Praia Clube vence o Sesi-Bauru fora de casa e fica perto de voltar à final da Superliga.
Atual campeão, time mineiro ignorou pressão da torcida bauruense e fechou o primeiro duelo da semifinal com fáceis 3 sets a 0.
Time paulista precisa de feito inédito para ter sobrevida.
O Praia Clube jamais perdeu um jogo para o time de Bauru no vôlei feminino, em 12 confrontos na história, e na noite desta segunda-feira (1), no primeiro duelo da série semifinal da Superliga, disputado em Bauru, num ginásio Panela de Pressão abarrotado, a escrita se manteve: o time mineiro venceu por tranquilos 3 sets a 0 (15/25, 15/25 e /25).
Atual campeão do nacional feminino de vôlei, o time mineiro manteve a superioridade mesmo na atual temporada com um Bauru fortalecido pela chegada da franquia do Sesi.
Só neste, até a vitória desta segunda-feira (1), Praia Clube e Sesi-Bauru já haviam se enfrentado cinco vezes, sendo dois amistosos, dois jogos pela Superliga e um pela Copa Brasil.
E o time mineiro venceu todos os confrontos.
Nem mesmo a animação bauruense depois da heroica, e inédita, classificação para as semifinais após eliminar o supercampeão Sesc-RJ, de Bernardinho, impediu que o Praia Clube impusesse seu poderoso jogo de bloqueio quase perfeito e ataque impiedoso, com Michele (eleita a ganhadora do Troféu Viva Vôlei) e a norte-americana Fawcett, a maior pontuadora, com 18 bolas no chão.
O segundo jogo da série melhor de três está marcado para a próxima segunda-feira (8), às 19 horas (horário de Brasília), em Uberlândia.
Empurrado por um ginásio Panela de Pressão lotado, o Sesi-Bauru assumiu a dianteira do placar se aproveitando de suas bolas de segurança (Tifanny e Diouf) e por erros de violação do Praia, com toques na rede e invasões.
Mas, bastou o saque mineiro começar a entrar com eficiência que Fabiana e principalmente Fawcett (11 pontos na parcial) deram conta de colocar o atual campeão no comando do placar.
O técnico Anderson pediu tempo para tentar arrumar o passe do time paulista, mas o Praia seguiu abrindo frente com um bloqueio consistente e um contra-ataque implacável.
Bauru “empacou” nos dez pontos e só voltou a colocar a bola no chão quando as mineiras já estavam com 18.
Depois que Gabi Cândido encaixou três saques seguidos e Bauru diminuiu a diferença (18 a 13), Paulo Coco parou o jogo.
A precaução valeu e o Praia fechou a primeira parcial com tranquilos 25 a 15, em 24 minutos.
No segundo set, começou com o Sesi-Bauru aparentemente abalado pelo “passeio” do rival na parcial anterior.
Com seguidos erros de recepção e sem conseguir passar pelo paredão mineiro, logo o placar chegou a 6 a 1 e obrigou Anderson a parar o jogo.
Vanessa Janke teve boa passagem pelo saque, derrubou a diferença, mas Fawcett fez o mesmo do lado mineiro, para esfriar o torcedor.
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| Praia Clube venceu a primeira na série contra o Sesi-Bauru. (Foto: Globoesporte.globo.com) |
Anderson voltou a parar o jogo, fez várias modificações para encontrar sua melhor formação, mas o time mineiro seguiu perfeito no bloqueio e, num contra-ataque do fundo de quadra, Fernanda Garay fez o ponto para fechar o set e repetir a parcial inicial: 25 a 15.
No terceiro set, Bauru até ensaiou uma reação, com quatro pontos seguidos de Tifanny, mas logo os seguidos erros de saque e recepção bauruense fizeram o Praia reassumir a dianteira, com Fawcett de novo se destacando no ataque e no bloqueio.
O Praia seguiu soberano na rede, com um bloqueio que desestabilizou o ataque bauruense, Tifanny, sempre com dois dígitos, fez apenas oito pontos.
E, num ace de Garay, o Praia fechou o terceiro em 25 a 20 e o jogo em tranquilos 3 sets a 0.
Minas leva susto, mas confirma favoritismo, vence o Osasco por 3 a 1 e sai na frente na semifinal.
Time da casa é surpreendido no primeiro set, mas domina as ações no resto do jogo e vence com autoridade.
Macris, Carol Gattaz, Gabi e Natália são os destaques da partida.
A Arena do Minas, em Belo Horizonte, recebeu um grande público na noite desta segunda-feira (1).
E o motivo era nobre: semifinal da Superliga Feminina de Vôlei, Minas e Osasco, promessa de um grande jogo.
E a expectativa se confirmou.
O time sensação da temporada suou, mas venceu o Osasco, que vive um ótimo momento no ano, por 3 sets a 1 (parciais de 25/27, 25/15, 25/17 e 25/13).
Foi a quarta vitória do Minas sobre o Osasco nesta temporada - em quatro jogos.
Com a vitória em casa, o Minas saiu na frente na disputa semifinal com Osasco.
O próximo jogo está marcado para a próxima segunda-feira, dia 8 de abril, novamente às 21h30 (horário de Brasília), em São Paulo.
Se vencer novamente, o time minastenista garante vaga na final.
Se der Osasco, o jogo desempate será em Belo Horizonte, no dia 12 de abril, mais uma vez às 21h30 (horário de Brasília).
O Minas tem a vantagem de decidir em casa por ter feito a melhor campanha na fase de classificação.
Enquanto isso, no primeiro jogo da outra semifinal, também deu Minas Gerais no duelo com São Paulo.
O Praia Clube derrotou o Sesi-Bauru por 3 sets a 0 e abriu vantagem na disputa por uma vaga na grande decisão.
A levantadora Macris, eleita a melhor jogadora em quadra, destacou, em entrevista ao SporTV, a qualidade coletiva do time do Minas.
O troféu Viva Vôlei foi dela, mas poderia ser "um pedacinho de cada".
"Pra mim o Viva Vôlei tinha que ser um pedacinho de cada uma. É um começo muito bom (na semifinal), mas temos que manter a atenção. A sequência vai ser forte, e não podemos deixar passar isso aí (bom momento). Agora é descansar, focar bastante, porque a gente sabe que elas têm poder de reação", alertou.
Do outro lado, Walewska opinou sobre as falhas do Osasco e convocou a torcida para o segundo jogo.
"Saque, bloqueio e defesa. A gente falhou, jogou taticamente mal. A defesa tem que funcionar. A gente tem que defender mais. Vamos convocar a torcida do Osasco para a gente buscar a vitória dentro de casa".
O primeiro set foi um excelente cartão de visitas.
Começou com muito equilíbrio entre os dois times, que estiveram muito próximos no placar o tempo todo até o 7 a 7.
O Minas, então, encaixou uma sequência importante, e Carol Gattaz começou a mostrar que estava em uma noite inspirada.
O time da casa sustentou a vantagem e abriu 20 a 16, sempre contando com a variedade e precisão da levantadora Macris, mas o Osasco cumpriu sua estratégia à risca, encaixou bons saques, arriscou, aproveitou a potência e eficiência da americana Hooker e virou o set.
Chegou a abrir 23 a 21, mas o Minas buscou mais um empate, e a parcial foi definida com ótimos rallys. Melhor para Osasco, que fechou em 27 a 25.
Ao contrário da primeira parcial, o segundo set teve um domínio evidente do início ao fim.
E foi do Minas. O time da casa voltou para o jogo de forma muito mais agressiva, marcando pontos de bloqueio, pontos de saque e explorando bem as opções de ataque.
Com isso, abriu uma grande vantagem: 12 a 4.
Com oito pontos de frente, o time de Belo Horioznte até teve alguns erros, mas não teve dificuldades para fechar a parcial em 25 a 15 e, com isso, empatar o jogo.
Vale destacar a excelente atuação de Macris, levantadora do Minas.
Fez mais um excelente jogo para carimbar a temporada especial que tem feito.
O Osasco, que já havia ameaçado uma reação no fim da segunda parcial, voltou bem para o terceiro set, com Camila Brait calibrada e Hooker inspirada como sempre, assim como Walewska.
Acontece que, do outro lado, o Minas voltou ainda melhor.
Carol Gattaz seguiu com uma enorme precisão nos ataques e pontuou em todos os fundamentos.
Natália apareceu muito bem e foi o destaque da parcial, com incríveis oito pontos marcados no set.
O bloqueio mineiro seguiu funcionando, e o time abriu 16 a 7. Abriu, mais uma vez, uma vantagem confortável.
A distância no placar foi administrada sem muitos problemas pelas mineiras, que seguiram superiores na parcial e fecharam o set em 25 a 17.
O roteiro do segundo e terceiro sets apareceu mais uma vez no quarto (o último do jogo): o Minas começou muito bem e abriu uma boa vantagem logo nos primeiros pontos.
E o fundamento decisivo foi o bloqueio.
O time da casa conseguiu abrir 6 a 1, e quatro dos seis primeiros pontos marcados na parcial foram no bloqueio.
Gabi foi o grande destaque do Minas no quesito.
O time do Osasco conseguiu equilibrar as ações, Mari Paraíba apareceu bem e conseguiu uma sequência de pontos, e houve uma ameaça de reação, mas as donas da casa estavam numa noite mais inspirada.
O rally disputado no 14 a 8 foi um dos melhores do jogo.
As duas defesas salvaram bolas incríveis, mas, assim como no jogo, deu Minas: Mara colocou no chão.
Dali para frente, o time mineiro, com muita naturalidade, confirmou o favoritismo e fechou o set em 25 a 13, fechando o jogo.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Time da casa é surpreendido no primeiro set, mas domina as ações no resto do jogo e vence com autoridade.
Macris, Carol Gattaz, Gabi e Natália são os destaques da partida.
A Arena do Minas, em Belo Horizonte, recebeu um grande público na noite desta segunda-feira (1).
E o motivo era nobre: semifinal da Superliga Feminina de Vôlei, Minas e Osasco, promessa de um grande jogo.
E a expectativa se confirmou.
O time sensação da temporada suou, mas venceu o Osasco, que vive um ótimo momento no ano, por 3 sets a 1 (parciais de 25/27, 25/15, 25/17 e 25/13).
Foi a quarta vitória do Minas sobre o Osasco nesta temporada - em quatro jogos.
Com a vitória em casa, o Minas saiu na frente na disputa semifinal com Osasco.
O próximo jogo está marcado para a próxima segunda-feira, dia 8 de abril, novamente às 21h30 (horário de Brasília), em São Paulo.
Se vencer novamente, o time minastenista garante vaga na final.
Se der Osasco, o jogo desempate será em Belo Horizonte, no dia 12 de abril, mais uma vez às 21h30 (horário de Brasília).
O Minas tem a vantagem de decidir em casa por ter feito a melhor campanha na fase de classificação.
Enquanto isso, no primeiro jogo da outra semifinal, também deu Minas Gerais no duelo com São Paulo.
O Praia Clube derrotou o Sesi-Bauru por 3 sets a 0 e abriu vantagem na disputa por uma vaga na grande decisão.
A levantadora Macris, eleita a melhor jogadora em quadra, destacou, em entrevista ao SporTV, a qualidade coletiva do time do Minas.
O troféu Viva Vôlei foi dela, mas poderia ser "um pedacinho de cada".
"Pra mim o Viva Vôlei tinha que ser um pedacinho de cada uma. É um começo muito bom (na semifinal), mas temos que manter a atenção. A sequência vai ser forte, e não podemos deixar passar isso aí (bom momento). Agora é descansar, focar bastante, porque a gente sabe que elas têm poder de reação", alertou.
Do outro lado, Walewska opinou sobre as falhas do Osasco e convocou a torcida para o segundo jogo.
"Saque, bloqueio e defesa. A gente falhou, jogou taticamente mal. A defesa tem que funcionar. A gente tem que defender mais. Vamos convocar a torcida do Osasco para a gente buscar a vitória dentro de casa".
O primeiro set foi um excelente cartão de visitas.
Começou com muito equilíbrio entre os dois times, que estiveram muito próximos no placar o tempo todo até o 7 a 7.
O Minas, então, encaixou uma sequência importante, e Carol Gattaz começou a mostrar que estava em uma noite inspirada.
O time da casa sustentou a vantagem e abriu 20 a 16, sempre contando com a variedade e precisão da levantadora Macris, mas o Osasco cumpriu sua estratégia à risca, encaixou bons saques, arriscou, aproveitou a potência e eficiência da americana Hooker e virou o set.
Chegou a abrir 23 a 21, mas o Minas buscou mais um empate, e a parcial foi definida com ótimos rallys. Melhor para Osasco, que fechou em 27 a 25.
Ao contrário da primeira parcial, o segundo set teve um domínio evidente do início ao fim.
E foi do Minas. O time da casa voltou para o jogo de forma muito mais agressiva, marcando pontos de bloqueio, pontos de saque e explorando bem as opções de ataque.
Com isso, abriu uma grande vantagem: 12 a 4.
Com oito pontos de frente, o time de Belo Horioznte até teve alguns erros, mas não teve dificuldades para fechar a parcial em 25 a 15 e, com isso, empatar o jogo.
Vale destacar a excelente atuação de Macris, levantadora do Minas.
Fez mais um excelente jogo para carimbar a temporada especial que tem feito.
O Osasco, que já havia ameaçado uma reação no fim da segunda parcial, voltou bem para o terceiro set, com Camila Brait calibrada e Hooker inspirada como sempre, assim como Walewska.
Acontece que, do outro lado, o Minas voltou ainda melhor.
Carol Gattaz seguiu com uma enorme precisão nos ataques e pontuou em todos os fundamentos.
Natália apareceu muito bem e foi o destaque da parcial, com incríveis oito pontos marcados no set.
O bloqueio mineiro seguiu funcionando, e o time abriu 16 a 7. Abriu, mais uma vez, uma vantagem confortável.
A distância no placar foi administrada sem muitos problemas pelas mineiras, que seguiram superiores na parcial e fecharam o set em 25 a 17.
O roteiro do segundo e terceiro sets apareceu mais uma vez no quarto (o último do jogo): o Minas começou muito bem e abriu uma boa vantagem logo nos primeiros pontos.
E o fundamento decisivo foi o bloqueio.
O time da casa conseguiu abrir 6 a 1, e quatro dos seis primeiros pontos marcados na parcial foram no bloqueio.
Gabi foi o grande destaque do Minas no quesito.
O time do Osasco conseguiu equilibrar as ações, Mari Paraíba apareceu bem e conseguiu uma sequência de pontos, e houve uma ameaça de reação, mas as donas da casa estavam numa noite mais inspirada.
O rally disputado no 14 a 8 foi um dos melhores do jogo.
As duas defesas salvaram bolas incríveis, mas, assim como no jogo, deu Minas: Mara colocou no chão.
Dali para frente, o time mineiro, com muita naturalidade, confirmou o favoritismo e fechou o set em 25 a 13, fechando o jogo.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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