Copa do Mundo de 2026 supera número de expulsões de jogadores da última edição.
Torneio disputado no México, Canadá e Estados Unidos já tem 6 vermelhos.
A Copa do Mundo de 2026 superou u o recorde de cartões vermelhos da última edição da competição.
Apesar de estar ainda no início da segunda rodada, o torneio já alcançou a marca de seis expulsões, uma a mais que o número do Catar 2022, ultrapassando os anos de 1974 e 1982, que tiveram cinco.
No primeiro dia da Copa, na vitória do México sobre a África do Sul, por 2 a 0, no estádio Azteca, o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio expulsou os sul-africanos Sithole e Zwane e o mexicano Montes.
Nesta quinta-feira (18), Muharemovic, da Bósnia e Herzegovina, recebeu o vermelho contra a Suíça.
O zagueiro era o último homem e fez falta em Embolo.
Além dele, outros dois jogadores do Catar foram expulsos na segunda rodada do Mundial.
Homam Ahmed, após cometer falta em cima de Buchanan, que ficaria na cara do gol, e Madibo em entrada forte em Koné.
Na edição anterior, disputada no Catar, também foram expulsos 4 atletas ao longo do Mundial: Hennessey (País de Gales), Aboubakar (Camarões), Dumfries (Holanda) e Cheddira (Marrocos).
O quarteto recebeu o cartão vermelho em 4 partidas diferentes.
Além dos jogadores, o técnico Paulo Bento, da Coreia do Sul, e o auxiliar técnico Mario Mandzukic, da Croácia, foram outros dois nomes que receberam o vermelho direto.
Até o momento, o maior número de jogadores expulsos foi na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, quando foram distribuídos 26 cartões vermelhos.
Naquela edição, só o jogo entre Portugal e Holanda, pelas oitavas de final, registrou 4 expulsões e bateu recorde em um jogo na história das Copas.
Edições com mais vermelhos na história das Copas do Mundo:
2006: 26 vezes
1998: 21 vezes
2010: 17 vezes
1990: 16 vezes
2002: 16 vezes
1994: 13 vezes
2014: 10 vezes
1986: 7 vezes
2026: 6 vezes
1974: 5 vezes
1982: 5 vezes
2022: 4 vezes
2018: 3 vezes
1978: 2 vezes
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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