quinta-feira, 8 de outubro de 2026

História feita no México

Brasil faz história e domina o Open das Américas de halterofilismo.

Seleção Brasileira encerra torneio no México com 28 medalhas e mantém hegemonia nas Américas. 

Além disso, 21 atletas garantiram vaga no top-10 do ranking para Los Angeles em 2028.

A Seleção Brasileira de halterofilismo encerrou a sua participação no Open das Américas, na Cidade do México, fazendo história. 

Nesta quinta-feira (8), com o acréscimo de 3 ouros e 2 bronzes nas disputas por equipes, o país consolidou a sua melhor campanha em todas as edições do torneio.

Ao todo, o Brasil venceu 28 medalhas, sendo 23 nas disputas individuais e 5 delas nos torneios por equipes. 

O país fechou no topo do quadro geral de forma isolada, contabilizando 10 ouros, 7 pratas e 6 bronzes nas provas individuais. 

Esse desempenho absoluto mantém uma hegemonia brasileira na competição que dura desde 2018 (Bogotá) e que também se repetiu em 2022 (Saint Louis).

Em declarações dadas ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o técnico-chefe da Seleção, Valdecir Lopes, celebrou o resultado. 

“Foi uma excelente participação. Atingimos todas as metas que tínhamos planejado para esta competição. Tivemos quatro quebras de recordes, sendo duas no masculino e duas no feminino”, avaliou o comandante. “Também conquistamos 50% de todas as medalhas de ouro que estavam em disputa entre todas as categorias. Foi a nossa melhor campanha em um Open das Américas disparadamente”, completou.

O Open das Américas integra o calendário obrigatório do World Para Powerlifting (WPPO) para os atletas que buscam uma vaga nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles em 2028. 

E o Brasil deu um passo gigante: dos 25 representantes no México, 21 terminaram no cobiçado top-10 do ranking de suas respectivas categorias.

3 brasileiros, inclusive, já assumiram a liderança do ranking para Los Angeles: Mariana D’Andrea (até 73kg), Tayana Medeiros (até 86kg) e Gustavo Amaral de Souza (acima de 107kg). 

Lara Lima (até 45kg) e Marco Túlio (até 49kg) figuram na segunda posição.

“Assumimos a primeira posição do ranking para Los Angeles em três categorias que são muito fortes. Para nós, isso é muito importante. Mostra que o Brasil está fazendo um bom trabalho. O mais importante era classificar o maior número possível de atletas entre os melhores do ranking, que será o caminho para Los Angeles. E conseguimos essa façanha”, destacou Valdecir Lopes ao CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro).

Show coletivo no último dia: O encerramento do torneio nesta quinta-feira (8) foi dedicado às disputas por equipes, e o Brasil subiu ao pódio em cinco oportunidades. 

A Seleção faturou o ouro no masculino (Marco Túlio, Gustavo Amaral e João Maria França bateram a Colômbia na final), no feminino (Mariana D’Andrea, Tayana Medeiros e Lara Lima superaram a Venezuela) e na disputa mista, com Marco Túlio, Gustavo Amaral e Tayana Medeiros vencendo novamente a Colômbia.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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