sábado, 30 de dezembro de 2023

Gabriel Pires não fica no Botafogo e retorna ao Benfica

Decisão pela saída foi de John Textor, que quer traçar novo perfil do elenco para 2024.

O Botafogo não terá o meio-campista Gabriel Pires para 2024. 

O jogador, que pertence ao Benfica, estava emprestado até 31 de dezembro. 

A ideia inicial era a permanência do jogador por empréstimo por mais um ano, que teve sinalização positiva do clube português, mas que não foi efetivada por opção de John Textor, que deseja mudar o perfil do elenco para a próxima temporada.

O Globo Esporte apurou que o Benfica estava disposto a ceder o jogador no mesmo formato para que ele permanecesse no Alvinegro, no entanto, a decisão final foi do dono da SAF (Sociedade Anônima do Futebol), John Textor, que traça um novo perfil para o time, que vai disputar a Taça Libertadores da América em 2024, em não continuar com o meio-campista.

O jogador de 30 anos fez 34 jogos pelo Alvinegro em 2023, 13 como titular, e marcou dois gols. 

Depois de se recuperar de lesão na panturrilha, ele se tornou titular no time na reta final do Campeonato Brasileiro.

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Para o meio-campo em 2024, o Botafogo ainda conta com o possível retorno de Patrick de Paula, que passou maior parte de 2023 em recuperação de lesão no joelho. 

Além dele, Kauê Pessanha é um dos cotados para ser integrado ao elenco profissional.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Gol em jogo treino

Com gol do meio de campo, Sub-20 do Fluminense vence jogo-treino contra profissional do Boavista.

Riquelme Felipe abriu o placar com golaço em atividade vencida por 2 a 0. 

Jogo-treino encerrou a preparação da equipe que viaja para São Paulo, para a disputa da Copinha.

O time sub-20 do Fluminense encerrou a preparação para a Copinha com um jogo-treino contra a equipe principal do Boavista e teve até gol do meio de campo. 

Riquelme Felipe abriu o placar para o time tricolor com um chutaço do círculo central e ajudou a equipe a vencer por 2 a 0.Veja no vídeo abaixo.

O segundo gol do Fluminense, que fechou o placar, foi marcado por Enzo. 

O atacante tricolor foi derrubado dentro da área do Boavista no segundo tempo e ele mesmo cobrou o pênalti, deslocando o goleiro. 

O goleiro Gustavo Félix ainda defendeu um pênalti da equipe visitante. 

A atividade foi dividida em três tempos de 30 minutos cada.

Caio Couto, técnico do Fluminense, em entrevista ao site do clube, ressaltou a postura da equipe tricolor diante do time profissional do Boavista. 

A média de idade do elenco do Fluminense para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior é de 18,4 anos.

"Mais importante que a vitória foi a personalidade que tivemos contra o time profissional do Boavista, que estará na disputa do Campeonato Carioca. Nossa equipe teve uma postura muito interessante, de ajuda mútua e coragem. Pode-se dizer isso sobre todos os jogadores, já que fizemos várias substituições ao longo da atividade. Fomos um time bem compactado e é o que queremos levar para a Copa São Paulo. O grupo é novo, mas composto por atletas que, entendendo o que é vestir a camisa do Fluminense e, acima de tudo, sendo solidários e corajosos, poderão surpreender".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória na vida

Coronel sobrevive a dois infartos e disputa sua sétima São Silvestre.

Cleonice Alves vai comemorar retorno à corrida nos 15 Kilometros da São Silvestre, neste domingo (31), em São Paulo.

Tem a versão São Silvestre do alto rendimento e tem a versão dos atletas amadores. 

O que não faltam são histórias inspiradoras. Cleonice Alves é coronel da polícia aposentada, e o histórico de muito exercício físico foi fundamental para ela sobreviveu a dois infartos. 

Aos 51 anos, ela vai para sua sétima prova dos 15km em São Paulo, neste domingo (31). 

A Globo e o Globo Esporte transmitem a corrida ao vivo, a partir das 7h30 (horário de Brasília).

É com a mesma leveza que curte a vida que Cleonice corre os últimos metros da preparação. 

São os finalmentes para a maior festa das corridas de rua da América Latina, a São Silvestre.

"A minha primeira São Silvestre, acho que eu demorei muito para chegar, porque eu fiquei tão encantada, eu fiquei tirando foto de tudo, porque era muita novidade. Então, de tudo eu tirava foto. Quando eu cheguei já estavam arrumando a Paulista para o Réveillon da Paulista", falou Cleonice, que em 2021 correu pela primeira vez a prova depois dos infartos e pela sexta vez em toda vida.

A corrida está na vida da Cleonice desde as brincadeiras de criança. 

A policial aposentada, professora de educação física e mãe de dois filhos encontrou nos treinos e provas o descanso para a mente e o bem estar para o corpo. Só que mesmo tão ativa, teve um grande susto.

"Foi em 2016, eu estava com 46 anos, eu infartei... As pessoas não acreditavam, nem eu. Fiquei na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) vários dias, coloquei um stent (um pequeno e expansível tubo tipo “malha”, para restaurar o fluxo sanguíneo na artéria coronária e trazerem um ritmo quase normal) depois do cateterismo e da angioplastia. Quando coloquei o stent em 2016, estava com 70% a 80% de comprometimento".

Cinco meses depois, em março de 2017, Cleonice teve outro infarto.

"As duas vezes, fui salva pela atividade física. No primeiro infarto, os médicos quando olharam o mapa do meu coração falaram que parecia um sol de tanta ramificação que tinha e tudo isso graças ao esporte", completa.

"Estou bastante ansiosa, pra terminar bem, o importante é terminar bem. O ano que a gente termina com São Silvestre termina diferente, é comemoração. Consegui, fechei, é conquista, é vitória. Estou esperando todo mundo lá na São Silvestre que é uma festa maravilhosa".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória na São Silvestre

Conheça a história do atleta do Atlético-MG que ganhou a corrida de rua há 40 anos.

João da Mata relembra euforia da torcida, premiação e encontro com governador de Minas.

A São Silvestre, maior corrida de rua da América Latina, chega a 98 anos de história neste domingo (31), 7h30 (horário de Brasília). 

Muitos atletas tiveram a chance de conquistar o primeiro lugar no pódio, mas um vencedor marcou a história do Atlético-MG e de Minas Gerais. 

João da Mata, nascido em 1954, em Diamantina, na região central do estado, ganhou há 40 anos.

Era 1983, a corrida acontecia no período da noite, durante a virada do ano. 

Começou às 23h30 (horário de Brasília) do dia 31 de dezembro e terminou, para João, minutos após a chegada do ano de 1984. 

Ali começava o período de comemoração e euforia que deixou o próprio corredor chocado.

"A São Silvestre realmente foi uma conquista. Mas, até que, pessoalmente, naquele momento, eu achava que era apenas mais uma competição, mais uma vitória, né? Só que comecei a receber as maiores sensações de alegria que as pessoas me relatavam. Às vezes tratam até hoje, falam que tiveram uma alegria muito grande com essa vitória".

"Aí, eu percebi que foi importante porque você causar uma alegria para muitas pessoas é uma coisa que é agradável para a gente também, né? "

João da Mata correu 12.700 metros.

Na época, a São Silvestre tinha quilometragem um pouco menor, e o percurso era diferente. 

Da década de 1990 em diante, a corrida passou a ter os atuais 15km. 

O corredor fez o percurso em aproximadamente 37 minutos, cerca de 2 minutos e 57 segundos por quilômetro. 

Com o título, João recebeu cerca de 1.500 dólares.

Inauguração de aeroporto e encontro com o governador: O então atleta virou a sensação de Belo Horizonte. 

Além de marcar a história conquistando um dos títulos mais cobiçados para corredores, João da Mata ainda teve a oportunidade de estrear o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. 

O voo que trouxe o vencedor da São Silvestre de 1983, junto com o troféu, a medalha e os prêmios, foi o primeiro da história do local.

"Na verdade, tudo conspirou a nosso favor, porque nós chegamos a Belo Horizonte, em Confins, na realidade, no dia da inauguração do aeroporto. Isso também foi bem interessante, né, o aeroporto estava sendo inaugurado naquele dia, porque até então a gente usava o aeroporto da Pampulha, e nós desembarcamos no primeiro dia que o aeroporto foi inaugurado".

O aeroporto estava repleto de torcedores que comemoravam a grande conquista de João da Mata. 

De Confins, ele seguiu em carro aberto até encontrar com o então governador do estado, Tancredo Neves.

"Depois tivemos a recepção lá com o governador Tancredo Neves e uma série de recepções de homenagens que marcam muito, e isso realmente é o maior troféu que um atleta pode conquistar, é o conhecimento das pessoas pelo que ele fez, o resultado que ele fez".

As homenagens não pararam por aí. João foi reconhecido em uma missa, o que o deixou um pouco constrangido. 

E ainda foi celebrado em Diamantina, cidade natal.

"Uma recepção muito calorosa dos conterrâneos, parentes, amigos. E quando você recebe homenagem em casa, é muito mais emocionante do que homenagem fora de casa. Você ser homenageado em casa é muito bom".

João da Mata, o torcedor que virou atleta: João da Mata era policial militar e atleta da corporação. 

Ao final da década de 1970, o clube que pertencia à corporação, o Vila Rica, fechou as portas, e o Galo abriu espaço para os atletas se filiarem. 

João é atleticano, e juntou a vontade de correr com o amor que sentia pelo time para poder fazer parte da equipe.

"Como eu já era torcedor do Atlético, eu falei: "Quero me filiar ao Atlético".

"E lá no Atlético, encontramos uma base boa para treinar. Eu tinha duas instituições que me apoiavam. Eu tinha a Polícia Militar, que me apoiava em todos os sentidos, me liberando para as competições, inclusive para treinamento, e tinha assistência técnica do clube".

"O clube contratou um técnico para nos treinar. A gente tinha uma equipe bem competitiva."

João se filiou ao Galo em 1978 e conquistou campeonato brasileiro de cinco mil metros e a corrida da Independência. 

Além disso, disputou outras edições de São Silvestre, a maratona de Nova York, e correu na Alemanha. Até hoje, o ex-atleta é ligado ao Galo.

"Olha, na verdade eu fiquei filiado ao Atlético. Eu acho que ainda sou pelo Atlético. Eu não me lembro de ter desfiliado. Me filiei em 1977 ou 1978. Foi por aí, entre 1977 e 1978. Mas eu comecei a treinar com o Valdomiro no ano de 1981".

Valdomiro foi o treinador que ajudou João da Mata a conquistar os troféus e lutar por uma vaga nas olimpíadas.

"Valdomiro Montes, o nome do técnico. Ele tinha uma visão de alto rendimento e de conseguir melhores resultados. Foi com o Valdomiro Montes que nós conseguimos desenvolver bastante a nossa condição física, nossa capacidade competitiva".

Olimpíadas ficou no quase!

João da Mata era muito dedicado, ainda hoje continua correndo, com 69 anos, mas faz isso pela zona rural de Diamantina, onde mora e produz queijos e leite, e em 1984, ele ficou perto de ir às Olimpíadas, em Los Angeles. 

Alguns chegam a dizer que o atleta foi impedido de correr pelo Comitê Olímpico, mas a história é outra.

"Hoje estão usando muito um termo aí que chama fake news, eu ouço falar muito de fake news, e às vezes os fatos não são relatados como de fato aconteceram. Não houve impedimento (...), houve um questionamento do Comitê Olímpico de que eu havia competido a São Silvestre com uma propaganda da Power. A Power era uma empresa que me patrocinava na época e eu havia colocado o nome da Power na camisa do Galo. Eles disseram que eu teria sido considerado profissional por ter competido fazendo propaganda para uma empresa".

O corredor tentou recurso, mas o que o impediu de ir ás Olimpíadas foi o índice olímpico.

"Até um jornalista daqui de Minas que chama Júlio Teodoro tentou um recurso para mim na época mostrando que vários atletas olímpicos competiam fazendo propaganda de material esportivo. Mas não foi por isso que eu não fui à Olimpíada"0.

"Eu não fui à Olimpíada porque eu não consegui o índice no dia que eu fui tentar. Eu tinha o índice A e o índice B. Depois eu tentei duas vezes (alcançar o índice olímpico). Tentei na maratona de Munique, na Alemanha, que também não consegui, por uma questão que não dava para conseguir mesmo. Depois eu ia tentar em São Paulo, mas acabou que eu nem tentei".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Lloris nos Los Angeles

Los Angeles Football Club (LAFC) anuncia a contratação de Lloris, ex-Tottenham.

Francês de 37 anos assina contrato válido até o fim de 2024, com opção de renovação.

O Los Angeles Football Club anunciou neste sábado (30) a contratação do goleiro francês Hugo Lloris, de 37 anos. 

Ele defendeu o Tottenham por 11 temporadas e estava sem espaço perto do fim do contrato. 

O vínculo é válido até o fim de 2024, com opção de renovação para 2025 e 2026.

Capitão da França nas duas últimas Copas do Mundo, o goleiro foi campeão na Rússia em 2018 e não atua em jogo oficial desde abril. 

Lloris lesionou-se na reta final da temporada passada, vinha treinando separado e já tinha sido liberado para procurar um novo clube desde julho.

O LAFC, que venceu a MLS (Major League Soccer) em 2022 e recentemente contou com nomes como Gareth Bale e Chiellini, será o quarto clube da carreira do francês, que foi revelado pelo Nice e defendeu o Lyon por quatro temporadas antes de chegar ao Tottenham, em 2012/2013.

"É sem dúvida o goleiro de maior sucesso de sua geração e um vencedor comprovado. Estamos extremamente entusiasmados por ter scolhido o LAFC para a próxima fase de sua ilustre carreira. Ele traz uma experiência de liderança sem precedentes nos mais altos níveis do futebol", disse John Thorrington, diretor do Los Angeles.

A próxima temporada da Major League Soccer tem início no dia 19 de fevereiro. 

A última contratação de impacto havia sido a do Inter Miami, que fechou com Luis Suárez para ser companheiro de Messi, Busquets e Jordi Alba.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Venda para o Japão

Vila Nova vende o atacante Eron para o Vegalta Sendai, do Japão.

Artilheiro do Campeonato Brasileiro da Série D pelo Caxias, jogador é negociado e sequer irá atuar pelo Tigre.

Eron está vendido pelo Vila Nova sem sequer ter atuado pelo clube. 

O atacante, que foi artilheiro do Campeonato Brasileiro da Série D pelo Caxias e assinou pré-contrato com o Tigre em agosto, foi negociado com o Vegalta Sendai, do Japão.

O Vila Nova não revelou os valores do negócio. 

No entanto, a diretoria colorada considera a transação um sucesso, tendo em vista que contratou o jogador sem custos e agora está lucrando com sua venda para o mercado asiático.

Eron tem 25 anos e foi artilheiro do Campeonato Brasileiro da Série D pelo Caxias. 

Ele marcou 14 gols em 22 jogos e se tornou o maior goleador da história da competição.

No meio do ano, o Vila Nova tentou contratá-lo, mas sem sucesso. 

No entanto, assinou pré-contrato com o jogador, que estava nos planos para 2024. 

Com a proposta do Vegalta Sendai, que disputa a segunda divisão japonesa, o clube entendeu que era uma boa oportunidade de negociá-lo.

Desta forma, o Vila soma não mais 13 reforços para 2024, mas 12. 

São eles: os atacantes Fernandão, Igor Bolt, Apodi e Sandrinho, os zagueiros Matheus Cabral e Anderson Conceição, os laterais Roberto, Eric e Mateus Pivô e os volantes Bruno Matias e João Vitor, além do meia Estevão.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Fim do incentivo fiscal

Itália põe fim a incentivo fiscal no futebol e gera pânico nos clubes. 

Entenda.

Implantado em 2019, o "Decreto Crescita" diminuía os impostos sobre os salários dos trabalhadores estrangeiros em geral, incluindo jogadores.

O governo da Itália decidiu encerrar imediatamente o Decreto Crescita (Decreto de Crescimento, em italiano), medida criada em 2019 que dava benefícios fiscais à contratação de trabalhadores estrangeiros no país e se tornou ferramenta de impulso à chegada de jogadores internacionais aos clubes de futebol da Série A italiana.

O fim do decreto já estava previsto para 31 de dezembro, mas o governo estudava prorrogar a medida até 29 de fevereiro de 2024. 

Nesta sexta-feira (29), porém, o Conselho de Ministros rejeitou o prolongamento dos benefícios fiscais.

A decisão desta sexta-feira (29) recebeu muitas críticas entre os clubes da primeira divisão do país. 

Para o presidente do Milan, Giorgio Furlani, o fim do Decreto Crescita pode "destruir o futebol italiano".

"Desde a introdução do decreto, conseguimos grandes resultados na Europa para o futebol italiano", observou o dirigente, referindo-se ao vice-campeonato da Inter de Milão e a semifinal do Milan na última Champions League, o vice da Roma na última Liga Europa e uma conquista da Roma (2021/2022) e um vice da Fiorentina (2022/2023) na Liga Conferência.

A Itália tem três clubes nas oitavas de final da Champions nesta temporada: Napoli, Internazionale de Milão e Lazio. 

Na atual Liga Europa, Roma e Milan vão disputar os playoffs em busca de vaga nas oitavas, fase que já conta com a presença da Atalanta. 

E a Fiorentina é a representante do país nas oitavas da Liga Conferência.

Com o Decreto Crescita, os clubes italianos alcançaram mais competitividade no mercado internacional para contratar jogadores como Victor Osimhen e Khvicha Kvaratskhelia (ambos do Napoli), Romelu Lukaku (Roma, antes na Internazionale de Milão), Marcus Thuram (Internazionale de Milão) e Christian Pulisic (Milan).

O fim dos benefícios fiscais deve ter impacto imediato na atuação dos clubes do país na janela de transferências de inverno, em janeiro, e principalmente no fim da temporada, em junho, quando o mercado é mais concorrido.

"É uma ideia estúpida. Eu quero ver quem vai querer vir para a Itália agora. O Estado também vai perder, porque vai ter menos receita entrando - afirmou o presidente da Lazio, Claudio Lotito, citando em entrevista ao site "Notizie.com" alguns clubes rivais como principais vítimas da mudança".

"A Lazio não tem nenhum problema com os contratos atuais, mas Milan, Juventus e Roma correm o risco de serem destruídos por essa situação".

Na direção oposta, a Associação Italiana de Jogadores aprovou o fim do Decreto Crescita.

"Tomamos conhecimento com grande satisfação da notícia da revogação da regra sobre os estrangeiros constante do Decreto Crescita, dispositivo que penalizava todo o movimento futebolístico nacional. Finalmente, a partir de 1 de janeiro de 2024, os jogadores de futebol italianos e estrangeiros poderão competir no mesmo nível", afirmou o presidente da entidade, Umberto Calcagno.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

 

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro