terça-feira, 30 de junho de 2020

Prêmio para Clodoaldo

Eleito maior jogador cearense, Clodoaldo brinca com prêmio: "Pessoalmente sou mais bonito".

Ex-atacante do Fortaleza foi o mais votado por internautas do GloboEsporte.com/ce.
Clodoaldo recebe prêmio de maior jogador do futebol cearense. (Foto: Lucas Catrib/Setorista da Verdes Mares)
As cavadinhas de um certo "baixinho" ficaram eternizadas na memória do público cearense. 

Com longa carreira no Fortaleza, Clodoaldo nunca perdeu a fama de craque e de ídolo, e ganhou mais um prêmio para coroar a carreira histórica. 

Em votação de internautas no GloboEsporte.com/ce, o ex-atacante foi escolhido como o maior jogador do futebol cearense.

"Creio que é como falam: 'A voz do povo é a voz de Deus'. Tenho certeza que, se me escolheram, foi pelo meu trabalho e pela história que eu representei ao futebol cearense", celebra Clodoaldo.

Natural de Ipu, o ex-jogador tem passagens por vários times do país, mas foi no Fortaleza onde alcançou as principais conquistas. 

Foram sete títulos estaduais e 127 gols, marca que lhe garante a vice-liderança dos maiores artilheiros da história do clube, atrás apenas de Geraldinho Saravá.

"Acho que pelo trabalho que eu fiz no Fortaleza e principalmente no nosso Estado, você ser escolhido o craque do futebol cearense de todos os tempos, acho que é por conta de tudo que você fez. Quero agradecer a todos os torcedores cearenses, à nação tricolor e principalmente aos familiares", comenta.

Modesto: Hoje aos 41 anos, Clodoaldo é auxiliar técnico das categorias de base do Tricolor, mas lembra com carinho do período em que foi jogador. 

Ao receber o quadro pela vitória na enquete, o baixinho brinca com a beleza do homenageado e destaca querer voltar no tempo para fazer novas cavadinhas.

"Pessoalmente eu sou mais bonito, mas aqui no quadro está show também. Até brinco: se eu pudesse voltar no tempo, dez, doze anos atrás, eu precisava fazer só dois gols de cavadinha. Pronto, para mim, já era tudo", finaliza.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Acordo entre as partes

Torino autoriza, e Corinthians adia pagamento da primeira parcela da compra de Danilo Avelar.
Danilo Avelar no treino do Corinthians. (Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians)
Rio Claro expôs assunto ao reclamar que não recebeu dinheiro por ser clube formador.

O Corinthians só vai começar a pagar pelo zagueiro Danilo Avelar no fim de julho deste ano. 

O clube negociou com o Torino, da Itália, o adiamento do depósito da primeira parcela pela aquisição do atleta.

A operação, fechada no primeiro semestre de 2019, previa o pagamento em duas parcelas iguais, em maio de 2020 e 2021. 

Em função da pandemia, o Timão disse ter repactuado o acordo com o clube italiano, postergando em dois meses o compromisso.

A contratação de Danilo Avelar não está discriminada no balanço financeiro de 2019, mas o GloboEsporte.com apurou que o zagueiro custou cerca de 1,5 milhão de euros (R$ 6,7 milhões na cotação da época). 

O atual vínculo do defensor é válido até dezembro de 2022.

O Corinthians tem pendências financeiras importantes para resolver em julho. 

Além de Avelar, ainda precisará pagar pelas compras de Victor Cantillo, Bruno Méndez e Yony González, que está emprestado até junho e tem a compra obrigatória fixada no contrato, além de quitar dois meses de salário atrasado com o elenco.

Adiamento irrita clube formador: O adiamento do pagamento deixou uma das partes interessadas no negócio irritada.

Trata-se do Rio Claro, um dos clubes que participou da formação Danilo Avelar e que teria direito a uma fatia pelo Mecanismo de Solidariedade da FIFA.

Presidente da equipe, Dayvid Medeiros ameaçou ir à FIFA se seguir sem receber o que tem direito. 

Quem repassa o dinheiro da negociação, é bom lembrar, é o clube vendedor, no caso, o Torino.

Aparentando desconhecer o acordo entre Torino e Corinthians, o dirigente se manifestou nesta terça-feira (30) em entrevista ao site "Escanteio SP," mostrando-se bastante incomodado com a demora. 

Avelar atuou no Rio Claro entre 2008 e 2010.

"Ficou combinado do Corinthians pagar a metade em 2020 e a outra metade em 2021. Venceu o pagamento para o Torino agora em maio de 2020. Eu não sei se eles pagaram o Torino. Se pagaram, após 30 dias eles têm que repassar para o clube formador. Já entramos em contato com eles para receber amigavelmente, mas se não for assim, vamos à FIFA",disse Dayvid Medeiros.

Procurado, o Corinthians disse que o Rio Claro será pago pelo Torino quando o pagamento for realizado.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Efeitos do preconceito

Jovem da Cabofriense que se ajoelhou em protesto do Botafogo espera ver "mais contra o racismo".

Luan Santos, de 19 anos, foi o único jogador do time de Cabo Frio a se ajoelhar durante a partida. 
Luan Santos, lateral-esquerdo da Cabofriense. (Foto: Arquivo Pessoal)
Negro, ele conta que já sofreu racismo: "Viviam me chamando de macaco, não é legal".

O protesto antirracista dos jogadores do Botafogo na goleada sobre a Cabofriense no último domingo  (28) chamou bastante atenção por ter acontecido no meio da partida: eles interromperam o jogo e se ajoelharam. 

De maneira respeitosa, os adversários aguardaram em pé sem oferecer perigo, mas um deles se juntou à manifestação e também ficou de joelhos. 

Negro, o jovem Luan Santos diz que já sofreu racismo e espera ver "mais iniciativas" como a que aconteceu no Nilton Santos.

O lateral-esquerdo de 19 anos fez sua estreia na equipe profissional da Cabofriense, onde desde o ano passado defende a equipe sub-20. 

Ele conta que, nos tempos de escola em Rio das Pedras, bairro do Rio de Janeiro onde mora até hoje, costumava ser chamado de macaco.

"Na época em que eu estudava, tinha uma garota que vivia me chamando de macaco. Ela chegou a fazer até uma música pra mim. Foi um tempo bastante complicado", diz ele.

Luan conta que não havia planejado participar do protesto do Botafogo e que, portanto, o gesto de se ajoelhar foi espontâneo.

"Tomei a atitude de me ajoelhar e protestar junto com os jogadores do Botafogo. Já sofri o racismo, sei como é, é chato, bastante delicado. Não é legal, nenhum ser humano merece passar por isso. Isso não deveria existir, é uma doença da nossa sociedade. Protestei porque lembrei o que eu sofri lá atrás. Diante daquela situação, como o futebol tem muita influência, eu desisti protestar. Espero que outras pessoas tomem mais iniciativas para protestar contra o racismo", disse.

Lanterna do Grupo A da Taça Rio, a Cabofriense de Luan Santos se despede da competição nesta quarta-feira (1º), na partida contra o Bangu, às 15h15 (horário de Brasília), em Moça Bonita.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Patrocínio máster

Após aprovação no Conselho, Flamengo apresenta novo patrocinador master nesta quarta-feira (1º).

Banco de Brasília vai estampar pelos próximos três anos sua marca no uniforme do clube, que receberá pelo menos R$ 32 milhões por ano.
Camisa que será autografada por jogadores e pelo técnico do Flamengo. (Foto: Divulgação)
O Conselho Deliberativo aprovou na noite de segunda-feira (29) o contrato com o novo patrocinador master, o Banco de Brasília (BRB). 

Em votação online, com recorde de participação, houve 1.083 votos a favor, 31 contra e uma abstenção. 

A apresentação oficial será em entrevista nesta quarta, na Gávea.

O período da parceria é de três anos. 

O contrato estabelece um valor mínimo garantido por ano de RS 32 milhões ao Flamengo pelo direito de exclusividade de exploração dos negócios previstos no acordo envolvendo torcedores, imagem e negócios corporativos com o clube.

O banco terá direito exclusivo de pagamento da folha salarial do clube. 

Em contrapartida, o Flamengo terá participação nos resultados alcançados com a comercialização de produtos e serviços.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Discussão sobre a volta

Caio Ribeiro defende volta do futebol e discute com colegas no 'Bem, Amigos!'.

Ex-atleta e comentarista da 'Globo' participou da atração do 'SporTV' nesta segunda-feira (29).
Caio Ribeiro é comentarista do Grupo Globo. (Foto: Lance.com.br)
O ex-jogador Caio Ribeiro defendeu o retorno das partidas de futebol em meio à pandemia de coronavírus. 

Nesta segunda-feira (29), durante o programa "Bem, Amigos!", do "SporTV", o comentarista elogiou o protocolo dos jogos no Rio de Janeiro e valorizou o esforço dos atletas.

"Ontem eu fiquei muito bem impressionado com o Volta Redonda e como o Botafogo voltou. Falei com uma pessoa de dentro do Volta Redonda e ele me garantiu que os três jogadores que testaram positivo para COVID-19 não tiveram contato com os outros jogadores. Eles chegaram ao CT, não houve concentração. Quando se apresentaram para ir ao jogo, foram testados e imediatamente separados", apontou Caio durante a atração, que foi rebatido por Cleber Machado.

"Sim, Caio, mas o que a gente está dizendo é o seguinte: você chega para fazer o "Bem, Amigos!", todos fazem o teste e só você tem a doença", só você é retirado. 

Mas, se a gente faz um ensaio nos dias anteriores, nós tivemos contato, retrucou o narrador e apresentador do programa.

"Tivemos, mas vocês também foram testados e deu negativo - disse Caio, rebatendo. Pouco depois Galvão resolveu explicar seu ponto de vista.

Gente, eu não sou médico, eles devem tomar as decisões. Mas, pelo que eu leio, acompanho, o que acontece é que quando sai o resultado do teste, a pessoa já estava infectada. (...) Nos Estados Unidos, o time da Marta foi testado na chegada na sede de onde a competição será encerrada. Ali, dez jogadoras testaram positivo e o time foi retirado do campeonato. A diferença de postura que me angustia", ponderou o narrador da "Globo".

O debate seguiu no programa. 

Pouco depois, Cléber Machado encerrou o papo.

"O ideal seria que ninguém estivesse infectado. Mas acho que podemos esperar para ter certeza de que voltar com o futebol é uma coisa boa, para que não seja algo discutível, como está sendo agora - declarou".

Confira o vídeo no link abaixo:


Reportagem: Lance.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Reunião com o presidente

Bolsonaro recebe dirigentes em Brasília para debater Ministério Público de direitos de transmissão.
Reunião de dirigentes com Bolsonaro nesta terça-feira (30). (Foto: Globoesporte.globo.com)
Athletico-PR, Bahia, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos mandaram representantes ao Palácio do Planalto.

O Presidente Jair Bolsonaro recebeu na manhã desta terça-feira (30) no Palácio do Planalto dirigentes de Athletico-PR, Bahia, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos. 

Os clubes mandaram representantes a Brasília debater com o presidente os efeitos da Medida Provisória 984, que tramita no Congresso e altera regras de direitos de transmissão de futebol no Brasil.

Os dirigentes chegaram ao Palácio por volta das 10h30 (horário de Brasília) para uma reunião que se estendeu até o meio da tarde. 

Participou também o ministro das Comunicações do Governo, Fabio Wajngarten. 

O clubes manifestaram apoio à MP e debateram na reunião a validade da medida sobre os contratos de transmissão no Brasil. 

O encontro não estava previsto na agenda de Bolsonaro.

Os oito clubes representados no encontro são os que possuem acordo com a Turner para transmissão dos jogos do Brasileirão 2020 na TV fechada (veja a lista dos presentes abaixo). 

A empresa americana, que não tem mais interesse no futebol brasileiro e vive crise financeira provocada pela pandemia de Covid-19, negocia a rescisão desses contratos, em um imbróglio que deve parar na Justiça nos próximos dias.

Fontes do Palácio do Planalto revelaram que a iniciativa pela reunião com Bolsonaro foi do presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte. 

Mas o clube não confirmou oficialmente. Galiotte e os demais dirigentes buscavam informações sobre os efeitos imediatos da alteração no artigo 42 da Lei Pelé, que deu aos clubes mandantes o direito de transmissão sobre uma partida de futebol, anteriormente, a legislação previa que os direitos pertenciam às duas equipes envolvidas no jogo.

Pela regra alterada provisoriamente, caso os contratos dos oito clubes com a Turner sejam de fato rescindidos, o bloco formado por eles poderá vender para qualquer emissora os direitos de transmissão de 152 jogos do Brasileirão para a TV fechada, a soma de todos os "direitos de mandante". 

Na regra anterior, o bloco teria autonomia apenas das 56 partidas entre eles.

Nos próximos dias, os dirigentes também devem se reunir com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Cabe ao Congresso tornar efetiva as mudanças promovidas pela medida provisória.

MP aguarda relator na Câmara: Publicada no Diário Oficial da União no dia 18 de junho, a MP está em vigor até 17 de agosto, podendo ser prorrogada pelo Governo até 16 de outubro (120 dias após a publicação).

Para as mudanças valerem de forma definitiva, o conteúdo da medida provisória precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. 

Caso não seja apreciado em até 45 dias a partir da publicação, o texto trava a pauta de votações da Casa em que se encontrar.

A MP está hoje parada na Câmara, à espera da designação de um relator pelo presidente Rodrigo Maia, disputam o texto os deputados Pedro Paulo (DEM/RJ - Democrata - Rio de Janeiro) e Marcelo Aro (PP/MG - Progressista - Minas Gerais). 

A tendência é que a medida sofra várias alterações em relação ao conteúdo original.

A MP recebeu 91 propostas de emenda ao texto por deputados e senadores, incluindo uma que previa a obrigatoriedade para a criação de uma liga no país.

Lista dos presentes na reunião:

Fabio Wajngarten, Secretário-Executivo do Ministério das Comunicações.

Aguinaldo Coelho de Farias, presidente do Conselho Deliberativo do Athletico Paranaense-PR.

André Sica, diretor jurídico do Palmeiras-SP.

Guilherme Cortizo Bellintani, presidente do Bahia-BA.

Marcelo Cunha da Paz, presidente do Fortaleza-CE.

Marcelo Feijó de Medeiroso, presidente do Internacional-RS.

Matheus Del Corso Rodrigues, representante Santos-SP.

Maurício Gagliote, presidente do Palmeiras-SP.

Robinson Passos de Castro e Silva, presidente do Ceará-CE.

Samir Namur, presidente do Coritiba-PR.

*Colaboraram Cahê Mota e Tossiro Neto.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Protestos na Fórmula 1

Pilotos discutem ficar de joelhos em protesto contra racismo no retorno da Fórmula 1, no GP da Áustria.
Pilotos da Fórmula 1 pretendem fazer protestos na abertura da competição. (Foto: Globoesporte.globo.com)
Categoria e competidores, que já lançaram iniciativa de promoção da inclusão e diversidade, adotaram discurso antirracista sobretudo após cobrança pública de Lewis Hamilton.

Em meio as diversas manifestações a favor da equidade racial no mundo do esporte, os pilotos da Fórmula 1 estariam observando a possibilidade de fazerem um protesto contra o racismo, ajoelhando-se no retorno da categoria, no GP da Áustria, no próximo dia 5 de julho.

A discussão vem à tona após a Fórmula 1 lançar, na última semana, a iniciativa "We Race as One" ("Corremos Como Um", em português), visando promover o acesso e a inclusão de pessoas de minorias étnicas, raciais e de gênero na composição das equipes.

"Alguns pilotos já comentaram sobre isso. Se vamos fazê-lo, deveríamos fazer todos, como em um grid. Isso vai ser discutido na reunião com a Associação de Pilotos de Grande Prêmios na sexta-feira. Vamos fazer tudo o que pudermos para mostrar que nos importamos e respeitamos todos. Faremos o que é correto quando a hora chegar", garantiu Lando Norris, piloto da McLaren, em entrevista ao "PA Sports".

As ações da categoria em questões sociais são uma novidade nas últimas sete décadas. 

No início de junho, em meio aos protestos contra o homicídio de George Floyd, um homem negro americano morto pela polícia, o perfil oficial da Fórmula 1 fez sua primeira manifestação condenando o racismo após Lewis Hamilton, único piloto negro do grid atual, disparar contra o silêncio da categoria e de seus colegas.

A Fórmula 1 também repudiou, recentemente, as falas do ex-chefe Bernie Ecclestone de que "em muitos casos, negros são mais racistas que brancos". 

Hamilton também se posicionou nas redes sobre o assunto e disse entender porque a categoria não demonstrava preocupação com a falta de diversidade durante a gestão do britânico.

Nesta segunda-feira (29), a Mercedes surpreendeu ao anunciar a mudança na pintura do carro para disputar a temporada 2020. 

Substituindo as cores prata pelo preto no bólido e nos macacões de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, a equipe alemã justificou a mudança como uma forma de protesto contra o racismo.

A McLaren, equipe de Lando Norris, também vê com bons olhos a possibilidade dos pilotos se ajoelharem antes da corrida no Grande Prêmio da Áustria. 

Além disso, a equipe também garantiu estar trabalhando para a promoção da diversidade, internamente.

"Nós obviamente apoiamos de forma plena todas as iniciativas que estão ocorrendo no momento. Racismo e discriminação são claramente coisas que não possuem espaço na McLaren. Estamos desenvolvendo várias iniciativas para dar apoio a minorias ou grupos pouco representados em nossa organização, para dar melhores oportunidades e a chance de entrarem em nosso time. Estamos analisando nossos processos de como contratamos pessoas, como promovemos pessoas. Não importa para nós de qual religião alguém pertence, a cor de sua pele, o gênero ou o estilo de vida", afirmou Andreas Seidl, chefe da equipe britânica.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro