domingo, 10 de maio de 2026

Atropelo celeste

Cruzeiro domina o Campinas e é decacampeão na Superliga masculina de vôlei.

Time mineiro não dá chances para rival paulista e conquista o décimo título nacional.

O Cruzeiro se sagrou decacampeão da Superliga masculina de vôlei. 

Neste domingo (10), o time mineiro dominou o Campinas e venceu por 3 sets a 0 a final no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, parciais de 25/14, 27/25 e 25/21. 

Pelas mãos de Brasília, Oppenkoski, Rodriguinho, Lucão e Willian, veio o décimo título do maior campeão nacional, o segundo consecutivo.

A vitória do Cruzeiro evitou o quarto título do Campinas nesta temporada. 

O time paulista foi campeão estadual, sul-americano e da Copa do Brasil, tendo vencido justamente o rival celeste nos dois últimos campeonatos. 

Só que mais uma vez o Cruzeiro levou a melhor na reedição da decisão da Superliga 2025.

O décimo título do Cruzeiro teve como um ponto-chave uma substituição: Willian começou o jogo como titular no lugar do campeão olímpico Douglas Souza. 

O ponteiro correspondeu, comandando a recepção celeste. 

O levantador Brasília também teve papel fundamentel na distribuição do ataque, com Oppenkoski, Rodriguinho e Lucão virando bolas.

O técnico Filipe Ferraz escalou Willian como titular, e o ponteiro correspondeu com um ace logo no início do jogo. 

O Cruzeiro abriu 3/0 e não saiu mais da liderança do placar no primeiro set. 

O Campinas encostou depois de um ace de Bruninho (7/6), aí o time mineiro deslanchou sob o comandado de Oppenkoski. 

Imparável no ataque e forte no bloqueio, o oposto anotou cinco pontos na parcial. 

Distribuindo melhor os ataques, o Cruzeiro abriu 20/10 e administrou a vantagem. 

O técnico Horacio Dileo colocou Cris e Acerola em quadra no Campinas, mas já era tarde para evitar o atropelo celeste. 

O Cruzeiro fechou o set em um ataque para fora de Adriano: 25/14.

O Campinas tentou equilibrar o jogo com os ataques de Adriano, mas novamente o Cruzeiro liderou o placar mais uma vez. 

O levantador Brasília distribuiu bem os ataques celestes, ora com Oppenkoski, ora com Rodriguinho, ora com Lucão, ora com Willian. 

Assim, o time mineiro abriu 4 pontos de vantagem (13/9). 

Só que a equipe campineira não jogou a toalha e buscou o empate (19/19) guiado por Judson e contando com muitos erros de saque do Cruzeiro. 

Na reta final, porém, a precisão do ataque celeste prevaleceu, e Oppenkoski fechou o set em um contra-ataque: 27/25.

O início do terceiro set teve roteiro bem parecido com o do segundo. 

Os ataques de Rodriguinho lideraram o Cruzeiro, que abriu 4 pontos de vantagem: 13/9. 

Desta vez, porém, o time celeste não deu chances para uma reação campineira. 

O título foi selado em um ataque de Oppenkoski na linha, só confirmado despois de um desafio: 25/21.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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