Colón fica perto da vaga e gols no final marcam noite da Sul-Americana.
O Colón está muito perto de avançar à segunda fase da Copa Sul-Americana.
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| Colón vence fora de casa e a vaga para próxima fase se aproxima. (Foto: Gazetaesportiva.com) |
Na noite desta terça-feira (19), a equipe argentina bateu o Deportivo Municipal, do Peru, por 3 a 0, no primeiro duelo eliminatório do confronto.
Estigarribia, Rodriguez e Bernardi marcaram os gols.
Mais cedo, a Universidad Espanhola, do Chile, escapou de um resultado complicadíssimo.
No primeiro jogo contra o Mushuc Runa, do Equador, a equipe visitante abriu o placar com Rivas, mas Llanos garantiu o empate no último minuto de jogo.
Para fechar a noite de futebol pela segunda competição mais importante do continente, o acional de Potosi, da Bolívia, recebeu o Zulia, da Venezuela, e saiu derrotado pelo placar mínimo.
O único gol dos visitantes foi anotado por Moya, também nos acréscimos.
Efetivo, Zulia derrota o Nacional Potosí e fica perto da vaga na Sul-Americana.
Time venezuelano segurou a pressão do rival através do goleiro Morales e marcou o gol da vitória nos acréscimos.
Na altitude boliviana, o Zulia segurou a pressão do Nacional de Potosí e nos acréscimos venceu por 1 a 0.
O único gol do jogo saiu através de Bryan Velasquez.
Agora, o time venezuelano joga pelo empate.
Já os bolivianos têm que vencer por dois gols.
Caso devolva o marcador a vaga será decidida nos pênaltis.
A partida da volta entre as equipes acontece no dia 16 de abril, na cidade de Maracaibo, na Venezuela.
Apoiado pela torcida e com a altitude a seu favor, o Nacional Potosí abriu o jogo no campo de ataque.
O time boliviano arriscava nos chutes de fora da área e velocidade pelos lados.
Porém, o primeiro lance perigoso veio com o Zulia.
Em belo contra-ataque, Brayan Velasquez invadiu a grande área e bateu cruzado.
A bola passou rente a trave e foi pela linha de fundo.
A resposta do Potosí veio na bola aérea.
No levantamento da esquerda, Harold Reyna, sozinho na pequena área, cabeceou desajeitado e mandou para fora.
Apesar da pressão boliviana, o Zulia conseguia travar com o ferrolho ofensivo e não deixava o adversário tabelar na entrada da área.
Se estava difícil em jogada coletiva, o jeito era apostar no individual e Reyna tirou tinta da trave em bomba da intermediária.
Nos minutos finais da etapa inicial o time da casa aumentou o volume da pressão e por pouco não marcou.
No cruzamento da direita, Pérez cabeceou, Morales executou um milagre com os pés.
No rebote, Pérez tentou empurrar para o gol e carimbou o poste.
Na etapa final o panorama era idêntico.
O Potosí pressionava e o Zulia não conseguia sair do campo defensivo.
Pérez, sempre perigoso com dribles, tabelou com o companheiro, deixou dois marcadores na saudade e chutou em cima de Morales pegou.
No lance mais perigoso, Torrico cruzou no segundo pau e Castellón carimbou a trave.
No rebote, Salazar ajeitou na entrada da grande área e balançou o travessão venezuelano.
Assim como no primeiro tempo, o Nacional encontrava dificuldades para furar a barreira do Zulia.
O jeito foi novamente apostar nos chutes de fora da área e Salazar era a principal arma.
O volante soltou um torpedo da intermediária e Morales fez bela defesa.
Nos últimos momentos do confronto, o ataque contra defesa permaneceu, porém as chances criadas pelos bolivianos pararam no goleiro Morales, que segurava a igualdade.
Aos 47 minutos do segundo tempo, o Zulia conseguiu finalmente encaixar um contra-ataque e saiu com a vitória.
Velasquez recebeu na entrada da grande área e bateu na saída do goleiro, 1 a 0.
Reportagem: Gazetaesportiva.com/Futebolatino.lance.com.br
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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