Equipe está invicta pelo torneio no estádio da capital, onde enfrenta a África do Sul na abertura do Mundial nesta quinta-feira (11).
Time pode fazer até 4 partidas no local nesta edição.
O México estreia pela terceira vez em uma Copa do Mundo disputada no país, nesta quinta-feira (11), contra a África do Sul, às 16 horas (horário de Brasília), com seu maior aliado no torneio: o estádio Azteca.
A equipe nunca foi derrotada jogando naquele que o presidente da FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol), Gianni Infantino, chamou de "catedral" do esporte.
Nas 2 Copas anteriores disputadas no México, em 1970 e 1986, a seleção local fez 7 partidas no Azteca, com 5 vitórias e 2 empates.
Ao deixar o estádio, foi eliminada.
Em 1970, empatou sem gols com a União Soviética e venceu El Salvador (4 a 0) e Bélgica (1 a 0).
Nas quartas de final, viajou a Toluca e caiu ao ser derrotada pela Itália.
16 anos depois, a melhor campanha do México em Copas terminou em Monterrey.
Antes, bateu a Bélgica (2 a 1) e o Iraque (1 a 0) e empatou com o Paraguai (1 a 1) na fase de grupos.
Nas oitavas de final, passou pela Bulgária com um 2 a 0.
No quinto jogo, foi eliminado pela Alemanha Ocidental nos pênaltis quando se afastou da capital do país.
A tabela da Copa do Mundo deste ano é agradável aos mexicanos: na fase de grupos, pegam a África do Sul e a República Tcheca no Azteca, só saem para enfrentar a Coreia do Sul, em Guadalajara.
Se terminar como melhor do grupo, o time voltará à Cidade do México contra um dos melhores terceiros colocados.
A "maldição do quinto jogo" pode ser enterrada nas oitavas de final, caso avance, quando mais uma vez terá a chance de entrar no campo do Azteca.
Se chegar às quartas de final, a sexta partida será disputada nos Estados Unidos.
O técnico do México, Javier Aguirre, foi um dos atletas da seleção na Copa do Mundo de 1986 e afirmou que as arquibancadas reforçarão a seleção.
"Passe o que passe, nossa torcida estará conosco. Vai ser uma festa que vai durar por muitas décadas. Espero que comecemos com o pé direito, que demonstremos nossa maneira de jogar. Sabemos que pode ser um dia histórico. A vida mostra que dificilmente esses jogadores viverão isso de novo", afirmou o treinador na véspera da partida.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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