segunda-feira, 8 de junho de 2026

Novidades nas transmissões

A Copa vai ensinar tudo sobre audiência. 

O futebol brasileiro vai assistir e não aprender?

A Copa dá a uma pessoa que nunca foi ao estádio na vida uma razão emocional para se importar: país, identidade e história.

Sócio-investidor e presidente da Portuguesa SAF (Sociedade Anônima do Futebol). 

Tem experiência em clubes como São Paulo, Santos e Figueirense, além de já ter atuado no futebol europeu.

A convocação da Seleção aconteceu na segunda-feira, 18 de maio. 

Em sete dias, quase 100 milhões de pessoas foram alcançadas. 

Só na TV Globo, 34,6 milhões de telespectadores (o maior número para uma convocação neste século). 

Nas redes da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), 190 milhões de visualizações, 37 milhões de interações, mais de um milhão de compartilhamentos. 

Para replicar esse alcance com mídia paga, o custo seria de R$ 134,5 milhões.

Isso com uma convocação, não com um jogo. 

Com uma lista de nomes lida em voz alta. 

O mais revelador de tudo foi que 80% das pessoas alcançadas não são torcedores de futebol.

Isso é o que a Copa faz que o futebol brasileiro não sabe fazer no dia a dia. 

Ela transforma pessoas que não ligam para o esporte em audiência apaixonada por 45 dias e depois some.

E os clubes continuam do mesmo jeito que estavam antes.

O que a Copa ensina, e ninguém anota: A Copa não cria fãs de futebol por acaso, mas cria pertencimento. 

Ela dá a uma pessoa que nunca foi ao estádio na vida uma razão emocional para se importar: país, identidade e história.

O engajamento nas redes sociais cresceu 621% entre 2018 e 2022. 

A Copa de 2026 será maior com 48 seleções, 5 bilhões de fãs no mundo, a previsão é que a final tome 7% do tráfego global da internet.

Esses não são números de entretenimento. 

São números de comportamento. 

São dados que mostram como uma audiência latente pode ser ativada quando você dá a ela uma narrativa que importa.

O futebol brasileiro olha para isso a cada 4 anos, aplaude, e volta para vender ingresso avulso na véspera do jogo.

O torcedor que a Copa desperta: Escrevi na última coluna que o torcedor não é audiência. 

É ativo. 

A Copa comprova esse ponto de forma brutal.

Aqueles 80% que não acompanham o futebol cotidiano, mas assistiram à convocação, quem são? 

São pessoas que têm conexão emocional com a Seleção, com o Brasil, com a memória afetiva do futebol. 

Elas existem. 

Elas respondem. 

Só precisam de uma razão para aparecer.

Os clubes têm essa razão. 

Têm história. 

Têm identidade. 

Têm torcedores que cresceram ouvindo o nome do clube em casa, de pai para filho. 

O que falta não é audiência. 

É intencionalidade. 

É a decisão de tratar essa audiência latente como oportunidade de negócio, não como dado de pesquisa.

O que vai acontecer em junho: A Copa começa em 11 de junho. 

O Brasil vai parar. 

Os clubes vão quase todos parar junto pois nós da Série D vamos jogar durante a Copa, praticamente no escuro.

2 meses depois, tudo volta. 

E a pergunta que cada dirigente deveria estar se fazendo agora, antes de junho, não é “quando voltam os jogos”. 

Mas, como eu recebo de volta esse torcedor que a Copa aqueceu?

Como eu transformo a onda de engajamento que a Seleção vai gerar em audiência para o meu clube? 

Como eu uso esse momento para converter o torcedor casual em sócio, em frequentador, em parte da minha base? 

Quem pensar nisso agora vai colher em agosto. 

Quem não pensar vai reclamar que o mercado está difícil.

O laboratório que o Brasil desperdiça: A Copa é o maior experimento de construção de audiência esportiva que existe. 

Acontece a cada quatro anos, em escala global, com resultados mensuráveis. 

E o futebol brasileiro assiste, se emociona, eventualmente ganha o hexacampeonato. 

Mas não exporta nenhum aprendizado para dentro de casa. 

Não é falta de dado. 

É falta de cultura de gestão. 

A Copa vai passar. 

A janela de reconexão emocional com o torcedor que ela abre tem prazo de validade. 

Curto.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Ambiente sensorias na Copa

Copa do Mundo terá ambientes sensoriais em todos os estádios do torneio.

Espaços voltados à acessibilidade vão atender torcedores com necessidades sensoriais durante jogos no México, Estados Unidos e Canadá.

A Copa do Mundo de 2026 dará um passo importante em acessibilidade e inclusão ao disponibilizar salas sensoriais nos 16 estádios que receberão o torneio.

Os espaços foram pensados especialmente para atender pessoas com necessidades sensoriais, incluindo torcedores com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

As salas sensoriais contarão com iluminação suave, isolamento acústico parcial e itens táteis que ajudam no relaxamento e no controle de estímulos.

A Copa do Mundo de 2026 dará um passo importante em acessibilidade e inclusão ao disponibilizar salas sensoriais nos 16 estádios que receberão partidas do torneio.

A implementação dos ambientes ocorre em parceria com a Hisense, empresa chinesa patrocinadora da competição. 

A iniciativa reforça a tendência de grandes eventos esportivos investirem em estruturas inclusivas para melhorar a experiência dos torcedores.

Os espaços foram pensados especialmente para atender pessoas com necessidades sensoriais, incluindo torcedores com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A ação, no entanto, será aberta a qualquer pessoa que possua ingresso para os jogos e necessite de um ambiente mais tranquilo durante as partidas.

As salas sensoriais contarão com iluminação suave, isolamento acústico parcial, assentos confortáveis e itens táteis que ajudam no relaxamento e no controle de estímulos. 

Além disso, televisores exibirão conteúdos visuais calmantes para proporcionar maior conforto aos usuários.

A medida faz parte de um esforço da organização para tornar o evento mais acessível e acolhedor para diferentes públicos. 

O projeto recebeu reconhecimento da KultureCity, considerada referência mundial em acessibilidade e aceitação sensorial.

A competição começa em 11 de junho, com abertura na Cidade do México, e será realizada também nos Estados Unidos e no Canadá.

Reportagem: Mktesportivo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

domingo, 7 de junho de 2026

Franca pentacampeão!!!

Franca vence Pinheiros em casa e conquista o pentacampeonato inédito do NBB (Novo Basquete Brasil).

Time faz 3 a 1 na série final e é o primeiro a alcançar cinco títulos seguidos desde a criação do campeonato.

O Sesi Franca Basquete é pentacampeão consecutivo do NBB de forma inédita. 

O título histórico da temporada 2025/2026 foi conquistado na noite deste domingo (7), em casa, no Pedrocão lotado, com vitória por 85 a 76 em cima de Pinheiros. 

Com isso, a série final foi fechada em 3 a 1.

Capitão do Franca, Lucas Dias foi o cestinha da partida com 22 pontos. 

Ainda pegou cinco rebotes. David Jackson anotou 18 pontos e também foi um dos destaques. 

MVP (Most Valuable Player - Jogador Mais Valioso) da temporada regular, Georginho fez 17 pontos, pegou oito rebotes e deu oito assistências. 

Pelo lado do Pinheiros, Djalo e Sloan foram os maiores pontuadores, com 15 pontos cada.

Com a conquista, Franca chega a 16 títulos nacionais e segue como o maior vencedor do basquete brasileiro. 

Na história do clube, já são 49 taças levantadas, sendo duas delas nesta temporada. 

Além do NBB, o time ganhou o Paulista. Franca também foi vice da Champions League das Américas (BCLA) e parou na semifinal da Copa Super 8.

Pinheiros começou o jogo sabendo que tinha somente esta chance para seguir vivo na final do NBB e teve um primeiro quarto de alto nível.

Mesmo com Franca tomando a iniciativa nos primeiros minutos, com Lucas Dias comandando o ataque, Pinheiros ajustou a defesa e contou com boas jogadas de Pacheco, Pastre, Betinho e Penha para poder assumir a liderança depois da metade do período. 

Com forte rebote ofensivo, os visitantes começaram a abrir vantagem e, na defesa, com dobras, foi segurando os avanços do Franca para vencer o primeiro quarto por 24 a 18.

O cenário do segundo quarto foi de equilíbrio e jogo de marcação muito forte, tanto é que, restando 7 minutos para o fim, Pinheiros já tinha estourado o limite de faltas. 

No minuto seguinte, foi a vez de Franca estourar. 

O time da casa conseguiu ajustar a defesa e foi anulando o Pinheiros, que até esboçou uma reação e explorou 2 erros seguidos na saída de bola francana para abrir pequena vantagem, mas não conseguiu sustentar o placar. 

Foram muitos lances livres para ambos os lados, deixando o jogo travado e com grande alternância no marcador. 

Nos minutos finais, Franca aproveitou uma sequência de erros do Pinheiros e foi para o intervalo vencendo por 50 a 46.

O terceiro período foi marcado pelo forte sistema defensivo armado pelas 2 equipes, que fizeram o quarto com menor pontuação da série final até aqui. 

O jogo ficou truncado, embora com poucas faltas, e a parcial estava em 4 a 4 até os minutos finais. 

Franca conseguiu uma leve vantagem já no fim, venceu por 10 a 8 e foi para o quarto final vencendo por 60 a 54.

O último quarto manteve a pegada equilibrada de todo o jogo. Franca, no entanto, jogou com o tempo a seu favor e foi minando as chances de Pinheiros reagir no jogo. 

No entanto, os visitantes foram resilientes e não se entregaram, conseguindo virar a partida restando três minutos para o fim. 

Mas Franca guardou para o final as armas mais potentes, como Lucas Dias e David Jackson. 

Pinheiros só conseguiu parar Franca nas faltas. 

Na reta final, o técnico Gustavinho foi expulso e o banco também perdeu a cabeça. 

Era tudo que Franca precisava para fechar o jogo em 85 a 76 e fazer a festa em casa.

Parciais:

Primeiro Quarto: Franca-SP 18 X 24 Pinheiros-SP

Segundo Quarto: Franca-SP 32 X 22 Pinheiros-SP

Terceiro Quarto: Franca-SP 10 X 8 Pinheiros-SP

Quarto Quarto: Franca-SP 25 X 22 Pinheiros-SP

Veja o calendário da série final:

Jogo 1: 31/05/2026 (Domingo) - Franca-SP 82 X 73 Pinheiros-SP - Pedrocão, em Franca-SP

Jogo 2: 02/06/2026 (Terça-Feira)- Pinheiros-SP 75 X 78 Franca-SP - Ibirapuera, em São Paulo-SP

Jogo 3: 04/06/2026 (Quinta-Feira)- Pinheiros-SP 94 X 92 Franca-SP - Ibirapuera, em São Paulo-SP

Jogo 4: 07/06/2026 (Domingo) - Franca-SP 85 X 76 Pinheiros-SP - Pedrocão, em Franca-SP

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Papão hexacampeão!!!

Com gols no fim, Paysandu goleia Anápolis e conquista o hexa da Copa Verde.

Ítalo saiu do banco e marcou 2 gols na reta final do segundo tempo. 

Kleiton Pego e Castro também marcaram e garantiram a vitória por 5 a 3 no placar agregado.

O Paysandu goleia o Anápolis, por 4 a 0, e consegue reverter o placar conquistado pelo time goiano no jogo de ida. 

Kleiton Pego, Castro e Ítalo, 2 vezes, marcaram e garantiram a vitória no agregado (5 a 3), vencendo a Copa Verde pela sexta vez!

Campeão em 2016, 2018, 2022, 2024 e 2025, o Paysandu acrescenta mais uma taça à galeria de troféus na Copa Verde. 

O hexacampeonato, sendo 3 destes títulos seguidos, ampliam a hegemonia do time paraense na competição regional.

Artilheiro do Paysandu no ano, com 11 gols, Ítalo ampliou a marca ao balançar as redes quando o time mais precisava. 

Depois de começar no banco para a entrada de Juninho, o atacante entrou no segundo tempo, e marcou aos 45 minutos do segundo tempo e 48 minutos do segundo tempo, garantindo o título da competição regional.

O Paysandu tentou pressionar desde o início, tanto que criou boa chance com Thayllon no primeiro minuto. 

O Anápolis, com dois gols de vantagem no agregado, se fechou, mas também procurava sair, sempre com Matheus Lagoa pelo lado direito e Fernando Viana no comando do ataque. 

O time da casa perdeu o zagueiro Quintana, lesionado, na primeira metade do jogo, e viu o time visitante levar perigo com Gustavo Henrique, que finalizou de dentro da área, mas parou em Gabriel Mesquita. 

Se a bola aérea não estava funcionando, o Paysandu abriu o placar aos 40 minutos do primeiro tempo, em um chute de fora da área, dado por Kleiton Pego, no canto do goleiro Ravel. 

O segundo gol quase saiu antes dos acréscimos, com Juninho, que carimbou a trave, no último lance de mais perigo da etapa inicial.

O Paysandu voltou pressionando na segunda etapa, e foi recompensado logo aos 6 minutos do segundo tempo, quando Castro aproveitou jogada de Marcinho e fez 2 a 0. 

O Anápolis tentou sair, e contou com a colaboração de Gabriel Mesquita para assustar, quando o goleiro quase aceitou cabeceio fraco de Fernando Viana. 

O Galo passou a chegar em velocidade com Fernandinho, mas sem criar oportunidades de gol. 

Enquanto que o Papão tentava pressionar, e até exigiu uma boa defesa de Ravel em cabeçada de Kleiton Pego. 

O jogo se encaminhava para uma decisão por pênaltis, até que brilhou a estrela de Ítalo. 

Vindo do banco, marcou aos 45 minutos do segundo tempo, após jogada de Kleiton Pego, e aos 49 minutos do segundo tempo, aproveitando passe de Marcinho, garantindo o placar de 5 a 3 no agregado, e a goleada de 4 a 0 no jogo da volta.

O título da Copa Verde garantiu mais R$ 400 mil reais aos cofres do clube (Vice-campeão, o Anápolis ficou com R$ 250 mil). 

Lembrando que o título da Copa Norte já havia assegurado outros R$ 400 mil, além da vaga na terceira fase da Copa do Brasil de 2027.

Os 2 clubes voltam a atuar no próximo fim de semana, em compromissos pela décima rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. 

O Paysandu recebe a Internacional de Limeira no próximo domingo, dia 14 de junho, às 16 horas (horário de Brasília), no Estádio da Curuzu. 

Já o Anápolis, entra em campo no sábado, 13 de junho, contra o Amazonas, fora de casa, às 16 horas (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Papão segue soberano na Copa Verde

Paysandu chega ao hexacampeonato e amplia hegemonia na Copa Verde. 

Veja lista de campeões.

Time paraense reverteu resultado adverso no jogo de ida contra o Anápolis, goleou por 4 a 0, e garantiu título com 5 a 3 no placar agregado.

Nem mudança de formato ou placares adversos mudaram o final da história dos últimos anos da Copa Verde. 

Maior campeão da competição, o Paysandu ampliou a hegemonia e chegou ao hexacampeonato na noite deste domingo, dia 7 de junho, ao golear o Anápolis, por 4 a 0, e fazer 5 a 3 no placar agregado.

A conquista do time paraense foi a terceira seguida, já que o clube também havia vencido o torneio regional em 2024 e 2025. 

Para chegar ao título, o caminho foi longo e teve uma outra taça: o título da Copa Norte, que voltou ao calendário após 24 anos.

Na primeira etapa da Copa Verde, o Paysandu chegou a sofrer uma sonora goleada de 7 a 0, diante do Nacional-AM, na disputa da fase de grupos. 

Porém, deu a volta por cima e conquistou o título justamente contra o adversário amazonense, vencendo os dois jogos (1 a 0 e 4 a 2).

O título da Copa Norte credencia o Papão a disputar o título da Copa Verde, contra o vencedor da Copa Centro-Oeste, que foi o Anápolis. 

Depois de perder por 3 a 1 no jogo em Goiás, venceu por 4 a 0, com gols de Kleiton Pego, Castro e Ítalo, 2 vezes, e assegurou o sexto título na história da competição.

A conquista amplia a hegemonia do time bicolor, que agora tem 4 títulos a mais que a segunda equipe que mais ergueu taças, que foi o Cuiabá, em duas ocasiões, sendo a última em 2019.

Veja a lista de campeões da Copa Verde:

6 títulos:

Paysandu-PA: 2016, 2018, 2022, 2024, 2025 e 2026:

2 títulos:

Cuiabá-MT: 2015 e 2019

1 título:

Goiás-GO: 2023

Remo-PA: 2021

Brasiliense-DF: 2020

Luverdense-MT: 2017

Brasília-DF: 2014

Confira os campeões da Copa Verde ano a ano:

2014 — Brasília-DF

2015 — Cuiabá-MT

2016 — Paysandu-PA

2017 — Luverdense-MT

2018 — Paysandu-PA

2019 — Cuiabá-MT

2020 — Brasiliense-DF

2021 — Remo-PA

2022 — Paysandu-PA

2023 — Goiás-GO

2024 — Paysandu-PA

2025 — Paysandu-PA

2026 — Paysandu-PA

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória da Croácia antes da estreia

Com gol de Modric, Croácia vence Eslovênia antes da Copa do Mundo.

Veterano abre o placar, e Pasalic garante vitória na despedida antes do embarque para o Mundial.

Com Modric em campo, a Croácia venceu o último teste antes da Copa do Mundo. 

Jogando em casa, o time contou com gols do camisa 10 e de Mario Pasalic para vencer a Eslovênia por 2 a 1, na tarde deste domingo (7). 

O gol dos visitantes, que estão fora do Mundial, foi anotado por Sporar.

O duelo na cidade de Varazdin pode ter marcado a despedida de Luka Modric jogando pela seleção em solo croata. 

Isso porque, aos 40 anos, o meio-campista cogita se aposentar após a Copa do Mundo, segundo noticiado pela imprensa europeia. 

O camisa 10 marcou gol no início do campo e foi ovacionado ao ser substituído.

A Croácia está no Grupo L da Copa do Mundo, contra Inglaterra, Gana e Panamá. 

A estreia será no dia 17 de junho, contra os ingleses, em Dallas, nos Estados Unidos. 

O time ainda vai a Toronto, no Canadá, e à Filadélfia, nos Estados Unidos, para cumprir agenda na fase de grupos.

O primeiro tempo foi travado, com poucas chances de lado a lado. 

As 2 defesas mais importantes foram de Livakovic. 

Saltou no canto em finalização de Lovric, e limpou a barra de Kovacic em erro que terminou em chute de Vipotnik. 

A grande chance croata foi com Budimir, parando em Oblak em cabeçada na pequena área. 

O goleiro também defendeu, com tranquilidade, uma bicicleta de Perisic. 

Kovacic surgiu bem em 2 jogadas

A etapa final foi mais movimentada. 

No primeiro minuto, Belic obrigou Livakovic a trabalhar. 

A resposta foi com Perisic, que parou em Oblak. 

O goleiro esloveno nada pode fazer em arremate de Modric, que finalizou com categoria para abrir o placar aos 5 minutos do segundo tempo. 

Vipotnik teve a chance do empate, mas parou em Livakovic, cara a cara. 

Vlasic e Baturina chegaram perto de ampliar o placar para a Croácia, mas Sporar não perdoou erro adversário na saída de bola e empatou: 1 a 1. 

Os minutos finais foram de pressão croata, que deu resultado. 

Nos acréscimos, Maria Pasalic aproveitou escorada de Stanisic e não perdoou: 2 a 1 e fim de papo.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Brasil de olho no primeiro adversário

Marrocos e Noruega ficam em empate em último amistoso das seleções antes da Copa do Mundo.

Marroquinos impressionam com titulares, mas noruegueses igualam placar diante de reservas dos africanos.

Marrocos e Noruega empataram por 1 a 1 no último amistoso das 2 seleções antes da Copa do Mundo. 

Neste domingo (7), em Nova Jersey, os marroquinos sufocaram os noruegueses no início de jogo, abrindo o placar aos 7 minutos do primeiro tempo, com Brahim Díaz. 

A Noruega, por sua vez, igualou o jogo no segundo tempo, com Odegaard, quando os africanos já estavam com todos os reservas em campo.

O Marrocos saiu de campo com 2 preocupações para a estreia na Copa do Mundo contra o Brasil, no próximo sábado (13). 

O lateral Mazraoui foi substituído nos primeiros minutos do jogo por causa de um desconforto. 

Ezzalzouli, que teve uma atuação de destaque no primeiro tempo puxando contra-ataques, sentiu dores no joelho direito depois de uma trombada com um companheiro de equipe no fim do primeiro tempo. 

Os 2 podem ser desfalques de peso.

Adversário do Brasil, o Marrocos deixou uma impressão positiva com os titulares em campo. 

Brahim Díaz, Saibari e Ezzalzouli comandaram um ataque eficiente e veloz, que obrigou Nyland a fazer grandes defesas. 

A marcação bem postada dos marroquinos também foi um destaque, dando poucos espaços para a Noruega. 

Por outro lado, com os reservas em campo, o Marrocos não manteve o ritmo e abriu espaço para o empate norueguês.

Astro da Noruega, Haaland mal tocou na bola. 

O atacante foi bem marcado e teve poucas chances, saindo de campo sem ter chutado a gol.

Marrocos e Noruega agora fazem os últimos preparativos para a estreia na Copa do Mundo. 

No Grupo C, os marroquinos abrem a competição no sábado (13), às 19 horas (horário de Brasília), contra o Brasil, em Nova Jérsey. 

Haiti e Escócia completam a chave. 

Os noruegueses, por sua vez, só entram em campo no dia 16 de junho, às 16 horas (horário de Brasília), contra o Iraque. 

França e Senegal completam o Grupo I.

O Marrocos impressionou com um ataque muito eficiente, sufocando a Noruega nos primeiros minutos do primeiro tempo. 

Até achar o gol aos 7 minutos do primeiro tempo com Brahim Díaz. 

O meia completou um contra-ataque da seleção africana. 

A Noruega passou a ter mais posse de bola depois de sofrer o gol, mas teve dificuldades de encontrar espaços na bem postada defesa marroquina. 

Haaland quase não tocou na bola. 

Por outro lado, Ezzalzouli puxava contra-ataques e obrigava Nyland a fazer boas defesas. 

Nos últimos minutos, porém, o atacante trombou com um companheiro de equipe na defesa de um escanteio e foi ao chão com muitas dores no joelho direito, uma preocupação grande para o Marrocos às vésperas da estreia na Copa do Mundo contra o Brasil.

O Marrocos colocou em campo todos os reservas e caiu de rendimento. 

A Noruega aproveitou para encontrar o gol de empate com Odegaard aos 30 minutos do segundo tempo, já com um time misto com titulares e reservas. 

Bobb fez linda jogada na ponta direita e passou para o chute forte do atacante norueguês, sem dar chances para o goleiro Bono. 

As 2 seleções criaram poucas chances na reta final da partida.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

3 ouros na Ginástica Rítmica

Brasileiras levam 3 ouros nas finais individuais no Pan de Ginástica Rítmica do Rio.

Campeãs por equipes no último sábado (6), Geovanna Santos foi ouro no arco e na fita, enquanto Bárbara Domingos levou o título nas maças e bronze na fita. 

Maria Eduarda Alexandre conquistou 2 pratas.

As brasileiras dominaram as finais individuais do Pan-Americano de Ginástica Rítmica, no Rio de Janeiro. 

Geovanna Santos, Bárbara Domingos e Maria Eduarda Alexandre garantiram medalhas para o Brasil na decisão de todos os aparelhos neste domingo (7). 

Campeã do individual geral no último sábado, Babi foi a única a competir em todas as finais, levando o ouro nas maças e bronze na fita. 

Jojô Furacão colocou o país no lugar mais alto do pódio em 2 aparelhos: arco e fita, enquanto Maria somou 2 pratas, nas maças e bola.

Dobradinhas na bola e no arco: Geovanna Santos abriu o dia de competições para as brasileiras no arco, ao som do mix "Come feel the love". 

Jojô Furacão, como é conhecida, deu um show na apresentação e subiu o nível de dificuldade artística da série, aumentando a nota em relação às classificatórias, quando liderou as disputas do aparelho com 28.600. 

Dessa vez, a capixaba foi campeã com o impressionante somatório de 28.950.

O Brasil ainda conseguiu uma dobradinha no pódio do arco com Bárbara Domingos, única brasileira que competiu em todos os aparelhos. 

Campeã do individual geral no último sábado (6), Babi teve notas menores tanto no artístico quanto na execução em relação à Jojô, mas ainda assim garantiu a prata com um 28.600. 

O bronze ficou com a americana Megan Chu.

As notas das apresentações da bola foram mais baixas nessas finais, com a maioria das ginastas cometendo erros. 

Bárbara Domingos entrou em ação antes de Maria Eduarda Alexandre, mas deixou o aparelho cair e teve algumas falhas na execução. 

Apesar disso, a ginasta conseguiu somar 26.600. 

Já Maria Eduarda teve notas de execução e artístico maiores do que as de Babi, mas também deixou a bola escapar no final. 

Ainda assim, o Brasil conseguiu outra dobradinha: Maria com a prata, e Babi com o bronze. 

A brasileiras só ficaram atrás da americana Megan Chu, que foi ouro com 27.500.

Bárbara Domingos é ouro nas maças: Bárbara Domingos começou a segunda parte das finais do dia emocionando o público ao som de "Can't love of my head", de Kylie Minogue. 

A brasileira deu um show na série e aumentou bastante o somatório em relação às classificatórias, quando ficou com 27.600. 

Dessa vez, Babi somou 29.000, colecionando mais um ouro nesse Pan-Americano.

Maria Eduarda Alexandre veio em seguida para conquistar mais uma prata na competição. 

A ginasta, que havia avançado à decisão em último lugar nas classificatórias, conseguiu superar os erros do dia anterior e somar 28.600 no aparelho, ficando em segundo lugar. 

Com a dobradinha, as brasileiras desbancaram os 28.100 da americana Megan Chu, que levou o bronze.

As brasileiras terminaram as disputas do dia com a fita. Jojô subiu novamente a nota em relação às classificatórias, anotando 28.400 no aparelho e levando mais um ouro nas finais. 

Bárbara Domingos entrou em ação por último e somou mais uma medalha: bronze na fita, com a nota de 28.250. 

Megan Chu foi prata, somando 28.350.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Baixa na Seleção

Wesley é cortado da Seleção por lesão na perna esquerda. 

Volante Éderson é convocado.

Lateral-direito sofreu lesão no primeiro tempo do jogo contra o Egito, no sábado (6), e fez exame na manhã deste domingo (7). 

Jogador da Atalanta reforça elenco para Copa do Mundo.

Wesley não defenderá a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026.

 O lateral-direito da Roma foi diagnosticado com uma lesão na coxa esquerda e acabou cortado do Mundial. 

Para seu lugar, Carlo Ancelotti chamou o volante Éderson, da Atalanta, que chegou a ser convocado na primeira lista do técnico italiano, em junho de 2025, mas não entrou em campo.

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) anunciou o corte neste domingo (7), após a lesão de Wesley na partida contra o Egito, em Cleveland, no último amistoso de preparação antes da competição. 

O lateral passou por exame de imagem, e a ressonância magnética constatou a lesão no músculo adutor da coxa esquerda.

Éderson, de 26 anos, passou por Cruzeiro, Corinthians e Fortaleza antes de deixar o Brasil, no início de 2022. 

Defendeu a Salernitana (Itália) e 6 meses depois transferiu-se para a Atalanta, do mesmo país. 

Nesta janela, ele negocia sua ida para o Manchester United. 

O jogador disputou apenas 3 partidas pela Seleção, todas sob o comando de Dorival Júnior.

Éderson reforça o setor de meio-campo, que tinha apenas cinco jogadores na convocação: Casemiro, Fabinho, Bruno Guimarães, Danilo Santos e Lucas Paquetá. 

Por outro lado, a lateral direita fica sem um atleta da função. 

Os zagueiros Ibañez e Danilo vão disputar a posição na Copa do Mundo.

Os laterais-direitos disponíveis na pré-lista eram Paulo Henrique, do Vasco, e Vitinho, do Botafogo. 

Mas Ancelotti decidiu levar mais um meio-campista.

No jogo contra o Egito no sábado, Wesley foi substituído aos 16 minutos do primeiro tempo por Danilo. 

Pediu para sair após sentir dores na perna esquerda. 

O jogador recebeu atendimento médico de Rodrigo Lasmar e da equipe médica. 

Os atletas do banco de reservas consolaram o lateral, que deixou o estádio mancando.

Wesley, de 22 anos, jogaria sua primeira Copa do Mundo. 

Revelado pelo Flamengo, ele atualmente defende a Roma. 

O corte do lateral é o quarto problema de lesão da Seleção para o Mundial. 

Nos últimos meses, o time já havia sofrido os desfalques de Militão, Estêvão e Rodrygo.

Minutos depois do anúncio do corte, Wesley postou um texto em seu perfil no Instagram. 

O lateral afirmou que precisa interromper um sonho e prometeu se erguer.

"A queda faz parte do caminho. Levantar sempre foi a minha maior força".

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Preocupação

Eriksen passa mal em campo, e amistoso Dinamarca e Ucrânia é encerrado.

Jogo foi interrompido aos 19 minutos do segundo tempo. 

Telão do estádio coloca mensagem dizendo que "Eriksen está bem dentro das circunstâncias".

O amistoso entre Dinamarca e Ucrânia foi encerrado aos 19 minutos do segundo tempo para atendimento ao meia dinamarquês Christian Eriksen, que se sentiu mal em campo. 

A seleção dinamarquesa vencia por 2 a 1, neste domingo (7), em Odense, que fica a apenas 40 km da cidade natal do jogador, Middelfart. 

Nenhuma das 2 seleções está classificada para a Copa do Mundo de 2026.

Eriksen colocou a mão na região do tórax e caiu no gramado. 

As imagens de transmissão cortaram o atendimento ao jogador. 

Os torcedores das duas seleções ficaram de pé, aplaudiram e cantaram o nome do meia do Wolfsburg, de 34 anos. 

Os 2 times se reuniram no centro do campo, com ambos os treinadores no meio, e fizeram uma roda.

Nas redes sociais, a Federação de Futebol da Dinamarca divulgou um comunicado do médico da seleção, Morten Boesen, informando que Eriksen ficou inconsciente, mas apenas por um breve momento, e que o jogador foi levado para fazer exames em um hospital.

"Cristian está bem, saiu andando de campo por seus próprios meios. Pelo que vi, o marcapasso respondeu como deveria. Ele (Ericksen) ficou brevemente inconsciente, mas recuperou a consciência muito rapidamente, e nós rapidamente fizemos contato com ele", relatou o médico.

"Ele agora vai se submeter a exames no hospital para determinar a causa do incidente. Estamos em contato com ele e com os médicos do hospital. Mas Christian (Eriksen) está bem, e me pediu para enviar uma mensagem para todos os jogadores e dizer que ele está ok", completou.

Depois que Eriksen saiu de campo, o telão do estádio anunciou o fim do jogo e deixou uma mensagem de que o jogador passa bem:

"Partida encerrada. Eriksen está bem dentro das circunstâncias".

Em junho de 2021, na estreia da Dinamarca na Eurocopa contra a Filândia, Eriksen caiu desacordado no gramado e precisou receber massagem cardíaca durante atendimento médico que durou cerca de 15 minutos. 

Foi transferido para um hospital, se recuperou mas precisou implantar um marcapasso no coração.

Como as leis italianas não permitem que um jogador profissional atue com o aparelho, Eriksen precisou deixar a Internazionale de Milão. 

Voltou a jogar em fevereiro de 2022, pelo Brentford. 

O meia também passou pelo Manchester United, antes de se transferir para o Wolfsburg, ano passado.

A Dinamarca vencia neste domingo (7) a Ucrânia com gols de Dorgu e Mæhle. 

Para a Ucrânia Viktor Tsygankov descontou. 

Tudo durante o primeiro tempo.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Impecável em casa

No tie-break, Brasil vence Itália, em Brasília, e acaba com invencibilidade de 39 jogos da atual campeã olímpica.

Seleção brasileira supera maior seleção do momento, fecha com 100% de aproveitamento a etapa brasileira da VNL (Liga das Nações de Vôlei) de 2026 e lidera classificação geral da competição

Resumão

Com muita emoção, no tie-break, a seleção brasileira feminina bateu a Itália, atual campeã olímpica e da VNL, neste domingo (7), no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, e encerrou uma invencibilidade de incríveis 39 partidas das adversárias. 

O triunfo foi por 3 sets a 2, com parciais de 25/15, 25/22, 21/26, 24/26 e 15/12.

Era uma tarefa complicada parar a craque italiana Antropova. 

A oposto italiana foi a maior pontuadora da partida, com 24 pontos. 

Mas as ponteiras brasileiras tiveram grande atuação. 

Ana Cristina fechou o jogo com 22 pontos, e Júlia Bergmann contribuiu bastante, com 18 pontos.

O triunfo sobre a poderosa Itália fez o Brasil fechar a primeira semana da VNL 2026 com quatro vitórias e a liderança geral da competição. 

Nenhuma das 18 nações conseguiu ter também um aproveitamento de 100% neste início. 

Os próximos compromissos brasileiros serão na cidade de Ancara, na Turquia, a partir do dia 17 de junho. 

As comandadas do técnico José Roberto Guimarães terão pela frente: França, Bélgica, Turquia e Alemanha.

Com grande aproveitamento no ataque, a seleção brasileira levou a melhor na primeira parcial por 25/15. 

O principal destaque ofensivo foi a ponteira Ana Cristina, com seis dos 14 pontos de ataque do Brasil.

A Itália começou muito bem o segundo set, mas as brasileiras foram buscar com grandes desempenhos das Júlias: Bergmann e Kudiess! Seleção abre 2 sets a 0, no lotado ginásio Nilson Nelson!

Com grande atuação da craque Antropova, a Itália comandou as ações na terceira parcial. 

As brasileiras desperdiçaram oportunidades na reta final e permitiram que as italianas seguissem vivas no lotado Nilson Nelson.

Em mais um set bastante equilibrado, Brasil encontrou dificuldades para neutralizar Antropova, chegou a passar à frente e conseguiu ter 23 a 21 na reta final, mas viu a Itália crescer em cima de erros brasileiros e vencer a quarta parcial, levando o jogão para o tie-break.

No tie-break, as duas seleções estavam jogando no limite, dando a impressão de que qualquer uma poderia sair vencedora. 

Quando uma abria vantagem, a outra buscava o empate. 

Porém, para alegria da torcida brasileira, o Brasil desgarrou na reta final. 

Após igualdade em 11/11, as comandadas de Zé Roberto esbanjaram talento no ataque e acabaram vendo o desempate por 15/12 e o jogo por 3 sets a 2, em Brasília.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

André Reichmann é campeão!!!

Brasileiro fica em primeiro em torneio internacional de hipismo.

André Reichmann é campeão da prova de Big Tour (1 metro e 50 centímetros), no no CSI4 (Concurso de Salto Internacional 4 Estrelas) de Gassin Saint Tropez, que acontece no sul da França.

O Brasil esteve representado no hipismo internacional e conseguiu um troféu com André Reichmann, no CSI4 de Gassin St Tropez, que acontece no sul da França e um segundo lugar com Pedro Veniss no CSIO5 (Concours de Saut International Officiel) representa o nível mais alto do hipismo de saltos mundial) de Saint Gallen, na Suiça.

No CSI4 de Gassin St Tropez, o Brasil conseguiu o título com André Reichmann, na prova de Big Tour (1 metro e 50 centímetros). 

O brasileiro fez um tempo de 33.71 na primeira volta e 28.34 na segunda, sem erros. 

Isso foi o suficiente para garantir a liderança e o troféu. 

Já no CSIO5 de Saint Gallen que tá acontecendo na Suiça, Pedro Veniss ficou em segundo lugar no qualificatório para o Grand Prix da Suíça (1 metro e 50 centímetros). 

O cavaleiro fez um tempo de 89.89 e garantiu um segundo lugar para a sequência do torneio internacional

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Nas quartas

Vice-líder do ranking, Luana Silva vence estreia e vai às quartas de El Salvador.

Vice-líder do ranking estreia com vitória por 12.50 a 10.37 em Punta Roca e avança às quartas de final da etapa da WSL (World Surf League - Liga Mundial de Surfe).

Luana Silva estreou com vitória na etapa de El Salvador da WSL. 

Neste domingo (7), a atual vice-líder do ranking mundial garantiu vaga nas quartas de final em Punta Roca após vencer a espanhola Nadia Erostarbe pelo somatório de 12.50 a 10.90.

Na briga por uma vaga nas semifinais do evento, Luana Silva terá pela frente a vencedora do duelo entre a havaiana Carissa Moore e a costarriquenha Brisa Hennessy, que entram na água logo em sequência. 

A programação deste domingo deve contar apenas com as baterias das oitavas de final femininas.

Luana começou muito bem o confronto e soube escolher as melhores ondas da série. 

Desferindo boas rasgadas e atacando com força as junções das direitas, a brasileira assumiu a liderança da disputa restando quinze minutos para o fim ao computar as notas 6.67 e 5.83.

Erostarbe foi mais ativa no mar, contudo, falhou na execução das manobras na maioria de suas oportunidades. 

Até a metade da disputa, um modesto 4.00 era sua melhor nota. 

Na reta final da bateria, a espanhola ainda conseguiu um 6.20 em sua tentativa de reação; porém, precisando de um 6.31 para a virada, ela surfou mais 3 ondas e obteve apenas um 4.17 como melhor pontuação extra.

Reportagem: Olimpiadatododia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Alemão Zverev é campeão em Roland Garros!!!

Zverev bate Cobolli e conquista seu primeiro título de Grand Slam em Roland Garros.

Com a vitória, o tenista alemão encerra jejum de mais de três décadas sem títulos masculinos de simples em Grand Slams para o seu país.

A final masculina de Roland Garros definiu um campeão inédito na manhã deste domingo (7). 

Alexander Zverev finalmente conquistou o seu primeiro título de um Grand Slam da carreira. 

O alemão venceu o italiano Flavio Cobolli por 3 sets a 2, com parciais de 6/1, 4/6, 6/4, 6(5)/7 e 6/1.

"Agradeço imensamente aos torcedores! É muito especial, vivi os melhores e piores momentos da minha vida aqui... Sofri uma lesão muito séria nesta quadra. Finalmente, tive um final feliz!", disse Zverev com o troféu nas mãos.

Com a conquista de seu vigésimo quinto título na carreira, o número 3 do mundo encerrou um jejum de mais de 30 anos sem campeões alemães de simples em Grand Slams. 

A emoção foi tanta que, logo após fechar o set, Zverev deitou no chão aos prantos.

"Se tem alguém que merece esse título é você, Zverev", disse Cobolli logo após a derrota.

O italiano Flavio Cobolli lutou, mas já entrou em quadra com um histórico desfavorável, em confrontos diretos foram 3 derrotas em 4 partidas disputadas contra o alemão.

"Agora que você alcançou essa conquista (o seu primeiro Grand Slam), por favor, deixe o próximo para mim!", brincou o tenista italiano.

No primeiro set, Zverev dominou desde o início, impôs um ritmo forte e conquistou uma quebra precoce. 

Cobolli encontrou dificuldades para manter a regularidade e cometeu erros em momentos importantes. 

Com controle dos pontos e consistência do fundo de quadra, o alemão abriu uma vantagem confortável e administrou o placar até fechar a parcial por 6/1 em 35 minutos.

O segundo set começou com uma melhora expressiva do italiano. 

Cobolli conseguiu quebrar o serviço pela primeira vez ao abrir 4-3. 

No top 10 da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) pela primeira vez, ele passou a variar mais as jogadas e a resistir melhor nos ralis longos. 

Zverev teve dificuldade para impor o ritmo e acabou perdendo a parcial por 6/4.

No terceiro set, o jogo foi extremamente disputado. 

Zverev insistiu nos saques mais potentes, enquanto Cobolli continuou buscando brechas no forehand. 

O alemão finalmente conseguiu uma quebra de serviço decisiva e manteve foco para fechar o set em 6/4, abrindo 2 a 1 na partida e ficando a um passo do título.

No quarto set, Zverev cometeu duas duplas faltas fazendo o seu pior game no jogo. 

Cobolli não perdoou e conseguiu quebrar o serviço. 

O alemão investiu na deixadinha, mas não alcançou o resultado esperado e os erros animaram a torcida italiana, que lotou a quadra Philippe-Chatrier. 

Na quarta tentativa, Zverev conseguiu devolver a quebra e igualar tudo 3-3.

Mais de 3 horas de jogo, os atletas estavam exaustos, mas Zverev conseguiu achar 2 bolas lindas na paralela. 

O alemão quebrou novamente, deu sinais de cãibra, mas foi com tudo para assumir a dianteira pela primeira vez no quarto set, 6 a 5. 

Hora do tie-break! 

O italiano conseguiu superar o cansaço e marcou 7 a 5 para fechar o quarto set depois de 1h13.

No quinto e decisivo set, Cobolli sentiu a pressão e começou a errar muito. 

O tenista alemão conseguiu 2 quebras e só precisou administrar a vantagem para colocar a mão no seu primeiro troféu de um Grand Slam. 

Uma dupla falta de Cobolli deu a chance de 3 match points para o alemão! 

Foram 4 horas e 16 minutos de um jogo disputado e muito mais dramático do que o público poderia imaginar.

O caminho até o título: Alexander Zverev disputou sua quarta final de Grand Slam e alcançou o vigésimo quinto e mais importante título da carreira. 

Com a conquista, encerrou um jejum de mais de 3 décadas da Alemanha sem um campeão de simples em Grand Slams. 

O último tenista do país a alcançar esse feito havia sido Boris Becker, vencedor do Australian Open de 1996.

Sem o atual campeão Carlos Alcaraz, afastado por lesão, e com as quedas precoces de Jannik Sinner e Novak Djokovic, derrotado por João Fonseca na terceira rodada, a chave masculina de Roland Garros ficou aberta como poucas vezes.

Com a eliminação dos favoritos ainda nas primeiras rodadas, Zverev passou a ser apontado como o principal candidato ao título de Roland Garros. 

O alemão já havia chegado à decisão do torneio em 2024, quando foi derrotado por Carlos Alcaraz.

As outras duas finais de Grand Slam da carreira do alemão terminaram com vice-campeonatos no US Open de 2020 e no Australian Open de 2025.

No retrospecto do confronto direto, Zverev levava vantagem sobre Cobolli, com três vitórias em quatro partidas disputadas. 

Na temporada, porém, o equilíbrio prevalecia: o italiano venceu o duelo em Munique, enquanto o alemão deu o troco semanas depois, em Madri.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Brasileiros brilham em Estocolmo

Dobradinha brasileira com vitória de Alison dos Santos e segundo lugar de Matheus Lima nos 400 metros com barreiras da Diamond League 2026 em Estocolmo.

Brasil ocupou os 2 lugares mais altos do pódio da prova neste domingo (7), na capital sueca. 

É a terceira vitória de Piu na atual temporada da série, a segunda na distância.

O Brasil brilhou com dobradinha nos 400 metros com barreiras da etapa de Estocolmo (Suécia) da Diamond League 2026 de atletismo. 

Neste domingo (7), Alison dos Santos venceu em 47.11s, seguido por Matheus Lima com 47.37s e melhor tempo pessoal. Emil Agyekum (Alemanha) foi o terceiro, com 47.72s.

É a terceira vitória de Piu (como Alison também é conhecido) na atual temporada da Diamond League, a segunda nessa distância. 

O atleta faturou os 300 metros com barreiras em Xangai/Keqiao e depois foi o primeiro em Xiamen, nos 400 metros com barreiras.

Com o resultado, Matheus Lima segue em excelente momento na carreira. 

É o seu segundo pódio na Diamond League 2026, depois do terceiro lugar nos 300 metros com barreiras em Xangai/Keqiao.

Os 400 metros com barreiras foram inseridos no programa da capital sueca deste domingo (7) como prova extra. 

"Estou muito feliz com o segundo lugar e o meu personal best. Fico feliz por ter dois brasileiros no pódio e tomara que tenhamos dois brasileiros no pódio no Mundial e nos Jogos Olímpicos", comentou Matheus para o Olympics.com na zona mista após a prova.

"O Brasil está muito bem com essa safra de atletas nas barreiras e também na velocidade", acrescentou.

"Adoro este estádio e esta pista, estou simplesmente feliz por estar aqui. Estou melhorando e ficando cada vez melhor, ainda é início de temporada para nós. Usei uma camisa da Suécia na coletiva de imprensa de ontem para celebrar o dia nacional de vocês [6 de junho] e estou ansioso pela Copa do Mundo [de futebol]", comentou Piu para a comunicação da Diamond League em Estocolmo.

Matheus e Alison dos Santos voltam a competir nos 400 metros com barreiras da próxima etapa da Diamond League 2026, que será em Oslo (Noruega), dia 10 de junho (quarta-feira).

Reportagem: Olympics.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Desacordo na França

Jogadores da França entram em conflito com federação após comercial. 

Entenda.

Nomes como Mbappé e Cherki se incomodaram com peça publicitária.

Um novo conflito surgiu entre os jogadores da França e a federação local. 

Um grupo formado por nomes como Mbappé, Olise, Dembélé, Cherki e Doué se incomodou com um comercial feito para uma casa de apostas, pois não sabiam do conteúdo. 

As informações são do jornal "L'Equipe".

Segundo a publicação, os jogadores participaram de uma sessão de fotos para os patrocinadores da Federação Francesa de Futebol. 

As imagens acabaram sendo utilizadas por uma casa de apostas, sem o conhecimento dos atletas. 

Cherki e Mbappém foram os nomes que mais se manifestaram seu incômodo após a veiculação do comercial.

De acordo com o "L'Equipe", a peça publicitária pode ferir um acordo feito entre os jogadores e a federação em 2023. 

Na época, os atletas não gostaram dos acordos feitos pela entidade com certas marcas.

"Não estávamos de acordo em alguns casos, como marcas relacionadas contra a saúde alimentar ou apostas. Muitos de nós vimos de bairros onde estas coisas destruíram muita gente. Eu mesmo conheço pessoas que sofreram", disse Mbappé ao Canal Plus na época.

Esta é apenas a tensão mais recente entre jogadores e a federação francesa. 

A imprensa local já relatou conflitos em relação à premiação para a Copa do Mundo e também sobre o número de ingressos disponibilizado para cada atleta.

A França está no Grupo I da Copa do Mundo, ao lado de Senegal, Noruega e Iraque. 

A seleção estreia no dia 16 de junho, contra Senegal.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Leão campeão!!!

Avaí bate Chapecoense nos pênaltis em final eletrizante e é campeão da Copa Sul-Sudeste.

Chapecoense reverteu desvantagem e fez 3 a 0 no tempo normal, mas Leão se recuperou nas penalidades.

O Avaí conquistou o título da Copa Sul-Sudeste neste domingo (7), após uma final eletrizante contra a Chapecoense na Arena Condá. 

Após ter vencido o jogo de ida por 3 a 0, o Leão perdeu pelo mesmo placar, com gols de João Paulo e Bruno Pacheco. 

Nos pênaltis, Rubens acertou a trave, e todos os jogadores avaianos converteram suas cobranças. 

Wenderson sacramentou o título na quinta penalidade.

O primeiro tempo foi bastante movimentado e aberto, com tensão crescente. 

Embora o Avaí tivesse partido para o ataque nos minutos iniciais, a Chapecoense conseguiu tomar a iniciativa e teve as melhores chances. 

Ainda assim, o Leão levava perigo em contra-ataques e teve momentos de posse de bola prolongada.

Aos 22 minutos do primeiro tempo, foi a Chapecoense quem contra-atacou com rapidez. 

Bolasie fez belo domínio ao receber lançamento e passou para Neto Pessoa, que limpou e chutou firme. 

Léo Aragão fez grande defesa, mas não evitou o escanteio, com disputa contra Bolasie no rebote.

Após a cobrança, João Paulo subiu bem para cabecear para o fundo do gol, abrir o placar e diminuir a desvantagem da Chapecoense. 

O zagueiro também perdeu boa chance de marcar o segundo gol. 

Bolasie também levou perigo, em finalização de fora da área.

A Chapecoense partiu para cima do Avaí no segundo tempo, ainda que nenhuma das equipes conseguisse criar chances de grande perigo. 

A tensão em campo era crescente e o jogo pegou fogo aos 29 minutos do segundo tempo, a partir da expulsão de Wallison, pelo segundo cartão amarelo, após falta sobre Bruno Pacheco.

Aos 30 minutos do segundo tempo, Rubens cruzou com precisão e João Paulo marcou seu segundo gol no jogo, novamente de cabeça. 

A Arena Condá se incendiou e a Chapecoense continuou em cima do Avaí. 

Aos 46 minutos do segundo tempo, Bruno Pacheco marcou, também de cabeça, o terceiro gol, após cobrança de escanteio. 

Wenderson ainda pôde fazer o gol do título avaiano, mas mandou uma bomba por cima do gol.

A Chapecoense foi com moral para os pênaltis, enquanto o Avaí precisava se recuperar após ver sua larga vantagem ser demolida nos 90 minutos. 

Rubens desperdiçou a terceira cobrança da Chapecoense, mandando a bola na trave. Daniel Penha, DG, Paulo Vitor, 

Walace e Wenderson converteram as cobranças do Avaí.

Com o título, o Avaí conquista a classificação à terceira fase da Copa do Brasil de 2027.

O Avaí volta a campo nesta quarta-feira, dia 10 de junho, visitando o Ceará no Presidente Vargas, com apito inicial às 20 horas (horário de Brasília). 

O próximo jogo oficial da Chapecoense é só depois da Copa do Mundo, contra o Flamengo, em casa, pela décima nona rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. 

Data e horário ainda serão confirmados, mas a data-base é 22 de julho.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Logísitca da seleção iraniana

Seleção do Irã terá que entrar e sair dos Estados Unidos nos dias de jogos na Copa do Mundo.

Governo iraniano acusa Estados Unidos de discriminação em vistos para a Copa do Mundo.

Os jogadores da seleção iraniana terão que entrar e sair dos Estados Unidos no mesmo dia dos jogos, segundo o embaixador do Irã no México, Abolfazl Pasandideh. 

O time do Irã ficará hospedado em Tijuana, no México, e será obrigado a fazer as viagens de ida e volta no mesmo dia das partidas.

A medida tem relação com a guerra entre Irã e Estados Unidos. 

Desde a escalada do conflito no Oriente Médio, a participação iraniana na Copa do Mundo ficou em dúvida, e o processo de retirada de vistos para sua delegação foi atrasado a tal ponto que eles transferiram seu local de concentração de Tucson (Arizona, Estados Unidos) para Tijuana (México, próximo à fronteira).

"Eles podem entrar pela manhã e terão que sair no mesmo dia", disse Pasandideh em entrevista coletiva em Tijuana, a respeito das condições de visto para os Estados Unidos.

O Irã está no Grupo G da Copa do Mundo, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. 

Na primeira fase, os 3 jogos da equipe serão nos Estados Unidos, sendo dois deles em Los Angeles e um em Seattle.

Na delegação iraniana, há 15 membros que ainda não têm vistos americanos, a maioria é composta por dirigentes e parte da comissão técnica. Segundo o diplomata do Irã, isso será um desafio para a equipe.

A embaixada iraniana na Turquia já havia advertido sobre esta situação na rede social X: "Por que não mencionam que os vistos foram negados a grande parte dos dirigentes e dos executivos, aos auxiliares técnicos e a outras pessoas que integram qualquer seleção nacional de futebol?".

A declaração foi uma resposta ao comunicado do embaixador dos Estados Unidos na Turquia, Tom Barrack, que anunciou que os jogadores e a "comissão técnica necessária" haviam recebido os vistos para entrar nos Estados Unidos.

A Casa Branca confirmou na sexta-feira que os vistos dos atletas foram concedidos. 

No entanto, a embaixada iraniana na Turquia classificou a recusa de vistos para o restante da delegação como "o mais alto nível de discriminação intencional" contra o país.

Segundo a agência de notícias Fars, mais de uma dúzia de integrantes das equipes de apoio médico e esportivo tiveram seus pedidos rejeitados, assim como o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj.

A restrição americana deve-se, em parte, a conexões com a Guarda Revolucionária Islâmica. 

O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou anteriormente que os Estados Unidos não permitiriam a entrada de indivíduos ligados a esse ramo das forças armadas iranianas. 

Mehdi Taj, que é ex-comandante da Guarda, já havia sido impedido de entrar nos Estados Unidos para o sorteio do torneio em dezembro.

Devido à incerteza sobre os vistos, a seleção do Irã transferiu sua base de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México. 

A delegação deve chegar ao território mexicano no domingo, após passar pela Espanha.

Para o embaixador do Irã no México, a decisão de competir "mesmo em território considerado inimigo" é um gesto que demonstra a busca do país pela paz.

Esta é a primeira vez, desde a criação da Copa do Mundo em 1930, que um país anfitrião recebe uma nação com a qual está em guerra.

O conflito militar entre as duas nações continua ativo; poucas horas após confirmar a recepção dos jogadores, os Estados Unidos anunciaram novos ataques aéreos contra instalações iranianas, alegando ameaças ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. 

Enquanto isso, as negociações de paz avançam lentamente em direção a um acordo provisório.

Confira os jogos do Irã no Grupo G:

15 de junho: estreia contra a Nova Zelândia, em Los Angeles.

21 de junho: jogo contra a Bélgica, também em Los Angeles.

27 de junho: partida final da fase de grupos contra o Egito, em Seattle

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória de Antonelli no Grande Prêmio de Mônaco

Antonelli segura Hamilton no fim e vence. 

Bortoleto vai dos boxes a décima segunda posição.

Desempenho sólido de ponta a ponta ajudou italiano a segurar liderança e sobreviver às batidas e interrupção por problema no asfalto. 

Hamilton, novo vice-líder, e Hadjar completaram pódio.

O que parecia ser mais um Grande Prêmio de Mônaco com pouca movimentação, neste domingo (7), se mostrou um teste de nervos no fim: Andrea Kimi Antonelli andou como um veterano e segurou a liderança do início ao fim, mesmo com as interrupções e a pressão de Lewis Hamilton nas últimas 16 voltas. 

Isack Hadjar, beneficiado pela batida de Charles Leclerc, completou o pódio de forma inédita na carreira. 

Gabriel Bortoleto quase não largou, mas partindo do pit lane, foi décima segunda posição na prova.

Aos 19 anos e dez meses de idade, Antonelli se tornou o piloto mais jovem a vencer o tradicional Grande Prêmio em Mônaco, e o segundo italiano na história desde Jarno Trulli, em 2004. 

Além disso, ele conquistou o primeiro grand chelem da carreira: foi pole position, venceu de ponta ponta e anotou a melhor volta. 

O jovem estendeu sua liderança no campeonato para 156 pontos, 90 sobre o novo vice-líder Hamilton.

O grande prêmio começou com Max Verstappen, segundo no grid inicial, fora da disputa por um problema em sua Red Bull. 

A partir daí, Antonelli seguiu tranquilo na liderança, mas as batidas de Lance Stroll e Leclerc interromperam a prova 2 vezes nas voltas 60 e 66. 

Dois giros depois, os comissários paralisaram a corrida por quase 45 minutos para reparar o asfalto.

Foi a oportunidade que Hamilton precisava para encostar em Antonelli: o inglês recomeçou a corrida, a 6 voltas do fim, com só 1s3 de desvantagem. 

No entanto, o líder do campeonato aumentou o ritmo que já era bom e cruzou a linha de chegada em primeiro, pela quinta vez em 2026, com 6s2 sobre o veterano.

Bortoleto começaria a prova em décimo sexto lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. 

Fez seu pit stop logo no segundo giro, trocando os pneus médios pelos duros, e seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa andando em último.

O jovem conseguiu avançar na terceira relargada, na septugaésim volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz, que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. 

Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10 segundos pelo incidente, alçando Bortoleto do décimo terceiro lugar ao décimo segundo lugar.

Resultado:

Kimi Antonelli (Mercedes)

Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271

Isack Hadjar (Red Bull) +23s394

Oscar Piastri (McLaren) +24s261

Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553

Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010

Pierre Gasly (Alpine) +30s369

Alexander Albon (Williams) +33s413

Esteban Ocon (Haas) +37s140

Sergio Pérez (Cadillac) +39s153

Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899

Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748

George Russell (Mercedes) +43s353

Nico Hulkenberg (Audi) +44s102

Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Abandonaram: Carlos Sainz (Williams), Charles Leclerc (Ferrari), Lance Stroll (Aston Martin), Lando Norris (McLaren), Oliver Bearman (Haas), Valtteri Bottas (Cadillac) e Max Verstappen (Red Bull).

Momentos-chave, na largada: Antonelli manteve a vantagem da pole com uma largada tranquila. 

Logo atrás dele, Leclerc tentou uma aproximação de Hamilton pela parte de dentro, mas o heptacampeão saltou para o segundo lugar, se aproveitando do fato de Verstappen ter parado no grid e cair para último.

O problema do tetracampeão beneficiou Bortoleto, que largou do pit lane e subiu de último para o vigésimo primeiro colocado. 

O holandês pediu ajuda, pelo rádio da equipe, sobre o que fazer. 

Orientado a só trazer o carro para casa, recolheu e abandonou a prova.

Antonelli constrói vantagem: No segundo giro, enquanto Oliver Bearman, Valtteri Bottas e Bortoleto já iam para os boxes, Antonelli aproveitou a ausência de Verstappen e foi vagarosamente abrindo uma distância segura na ponta. 

Nas 20 primeiras voltas, a diferença dele para Hamilton era de cerca de 4s5.

Já perto do trigésimo giro, o heptacampeão estava 10 segundos atrás do jovem da Mercedes. 

Logo atrás, o heptacampeão sustentava uma margem um pouco menor para Leclerc. 

Ainda assim, suficientemente segura para o veterano ser o primeiro do top 3 a fazer seu pit stop, na vigésima nona volta.

Hamilton foi punido em 5 segundos por acelerar no pit stop; entretanto, com a parada de Leclerc na volta 36, retornou à vice-liderança da corrida. 

Antonelli visitou os boxes na volta seguinte à do monegasco, mas com a margem que tinha na liderança, manteve-se em primeiro lugar.

Stroll abre "caixa de pandora": A corrida seguiu sem grandes mudanças na parte da frente até Lance Stroll pegar sujeira no pneu dianteiro esquerdo e bater na curva Rascasse, na sexagésima volta. 

O safety car permitiu que o restante do grid fizesse mais um pit stop, e possibilitou que Hamilton cumprisse sua punição de 5 segundos.

Leclerc também foi chamado para a garagem para calçar compostos macios e demorou 5s3. 

Pelo rádio, ele questionou o motivo da segunda troca de pneus, apenas 24 giros depois de sua primeira parada, como estava com pneus duros, ele conseguiria se manter por mais tempo na pista.

O líder Antonelli visitou os boxes no sexagésimo primeiro giro, e assim como o rival da Ferrari, fez um pit stop lento de 4s5: o mecânico teve dificuldades de fixar o pneu traseiro esquerdo da Mercedes. 

Apesar disso, ele manteve a liderança da prova.

Leclerc bate na relargada,e prova é interrompida: O safety car deixou a pista na volta 65, mas não demorou até outra interrupção: Leclerc bateu no giro seguinte, na curva Antony Noghès, mesmo lugar em que Stroll colidiu. 

No entanto, foi possível ver um pedaço considerável de asfalto solto no trecho, o que fez a direção de prova acionar a bandeira vermelha para tentar consertar a pista.

Fiscais estiveram no trecho para limpar os detritos, enquanto representantes da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) visitaram a curva para averiguar o trabalho de reparos. 

Além disso, uma máquina varredeira também esteve no local para ajudar no conserto. 

Ao todo, a interrupção durou pouco mais de 40 minutos.

Hamilton pressiona Antonelli na relargada: A relargada se deu na volta 70, com o desconto de dois giros do total de 78 da corrida para o realinhamento dos carros que restaram na prova. 

Antonelli segurou a liderança apesar da aproximação de Hamilton, que tinha Russell em sua cola, o heptacampeão seguiu a 1s3 do rival da Mercedes.

Gasly seguiu em quarto lugar à frente de Hadjar, completando o top 5. 

Nos metros à frente, Sainz foi atingido por Hulkenberg e caiu para último na prova: Bortoleto se aproveitou do problema com o espanhol e também superou Franco Colapinto, indo de décima sexta posição para décima quarta posição.

Apesar da pressão de Hamilton, Antonelli abriu uma distância suficiente do heptacampeão e recebeu a bandeirada na ponta. 

Russell cumpriu seu drive through na septuagésima terceira volta, cedendo o terceiro lugar para Pierre Gasly. 

Mas, como o francês da Alpine devia 5 segundos por acelerar nos boxes, perdeu a posição para Isack Hadjar.

Chuva de punições e longa lista de abandonos: Verstappen, Stroll e Leclerc foram as baixas de mais impacto na corrida. 

Porém, eles não foram os únicos a abandonarem a disputa: Valtteri Bottas deixou a corrida na volta 19, com problemas no carro; depois dele foi a vez de Oliver Bearman, também com falha mecânica, no trigésimo terceiro giro.

A eliminação seguinte, na volta 45, foi do atual campeão Lando Norris: o inglês foi ultrapassado por George Russell, caindo para o sétimo lugar, mas despencou na classificação e recolheu para os boxes. 

E, na relargada, foi a vez de Carlos Sainz sofrer um toque de rodas com Nico Hulkenberg, ficar atravessado na pista perto da entrada do túnel, e se retirar da disputa.

O número de abandonos, 7, ao todo, só não foi maior que a lista de punições no decorrer da corrida. 

Franco Colapinto recebeu 5 segundos por acelerar no pit lane, assim como Lewis Hamilton, Oscar Piastri, Pierre Gasly, Lance Stroll (este, 2 vezes) e George Russell.

Russell, para completar, não cumpriu a sanção sob a bandeira amarela da volta 60 e levou um drive through, que cumpriu na volta 73. 

Sergio Pérez foi outro que recebeu uma sanção: um drive through por queimar a largada.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro