Cruzeiro e Atlético-MG figuram entre Top-5 dos investimentos no Brasil.
Equipes estão entre os maiores investimentos na atual janela de transferências.
Em meio a momentos diferentes, Cruzeiro e Atlético-MG protagonizam o primeiro clássico oficial do ano, se enfrentaram em amistoso nos Estados Unidos, figurando entre os clubes de maior investimento na atual janela de contratações.
Os mineiros figuram no Top-5 dos que mais gastaram até agora.
Levantamento do Espião Estatístico mostra que o Cruzeiro desembolsou cerca de R$ 66,4 milhões pela compra de direitos econômicos na janela.
Os investimentos englobam as aquisições de Fabrício Bruno (R$ 44 milhões aproximadamente), Christian (R$ 17,4 milhões) e Villalba (cerca de R$ 5 milhões).
A Raposa investiu em 9 jogadores para a temporada e aumentou os custos da folha salarial para R$ 20 milhões.
O time mineiro é o quinto de maior investimento no período.
Ainda investiu mais R$ 300 mil na compra do zagueiro Janderson, ainda na base do Cruzeiro.
Está logo atrás do maior rival.
O Galo contratou em menor quantidade (5 até agora), mas com uma quantia maior investida.
Foram 3 acordos financeiros envolvendo a compra de direitos econômicos, além de Gabriel Menino e Patrick, incluídos na venda de Paulinho ao Palmeiras.
O Galo desembolsou cerca de R$ 48 milhões em Júnior Santos, vindo do Botafogo. Mais R$ 36 milhões em Cuello e R$ 7 milhões no lateral Natanael.
O clube ainda adquiriu, de forma definitiva, o meia Robert por R$ 3 milhões.
O Espião Estatístico levou em consideração alguns parâmetros para o levantamento.
Os valores totais não necessariamente foram efetivamente gastos no período da janela.
A contagem leva em consideração a quantia total divulgada dos valores acordados para o negócio acontecer, independentemente de quando serão efetivamente pagos.
Os valores acima também incluem os montantes gastos por jogadores que já pertenciam ao elenco e tiveram suas compras definitivas exercidas na atual janela, casos de Robert pelo Galo, além de Villalba e Janderson pelo Cruzeiro.
O levantamento não considera gastos com luvas, extras e intermediários.
Os números também estão sujeitos a variação em função da flutuação do câmbio e consequentes alterações no total de cada negócio.
Os valores de gastos estipulados em bônus, uma vez que ainda não foram atingidos, não são contabilizados na pesquisa.
Este número é atualizado apenas quando as metas forem cumpridas e o pagamento acertado.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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