sábado, 2 de maio de 2026

Crise no futebol italiano

Como a crise financeira e o atraso estrutural fizeram o Campeonato Italiano da Serie A perder protagonismo global.

Crise financeira, atraso estrutural e perda de competitividade ajudam a explicar por que do Campeonato Italiano da Serie A deixou de liderar o futebol europeu.

A crise do futebol italiano vai além dos resultados em campo e reflete um declínio econômico e estrutural construído ao longo das últimas décadas.

Enquanto a Itália pode ficar fora de uma terceira Copa do Mundo consecutiva, seus clubes não conquistam a Champions League desde 2009/2010.

A ascensão da Premier League, o impacto do escândalo Calciopoli e o atraso na modernização dos estádios ajudaram a enfraquecer a competitividade italiana

A crise do futebol italiano vai além dos resultados em campo e traduz o declínio de uma potência que, por décadas, esteve no centro do poder esportivo e econômico do futebol mundial. 

A seleção italiana, tetracampeã do mundo, caminha para ficar fora de uma terceira Copa do Mundo consecutiva (2018, 2022 e 2026), enquanto os clubes do país não conquistam a UEFA (União das Associações Europeias de Futebol) Champions League desde a tríplice coroa da

Inter de Milão em 2009/2010. 

O contraste é profundo para um país cuja liga, entre os anos 1980 e o início dos anos 2000, era vista como a principal vitrine do futebol global.

Naquele período, o Campeonato Italiano da Serie A concentrava alguns dos maiores craques do planeta, os elencos mais valiosos e clubes que ditavam tendências esportivas e econômicas na Europa. 

Milan, Internazionale de Milão e Juventus simbolizavam um ecossistema que unia excelência técnica, poder financeiro e protagonismo internacional. 

A perda desse status, porém, foi construída ao longo de décadas por uma combinação de fatores estruturais, econômicos e institucionais. 

O retrato financeiro da Deloitte Football Money League ajuda a dimensionar esse contraste:

Receitas anuais das principais ligas europeias (Deloitte)

• Premier League — €7,3 bilhões (R$ 45 bilhões)

• Bundesliga — €3,8 bilhões (R$ 23,4 bilhões)

• La Liga — €3,6 bilhões (R$ 22,2 bilhões)

• Serie A — €2,9 bilhões (R$ 17,9 bilhões)

O desequilíbrio ajuda a explicar por que o campeonato italiano perdeu capacidade de investimento e passou a operar em um patamar financeiro inferior ao dos principais rivais europeus.

A diferença de receitas não é apenas contábil, ela impacta diretamente a competitividade. 

Em receitas de matchday, por exemplo, clubes italianos também ficaram para trás em relação aos ingleses por conta da demora na modernização dos estádios, reduzindo faturamento com hospitalidade, naming rights e exploração comercial. 

Esse atraso estrutural somou-se à menor capacidade de reter estrelas, elevar salários e competir em escala global.

Outro divisor de águas foi o escândalo Calciopoli, em 2006. 

As punições que atingiram a Juventus e abalaram a credibilidade do campeonato produziram danos que extrapolaram o campo esportivo. 

Houve perda de valor de marca, fuga de talentos e enfraquecimento do produto do Campeonato Italaino da Serie A no mercado internacional, justamente em um momento em que outras ligas aceleravam sua expansão.

Nem mesmo a conquista da Copa do Mundo FIFA de 2006 foi capaz de sustentar um novo ciclo de protagonismo para o futebol italiano. 

Desde então, a seleção passou a enfrentar dificuldades de renovação e competitividade, enquanto a liga doméstica não recuperou o peso econômico e esportivo de outras eras. 

O simbolismo é evidente: um país historicamente associado à excelência tática e a clubes dominantes hoje tenta reconstruir relevância em duas frentes, na seleção e no mercado global.

Problemas de gestão, endividamento, atraso na modernização e menor capacidade comercial consolidaram esse processo de perda de competitividade. 

O Campeonato Italiano da Serie A segue entre as principais ligas do mundo, mas opera hoje em um patamar inferior ao das potências que passaram a liderar o futebol global.

Mais do que uma perda de prestígio, trata-se de uma perda de dinheiro, influência e poder competitivo. 

E é justamente essa erosão financeira e estrutural que ajuda a explicar por que o futebol italiano, que um dia foi o epicentro do esporte mundial, hoje luta para recuperar o protagonismo que já teve.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Mais seleções, mais empresas

Copa do Mundo de 2026 apresenta novas marcas para o mercado.

Confira as fornecedoras de material esportivo que estrearão no principal torneio do futebol mundial.

A ampliação no número de seleções na Copa do Mundo aumentou a oportunidade para fornecedoras de material esportivo emergentes.

Historicamente dominado por gigantes como Nike, adidas e PUMA, o mercado de uniformes de seleções em Copas do Mundo passa a receber novos nomes em 2026.

Marcas regionais ou em processo de internacionalização aproveitaram a classificação inédita de algumas equipes para alcançar a principal vitrine do futebol mundial.

A expansão da Copa do Mundo de 2026, que contará pela primeira vez com 48 seleções, tende a ser um divisor de águas também fora das 4 linhas.

A mudança também ampliou oportunidades comerciais e institucionais para federações emergentes e, consequentemente, para fornecedoras de material esportivo com menor tradição no cenário global.

Historicamente dominado por gigantes como Nike, adidas e PUMA, o mercado de uniformes de seleções em Copas do Mundo passa a receber novos nomes em 2026. 

Marcas regionais ou em processo de internacionalização aproveitaram a classificação inédita de algumas equipes para alcançar a principal vitrine do futebol mundial.

Um dos casos mais emblemáticos é o da Saeta, fornecedora da seleção do Haiti. 

A parceria entre empresa e federação teve início em 2014 e foi consolidada com a classificação haitiana para o torneio. 

O Haiti retornará à Copa do Mundo após 52 anos de ausência, já que sua única participação havia sido em 1974.

Embora estreante na competição, a marca colombiana já possui trajetória consolidada em seu país, tendo vestido clubes tradicionais como Once Caldas, Milionários, América de Cali e Independiente Santa Fé.

Outro estreante será a 7Saber, também conhecida como Seven Saber. Criada em Tashkent (Uzbequistão) em 2021, a empresa nasceu focada em diferentes modalidades esportivas e posteriormente passou a atuar como fabricante de roupas esportivas e de vestuário casual, assim como no setor de bebidas energéticas.

Em agosto de 2025, a federação do Uzbequistão anunciou a troca de fornecedora após a sua classificação inédita para a Copa. 

A 7Saber substituiu a alemã Jako, que vestia a equipe desde 2019.

A Capelli Sport também chegará pela primeira vez ao torneio. 

A companhia, sediada em Nova York e fundada em 2011 pelo empresário George Altirs, firmou contrato de 4 anos com a federação de Cabo Verde para abastecer todas as seleções nacionais com uniformes de jogo, treino e viagem.

Apesar da estreia em Copas do Mundo, a marca já mantém presença internacional, tendo equipado clubes como AEK Atenas, MSV Duisburg e Austria Salzburg, além das seleções do Líbano e da Sérvia.

Outra marca beneficiada pelo novo formato é a Kelme. 

A fornecedora estará presente com duas seleções em 2026: Jordânia e Bósnia e Herzegovina. 

O número supera o de marcas tradicionais como Kappa, Umbro e Reebok, cada uma com presença em apenas uma equipe.

A ampliação da Copa do Mundo, portanto, não impacta apenas a geografia esportiva do torneio, mas também seu ecossistema comercial.

Ao incluir mais seleções de mercados emergentes e países sem histórico frequente no torneio, a competição abre espaço para novas marcas, fortalece identidades regionais e reduz, ainda que parcialmente, a concentração de visibilidade entre as grandes multinacionais do setor.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Luto no esporte

Alex Zanardi, bicampeão da Indy, ex-piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico, morre aos 59 anos.

Família confirma falecimento, "ocorrido repentinamente ontem à noite, 1º de maio”, mas não informou a causa.

Alex Zanardi, o ex -piloto de Fórmula 1 e que perdeu as 2 pernas em um acidente de corrida e posteriormente conquistou medalhas de ouro paralímpicas no ciclismo, morreu aos 59 anos, informou sua família neste sábado (2). 

O italiano, que conquistou dois títulos na Fórmula Indy (antiga CART) com a Ganassi e correu na Fórmula 1 por Jordan, Minardi, Lotus e Williams, convivia nos últimos anos com as sequelas do gravíssimo acidente sofrido em 2020, durante uma competição de handbike.

“É com profunda tristeza que a família anuncia o falecimento de Alessandro Zanardi, ocorrido repentinamente ontem à noite, 1º de maio”, disse a família em um comunicado. “Alex faleceu em paz, cercado pelo amor de sua família e amigos. A família gostaria de expressar seus sinceros agradecimentos a todos que estão demonstrando apoio neste momento e pede que seu luto e privacidade sejam respeitados durante este período de pesar."

O comunicado diz ainda que “os detalhes do funeral serão anunciados no momento apropriado”. Zanardi, nascido em Bolonha em 23 de outubro de 1966, deixa esposa, Daniela, e filho, Niccolò.

Zanardi apareceu para o mundo do automobilismo em 1991, quando foi vice-campeão da F3000, perdendo para Christian Fittipaldi. 

Foi ainda no fim daquele ano que o italiano chegou ao grid da Fórmula 1, realizando três corridas com a Jordan. 

Nas temporadas seguintes, passou sem brilho por Minardi e Lotus até rumar para a Indy.

Foi nos Estados Unios que Alex se encontrou e virou uma estrela. 

Em 3 anos de Ganassi, foi campeão em 1997 e 1998, conseguindo voltar à Fórmula 1 em 1999 pela Williams. 

Mas, novamente sem sucesso.

Em 2001, o piloto reapareceu na Indy com a Mo Nunn e, na etapa da Alemanha, em Lausitzring, sofreu um acidente que mudou os rumos de sua vida. 

Após fazer um pit-stop, o então líder da prova perdeu o controle na saída do pit-lane, rodou e foi acertado em cheio pelo carro de Alex Tagliani. 

O impacto da batida foi fortíssimo, e Alessandro perdeu as 2 pernas.

Depois da longa batalha pela vida, chegou a ser reanimado 7 vezes a caminho do hospital, Zanardi conseguiu se recuperar e decidiu seguir caminho totalmente diferente, mas ainda dentro do esporte. 

E passou a se dedicar ao ciclismo adaptado. 

Reencontrou o sucesso ao disputar os Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, e conquistar 3 medalhas, sendo 2 medalhas de ouro e 1 medalha de prata. 

4 anos depois, nos Jogos no Rio de Janeiro, repetiu o feito, chegando a seis na carreira.

Alex se viu novamente na batalha pela vida quando, em 2020, sofreu um gravíssimo acidente durante competição com uma handbike na cidade de Pienza, na Itália. 

Se chocou contra um caminhão e sofreu múltiplos traumas, sendo removido do local de helicóptero. 

Teve de realizar inúmeras neurocirurgias, além de reconstrução facial, até receber alta após mais de um ano de internação.

Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, declarou em comunicado:

“Estou profundamente triste com o falecimento do meu querido amigo Alex Zanardi. Foi verdadeiramente uma pessoa inspiradora, como ser humano e como atleta. Guardarei para sempre comigo a sua extraordinária força. Ele enfrentou desafios que teriam parado qualquer um, mas continuou a olhar para a frente, sempre com um sorriso e uma determinação obstinada que nos inspirou a todos. Embora sua perda seja profundamente sentida, seu legado permanece forte.”

A FIA, órgão mundial do automobilismo, prestou homenagem ao italiano, publicando na redes sociais: “A FIA lamenta profundamente o falecimento de Alex Zanardi, ex-piloto de Fórmula 1 e bicampeão da CART, cuja trajetória, desde o acidente que mudou sua vida até a conquista da medalha de ouro paralímpica, o tornou um dos competidores mais admirados do esporte e um símbolo duradouro de coragem e determinação.”

Giorgia Meloni, primeira-ministra italiana, saudou Zanardi como “um grande campeão e um homem extraordinário, capaz de transformar cada provação da vida em uma lição de coragem, força e dignidade”.

Cordiano Dagnoni, presidente da Federação Italiana de Ciclismo, afirmou que ele “transformou a cultura do nosso país, trazendo alegria e felicidade àqueles que tiveram a sorte de conhecê-lo e esperança a tantos na Itália e em todo o mundo”.

Reportagem: Oglobo.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Fã de Senna

Zanardi era fã de Senna e morreu exatamente 32 anos após o brasileiro.

Ambos pilotos faleceram no dia 1.º de maio. 

Família do italiano confirmou falecimento, "ocorrido repentinamente".

Alex Zanardi, ex-piloto de Fórmula 1, bicampeã da Indy e campeão paralímpico, morreu nesta sexta-feira, 1.º de maio, exatos 32 anos após Ayrton Senna, de quem o italiano era fã.

Ayrton Senna morreu em 1º de maio de 1994, após um acidente no Circuito de Ímola. 

Zanardi, nos últimos anos, convivia com sequelas de um grave acidente que sofreu em 2020, quando, durante uma prova de handbike (bicicleta de mão), chocou-se com um caminhão.

Em entrevista em 2020 ao "Bola da Vez", da ESPN, Zanardi apontou Senna como "grande modelo" e lembrou que fez uma espécie de previsão quando o brasileiro estreou na Fórmula 1, pela equipe Toleman-Hart, na temporada de 1984.

"Ayrton foi um grande modelo para mim. Eu tive a sorte de conhecê-lo quando ele estava encerrando sua carreira no kart. Ele estrearia depois no campeonato de Fórmula Ford, na Inglaterra. Eu era um garoto, tinha acabado de comprar um kart e lembro que fui ver o campeonato mundial. Em suma, me apresentaram a ele, mas eu sabia muito bem quem era Ayrton, ele já era muito bem considerado. E, anos depois, tive a sorte de seguir a carreira dele"

Ainda neste mesmo programa ele falou:

"Lembro que, quando fui à escola, ele tinha assinado para correr com a Toleman, em 1984. Foi o primeiro dia de aula e eu falei para meus amigos: 'Este ano vocês vão ver esse cara: Ayrton Senna. Ele fará coisas incríveis na Toleman'. Todos me diziam 'Quem é esse? Os fortes são Mansell, Prost, Lauda'. Ninguém acreditava em mim. Aí houve o GP de Mônaco, embaixo da chuva. E ele na verdade deveria ter ganhado aquela corrida, mas foi como se tivesse ganhado. E, no dia seguinte na escola, meus amigos foram falar comigo: 'Você tem razão. Esse Senna realmente é um fenômeno'".

Em setembro de 2001, já na Indy/CART, após pit-stop, perdeu o controle do carro, rodou e foi atingido pelo carro de Alex Tagliani. 

Foi quando perdeu as pernas. 

O italiano se recuperou e se tornou atleta paralímpico de ciclismo. 

Ele conquistou 6 medalhas em Jogos Paralímpicos, com 4 ouros e 2 pratas.

Parte destas conquistas aconteceu nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, quando levou 2 ouros e 1 prata.

"Minha relação com o Brasil é louca. Quando anunciaram que o Parque Olímpico seria construído no antigo Autódromo de Jacarepaguá, pensei: 'Amei aquele lugar. Sempre fui rápido lá. Mas, por alguma razão, não venci uma corrida'. Era hora de voltar e ganhar", disse Zanardi, ao Extra.

Reportagem: Oglobo.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Despedida de Hulk

Hulk chega a acordo com Atlético-MG por rescisão e fica livre para assinar com o Fluminense.

Desejo antigo do clube carioca, camisa 7 deixa o Galo como um dos maiores ídolos da história, mas com uma saída turbulenta. 

Galo prepara uma despedida para o dia 10 de maio, antes do jogo contra o Botafogo.

A era Hulk no Atlético-MG chegou ao fim. 

Após dias de turbulência na relação, as partes se reuniram e decidiram por uma rescisão amigável nesta sexta-feira (1º). 

Com isso, o atacante fica livre para assinar com o Fluminense na janela de transferência do meio do ano.

A definição veio após Hulk fazer um forte desabafo e colocar a possibilidade de saída antes mesmo do término do seu contrato, que se encerraria em dezembro de 2026. 

No jogo seguinte, contra o Flamengo, o camisa 7 estava relacionado, mas foi cortado do jogo em comum acordo com o clube. 

Isso porque ele completaria 13 jogos pelo Galo e não poderia defender outra equipe do Campeonato Brasilerio da Série A.

Após quase acertar com Hulk no início do ano, o Fluminense voltou a conversar com o atleta e, agora, tem caminho livre para assinar um contrato válido por 2 temporadas com o atacante. 

A situação deve ser concretizada nos próximos dias.

No anúncio, o Atlético divulgou que fará uma festa de despedida no dia 10 de maio. 

Ela correrá antes do jogo diante do Botafogo, na Arena MRV, pelo Campeonato Brasileiro. 

Também ficou definido que o camisa sete fará um jogo festivo pelo Alvinegro quando se aposentar.

Veja a carta divulgada pelo clube:

𝐶𝑙𝑢𝑏𝑒 𝑒 𝑖́𝑑𝑜𝑙𝑜 𝑎𝑐𝑒𝑟𝑡𝑎𝑚 𝑟𝑒𝑠𝑐𝑖𝑠𝑎̃𝑜 𝑒𝑚 𝑐𝑜𝑚𝑢𝑚 𝑎𝑐𝑜𝑟𝑑𝑜

O Atlético informa que, em comum acordo, acertou a rescisão de contrato com Hulk. 

Um dos maiores ídolos da história do Galo, o jogador terá uma grande festa de despedida no dia 10 de maio, na Arena MRV, antes da partida contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.

Ao longo da próxima semana, serão informados mais detalhes da despedida. 

Também ficou acertado que, quando encerrar sua carreira, Hulk terá um jogo festivo na Arena MRV.

O Atlético agradece ao ídolo pela incrível trajetória no Galo, período que ficará eternamente marcado na memória e no coração da Massa.

Contratado em 2021, Hulk rapidamente construiu uma forte identificação com a Massa Atleticana. 

Dentro de campo, foi decisivo em conquistas históricas como o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil de 2021, e a Supercopa do Brasil de 2022, além de 5 títulos estaduais consecutivos (2021 a 2025).

Foram 140 gols em 311 jogos, além de 56 assistências, totalizando 196 participações em gol, números que traduzem apenas parte do que ele representou com a camisa alvinegra.

Artilheiro, capitão e referência técnica, Hulk acumulou números expressivos e protagonizou atuações memoráveis com a camisa alvinegra. 

Fora das quatro linhas, conquistou o carinho da torcida, tornando-se um ídolo absoluto, entre os maiores da história do Clube.

Desejamos a Hulk sucesso na continuidade de sua carreira, reafirmando que o Galo sempre será a sua casa.

𝐇𝐮𝐥𝐤 𝐏𝐚𝐫𝐚𝐢́𝐛𝐚, 𝐧𝐨́𝐬 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐯𝐨𝐜𝐞̂!

Hulk encerra a passagem como um dos principais ídolos da história do Atlético. 

Em 5 anos, o atacante empilhou títulos, recordes batidos e feitos difíceis de serem igualados. 

Foram 8 conquistas, 140 gols marcados e 56 assistências distribuídas em mais de 300 jogos pelo Galo.

Conquistas de Hulk pelo Atlético: Mineiro (2021, 2022, 2023, 2024 e 2025), Brasileiro (2021), Copa do Brasil (2021), Supercopa do Brasil (2022).

Feitos de Hulk pelo clube:

Artilheiro do Galo no século XXI (140 gols)

Garçom do Galo no século XXI (54 gols)

Artilheiro do Galo em jogos internacionais (20 gols)

Artilheiro do Galo na Libertadores (16 gols)

Artilheiro do Galo na Copa Sul Americana (4 gols)

Artilheiro da Arena MRV (24 gols)

Garçom da Arena MRV (18 gols)

Artilheiro do Novo Mineirão (59 gols)

Artilheiro do Atlético nos pontos corridos do Campeonato Brasileiro da Série A (65 gols)

Maior artilheiro anual do Atlético desde 2009 (36 gols em 2021)

Maior artilheiro do clássico Atlético x Cruzeiro no século XXI (10 gols)

Segundo artilheiro do Galo no Brasileirão (65 gols)

Terceiro artilheiro do Galo na Copa do Brasil (13)

Único jogador da história do Galo e da era profissional de Minas Gerais a ser artilheiro por 4 anos seguidos do Mineiro.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira


Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Brasileiras 100% no Sul-Americano

Brasil derrota Peru e se classifica para semifinal do Sul-Americano Feminino Sub-17.

A equipe comandada pela técnica Rilany Silva garantiu a vaga com uma rodada de antecedência. 

Amarelinha venceu por 5 a 0.

A Seleção Feminina Sub-17 venceu o Peru por 5 a 0 na noite desta sexta-feira (1º) e garantiu vaga na semifinal do Sul-Americano. 

Em partida disputada do Estádio Ameliano Villeta, no Paraguai, Mari Gigante, Nicolly e Marcela (2 vezes) marcaram os gols.

A classificação do Brasil veio com uma rodada de antecedência. 

A equipe comandada pela técnica Rilany Silva está isolada na liderança do Grupo B, com 9 pontos. 

Na sequência estão Equador (Segundo Colocado - 5 pontos), Uruguai (Terceiro Colocado - 4 pontos), Venezuela (Quarta Colocada - 3 pontos) e Peru (Quinto Colocado - 1 ponto).

As 2 melhores seleções de cada grupo avançam para a semifinal. 

Os terceiros colocados de cada chave aguardam os perdedores da segunda fase para disputar as últimas 2 vagas para a Copa do Mundo. 

Enquanto isso, as equipes classificadas para a final já carimbam o passaporte para o Mundial da categoria, que será disputado no Marrocos.

A Amarelinha volta a campo no domingo (3), às 17 horas (horário de Brasília), no Estádio Ameliano Villeta, no Paraguai, para enfrentar o Equador. 

O confronto terá transmissão ao vivo no SporTV.

O Brasil começou dominando o jogo e tendo boas chances desde o apito inicial.

Aos 10 minutos do primeiro tempo, Isa Rech deu belo passe para Helena, que achou Mari Gigante entrando na área. 

A camisa 22 caprichou no chute para abrir o placar.

A Seleção Brasileira continuou procurando o caminho do gol para ampliar a vantagem. 

Aos 33 minutos do primeiro tempo, em uma tabela da dupla de atacantes que joga no Flamengo, Pinho tocou para Nicolly marcar o segundo.

A Seleção Brasileira voltou para o segundo impondo novamente seu estilo de jogo e a ofensividade logo deu resultado.

Aos 2 minutos do segundo tempo, Mari Martins, que tinha acabado de entrar, levou para dentro da área e cruzou para Marcela, que tirou da goleira peruana e balançou a rede.

A camisa 18 ainda marcou mais dois, fazendo um hat-trick e aumentando o saldo de gols da Amarelinha.

Resultado final: Brasil 5 X 0 Peru.

ESCALAÇÃO:

BRASIL: Nathy (Loren), Elo (Sophie), Kaillany Ranifah e Isa Rech, Pepê, Helena (Kotait), Indy e Mari Gigante, Marcela Bontorim, Pinho (Lucci) e Nicolly Manuel (Mari Martins).

Reportagem: CBF.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Dia do Trabalhador

Veja os funcionários mais antigos dos clubes do Campeonato Brasileiro da Série A.

No feriado dedicado ao trabalhador, Globo Esporte lista funcionários há mais tempo em times da elite do futebol brasileiro. 

"Campeão" tem 64 anos dedicados ao Santos.

Uma greve pela redução da jornada de trabalho em Chicago, nos Estados Unidos, começou no dia 1º de maio de 1886 e terminou em morte de trabalhadores depois de repressão policial. 

A data do início do movimento se tornou símbolo mundial da luta por direitos trabalhistas e passou a ser celebrada no Brasil como Dia do Trabalhador em 2002. 

Foi a partir deste ano que os funcionários mais antigos dos clubes do Campeonato Brasileiro da Série A ganharam o merecido descanso com o feriado.

No dia dedicado ao trabalhador, o Globo Esporte listou os funcionários mais antigos dos clubes do Campeonato Brasileiro da Série A de 2026. 

Com idades entre 44 anos e 79 anos, a lista é liderada por administrador de campo do Santos, com 64 anos dedicados ao Peixe. 

O pódio é completado por membros do Fluminense, com 60 anos de clube, e do Vitória, com 56 anos.

Dos 20 clubes da elite nacional, apenas o Vasco não informou o nome do funcionário mais antigo solicitados pelo Globo Esporte. 

O clube alegou dificuldade nos registros depois da transição de clube associativo para SAF (Sociedade Anônima do Futebol), em 2022.

Athletico-PR - Gilmar Kondrat (54 anos de clube): Gilmar Kondrat dedicou 54 dos 67 anos de vida ao Athletico-PR. 

Chegou ao clube em 1972 como atleta, mas sofreu fratura no tornozelo em 1975 e passou a ser funcionário do Furacão. 

Depois de passar por diferentes departamentos, integra atualmente a equipe de operações e atua como tesoureiro nas partidas.

Atlético-MG - João Lúcio Lourenço (46 anos de clube): João Lúcio Lourenço assinou o primeiro vínculo com o Atlético-MG em outubro de 1979 e, portanto, está perto de completar 47 anos de Galo. 

Aos 65 anos, ele trabalha como pintor da Cidade do Galo, o centro de treinamento do clube.

Bahia - José Ferreira (37 anos de clube): José Ferreira está no Bahia desde 1989 e viu a transição do clube associativo para o modelo de SAF, em 2023. 

Chegou no ano em que o Tricolor foi campeão brasileiro, viveu o Campeonato Brasileiro da Série C e, hoje, trabalha em estrutura tida como referência, sob comando do Grupo City. 

Tem 69 anos de idade e é auxiliar de serviços gerais.

Botafogo - Adriano Pinto Colares (30 anos de clube): Supervisor de futebol da equipe principal do Botafogo, Adriano Pinto Colares tem 44 anos é o mais jovem na lista do Globo Esporte, empatado com Jorilde, da Chapecoense. 

Trabalha no time carioca desde 1996, e recentemente recebeu homenagem por completar 30 anos de clube.

Red Bull Bragantino - Lidia Uzita Rodrigues (28 anos de clube)

No Bragantino desde 1998, Lidia Uzita Rodrigues tem 28 anos de clube e acompanhou de perto a transição de associação para SAF (Sociedade Anônima do Futebol), em 2019. 

Atualmente com 72 anos de idade, ela trabalha com credenciamento e operação do estádio.

Chapecoense - Jorilde Batista (26 anos de clube): Jorilde Batista é funcionária da Chapecoense desde 2000, quando tinha 18 anos de idade. 

Hoje, aos 44 anos de vida, trabalha no departamento de registro e viveu glórias como o título da Copa Sul-Americana de 2016 e a participação na Taça Libertadores da América no ano seguinte.

Corinthians - José Gilmar Ramos (34 anos de clube): Paulo Aparecido de Melo é porteiro do Couto Pereira, estádio do Coritiba, e funcionário do clube desde o dia 20 de julho de 1997. 

Aos 59 anos de idade, tem 28 deles dedicados ao Coxa.

Cruzeiro - Nilson Almeida (39 anos de clube): Por coincidência, o funcionário mais antigo do Cruzeiro, assim como o do rival Atlético-MG, também é pintor. 

Nilson Almeida trabalha na Toca da Raposa I (Toquinha), o centro de treinamento do time feminino e das categorias de base masculinas. 

Nilson tem 67 anos de idade e está no clube desde março de 1987, há 39 anos.

Flamengo - José Cardoso de Santana (51 anos de clube): José Cardoso de Santana, mais conhecido como Cacá Santana, é o funcionário mais antigo do Flamengo. 

Aos 70 anos de idade, o operador geral de remo completou 51 anos de clube no dia 24 de abril. 

Já contou a sua história ao ge e até a Jô Soares.

Fluminense - Gilson Lopes Mouguet (60 anos de clube): A medalha de prata da lista vai para Gilson Lopes Mouguet, do Fluminense. 

Aos 79 anos de idade, ele completou incríveis 60 anos de clube no dia 1º de fevereiro deste ano. 

Agente administrativo, trabalha na sauna do clube.

Grêmio - Silvio Vargas de Oliveira (53 anos de clube): Aos 78 anos, com 53 deles dedicados ao Grêmio, Seu Vargas trabalha na manutenção do Centro de Treinamento Luiz Carvalho. 

Com muito conhecimento sobre o clube gaúcho, o funcionário foi personagem de matéria especial do Globo Esporte sobre o abandono do estádio Olímpico, antiga casa do Tricolor.

Internacional - Alice Beatriz Lima da Silva (46 anos de clube): Alice Beatriz Lima da Silva trabalha como telefonista e está no clube desde agosto de 1980, há 46 anos. 

Aos 70 anos de idade, ela viu, entre muitas taças, 21 títulos estaduais, 2 Taças Libertadores da América, 1 Mundial e 1 Copa do Brasil.

Mirassol - Ivan Baitello (25 anos de clube): O funcionário mais antigo do Mirassol é Ivan Baitello, de 52 anos, que tem 25 anos de clube e é o único membro de comissão técnica desta lista. 

Com diferentes passagens, ele já foi jogador, coordenador e treinador. 

Atualmente auxiliar fixo, Baitello iniciou a trajetória atual em 2016.

Palmeiras - Juscelino Barbosa Moreira (37 anos de clube): O funcionário mais antigo do Palmeiras é Juscelino Barbosa Moreira, de 59 anos de idade, que trabalha como porteiro do clube de campo, destinado aos associados do Verdão. 

Funcionário desde 3 de maio de 1988, ele completa 38 anos de clube neste domingo (3).

Remo - Eliezer Costa Conceição (47 anos de clube): Eliezer Costa Conceição trabalha com supervisor de registros de atletas e trabalha no Remo desde fevereiro de 1979, há 47 anos. 

Com 64 anos de idade, é funcionário do clube remista desde os 17 anos.

Santos - Manoel Gomes de Lima (64 anos de clube): "Campeão" da lista com larga vantagem, Seu Maneco está no Santos desde 1962, meados da era de Pelé. 

Assinou o primeiro vínculo como mensageiro, e desde 1986, há 40 anos, exerce a função de administrador do campo e da Vila Belmiro. 

Ao todo, são 64 anos de Santos e 79 de vida.

São Paulo - Espedito Carneiro dos Santos (47 anos de clube): Espedito Carneiro dos Santos é funcionário da infraestrutura do São Paulo e trabalha como eletricista. 

Seu primeiro dia no clube foi em 15 de agosto de 1978, há mais de 47 anos.

Vitória - Mário Silva (56 anos de clube): Dono do terceiro lugar da lista, Mário Silva começou a carreira no Vitória em 1970, como office boy, e já chegou a se tornar gerente de futebol. 

Atualmente, com 69 anos de idade, é gerente de manutenção de patrimônio, com trajetória de 56 anos de clube.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro