sábado, 1 de agosto de 2026

Polônia e Estados Unidos na final

Liga das Nações de vôlei: Polônia massacra Eslovênia e faz final com Estados Unidos que bateram Japão por 3 a 2.

Polônia faz 3 a 0 na Eslovênia sem sofrer mais que 20 pontos em nenhum set e vão em busca do tricampeonato. 

Americanos fazem jogo de 2h30 contra Japão e tentam primeiro título na Liga das Nações.

Polônia e Estados Unidos vão repetir, neste domingo (2), a decisão de 2023 da Liga das Nações masculina de vôlei. 

Neste sábado (1º), na semifinal, a Polônia derrotou a Eslovênia por 3 a 0, parciais de 25/16, 25/19 e 25/17, enquanto os americanos passaram pelo Japão por 3 a 2(25/19, 23/25, 20/25, 25/19 e 15/13. 

A final será disputada neste domingo (2), às 8h30 (horário de Brasília), com transmissão do sportv 2, com a Polônia indo atrás do terceiro título (venceu 2023 e 2025), enquanto os americanos estão atrás do primeiro troféu. 

Mais cedo, às 4h40 (horário de Brasília), tem a decisão do bronze, também no sportv 2.

O Japão terminou a primeira fase de forma invicta, com 12 vitórias em 12 jogos, enquanto os americanos rodaram mais o elenco e ficaram mais abaixo na classificação. 

Nas quartas de final, os japoneses passaram pela China, dona da casa, por 3 a 1, enquanto os americanos eliminaram a Itália, atual campeã da Liga, por 3 a 0.

O jogo, como o esperado, foi bem equilibrado. 

Os Estados Unidos abriram 1 a 0, o Japão virou para 2 a 1, e os americanos buscaram o empate. 

Anderson, com 23 pontos, e Hanes, com 24 pontos, foram os maiores nomes da partida. 

Pelo lado do Japão, Nishida fez 19 pontos. 

O Japão, que venceu seis jogos no tie-break na fase classificatória, acabou eliminado exatamente no quinto set.

A Polônia confirmou o favoritismo e massacrou a Eslovênia na outra semifinal: 3 a 0, parciais de 25/16, 25/19 e 25/17. 

Leon com 16 pontos e Boladz com 15 pontos foram os principais pontuadores da partida. 

A Polônia busca o segundo título seguido, foi campeã ano passado com vitória sobre a Itália na decisão, e o terceiro troféu da história, já que venceu também em 2023.

O Brasil não participa da fase final da Liga das Nações masculina de vôlei pois não conseguiu a classificação. 

Terminou a fase classificatória com 7 vitórias e 5 derrotas, em nono lugar. 

A competição começou a ser disputada em 2018 e, neste formato, o time nunca tinha ficado fora da fase final. 

A Liga das Nações entrou no lugar da Liga Mundial, competição disputada anualmente de 1989 e 2017, em que o Brasil só ficou fora da fase decisiva em 1991.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Corinthians bicampeão!!!

Corinthians é bicampeão do Regional Sul-Sudeste de futebol de cegos.

Com goleada, Corinthians tem sua revanche na final e é campeão no Regional Sul-Sudestes.

Na manhã deste sábado (1º), o Corinthians-SP venceu a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (APADV-SP) por 3 a 0 e garantiu o bicampeonato do Regional Sul-Sudeste de futebol de cegos. 

A decisão foi disputada no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. 

Na disputa pelo terceiro lugar, o Instituto Nova Visão (INV-SP) levou a melhor, nos pênaltis, sobre a Associação Gaúcha de Futebol para Cegos (AGAFUC-RS) após empate sem gols no tempo regulamentar.

A única derrota do Corinthians na competição havia sido contra a para a própria APADV na fase de grupos. 

Com a revanche na final, o alvinegro aplicou uma campanha de quatro vitórias e uma derrota. 

O Corinthians abriu o placar logo no início da partida com Jhon Gonzales. 

Entretanto, a APADV-SP, que tinha o melhor aproveitamento do campeonato, não deixou o seu adversário descansar. 

Respondeu ao gol com boas oportunidades de ataque do jovem e artilheiro Kauan, mantendo a partida equilibrada.

Já na segunda etapa, o Timão foi dominante com dois gols de Tiago Paraná, marcando a goleada do título. 

Além dos goleadores da final, o goleiro Hyuri também teve seu reconhecimento individual e foi eleito o melhor goleiro da competição.

Autor do gol que abriu o placar na decisão e artilheiro do Corinthians na competição, o colombiano Jhon Gonzalez comemorou o bicampeonato e destacou o trabalho coletivo da equipe ao longo do torneio.

“É uma felicidade muito grande poder contribuir mais uma vez para um título do Corinthians. A equipe esteve concentrada durante toda a competição e fico feliz por ajudar com gols. Agora é continuar trabalhando para os próximos desafios da temporada”, declarou.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Campanha expressiva do Brasil

Brasil termina Internacional de Parabadminton com 8 títulos e 11 pratas.

Neste sábado (1º), os atletas do parabadminton brasileiro conquistaram 8 ouros e 9 pratas, incluindo 4 dobradinhas. 

Com os 21 bronzes, o Brasil terminou com 40 medalhas.

O Brasil fechou sua participação no Brazil Parabadminton International 2026, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), em São Paulo, com uma campanha expressiva diante da torcida. 

A delegação brasileira conquistou 40 medalhas, sendo 8 medalhas de ouro, 11 medalhas de prata e 21 medalhas de bronze, consolidando mais uma grande atuação internacional em casa.

A Índia terminou na liderança do quadro de medalhas, com 9 medalhas ouros, 5 medalhas pratas e 7 medalhas bronzes, totalizando 21 medalhas. 

O Brasil ficou em segundo lugar, enquanto o Peru encerrou a competição na terceira colocação, somando 4 medalhas ouros, 1 medalha de prata e 12 medalhas de bronzes, totalizando 17 medalhas.

Marcelo Conceição levanta público em final emocionante: O grande destaque do último dia foi Marcelo Conceição (WH1 - é destinada a atletas usuários de cadeira de rodas que possuem comprometimento motor severo, apresentando controle de tronco ausente, ruim ou moderado). 

Depois de ficar com a medalha de prata nas duplas mistas WH1-WH2 (é uma classe esportiva de parabadminton para atletas em cadeira de rodas que possuem deficiência nos membros inferiores, mas apresentam bom equilíbrio e controle normal do tronco), ao lado da espanhola Maya Alcaide, o brasileiro protagonizou uma das finais mais emocionantes da competição ao derrotar o japonês Shoichiro Eguchi por 17/21, 26/24 e 29/27. 

Empurrado pela torcida, que lotou o ginásio e vibrou a cada ponto, Marcelo buscou uma virada histórica para conquistar o ouro.

Outro campeão brasileiro foi Julio Cesar Godoy (WH2), que confirmou o favoritismo ao vencer Victor Amorim por 21/13 e 21/14. 

Após garantir o título, o atleta destacou que cumpriu o objetivo traçado para a competição.

“Como eu falei anteriormente, o meu foco era sair daqui com a medalha de ouro mesmo. Consegui manter o mesmo desempenho, joguei bem concentrado e agora estou focado para buscar mais um ouro na dupla masculina com meu parceiro Marcelo Conceição.”

A dupla formada por Marcelo Conceição e Julio Cesar Godoy fechou o torneio em grande estilo ao conquistar mais um ouro para o Brasil, superando Amauri Viana e Rômulo Morais por 21/11 e 21/11 na decisão das duplas masculinas WH1-WH2.

Brasil fez 4 finais e garantiu dobradinhas no pódio: Nas classes SL3-SU5, o Brasil protagonizou uma final totalmente verde e amarela nas duplas mistas. 

Yuki Rodrigues e Kauana Beckenkamp levaram a melhor sobre Rogério Oliveira e Edwarda Oliveira por 21/17, 16/21 e 21/15, em uma partida equilibrada do início ao fim.

Kauana ressaltou o equilíbrio do confronto e a reação da dupla no terceiro game.

“O jogo foi bem acirrado, foi 2 a 1 em 3 sets. No primeiro set jogamos muito bem. Já no segundo eles conseguiram crescer na partida. No terceiro conseguimos voltar por cima e fomos construindo a vitória até chegar à nossa medalha.”

Yuki também valorizou o desempenho da parceria.

“Foi um jogo bem equilibrado. Conseguimos controlar bastante as trocas de bola. Tivemos alguns momentos de erro, mas conseguimos nos recuperar rapidamente. Foi uma grande partida.”

Kauana terminou torneio com três títulos: Kauana ainda conquistou mais 2 títulos no sábado (1º). 

Na final da simples feminina SL3 (é uma classe esportiva do parabadminton para atletas andantes com comprometimento moderado nos membros inferiores ou problemas graves de equilíbrio ao caminhar), venceu a indiana Tulika Jadhao por 22/20 e 21/9. 

Em seguida, ao lado de Mikaela Almeida, faturou o ouro nas duplas femininas SL3-SU5 (é destinada a atletas andantes com comprometimentos nos membros superiores, como a ausência de um braço, má-formação ou limitações de movimento na mão ou braço que afetam o equilíbrio e o jogo) ao derrotar Tulika Jadhao e Beatriz Monteiro por 23/21 e 21/17.

Mesmo com a prata na simples feminina SU5, Mikaela fez um balanço positivo da competição.

“Foram jogos muito bons, muito parelhos. Dá para melhorar cada vez mais, mas, no todo, foi uma experiência bem boa.”

A atleta já projeta o próximo compromisso internacional.

“Tem muito o que melhorar, tem muito a ser trabalhado, mas eu quero ir muito bem também no Peru e ser campeã.”

Na classe SL4 (é uma classe esportiva do parabadminton voltada para atletas em pé com deficiência nos membros inferiores (como menor comprometimento de movimento em uma ou ambas as pernas), que competem cobrindo toda a quadra com boa mobilidade) masculina, Rogério Oliveira manteve o bom momento internacional ao derrotar o mexicano Maximiliano Sosa por 21/14 e 21/13, conquistando mais um título. 

Além do ouro na simples, Rogério também ficou com a prata nas duplas mistas.

“Foi muito bom. A final da simples foi muito boa, consegui manter o meu título, ainda mais contra o Maximiliano, com quem venho disputando grandes finais. Na mista ficamos com a prata, o Yuki e a Kauana jogaram melhor, mas estou muito feliz com os resultados. Agora é chegar em Lima e buscar um resultado ainda melhor.”

O Brasil também comemorou o ouro de Ana Carolina Coutinho Reis, campeã da simples feminina SL4 ao vencer Edwarda Oliveira por 21/5 e 21/16.

Ana Gomes sai com 2 medalhas de prata: Entre as medalhas de prata do último dia também estiveram Ana Gomes, vice-campeã da simples WH1 e das duplas femininas WH1-WH2 ao lado de Milani Gomes; Marcelo Conceição nas duplas mistas WH1-WH2. 

Mikaela Almeida na simples SU5. 

Victor Amorim (WH2). 

Rogério Oliveira e Edwarda Oliveira nas duplas mistas. além de Dheyvid Almeida e Vinícius Costa nas duplas masculinas SH6.

Na classe SH6 feminina, Maria Eduarda de Castro conquistou 2 medalhas de prata, 1 medalha na simples e outra nas duplas femininas ao lado de Julia Huang, encerrando uma campanha consistente diante de adversárias de alto nível internacional.

Com o encerramento da etapa em São Paulo, boa parte da delegação brasileira já volta as atenções para o Peru Para Badminton International, próximo compromisso do calendário internacional, onde buscará manter o bom desempenho apresentado em casa.

Resultados das finais:

Michael Vargas Egas (Peru)/Pilar Jauregui (Peru) 2 X 0 Marcelo Conceição (Brasil)/Maya Alcaide (Espanha) — 21/18 e 21/14 (Duplas mistas WH1-WH2)

Marcelo Conceição (Brasil) 2 X 1 Shoichiro Eguchi (Japão) — 17/21, 26/24 e 29/27 (Simples masculina WH1)

Julio Cesar Godoy (Brasil) 2 X 0 Victor Amorim (Brasil) — 21/13 e 21/14 (Simples masculina WH2)

Sena Tomoyose (Japão) 2 X 0 Ana Gomes (Brasil) — 21/12 e 21/13 (Simples feminina WH1)

Beatriz Monteiro (POR) 2 x 0 Mikaela Almeida (BRA) — 21/10 e 21/13 (Simples feminina SU5)

Yuki Rodrigues (BRA)/Kauana Beckenkamp (BRA) 2 x 1 Rogério Oliveira (BRA)/Edwarda Oliveira (BRA) — 21/17, 16/21 e 21/15 (Duplas mistas SL3-SU5)

Rogério Oliveira (Brasil) 2 X 0 Maximiliano Sosa (México) — 21/14 e 21/13 (Simples masculina SL4)

Kauana Beckenkamp (Brasil) 2 X 0 Tulika Jadhao (Índia) — 22/20 e 21/9 (Simples feminina SL3)

Mikaela Almeida (Brasil)/Kauana Beckenkamp (Brasil) 2 X 0 Tulika Jadhao (Índia)/Beatriz Monteiro (Portugal) — 23/21 e 21/17 (Duplas femininas SL3-SU5)

Manisha Patel (Índia) 2 X 0 Maria Eduarda de Castro (Brasil) — 21/9 e 21/16 (Simples feminina SH6)

Ana Carolina Coutinho Reis (Brasil) 2 X 0 Edwarda Oliveira (Brasil — 21/5 e 21/16 (Simples feminina SL4)

Marcelo Conceição (Brasil)/Julio Cesar Godoy (Brasil) 2 X 0 Amauri Viana (Brasil)/Rômulo Morais (Brasil) — 21/11 e 21/11 (Duplas masculinas WH1-WH2)

Jaquelin Burgos (PER)/Pilar Jauregui (Peru) 2 X 0 Ana Gomes (Brasil)/Milani Gomes (Brasil) — 21/13 e 21/16 (Duplas femininas WH1-WH2)

Andrea Montoya (Peru)/Manisha Patel (Índia) 2 X 0 Maria Eduarda de Castro (Brasil)/Julia Huang (Brasil) — 21/16 e 21/13 (Duplas femininas SH6)

Prem Potnoru (Índia)/Kuldeep Tanwar (Índia) 2 X 0 Dheyvid Almeida (Brasil)/Vinícius Costa (Brasil) — 21/4 e 24/22 (Duplas masculinas SH6)

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Zerados no Maracanã

Vasco e Fluminense empatam no jogo de ida das oitavas da Copa do Brasil.

Primeiro duelo é marcado por poucas emoções e muitas faltas no Maracanã. 

Jogo de volta será na próxima quarta-feira (5).

Tudo ficou para a próxima quarta-feira (5). 

Vasco e Fluminense fizeram um clássico brigado, mas não necessariamente bem jogado, neste sábado (1º), no Maracanã, e deixaram a definição para o jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira (5). 

O empate por 0 a 0 resumiu bem o que foi a partida de ida: um duelo muito disputado, mas com a sensação de que as 2 equipes estavam tão preocupadas em não sofrer gols que deixaram os lances de maior perigo para quarta-feira (5). 

Está tudo em aberto.

Com o empate sem gols, não há vantagem após o jogo de ida das oitavas de final. 

Fluminense e Vasco voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (5), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. 

Quem vencer se classifica.

Novo empate leva a decisão para os pênaltis.

O Fluminense viveu uma situação curiosa nas últimas semanas: perdeu 4 zagueiros diferentes por lesão. 

Millán, Jemmes, Thiago Silva e Freytes ficaram fora do clássico por conta de problemas físicos. 

Mesmo assim, escalada com Ignácio e Igor Rabello, a equipe tricolor voltou a não sofrer gols. 

Repetiu o 0 a 0 da partida contra o Bahia, na última quarta-feira (29), pelo Campeonato Brasileiro.

Pedro Emanuel escalou o Vasco de maneira diferente no Maracanã. 

Jair, Adson e Cuiabano, além de David como titular no comando do ataque, foram as novidades da escalação para o clássico. 

Algumas mudanças deram certo, outras não. 

De toda forma, é esperado que novas alterações aconteçam para o jogo de volta. Spinelli, por exemplo, não entrou bem no segundo tempo e fez por merecer a reserva.

Foram muitas, muitas mesmo, faltas no primeiro tempo. 

18 no total. 

É difícil falar do primeiro tempo de Vasco e Fluminense sem falar das infrações. 

De forma até exagerada, marcam um clássico quente pelas oitavas de final da Copa do Brasil. 

Os vascaínos começaram melhor, tendo mais a posse da bola e tentando jogadas individuais, principalmente com Andrés Gómez. 

Do outro lado, os tricolores seguraram a pressão, acharam contra-ataques e eram diretos. 

Canobbio, em duas oportunidades, teve a chance de marcar. 

No final, o empate sem gols foi justo pelo apresentado.

Dos 45 minutos, apenas 15 foram realmente jogados. 

O Fluminense foi melhor neles. 

Com mais posse de bola e conseguindo conectar bons ataques, a equipe tricolor teve 2 oportunidades de abrir o placar, com Canobbio e John Kennedy. 

O Vasco respondeu com Tchê Tchê, aproveitando um bom cruzamento de Paulo Henrique. 

E só. 

Dali em diante, as duas equipes pareciam mais preocupadas em não perder do que em atacar. 

O placar de 0 a 0 se estendeu até o apito final.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Deu Grêmio no feminino

Grêmio vence o América-MG e segue na briga pela classificação no Campeonato Brasileiro Feminino.

Allyne marca no segundo tempo e deixa Tricolor Gaúcho vivo na busca pelo G8.

O Grêmio venceu o América-MG por 1 a 0 na tarde deste sábado (1º), no estádio Francisco Novelletto, pela décima quarta rodada do Campeonato Brasileiro Feminino.

O gol saiu no segundo tempo, marcado por Allyne, e garantiu ao Tricolor Gaúcho 3 pontos importantes na luta pelo G8. 

Com o resultado, o Grêmio se aproxima da zona de classificação para a próxima fase, enquanto as Spartanas seguem ameaçadas e podem terminar a rodada dentro do Z2.

O primeiro tempo foi dominado pelo Grêmio, que criou as principais oportunidades, mas esbarrou na boa atuação da goleira Sandy, do América-MG. 

Logo aos 6 minutos do primeiro tempo, Camila Pini encontrou Brenda em profundidade, mas Sandy saiu bem do gol e evitou o tento. 

Aos 16 minutos do primeiro tempo, Camila Pini cobrou falta sofrida por Leidiane e obrigou a goleira a fazer grande defesa, mandando para escanteio. 

Após a parada para hidratação, o América conseguiu pressionar e finalizou com Ana Clara, mas a bola foi por cima. 

O Grêmio respondeu com uma sequência de chances: Gisele fez grande jogada e finalizou, no rebote Brenda mandou para fora. 

Em seguida, a atacante tentou novamente, mas errou o alvo. 

No lance seguinte, Brenda driblou a adversária e finalizou mais uma vez para fora, mantendo o placar zerado até o intervalo.

O segundo tempo foi de muita intensidade e acabou decidindo o jogo. 

O Grêmio voltou pressionando e quase marcou logo aos 2 minutos do segundo tempo, com cabeceio de Allyne após escanteio. 

Pouco depois, Leidiane finalizou de bico da entrada da área e assustou. 

Aos 8 minutos do segundo tempo, Leidi cabeceou para defesa de Sandy. 

O América-MG respondeu aos 11 minutos do segundo tempo, com Lorranny, mas a bola saiu.

Aos 19 minutos do segundo tempo, após cruzamento de Camila Pini, Sandy afastou mal e a bola sobrou para Allyne, que dominou e finalizou para abrir o placar. 

O Grêmio seguiu em cima: Giovaninha obrigou Sandy a defender aos 25 minutos do segundo tempo, e Gisele criou boa jogada aos 33 minutos do segundo tempo, cruzando para Letícia, mas Duda Nascimento afastou. 

O América quase empatou com Laís, que finalizou com precisão, mas Sol fez grande defesa. 

Nos acréscimos, Kaylaine ainda tentou, mas Sol novamente apareceu para segurar a vitória por 1 a 0.

O Grêmio volta a campo no domingo (9), às 11 horas (horário de Brasília), contra o Cruzeiro, em casa. 

O América-MG recebe o Flamengo, na segunda-feira (10), às 21 (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

E que vitória!

Fluminense vira sobre o Red Bull Bragantino com uma jogadora a menos e vence pelo Campeonato Brasileiro Feminino.

Bruna Pelé marca no segundo tempo, garante triunfo tricolor por 2 a 1 no Luso-Brasileiro e mantém equipe viva na luta por vaga no mata-mata.

O Fluminense venceu o Red Bull Bragantino por 2 a 1 neste sábado, no Luso-Brasileiro, pela décima quarta rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. 

Depois de sair atrás no placar com gol de Jé Soares, o Tricolor buscou a reação com Raquel Fernandes e Bruna Pelé. 

A equipe carioca ainda atuou toda a etapa final com uma jogadora a menos após a expulsão de Karina, mas segurou a pressão adversária e conquistou os 3 pontos. 

Com o resultado, o Fluminense chegou aos 19 pontos e encostou na disputa por uma vaga no G-8, enquanto o Red Bull Bragantino permaneceu com 20 pontos e perdeu a oportunidade de entrar na zona de classificação.

O Red Bull Bragantino começou melhor e pressionou o Fluminense nos minutos iniciais, principalmente em jogadas de Rafa Mineira. 

A equipe paulista transformou o domínio em gol aos 18 minutos do primeiro tempo, quando Jé Soares desviou de cabeça cobrança de falta e abriu o placar.

Após sair atrás, o Fluminense reagiu e passou a ocupar mais o campo ofensivo. 

A insistência tricolor foi premiada aos 33 minutos do primeiro tempo, quando Raquel Fernandes acertou um belo chute pela direita para empatar a partida.

Na reta final, o jogo ganhou emoção. 

Débora Sorriso quase virou o placar para o Fluminense em cobrança de falta, mas quem ficou mais perto do segundo gol foi o Red Bull Bragantino após a expulsão de Karina, aos 38 minutos do . 

Na cobrança da falta que originou o cartão vermelho, Rafa Mineira acertou o travessão e quase recolocou as visitantes em vantagem antes do intervalo.

Mesmo com uma jogadora a menos, o Fluminense voltou bem e conseguiu a virada aos 19 minutos do segundo tempo. 

Raquel Fernandes acionou Sochor, que finalizou cruzado. 

Thalya deu rebote, e Bruna Pelé apareceu para completar para as redes.

Após o gol, o Bragantino passou a pressionar em busca do empate, principalmente em bolas alçadas na área. 

O Fluminense respondeu reforçando o sistema defensivo com mudanças e administrando a vantagem.

A melhor oportunidade das visitantes na reta final saiu aos 39 minutos do segundo tempo, quando Géssica não conseguiu aproveitar cruzamento de Tamires dentro da área. 

Com boa organização defensiva, o Tricolor segurou a pressão e manteve a vantagem no placar.

O Fluminense volta a campo na próxima sexta-feira (7), quando enfrenta o Botafogo, às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio Nilton Santos (Engenhão), pela décim quinta rodada do Campeonato Brasileiro Feminino 

O Red Bull Bragantino recebe o São Paulo no dia 9 de agosto (domingo), às 18 horas (horário de Brasília), em Cotia, pela décim quinta rodada da competição.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira


Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Goleada com a marca da flecheira

Cruzeiro goleia, fica perto de classificação e complica Botafogo na lanterna do Campeonato Brasileiro feminino.

Raposa faz 4 a 0 com show da artilheira Marília e encaminha vaga às quartas de final. 

Gloriosas seguem na última posição e ficam ainda mais ameaçadas pelo rebaixamento.

O Cruzeiro fez o dever de casa e goleou o lanterna Botafogo pelo Campeonato Brasileiro feminino. 

Com show da artilheira Marília, que marcou mais 3 gols e chegou a 10 no torneio, as Cabulsoas venceram as Gloriosas por 4 a 0 na Arena do Jacaré em Sete Lagoas. 

Letícia Ferreira completou a goleada, que deixa o time mineiro mais perto da classificação e a equipe carioca mais ameaçada pelo rebaixamento.

O resultado leva o Cruzeiro aos 24 pontos momentaneamente na quinta posição do torneio. 

O Botafogo segue com apenas 5 pontos, na lanterna do campeonato. 

Restam apenas 3 rodadas para o fim da primeira fase.

O Cruzeiro fez o básico para sair em vantagem no primeiro diante de um Botafogo inofensivo. 

A equipe da casa não demorou a sair na frente, e o gol saiu com a artilheira Marília. 

Recebeu cruzamento que veio da direita e escorou para o fundo do gol de Michelle, que nada pôde fazer, aos 5 minutos do primeiro tempo. 

As Cabulosas seguiam no ataque, mas não criaam muito. 

As chances tramadas pelo ataque celeste pararam na atuação da goleira alvinegra, que se virava como dava. 

O tiime carioca tinha muitas dificuldades para sair e não levou perigo nos primeiros 50 minutos do primeiro tempo. 

O Cruzeiro se aproveitou da qualidade superior da equipe e ampliou, de novo com Marília, só que desta vez com um golaço. 

Acertou o ângulo de Michelle em chute da entrada da área e fez o segundo gol aos 44 minutos do primeiro tempo.

A equipe de casa esteve na mesma toada do primeiro tempo e foi pouco incomodada pelo Botafogo. 

Apesar de uma tentativa de pressão do alvinegra por alguns minutos, as melhores chances seguiam com as donas da casa. 

Vanessinha e Marília perderam oportunidades claras. 

Só que em um contra-ataque Letícia Ferreira sofreu pênalti, cobrou e ampliou aos 23 minutos do segundo tempo. 

Com o jogo definido, sobrou tempo para Marília marcar mais um, fazer o hat-trick e chegar aos 10 gols anotados no torneio.

Os times voltam a campo na próxima semana. 

O Botafogo recebe o Fluminense na sexta-feira (7), às 21h30 (horário de Brasília) no Estádio Nilton Santos. 

O Cruzeiro pega o Grêmio no Francisco Noveletto, em Porto Alegre, domingo (9), às 11 (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro