sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sesc-Flamengo semifinalista

Sesc-Flamengo elimina Mackenzie e carimba vaga na semifinal da Superliga Feminina.

Simone Lee comanda a vitória do Rubro-Negro por 3 sets a 0 e anota 22 pontos no Ginásio do Maracanãzinho.

Líder da fase classificatória e vitorioso no primeiro jogo da série melhor de 3, o Sesc-Flamengo superou o Mackenzie, por 3 sets a 0 (25/21, 27/25 e 25/23), nesta sexta-feira (3), no Ginásio do Maracanãzinho, e eliminou o adversário pelas quartas de final da Superliga Feminina. 

O Rubro-Negro volta à semifinal após duas temporadas.

Na próxima fase da competição, o Sesc-Flamengo enfrentará o vencedor do confronto entre Praia Clube e Sesi-Bauru, que está empatado em 1 a 1. 

A partida está programada para a próxima terça-feira (7).

Autora de 22 pontos, Simone Lee foi eleita a melhor jogadora da partida e recebeu o troféu "Viva Vôlei" pela oitava vez nesta temporada. 

A americana protagonizou os melhores momentos do clube carioca em quadra, pontuou de várias maneiras diferentes e fez jus à fama de craque da competição.

Maior pontuadora da atual temporada da Superliga Feminina de Vôlei, Simone Lee ditou o ritmo no primeiro set diante do Mackenzie. 

A americana apresentou seu arsenal variado ao Mackenzie, atacando na diagonal curta, longa, na paralela e na largadinha, carimbando a quadra adversária e encaminhando a vitória do Rubro-Negro na primeira parcial. 

Coube a ela, inclusive, fechar em 25 a 21 e somando seu sétimo ponto.

O Sesc-Flamengo continuou a mandar na partida e construiu uma larga vantagem: 18 a 10. 

A vitória, aparentemente, viria com rapidez. 

Entretanto, o Rubro-Negro oscilou, o Mackenzie cresceu de produção e reduziu a distância para apenas um ponto: 20 a 19. 

O adversário passou a acreditar ser possível o empate, não deixou o Sesc-Flamengo ampliar e seguiu à caça do rival.

Foi a medalhista olímpica Tainara quem abriu dois pontos para o Sesc-Flamengo: 22 a 20. 

Na sequência, porém, a oposta errou e deu o ponto às adversárias. 

As equipes empataram em 25 a 25 e, com um toque sutil com as duas mãos, Simone Lee fez 26 a 25. 

No lance seguinte, Simone Lee foi bloqueada na primeira tentativa, mas, na segunda, explorou o paredão do Mackenzie, sem chance de defesa, e fechou em 27 a 25.

No terceiro set, os papéis se inverteram: o Mackenzie, pela primeira vez na partida, ditou o ritmo e chegou a marcar 11 a 7. 

Na metade da parcial, o Sesc-Flamengo empatou em 14 a 14, virou o placar e liderou até sacramentar a vitória por 25 a 23. 

O ponto derradeiro foi, é claro, de Simone Lee, a craque do jogo.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Minas avança para à semifinais

Minas toma susto, mas vira sobre Maringá e vai às semifinais da Superliga Feminina.

Equipe mineira vai encarar o Osasco, atual campeão da competição.

Depois de um duelo de altos e baixos contra o Maringá, nesta sexta-feira (3), o Minas garantiu mais uma vaga na semifinal da Superliga Feminina de vôlei. 

A equipe venceu o segundo jogo da série dos playoffs por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 25/17, 22/25, 25/22 e 15/11. 

Ana Rudiger foi o destaque da partida e recebeu o troféu Viva Vôlei.

O Minas entrou em quadra mostrando algumas dificuldades no saque, chegando a cometer 3 erros consecutivos. 

O Maringá, por sua vez, aproveitou cada brecha deixada pelo time mineiro e abriu 15 a 10 em apenas 13 minutos de jogo. 

A equipe visitante correu atrás com a russa Khaletskaya, mas Andressa e Gabi lideraram mais uma ofensiva, do outro lado da quadra, que ampliou a distância novamente para 23 a 18. 

Júlia Kudiess então pontuou no ataque e trouxe de volta a confiança para o time. 

Pri Daroit foi para o saque e anotou 3 aces seguidos, fazendo o técnico Aldori Junior pedir tempo. 

De volta ao jogo, o time paranaense fechou o primeiro set em 25 a 21.

Thaisa retornou como titular para construir o primeiro super bloqueio do set. 

Júlia Kudiess e Pri Daroit ampliaram a vantagem para 9 a 5, mas Ana Marcelin foi atrás no ataque. 

Com muitos erros do lado das anfitriãs, o Minas assumiu a liderança do placar com certa tranquilidade, chegando a duplicar a diferença em 16 a 8. 

O Maringá ainda tentou a reação, mas Pri Daroit selou o empate com um bloqueio vitorioso, em 25 a 17.

O terceiro set começou equilibrado, mas logo Sassá e Ana Marcelin abriram a diferença para as anfitriãs que atropelaram a equipe mineira deixando o placar em 14 a 6. 

A reação não demorou a aparecer do lado do Minas, que com Ana Rudiger, Thaisa e Hillary Johnson, chegou a encostar na pontuação, em 22 a 20. 

O time da casa, porém, foi implacável e sustentou a diferença até fechar em 25 a 22, com mais um ataque de Ana Marcelin.

A parcial seguinte teve gosto de "tudo ou nada" para as 2 equipes. 

De um lado, o Minas precisava vencer para forçar o tie-break. 

Do outro, o Maringá lutava pela sobrevivência na série dos playoffs, que seria garantida com a vitória no set. 

O nervosismo pareceu imperar sobre as equipes. 

O time paranaense conseguiu uma leve arrancada com Bruna, que fez Johnson e Rudiger rapidamente reagirem e passarem à frente em 11 a 10. 

O Minas soube administrar a vantagem e levou o jogo ao set do desempate, em 25 a 22.

O tie-break foi certamente a parcial mais equilibrada, com as 2 equipes brigando ponto a ponto no placar. 

Jaque e Sassá se destacaram do lado do Maringá, enquanto Júlia e Ana Rudiger faziam a diferença do outro. 

O Minas novamente conseguiu abrir uma ligeira vantagem, assim como no set anterior, e garantiu a vitória por 15 a 11 com o erro de bloqueio das rivais, conquistando a vaga nas semis.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Goleada das Brabas

Corinthians goleia Red Bull Bragantino e assume a liderança do Campeonato Brasileiro Feminino.

Brabas abrem 4 a 0 em 31 minutos, levam um gol na sequência e voltam a marcar na etapa final para virar líder no saldo de gols contra Palmeiras e São Paulo

O Corinthians assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro Feminino na noite desta sexta-feira (3) ao golear o Red Bull Bragantino por 5 a 1 no Parque São Jorge, pela sexta rodada da primeira fase. 

As Brabas abriram 4 a 0 com 31 minutos do primeiro tempo (Gabi Zanotti, Andressa Alves, Belén Aquino e de novo Gabi Zanotti), levaram um gol na sequência (Miriã) e voltaram a marcar na etapa final, quando Vic Albuquerque saiu do banco de reservas para fechar a conta em seu primeiro toque na bola, aos 26 minutos do segundo tempo.

Com a terceira vitória consecutiva, o Corinthians chegou aos 13 pontos e pulou para a primeira colocação no saldo de gols: tem 10 pontos, contra 9 gols do Palmeiras e 5 gols do São Paulo. 

O Red Bull Bragantino, por sua vez, fica estacionado nos 7 pontos após a segunda derrota seguida e aparece no meio da tabela.

O Campeonato Brasileiro Feminino agora tem uma pausa para a disputa do FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) Series, com amistosos da seleção brasileira contra Coreia do Sul (11 de abril), Zâmbia (14 de abril) e Canadá (18 de abril). 

O próximo compromisso do Corinthians está marcado para 20 de abril, uma segunda-feira, quando enfrenta o Juventude, fora de casa, às 21 horas (horário de Brasília). 

O Red Bull Bragatino só volta a campo no dia 22 (quarta-feira), contra o Mixto, às 17 horas (horário de Brasília), em casa.

O Corinthians teve um início arrasador, abrindo o placar com Gabi Zanotti aos 3 minutos do primeiro tempo e ampliando com Andressa Alves aos 7 minutos do primeiro tempo, em lances muito parecidos: cruzamento da direita e cabeçada firme. 

Belén Aquino fez 3 a 0 aos 21 minutos do primeiro tempo. 

Só depois o Red Bull Bragantino criou as primeiras chances de perigo. 

Mas quem voltou a marcar foi o Corinthians, aos 31 minutos do primeiro tempo, com Gabi Zanotti desviando cobrança de escanteio. 

A vantagem dava às Brabas a liderança, mas durou apenas 3 minutos, já que aos 34 minutos do primeiro tempo, Miriã aproveitou erros seguidos da defesa corintiana na saída de bola e marcou para o Red Bull Bragantino.

Ao contrário do primeiro, o segundo tempo demorou a esquentar. 

O Red Bull Bragantino tentou voltar para o jogo, mas o Corinthians controlou a situação e ainda contou com a estrela de Vic Albuquerque para fazer 5 a 1. 

Logo depois de entrar em campo, ela deu o seu primeiro toque na bola ao completar de cabeça uma cobrança de escanteio da direita e marcar aos 26 minutos do segundo tempo. 

O jogo ficou aberto na reta final, com chances dos 2 lados. 

No último lance, Érika salvou o gol do Red Bull Bragantino em cima da linha e garantiu a liderança do Corinthians no saldo.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória das Mosqueteiras

Grêmio bate o Vitória e se afasta da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro Feminino.

Mosqueteiras vencem a segunda partida seguida sob o comando da técnica Jéssica de Lima.

O Grêmio bateu o Vitória por 3 a 0 na noite desta sexta-feira (3) pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. 

As Mosqueteiras engataram a segunda vitória consecutiva, as únicas na competição, ambas depois da chegada da técnica Jéssica de Lima. 

Já as baianas perderam a quinta e somam apenas um ponto na competição. 

Mayerli Rodríguez, 2 vezes, e Yamila Rodríguez fizeram os gols do jogo no estádio Francisco Novelletto, o Passo D'Areia.

Com o resultado, o Grêmio chegou aos 7 pontos e passou para a décima segunda colocação. 

Afastou-se do Z-2, que tem além do Vitória, o América-MG, ambos com 1 ponto.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Vitória do Bahia

Bahia vence América-MG por 3 a 1, assume terceira posição e sobe na tabela do Campeonato Brasileiro Feminino.

O Bahia derrotou o América-MG por 3 a 1 na quarta-feira (1º), no Estádio de Pituaçu, em Salvador, pela sexta rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, e assumiu a terceira colocação na tabela com 12 pontos. 

O resultado consolida a campanha da equipe na competição e amplia a disputa pelas primeiras posições.

Com a derrota, o América-MG permanece na lanterna do campeonato, com apenas 1 ponto conquistado, após 6 partidas disputadas.

A partida foi marcada pelo controle do Bahia durante a maior parte do confronto, com eficiência nas finalizações ao longo dos 2 tempos.

Bahia abre vantagem cedo e controla o jogo: O time baiano iniciou a partida com intensidade e abriu o placar logo aos 7 minutos do primeiro tempo, com gol de Cássia, após construção ofensiva no campo de ataque.

O América-MG conseguiu reagir aos 23 minutos do primeiro tempo, quando Dani Ortolan empatou em cobrança de pênalti, levando o jogo equilibrado para o intervalo.

Apesar da igualdade parcial, o Bahia manteve o controle das ações e criou mais oportunidades ofensivas ao longo da partida.

Segundo tempo garante vitória e consolida posição: Na etapa final, o Bahia retomou a vantagem aos 33 minutos do segundo tempo, com gol de Raquel, após jogada ofensiva organizada.

Nos acréscimos, aos 48 minutos do segundo tempo, Dany Silva marcou o terceiro gol, confirmando a vitória da equipe mandante e garantindo os três pontos.

O resultado levou o Bahia à terceira colocação, consolidando a equipe entre as primeiras posições da tabela após seis rodadas.

Reportagem: Jornalgrandebahia.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Sem gols no Dutrinha

Mixto segura o Internacional, e equipes empatam em 0 a 0 no Dutrinha.

Com atuação decisiva de Nágila, Mixto segura pressão das Gurias Coloradas, que criam chances, mas param na goleira do time mato-grossense.

O confronto teve um primeiro tempo equilibrado e uma etapa final de pressão intensa das Gurias Coloradas, que pararam em grande atuação da goleira Nágila.

A partida começou truncada, com muita disputa no meio de campo. 

Logo aos 6 minutos do primeiro tempo, Géssica recebeu cartão amarelo após falta dura, marcando o tom físico do duelo. 

A primeira boa chegada do Mixto veio aos 9 minutos do primeiro tempo, quando Lívia Mathias tentou uma finalização acrobática e exigiu defesa de Gabi Barbieri.

O time mato-grossense voltou a assustar em bola parada: Sassá cobrou escanteio e a bola passou raspando o travessão. 

Já o Internacional respondeu aos 18 minutos do primeiro tempo, em jogada de Valéria que terminou com tentativa de Sole Jaimes, travada pela zaga. 

Pouco depois, Soll finalizou com força e obrigou Nágila a fazer grande defesa.

Antes do intervalo, o Mixto ainda teve duas chances: Luana Índia cabeceou por cima após cruzamento, e Sassá arriscou de longe para nova defesa de Gabi Barbieri. 

Apesar das tentativas, o placar permaneceu zerado na primeira etapa.

No segundo tempo, o Internacional assumiu o controle da partida. 

Logo aos 7 minutos do segundo tempo, Sole Jaimes cabeceou firme para defesa de Nágila. 

Na sequência, Aninha finalizou com perigo e Lelê arriscou de fora da área, parando novamente na goleira do Mixto.

A pressão aumentou aos 14 minutos do segundo tempo, quando Valéria Cantuário finalizou rasteiro, com Nágila já vencida, mas a zagueira Silvana salvou em cima da linha. 

Em seguida, Bianca Martins levou perigo em chute de longa distância e também em jogadas aéreas, sempre exigindo atenção da defesa.

O Mixto chegou pouco na etapa final, tendo sua melhor oportunidade com Debinha, que fez boa jogada individual, mas finalizou no meio do gol, facilitando a defesa.

Na reta final, o Internacional intensificou a pressão. 

Bianca Martins obrigou Nágila a espalmar em chute da entrada da área, e depois a goleira voltou a aparecer bem em cabeceio após escanteio. 

Já nos acréscimos, Alice Goedert desviou dentro da pequena área e a bola passou muito perto da trave.

A última grande chance foi com Caty, que finalizou com força e parou em mais uma defesa decisiva de Nágila, destaque da partida e responsável por garantir o empate sem gols no Dutrinha.

Mixto e Internacional se enfrentaram na tarde desta sexta-feira (3), no Dutrinha, em Cuiabá. 

Com mais chances criadas pelo Internacional, o destaque da partida foi a goleira Nágila, do Mixto, que fez pelo menos 6 defesas. 

O placar não saiu do zero.

Com o empate, o Mixto chega a 6 pontos após 6 rodadas e ocupa a décima segunda colocação, a 3 pontos da zona de classificação para a próxima fase e 4 pontos acima da zona de rebaixamento.

Já o Internacional soma 8 pontos e aparece na décima posição, a apenas um ponto do G-8.

O Mixto entra em campo dia 22 de abril em uma quarta-feira, às 16 horas (horário do Mato Grosso), contra o Red Bull Bragantino em São Paulo, pela sétima rodada da competição. 

Um dia antes na terça-feira (21), o Internacional enfrenta o Cruzeiro, na Arena do Jacaré, às 19 horas (horário de Brasília).

Mixto e Internacional fizeram um primeiro tempo equilibrado e de poucas chances claras no estádio Dutrinha. 

O empate sem gols reflete o cenário de um jogo truncado, com muita disputa no meio de campo e forte marcação das duas equipes.

O Internacional teve mais posse de bola nos minutos iniciais, mas encontrou dificuldades para infiltrar na defesa do Mixto. 

A melhor chegada das Gurias Coloradas veio aos 20 minutos do primeiro tempo, quando Soll finalizou com força e obrigou a goleira Nágila a fazer grande defesa. 

Antes disso, Valéria também levou perigo em jogada pela direita, mas a zaga conseguiu afastar.

Do lado do Mixto, as principais tentativas vieram em bolas paradas e jogadas aéreas. 

Sassá assustou em cobrança de escanteio que passou raspando o travessão e, mais tarde, arriscou de longa distância para defesa segura de Gabi Barbieri. 

Luana Índia também teve boa oportunidade de cabeça, mas mandou por cima.

O segundo tempo teve um roteiro bem definido: domínio territorial do Internacional e resistência do Mixto, sustentada por uma atuação de alto nível da goleira Nágila.

Desde o início da etapa, o Internacional voltou mais agressivo e passou a ocupar o campo ofensivo. 

Logo aos 7 minutos do segundo tempo, Sole Jaimes levou perigo em cabeceio, parando em boa defesa de Nágila. 

Na sequência, Aninha finalizou com perigo após jogada com Valéria Cantuário, e Lelê arriscou de fora da área, novamente exigindo intervenção da goleira.

A pressão seguiu intensa. 

Em bola parada, Bianca Martins apareceu bem pelo alto e quase abriu o placar. 

Pouco depois, Valéria Cantuário finalizou rasteiro, com Nágila já batida, mas a zagueira Silvana salvou em cima da linha, evitando o gol colorado.

Com o passar do tempo, o cenário não mudou. 

O Internacional manteve a posse de bola e rondava a área, enquanto o Mixto tinha dificuldades para sair jogando. 

As alterações deram novo fôlego ao time gaúcho, que seguiu criando chances. 

Bianca Martins arriscou de fora, Alice Goedert apareceu bem pelo alto e Caty entrou para aumentar a presença ofensiva.

Do lado do Mixto, as chegadas foram raras. 

A melhor oportunidade veio com Debinha, que fez boa jogada individual, mas finalizou no centro do gol, facilitando a defesa de Gabi Barbieri.

Na reta final, o jogo ganhou contornos de pressão total do Internacional. 

Aos 42 minutos do segundo tempo, Bianca Martins recuperou a bola e finalizou da entrada da área, obrigando Nágila a espalmar. 

Em seguida, a goleira voltou a trabalhar bem em cabeceio após escanteio.

Nos acréscimos, o Internacional teve suas chances mais claras. 

Alice Goedert desviou dentro da pequena área e a bola passou muito perto da trave. 

Logo depois, Caty finalizou com força e parou em mais uma defesa decisiva de Nágila, que garantiu o empate sem gols.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Fluminense vence nos acréscimos

Fluminense marca no apagar das luzes, vence o Juventude e volta ao G-8 do Campeonato Brasileiro Feminino.

Raquel Fernandes balança a rede aos 48 minutos do segundo tempo e garante os 3 pontos para as cariocas, que assumem o quinto lugar

O Fluminense voltou a vencer no Campeonato Brasileiro Feminino após derrotar o Juventude por 1 a 0, com gol nos acréscimos da segunda etapa. 

Raquel Fernandes foi a heroína do triunfo Tricolor.

Primeiro tempo de poucas chances no Luso-Brasileiro. 

O Fluminense teve mais posse de bola, mas encontrou dificuldades para criar, muito pela forte marcação do adversário. 

A melhor oportunidade foi com Sochor, que aproveitou sobra na pequena área e tentou por cobertura na saída da goleira Thaís, mas a zaga salvou em cima da linha. 

O Juventude se defendeu bem e apostou nos contra-ataques, porém não conseguiu levar perigo ao gol de Kemelli.

Na segunda etapa, o jogo ficou mais pegado, com muitas faltas e cartões. 

Foram 5 amarelos e 1 vermelho para Bell Silva, do Juventude, após uma entrada dura. 

O Juventude saiu mais para o jogo e passou a incomodar a goleira Kemelli. 

O Fluminense também levou perigo à goleira Thaís, que contou com a ajuda da zaga, salvando a bola 3 vezes em cima da linha. 

Quando tudo levava a crer no empate, aos 48 minutos do segundo tempo, Kamilla Sotero foi derrubada na área. 

Pênalti. 

Raquel Fernandes cobrou, Thaís defendeu, mas, no rebote, a camisa 77 mandou para o fundo das redes e garantiu o resultado positivo para o Fluminense.

Com a vitória, o Fluminense, que vinha de derrota, se recuperou e voltou ao G-8, subindo da nona para a quinta posição, com 11 pontos. 

O Juventude segue ameaçado pelo Z-2 e é o primeiro fora da zona de rebaixamento, no décimo sexto lugar, com 4 pontos.

O Campeonato Brasileiro faz uma pausa por conta da Data FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) para os amistosos da seleção feminina e será retomado no dia 20 de abril, quando o Juventude recebe o Corinthians no Homero Soldatelli, às 21 horas (horário de Brasília). 

O Fluminense volta a campo no dia 21 de abril, contra o líder Palmeiras, às 16 horas (horário de Brasília), no Luso-Brasileiro.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro