segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Vitória dos bósnios na Liga das Nações

Com gol de pênalti, Bósnia e Herzegovina vence Polônia pela Liga das Nações.

Bósnios chegaram a 8 pontos e é o segundo colocado da Liga B do Grupo B4, enquanto Polônia ocupa quarta posição, com 5 pontos.

A Bósnia e Herzegovina venceu a Polônia pelo placar mínimo nesta segunda-feira (5), no Stadion "Bilino Polje", em Zenica, pela quarta rodada da fase de grupos da Liga das Nações. 

O único gol da partida foi marcado por Ivan Basic de pênalti aos 39 minutos do segundo tempo.

Os bósnios chegaram a abrir o marcador aos 4 minutos do segundo tempo, mas o VAR anulou.

Com o resultado, a Bósnia e Herzegovina chegou a 8 pontos e é o segundo colocado da Liga B do Grupo B4, enquanto a Polônia ocupa a quarta posição, com 5 pontos.

As 2 equipes voltam a campo no dia 14 de novembro, às 16h45 (horário de Brasília). 

A Bósnia e Herzegovina enfrenta a Suécia na Friends Arena, em Estocolmo. 

Já a Polônia encara a Romênia na National Arena, em Bucareste.

Reportagem: Itatiaia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Liderança sueca

Suécia vence Romênia com gol de Gyökeres e chega a 10 pontos.

Visitantes marcam cedo na Arena Nationala, seguram a pressão romena e impõem a quarta derrota seguida aos donos da casa pelo Grupo D.

A Suécia manteve sua excelente fase na UEFA (União das Associações Europeias de Futebol) Nations League 2026/2027 ao derrotar a Romênia por 1 a 0 na tarde desta segunda-feira (5). 

Em partida válida pela quarta rodada do Grupo D da Liga B, disputada na Arena Nationala, em Bucareste, os visitantes garantiram o triunfo com um gol solitário de Viktor Gyökeres logo no início do confronto. 

O resultado consolida os suecos no topo da tabela e aprofunda o momento negativo dos romenos na competição.

O placar foi movimentado logo aos 13 minutos do primeiro tempo, quando Viktor Gyökeres balançou as redes para a equipe comandada por Graham Potter, que entrou em campo no esquema 4-4-2. 

A partir da desvantagem, a Romênia, armada pelo técnico Gheorghe Hagi em um 4-2-3-1, tentou assumir as rédeas da partida. 

Os donos da casa terminaram o jogo com 53% de posse de bola e trocaram 523 passes contra 486 dos suecos, mas esbarraram na eficiência defensiva dos visitantes.

Apesar do volume de jogo romeno, que resultou em 13 finalizações totais contra 12 chances da Suécia, a pontaria e a atuação dos goleiros fizeram a diferença. 

A Romênia acertou o alvo 4 vezes, obrigando o goleiro Viktor Johansson a trabalhar e registrar 4 defesas na partida. 

Do outro lado, a Suécia foi letal: acertou a meta defendida por Otto Hindrich em apenas duas oportunidades, sendo uma delas o gol decisivo. 

O confronto também foi marcado por um alto número de faltas (14 a 11 para os mandantes) e cartões, com quatro amarelos distribuídos para a Romênia e dois para a Suécia ao longo dos 90 minutos.

Com o triunfo, a Suécia, que vinha de 2 vitórias e um empate em seus últimos compromissos, chega a 10 pontos em 4 jogos disputados no Grupo D da Liga B. 

Já a Romênia amarga sua quarta derrota consecutiva no torneio e permanece com zero pontos. 

As 2 seleções voltam a campo no sábado, dia 14 de novembro, pela Nations League: a Romênia recebe a Polônia, enquanto a Suécia joga em casa contra a Bósnia e Herzegovina. 

Na terça-feira seguinte, dia 17 de novembro, os romenos visitam a Bósnia e Herzegovina, e os suecos encaram a Polônia como visitantes.

Reportagem: Placar.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória da Hungria

Hungria bate Ucrânia por 2 a 1 e chega a 7 pontos.

Hungria vence a Ucrânia por 2 a 1 e chega a 7 pontos no Grupo B da Liga B da Nations League.

A Hungria venceu a Ucrânia por 2 a 1 nesta segunda-feira (5), em Trnava, pela quarta rodada da UEFA (Uniçao das Associações Europeias de Futebol) Nations League, segundo a revista Placar. 

O duelo direto pelo Grupo B da Liga B terminou com os húngaros somando 7 pontos, enquanto os ucranianos permanecem com 4 pontos.

No Štadión Antona Malatinského, a seleção comandada por Marco Rossi abriu o placar aos 7 minutos do segundo tempo, com Milan Tóth, após passe de Milan Vitális. 

A Ucrânia, de Andrea Maldera, teve mais posse de bola (51%) e finalizou mais (15 contra 10), mas só empatou aos 38 minutos do segudno tempo, quando Oleksandr Pikhalyonok serviu Roman Yaremchuk, ambos vindos do banco.

A reação húngara foi imediata: 2 minutos depois, aos 40 minutos do segundo tempo, Rajmund Tóth, também reserva, deu a assistência para Mark Csinger marcar o gol da vitória. 

O goleiro Trubin havia feito 2 defesas ao longo do jogo.

As duas seleções voltam a campo pela Nations League no sábado, 14 de novembro: a Hungria enfrenta a Geórgia e a Ucrânia pega a Irlanda do Norte.

Reportagem: Spacemoney.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória italiana contra os turcos

Itália vence a Turquia na Liga das Nações e chega a 3 jogos sem perder.

Time de Roberto Mancini embala no torneio e sobe para a segunda posição do Grupo A1.

A Itália venceu a Turquia, nesta segunda-feira (5), por 3 a 1, pela quarta rodada do Grupo A1 da Liga das Nações 2026/2027. 

Os gols italianos foram marcados por Scamacca, Calafiori e Esposito. Simsir descontou para o time turco. 

Com o resultado, a Itália subiu para a segunda posição da chave, com 7 pontos, 3 pontos atrás da líder França. 

Já a Turquia ainda não pontuou e está rebaixada na competição.

A próxima rodada da Liga das Nações acontece em novembro. 

No dia 12 de novembro, às 16h45 (horário de Brasília), a Itália recebe a França, no San Siro. 

Já a Turquia enfrenta a Bélgica, na mesma data, às 14 horas (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Goleada francesa

França goleia a Bélgica de virada e mantém liderança na Liga das Nações.

Doué, Cherki e Olise entram no segundo tempo e fazem 4 gols em um intervalo de 14 minutos.

Depois de um primeiro tempo apático e sem criatividade com o time quase todo reserva, a França acionou o trio Olise, Doué e Cherki para transformar um possível tropeço em goleada. 

Os 3 titulares saíram do banco no segundo tempo e construíram em um intervalo de 14 minutos a vitória de virada por 4 a 1 sobre a Bélgica, no Stade de France, pela quarta rodada da Liga das Nações da UEFA (Uniçao das Associações de Futebol). 

Olise foi o destaque com dois gols, ambos com passe de Doué, e as assistências para os gols dos 2 colegas de ataque.

A França é a líder isolada do Grupo A1, com 10 pontos, mas ainda não tem a classificação ás quartas de final assegurada, a duas rodadas do fim. 

A derrota custou à Bélgica a segunda colocação, que agora é da seleção da Itália, que fez 3 a 1 na Turquia e chegou aos 7 pontos, um à frente dos belgas. 

Pelo segundo jogo seguido, repetindo um problema apresentado no empate em 1 a 1 com a Itália, também no Stade de France, a seleção da França dominou o adversário no primeiro tempo mas sofreu com a falta de objetividade do seu ataque.

Zinedine Zidane deixou quase todos os titulares no banco, e viu o roteiro se repetir contra a Bélgica. 

Dessa vez, porém, além de não transformar a posse de bola em chances reais de gol, a França ainda viu a equipe rival abrir o placar com Lukébakio, que recebeu ótimo lançamento de Lavia e avançou livre para marcar, aos 34 minutos do primeiro tempo.

Aos poucos, Zidane começou a lançar os titulares: primeiro entraram Olise e Cherki, aos 15 minutos do segundo tempo, e depois entrou Doué, aos 27 minutos do segundo tempo. 

Com talento e, enfim, objetividade, o trio resolveu a partida. 

Aos 31 minutos do segundo tempo, Olise rolou para Doué, que girou na meia-lua e empatou o jogo. 

4 minutos depois, aos 35 minutos do segundo tempo, outro cruzamento da direita de Olise, e Cherki chutou de primeira no meio da área. 

O terceiro gol saiu aos 41 minutos do segundo tempo, com participação dos 3: de Cherki para Doué, que cruzou para Olise marcar. 

Aos 45 minutos do segundo tempo, Olise recebeu ótimo passe de Doué na área e chutou na saída do goleiro.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Ouro no México!

Maria Rizonaide é ouro e Brasil leva 2 bronzes no Open Das Américas.

No México, Maria Rizonaide conquistou o título na categoria até 50kg. 

Cristiane Reis (55kg) e Ana Paula Marques (61kg) faturaram a medalha de bronze.

A Seleção Brasileira de halterofilismo paralímpico encerrou mais um dia de competições no Open das Américas, disputado no México, com o saldo de 3 medalhas. 

O principal resultado veio com Maria Rizonaide da Silva, que conquistou o ouro na categoria até 50kg feminino, enquanto Cristiane Alves Reis e Ana Paula Gonçalves Marques faturaram a medalha de bronze em suas respectivas provas.

Medalhas no feminino: Na disputa da categoria até 50kg, Maria Rizonaide da Silva garantiu o título ao levantar 101kg logo em sua primeira tentativa. 

A brasileira superou a venezuelana Oriana Del Carmen Teran, que marcou 97kg para ficar com a prata, e a mexicana Mariana Elisa Thony, que fechou o pódio na terceira posição com a marca de 63kg em sua última chance.

O Brasil subiu ao pódio novamente na categoria até 55kg feminino. 

Cristiane Alves Reis suportou 102kg e assegurou a medalha de bronze. 

O ouro da prova ficou com a venezuelana Clara Sarahy Fuentes, que levantou 127kg, seguida pela chilena Camila Campos, na segunda colocação, com a marca de 110kg.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Organização no Brasil?!?!

Com Maracanã na lista, Brasil e América do Sul tentam sediar Copa de Rugby.

Liderado pela Argentina, o projeto conjunto reúne Brasil, Chile e Uruguai. 

A candidatura propõe que os 4 países recebam partidas do torneio masculino.

A América do Sul oficializou a sua candidatura conjunta para sediar a Copa do Mundo de Rúgbi Masculina de 2035. 

Liderado pela União Argentina de Rugby, o projeto integra Brasil, Chile e Uruguai. 

Caso a região seja escolhida pela World Rugby, o acordo estabelece que os quatro países receberão partidas do torneio.

Documentação entregue: O comitê sul-americano já apresentou a documentação exigida pela entidade internacional. 

Para convencer a World Rugby, a candidatura aposta em uma região com 283 milhões de habitantes e com experiência na organização de grandes eventos esportivos neste século, incluindo Jogos Olímpicos e campeonatos mundiais de diversas modalidades.

O projeto listou 10 estádios para receber a competição. 

O Brasil indicou o Maracanã, no Rio de Janeiro. 

O Chile selecionou o Estádio Nacional, em Santiago, enquanto o Uruguai apresentou o Estádio Centenário, em Montevidéu. 

A Argentina sugeriu sete sedes: Monumental e José Amalfitani (Buenos Aires), Diego Armando Maradona (La Plata), Mario Alberto Kempes (Córdoba), Madre de Ciudades (Santiago del Estero), Padre Martearena (Salta) e Malvinas Argentinas (Mendoza), além do Gigante de Arroyito (Rosário).

“Desenvolvimento e consolidação”: O presidente da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu), Martín Jaco, destacou a relevância do projeto para o continente. 

“A realização da Rugby World Cup na América do Sul representa uma importante oportunidade para promover o desenvolvimento e a consolidação do rugby, ampliar o alcance e a atratividade do esporte, especialmente entre as gerações mais jovens, e fortalecer os vínculos institucionais entre os países”, avaliou o dirigente, reforçando o compromisso em receber os jogos".

Definição da sede: O calendário do processo de seleção está definido. 

A World Rugby realizará visitas às cidades candidatas e anunciará os projetos preferidos em maio de 2027. 

A decisão final sobre a sede da Copa do Mundo de 2035 será divulgada pelo Conselho da entidade em novembro do mesmo ano.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro