Brasil vence a França de virada em jogo emocionante e lidera o Grupo C do Mundial.
Seleção brasileira leva 2 a 0, mas se recupera em quadra e mantém 100% de aproveitamento no torneio.
Fala, Rosamaria!
"Muito importante essa vitória. Começamos o jogo com dificuldade, e sabíamos que seria assim. A gente aos poucos conseguiu ir se ajustando e isso é muito importante no nosso caminho no Mundial. Não é a primeira vez que saio do banco, isso acontece com todo mundo, e a gente trabalha para isso como equipe. Essa mentalidade é que todas temos que ter. A gente precisava de energia para virar o jogo, e foi isso o que aconteceu".
Foi difícil, sofrido. Entretanto, o Brasil cumpriu a missão neste domingo (24) ao vencer a França por 3 sets a 2 (21/25, 20/25, 25/15, 25/17 e 15/13) pelo Grupo C do Campeonato Mundial, realizado na Tailândia.
"Essa vitória foi muito importante. Começamos o jogo com dificuldade, e sabíamos que seria assim. A gente aos poucos conseguiu ir se ajustando e isso é muito importante no nosso caminho no Mundial. Não é a primeira vez que saio do banco, isso acontece com todo mundo, e a gente trabalha para isso como equipe. Essa mentalidade é que todas temos que ter. A gente precisava de energia para virar o jogo, e foi isso o que aconteceu", declarou Rosamaria.
A vitória canarinho deixa o Brasil na liderança, que deve ser confirmada em definitivo na próxima terça-feira (26), às 9h30 (horário de Brasília), diante do lanterna Porto Rico.
A França, que ocupa a segunda posição, vai duelar com a Grécia.
2 equipes avançam para a próxima fase do torneio.
A França, uma das seleções que mais evoluíram desde Paris 2024, deu trabalho ao Brasil na etapa inicial, um panorama bem diferente do que as brasileiras encontraram na estreia diante da Grécia, atropelada por 3 a 0.
As comandadas do técnico José Roberto Guimarães protagonizaram um set equilibrado, mas não conseguiram frear os ataques rivais pelas pontas, e viram as adversárias fecharem a parcial em 25 a 21.
Iman Ndiaye foi a maior pontuadora do primeiro set com seis pontos.
O Brasil não foi dominado pela França no segundo set, mas também não conseguiu se impor em quadra para colocar o favoritismo na prática.
As francesas, a exemplo da parcial anterior, atuaram com segurança, tiraram proveito dos saques burocráticos do Brasil e ganharam confiança.
O resultado não poderia ser outro: a França fechou em 25 a 20, anotando 2 a 0.
Iman Ndiaye e Héléna Cazaute, uma vez mais, ditaram o ritmo em quadra.
No terceiro set, a seleção brasileira, enfim, melhorou em quadra, no embalo da entrada de Rosamaria.
Após estar perdendo por 9 a 8, virou para 14 a 10.
A defesa do Brasil começou a funcionar, especialmente, os bloqueios, o que se refletiu no placar.
A torcida tailandesa, que é apaixonada pelas atletas brasileiras, despertou na arena.
O treinador da França, Cesar Hernandez, deu descanso para algumas titulares ao notar que o set seria liquidado em breve.
E, de fato, o Brasil atropelou por 25 a 15.
O Brasil conseguiu forçar a realização do quinto set ao empatar em 2 a 2.
Com uma vitória por 25 a 17 na quarta parcial, a seleção brasileira fez jus ao status de favorita.
Gabi, com 13 pontos, e Julia Kudiess e Bergmann, com 12 cada, brilharam, assim como Rosamaria.
A vitória no jogo decidiria, também, quem ficaria na liderança do Grupo C.
E Brasil e França caminharam ponto a ponto no tie-break.
A seleção brasileira, no entanto, se apresentava mais confiante ao empatar após estar perdendo por 2 sets a 0.
Com um pontaço de Julia Bergmann pelo meio, a atleta canarinho anotou 9 a 6.
A França chegou a reduzir a diferença para um ponto, mas o Brasil assinalou 13 a 10, aproximando-se da vitória.
Com um ponto de ataque, Diana levou a seleção brasileira o matchpoint.
A França salvou o primeiro, mas, na segunda tentativa, houve suspense com duas revisões de vídeo consecutivas.
A imagem mostrou que não teve toque no bloqueio francês e nem toque na rede (pedido de Zé Roberto Guimarães).
Com 14 a 3, o Brasil fechou com um ataque bem sucedido de Julia Bergmann.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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