São Paulo negocia com montadora, mas não vincula novo naming rights do Morumbi a "trocadilho".
Conversas com a BYD são consideradas avançadas, porém, outras empresas estão na briga; diretoria busca valor e prazo de contrato maiores para fechar o acordo.
O São Paulo conversa com ao menos três empresas pelo novo naming rights do estádio do Morumbi.
O ge apurou que ao menos uma delas não faria um "trocadilho" com o nome do estádio, como é feito atualmente.
Entre as empresas, a BYD é considerada aquela com as conversas mais avançadas.
No entanto, a negociação não está próxima de ser fechada e, por isso, o clube mantém conversas abertas.
No caso da montadora chinesa, a ideia do "trocadilho" seria mantida, indo de Morumbis para MorumBYD.
Não é o caso, porém, de ao menos uma das empresas com quem o São Paulo negocia.
O clube abriu o leque e tem ouvido propostas de empresas que não teriam seu nome "casado" com o do estádio.
Atualmente, o clube recebe R$ 25 milhões por ano da Mondelez.
As negociações com a atual detentora dos naming rights não são consideradas encerradas, mas o clube sabe que dificilmente haverá um acordo pela renovação.
O primeiro contrato de naming rights do estádio foi assinado em dezembro de 2023 com validade de 3 anos.
Portanto, o vínculo se encerra ao final desta temporada.
Agora, a ideia, além de um aumento no valor anual, é fechar um contrato por um prazo mais longo do que apenas 3 anos.
As negociações são conduzidas pelo novo diretor de marketing do clube, André Marques, que desde junho ocupa a cadeira deixada por Eduardo Toni, responsável pelo acerto com a Mondelez.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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