quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Santa Fe avança de fase

Zebra monumental! 

Independiente Santa Fe vence River Plate nos pênaltis e pega o Vasco nas quartas de final.

Após empate no tempo normal e 22 cobranças, colombianos avançam com goleiro Asprilla convertendo a batida decisiva.

O Vasco não voltará ao Monumental de Núñez, onde tem lindas lembranças da semifinal da Taça Libertadores da América de 1998 com o gol de Juninho que virou música e de uma goleada por 4 a 1 sobre o River Plate em 2000. 

A zebra passeou em Buenos Aires, e o Independiente Santa Fe eliminou o River Plate nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo normal, na Colômbia, os times ficaram no 0 a 0. 

Foram necessárias 22 cobranças, e o goleiro Asprilla converteu a batida derradeira com muito talento.

Santi Beltrán, colega de Asprilla, pintava como herói. 

Tinha defendido 3 cobranças, mas na hora que teve de bater escorregou e isolou. 

Um castigo que o jovem de 21 anos não merecia. 

Quem mereceu foi Eduardo Coudet, que recuou o River Plate quando sua equipe vencia por 1 a 0 e amassava o Independiente Santa Fe.

O zagueiro Martínez Quarta foi um dos grandes vilões do River Plate. 

Além de cometer o pênalti durante os 90 minutos, desperdiçou sua cobrança com uma batida muito ruim. 

Isolou a bola. Borré, Facundo González e o goleiro Beltrán também perderam pelo time da casa.

Com nome do craque Faustino Asprilla, ex-atacante que é lenda da seleção colombiana, o goleiro Weimar Asprilla mostrou muita insegurança durante a partida, errou o canto por inúmeras vezes durante a disputa de pênaltis e só defendeu, com os pés, uma das 4 cobranças desperdiças pelo River Plate, muito ajudado pela cobrança fraquinha de Facundo González no meio. 

Como era mais eficaz com os pés do que as mãos, o goleiro Weimar Asprilla tratou de honrar o sobrenome de astro e bateu sua penalidade com muito, muito talento. 

Santi Beltrán caiu para a direita, e Asprilla botou no ângulo esquerdo! 

O famoso e contestado golaço de pênalti!

O River Plate teve uma posse de bola estéril durante o primeiro tempo. 

Ficou com ela por 77% do tempo, mas pouco machucou. 

Até fez pressão no início, mas pouco levou perigo à meta colombiano. 

Finalizou 17 vezes, mas a única jogada que mereceu destaque foi a em que Almada deixou Obrian no chão e tocou para Acuña cruzar. 

Driussi e Ángel Correa por pouco não abriram o placar, já nos acréscimos. 

O Independiente Santa Fe, por sua vez, chegou pouquíssimo e só acertou o gol em cabeçada fraquinha de Zapata.

Na etapa final, o River Plate foi muito mais agressivo, abriu o placar rapidamente com Driussi em boa jogada que teve participação de Ángel Correa e Montiel, autor da assistência. 

Depois de um domínio bastante expressivo, Coudet chamou o River Plate para trás, e o Independiente Santa Fe foi levando perigo em chutes fortuitos. 

Num deles, Martínez Quarta deu azar, abriu o braço direito e desviou chute de Luis Palacios. 

Pênalti marcado, e Fagúndez converteu com um chute muito forte. 

Castigo para um time muito pouco efetivo e também para a falta de coragem do treinador argentino.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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