, hotéis, segurança, arbitragem, transporte terrestre, hospitais disponíveis. O delimitador mesmo é a questão dos serviços essenciais médicos e segurança.”

A Série A1 não chegou a finalizar a quinta rodada antes da paralisação, com três jogos pendentes, além de dez rodadas pela frente na primeira etapa, antes das quartas de final, semifinais e finais. 

A competição estava prevista para acabar em setembro. 

A Série A2, por sua vez, ficou na primeira rodada. 

Tem outras quatro pendentes na primeira fase, além das partidas eliminatórias a partir das oitavas de final, encerrando em julho.

"Vamos retornar, em um momento da pandemia, muito próximo de fases decisivas da competição. Um campeonato mais longo, você talvez comece com maiores dificuldades, mas tem a situação de estar caminhando para a normalidade quando o campeonato estiver se afunilando".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Início em junho

Campeonato suíço de futebol poderá voltar sem público a partir de 8 de junho.
Treinamentos esportivos na Suíça foram autorizados a partir do dia 11 de maio (Foto: Divulgação/FC Basel)
As autoridades suíças disseram na última quarta-feira (29) que planejam autorizar a retomada dos campeonatos esportivos profissionais a partir de 8 de junho, atualmente interrompidos devido à pandemia do novo coronavírus, embora os eventos tenham que acontecer com os portões fechados.

“Está planejado autorizar ligas profissionais a organizar partidas com portões fechados a partir de 8 de junho de 2020”, anunciou o Conselho Federal da Suíça. Isso inclui a liga de futebol do país.

Antes disso, as medidas de combate à covid-19 foram relaxadas e o retorno ao treinamento esportivo foi autorizado a partir de 11 de maio. 

A partir dessa data, os atletas amadores poderão retomar “seus treinamentos em pequenos grupos de cinco pessoas, no máximo, sem contato físico e respeitando as regras de higiene e distância”, explicou o Conselho Federal em um comunicado.

Já os atletas profissionais terão “regras mais flexíveis, pois será possível organizar sessões de treinamento para mais de cinco pessoas”.

O campeonato suíço de futebol foi interrompido no início de março pela pandemia do novo coronavírus, assim como o popular campeonato de hóquei no gelo do país.

Reportagem: Gazetaesportiva.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro 

Segue o debate

Redação SporTV debate movimento por retorno do futebol: "Jogador vira quase foca de circo", diz Tim Vickery.
Jornalistas e especialistas debatem o futebol em tempos de pandemia. (Foto: Exame.abril.com.br)
Xico Sá também criticou a chance de retomada: "Imagina voltar a funcionar o "circo" no meio do pico, do pior momento das famílias. 

Seria uma falta de respeito.

O Redação SporTV Home Office desta sexta-feira (1º) entrou no debate sobre os diversos pontos de vista em relação ao retorno das atividades do futebol. 

Marcelo Barreto comandou a discussão que contou com Tim Vickery, Xico Sá e Ariel Palacios. 

Os comentaristas criticaram o que chamaram de movimento para o retorno do futebol em meio à pandemia do coronavírus.

Barreto iniciou com informações gerais no cenário do esporte.

"O mundo do futebol me parece muito determinado a voltar com os jogos esse ano. E eles apareceram. Os jogadores, os artistas do espetáculo. Os jogadores falaram, dirigentes falaram, ontem (quinta-feira (30)) mostramos uma declaração forte do Raí, e parece que a comunidade do futebol finalmente resolveu reagir.

Ele reforçou que o governo federal tem se mostrado favorável à volta das atividades:

"O presidente Jair Bolsonaro essa semana manifestou o desejo de ter o futebol de volta. O ministro Nelson Teich veio dizer que é favorável. E agora estão acabando as férias dos jogadores. A preocupação que o Ministério da Saúde manifesta é em relação à testagem de jogadores. Poderia faltar para a população se o futebol comprasse muitos".

Vickery e Sá entraram no debate e criticaram a possibilidade de retomar o futebol justamente no momento em que a pandemia se aproxima do seu pico no Brasil.

"Estão correndo risco de ficar desprotegidos. A Colômbia elaborou um protocolo de quase 100 páginas para ter futebol a portas fechadas. O governo olhou e disse: ainda não. Aqui a situação é diferente, o governo parece um grande incentivador da volta do futebol, no sentido de que a sociedade precisa, aí o jogador vira uma cobaia, quase uma foca de circo para entreter o povo", disse Vickery.

Para Sá, cogitar isso agora é um desrespeito com as famílias de vítimas da Covid-19.

"É uma tremenda irresponsabilidade, uma política suicida, voltar com futebol agora. Como o Raí, acho que não se deve pensar nisso até porque questão de respeito com as famílias que estão sofrendo com isso agora. Imagina voltar a funcionar o "circo" no meio do pico, do pior momento das famílias. Seria uma falta de respeito. Acalma esse quando e esse como e vamos resolver o problema geral na sociedade. Nesse momento os estádios têm de servir de hospital de campanha e não para bola rolar".

Palacios relatou a situação na Argentina:

"Semanas atrás estavam falando em retomar em agosto. O futebol fica no freezer, o campeonato fica do jeito que está. Tudo empurrado para frente na expectativa de ver como se define. Os clubes fizeram mais ou menos aquela coisa de quem cala, consente. Na Argentina, estão acostumados nos últimos anos a improvisar campeonatos em cima da hora. Não seria estranho se fizessem algo mais para o fim do ano para animar os torcedores e ter verba publicitária, uma espécie de campeonato tampão".

Vickery ressaltou ainda a vontade das federações de retomar as atividades:

"Eles estão loucos para voltar por um motivo compreensível: o medo de que os estaduais não vão terminar, o que para as federações é um desastre e para os clubes pequenos um desastre maior ainda. Mas é estranho esse movimento justamente na época que está entrando no pico aqui".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Veja os números

Ranking mostra quais são os "times da virada" da Série A dos últimos cinco Brasileirões.

"O time da virada" é entoado por muitas torcidas, mas uns times confirmam mais isso em campo. 

Levantamento mostra quem tem maior índice de vitórias após levar primeiro gol do jogo.

Não fosse a pandemia de Covid-19, neste fim de semana começaria o Brasileirão 2020. 

Entre os 30 times que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro nos últimos cinco anos, o Atlético-MG é a equipe com maior percentual de vitórias nos jogos em que o adversário fez o primeiro gol do jogo. 

Em 189 partidas (lembrando que o jogo contra a Chapecoense, pela última rodada de 2016, não foi realizado após o acidente aéreo sofrido pela equipe catarinense), o Atlético-MG sofreu o primeiro gol do jogo em 86 delas, mas ainda assim conseguiu vencer 16, um índice de recuperação de 18,6%.

Levantamento do Espião Estatístico reuniu todos os 1.899 jogos dos últimos cinco anos para descobrir qual o índice de sucesso dos times depois de estarem sob pressão por terem levado o primeiro gol do jogo. 

Houve pelo menos um gol em 1.729 dessas partidas (9% dos jogos acabaram em 0 a 0) e, na média, os times da Série A conseguiram uma virada no placar em 9,8% das vezes após terem sofrido o primeiro gol do jogo. 

O Athletico-PR é o segundo colocado desse ranking seguido de Flamengo, Internacional e Corinthians, como mostra o quadro abaixo.

Quando separadas por temporadas, o Flamengo de 2019 teve o melhor desempenho entre as cem campanhas conseguindo cinco viradas nos dez jogos em que levou o primeiro gol da partida (50%). 

O Internacional e o Athletico-PR, ambos em 2018, fecham o pódio. 

O Flamengo volta a figurar na quarta colocação com a campanha de 2016, como mostra o ranking abaixo.
Índice técnico dos confrontos. (Foto: Globoesporte.globo.com)
A equipe do Espião Estatístico é formada por: Caio Carvalho, Guilherme Maniaudet, Guilherme Marçal, Leandro Silva, Roberto Maleson e Valmir Storti.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Deu Brasil de 1970!!!

Félix, Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Jairzinho, Pelé, Tostão e Rivellino. 
Brasil da Copa do Mundo de 1970 vence a eleição virtual. (Foto: Globoesporte.globo.com)
O time que levou para o mundo inteiro a magia do melhor futebol brasileiro derrotou a Argentina de 1986 na decisão do mata-mata dos campeões mundiais e conquistou o título do torneio. 

A vitória foi por goleada na enquete: 89% a 11%.

Goleada, aliás, foi comum para aquela equipe histórica. 

Na estreia e na final, por exemplo, a Seleção bateu pelo mesmo placar (4 a 1) a Tchecoslováquia e a Itália, respectivamente. 

A vitória sobre os italianos é até hoje o placar mais elástico em decisões de Copas do Mundo.

Para um time tão marcante, até jogadas que não acabaram na rede ficaram gravadas na história. 

Mesmo os mais novos já viram três lances inesquecíveis de Pelé durante o Mundial: o chute do meio-campo contra a Tchecoslováquia, o cabeceio certeiro que originou a defesa de Gordon Banks e o drible de corpo no goleiro uruguaio Mazurkiewicz.

A semifinal diante do Uruguai foi um dos pontos altos daquela conquista. 

Exatamente 20 anos depois do Maracanazo, os dias anteriores à partida foram repletos de lembranças sobre a Copa de 1950. 

E a Celeste ainda saiu na frente. 

Mas Clodoaldo empatou ainda no primeiro tempo. 

Depois do intervalo, a Seleção se acalmou, impôs sua superioridade, venceu por 3 a 1 e garantiu o lugar na decisão.

Diante dos italianos, apesar do empate momentâneo após Pelé abrir o placar, o que se viu foi uma exibição de gala de um dos melhores times de todos os tempos. 

Ao fim do jogo, Carlos Alberto Torres levantou a Taça Jules Rimet, que ficaria em definitivo no Brasil, mas anos depois acabou roubada - porque o país foi o primeiro a ganhar três vezes a Copa do Mundo.

Campanha no México:

Primeira Fase:

Brasil 4 X 1 Tchecoslováquia

Brasil 1 X 0 Inglaterra

Brasil 3 X 2 Romênia

Quartas de final:

Brasil 4 X 2 Peru

Semifinais:

Brasil 3 X 1 Uruguai

Final:

Brasil 4 X 1 Itália

Campanha no torneio de campeões do mundo:

Oitavas de final:

Brasil 1970 83% X 17% Brasil 1994

Quartas de final:

Brasil 1970 64% X 36% Brasil 2002

Semifinais:

Brasil 1970 90% X 10% Espanha 2010

Final:

Brasil 1970 89% X 11% Argentina 1986

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro