sexta-feira, 24 de maio de 2024

Apoio ao Internacional

Empresa de Leila Pereira bancará custos do Internacional na Arena Barueri. 

Entenda.

Sem poder usar estrutura do Beira-Rio e Centro de Treinamento Parque Gigante, Colorado encara o Belgrano, no dia 28, na Grande São Paulo.

Desde segunda-feira, o Inter realiza uma intertemporada em Itu, interior de São Paulo, para retornar aos gramados. 

A viagem necessária resulta em novos custos e faz parte dos R$ 35 milhões estipulados como prejuízos a partir dos impactos das enchentes. 

No entanto, o jogo na Arena Barueri será todo custeado pela empresa da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, criada para gerenciar o estádio.

Os gastos operacionais da Arena Barueri, de cerca de R$ 190 mil, serão custeados integralmente pela Big Show, empresta constituída pela Crefipar, de Leila, para gerir o estádio. 

O montante envolve pagamento a bilheteiros, limpeza, manutenção, segurança, ambulância, entre outros.

A presidente palmeirense ainda tem utilizado um dos seus aviões para levar ao Rio Grande do Sul alimentos e medicamentos para animais, além de veterinários. 

A aeronave da Placar, aliás, já trouxe cerca de 130 animais resgatados para São Paulo, onde têm sido acolhidos por ONGs (Organizações Não Governamentais).

O Palmeiras direcionou a renda líquida do jogo com o Athletico integralmente para as vítimas das enchentes. 

Além disso, recolhe doações em pontos na capital paulista.

Voos fretados geram custo: A inundação que acometeu Porto Alegre alagou o Aeroporto Internacional Salgado Filho. 

Por isso, a Sideral, parceira do Colorado em voos fretados, precisou retirar o avião da capital gaúcha e devolvê-lo para Curitiba, onde tem sede.

Apenas para retirá-lo do Paraná e levá-lo à Canoas, local em que a delegação embarcou na segunda-feira (20), há um gasto. 

A primeira parte do deslocamento resulta em despender um valor entre R$ 75 mil e R$ 80 mil. 

Mesmo com ele vazio. 

Com a delegação presente, o voo sai em torno de R$ 380 mil.

Os gastos se multiplicam no Beira-Rio. 

A direção estima um prejuízo de R$ 35 milhões entre logística, hospedagem e reformas no estádio e Centro de Treinamentos Parque Gigante. 

O clube acredita que ficará afastado do estádio por, no mínimo, 60 dias. 

A projeção mais conservadora mira até 3 meses.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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