terça-feira, 2 de abril de 2019

Mineros de Guayana abre vantagem contra o Sol de América

Dentro de casa, o time venezuelano soube suportar as investidas do rival e saiu de campo com uma boa vantagem.

No estádio Polideportivo de Cachamay, o Mineros de Guayana derrotou o Sol de América por 1 a 0. 

Com o placar, o time venezuelano joga por um empate. 

Já o clube paraguaio tenta um triunfo por dois gols para avançar. Se devolver o placar da ida, a vaga na segunda fase será decidida nos pênaltis.
Mineros tem vantagem mínima para o jogo de volta. (Foto: Futebolatino.lance.com.br)
O duelo da volta acontece no dia 1º de maio, no estádio Luis Alfonso Giagni, na cidade de Assunção.

Diante do forte calor na Venezuela, as duas equipes pouco apresentaram na etapa inicial. 

A disputa no meio-campo era forte e as defesas levavam a melhor no duelo contra os ataques.

Um pouco mais ousado nas descidas, o Sol de América criou as duas melhores chances. 

A primeira veio no contra-ataque. Franco avançou pela intermediária, invadiu a área sem marcação e carimbou a trave. 

Na segunda, Jourdan acertou um belo chute e deu trabalho ao goleiro Romero.

No segundo tempo o Mineros resolveu sair um pouco mais para o ataque. 

Apoiado pela torcida, o time da casa tentava pressionar os paraguaios, mas cedia espaços. 

Em uma das falhas na marcação, Villagra recebeu livre na grande área e o chute cruzado triscou o poste venezuelano.

Quando acertou o ataque o time vinotinto foi mortal. 

Após chamar o marcador para dançar, Camargo levantou na cabeça de Cuero, que testou para o fundo das redes.

O gol obrigou o Sol de América a buscar o ataque, porém o ritmo era abaixo do esperado e o goleiro Romero pouco foi incomodado.

Nos acréscimos, o Mineros teve a grande chance de ampliar o marcador. 

Após lançamento no campo ofensivo, o goleiro paraguaio errou na saída e Ortiz, sem ninguém para o impedir de anotar o gol, chutou a bola para fora.

Colo-Colo, na base da experiência, bate a Católica no Equador.

Passe de Jorge Valdívia e gol de Esteban Paredes exibiram um time chileno mais preciso nas chegadas ao ataque do que o adversário

Sobrou vitalidade a Universidad Católica de Quito, mas pesou para o Colo-Colo a questão da precisão e da experiência.

Jogando no estádio Atahualpa em Quito pela Copa Sul-Americana, os visitantes aplicaram de maneira mais certeira seus esforços e, mesmo sem serem brilhantes, saíram da capital equatoriana com a vitória por 1 a 0 no confronto de ida.

O princípio do confronto na capital do Equador até mostrou o Trencito Azul mais envolvente e deixando em apuros o sistema defensivo do Cacique.

Porém, esse ímpeto durou somente nos 10 minutos iniciais pois, quando o time de Santiago passou a ter mais posse de bola e principalmente Valdívia aparecer com constância, logo o primeiro tento do jogo aconteceu.

Com 17 minutos do primeiro tempo, o meia chileno encontrou bem a infiltração do centroavante Esteban Paredes que, mesmo com chute mais na direção do goleiro Hernán Galindez, a força da finalização foi suficiente para fazer a bola ir para o fundo da meta adversária.

Depois do gol, a partida entrou em ritmo morno, maneira de jogo que era muito mais cômoda de ser administrada pelos colo-colinos pelo menos até os 37 minutos do primeiro tempo, quando Miguel Parrales chutou muito forte e acertou o travessão do goleiro Brayan Cortés.

O arqueiro do time visitante também teve de trabalhar ao pular muito bem no chute de média distância dado pelo meio-campista Walter Chalá.

Com dois minutos de volta do intervalo, o Colo-Colo teve uma oportunidade excelente de conseguir deixar sua dianteira ainda mais confortável.

Depois de  chute cruzado forte defendido por Galíndez, Paredes tentou em um caprichoso toque de cobertura vencer o arqueiro adversário, mas o mesmo se recuperou bem e tocou com a ponta da mão para a linha de fundo.

Contando também com a experiência de seu plantel, o time visitante conseguiu conduzir o restante do confronto sem passar por grandes percalços.

Apesar da velocidade que seguia sendo aplicada pelo Trencito Azul, a precipitação no último passe seguiu sendo prejudicial ao time da casa até o apito final do árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio.

Reportagem: Futebolatino.lance.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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