domingo, 1 de março de 2026

Palmeiras está na final!

Palmeiras vence São Paulo e está na final do Campeonato Paulista pela sétima vez seguida.

Mauricio e Flaco López abrem vantagem para o Verdão, e Calleri diminui para o Tricolor, mas não evita classificação do rival. 

Alviverde enfrentará Novorizontino na decisão pelo título.

A história se repete mais uma vez. 

Em noite de recorde de público no ano na Arena Crefisa Barueri, o Palmeiras venceu o São Paulo por 2 a 1, na noite deste domingo (1º), e avança à final do Campeonato Paulista de 2026 pela sétima vez seguida. 

O Alviverde enfrentará o Novorizontino, que eliminou o Corinthians, em 2 confrontos para decidir o campeão. 

Nesta semifinal, Mauricio e Flaco López abriram vantagem para o Palmeiras, enquanto Calleri descontou para o Tricolor.

O conselho técnico de segunda-feira (2) determinará os horários das partidas, mas as datas estão definidas: o Palmeiras, dessa vez, faz a primeira como mandante, na quarta-feira, 4 de março, e por isso ainda deve atuar na Arena Crefisa Barueri. 

O Allianz Parque estava sendo trabalhado para ficar pronto pensando no dia 8 de março, que será a data da volta, em Novo Horizonte, já que o Novorizontino fez melhor campanha.

Assim como no ano passado, o Choque-Rei terminou marcado por reclamações de ambos os lados. 

Primeiro, o São Paulo reclamou de um pênalti não marcando quando Lucas, dentro da área, chuta uma bola no braço de Gustavo Gómez. Crespo, na beira do campo, diz: "Sempre igual, sempre igual."

Depois, contudo, a arbitragem termina dando um pênalti a favor do São Paulo por um braço de Marlon Freitas sobrando no pescoço do adversário. 

O que causou revolta dos atletas e comissão técnica do Palmeiras. 

Foi assim que Calleri fez o gol.

O Palmeiras está invicto há 11 partidas contra o São Paulo, desde julho de 2023. 

Também eliminou o próprio Tricolor na semifinal do Campeonato Paulista do ano passado, faturando o Troféu Choque-Rei na ocasião, e agora chega a décima sétima final de campeonato desde 2020. 

É também sua décima nona decisão na história do Paulista, sendo a sétima seguida.

Bastaram sete minutos para as redes balançarem pela primeira vez em um Choque-Rei que começou em ritmo acelerado neste domingo na Arena Crefisa Barueri. 

Marcando alto e construindo de pé em pé, o Palmeiras saiu em uma troca de passes entre Flaco, Mauricio e Vitor Roque até o meia ganhar a sobra do desvio defensivo dentro da área e acertar o gol de Rafael para abrir o placar: 1 a 0.

O Alviverde pressionou na sequência com chutes de Flaco, aos 18 minutos do primeiro tempo, e Andreas, aos 26 minutos do primeiro tempo, ambos para fora, enquanto o São Paulo chegou em boa chance aos 32 minutos do primeiro tempo, com um chutaço de Lucas Ramon dentro da área, mas também para fora. 

Só que o jogo caiu de ritmo neste momento, acumulando faltas e poucas chances efetivamente criadas.

Só aos 41 minutos do primeiro tempo, uma tentativa de Enzo Díaz buscando Luciano na área chega e para em defesa de soco de Carlos Miguel. 

Aos 42 minutos do primeiro tempo, boa chance do Palmeiras: Mauricio desarma, lança Vitor Roque, que abre a esquerda com Piquerez mais livre. 

Chuta rasteiro no meio da área, enquanto Allan vem logo atrás, mas a bola sai pela linha de fundo mantendo os números finais do primeiro tempo.

As equipes voltam sem mudanças. 

E há um lance polêmico logo aos 5 minutos do segundo tempo: o banco do São Paulo reclama de pênalti de Gómez quando Lucas chuta uma bola no braço do zagueiro, mas a arbitragem deixa seguir. 

Vem a primeira troca aos 9 minutos do segundo tempo, com Danielzinho no lugar de Luan. 

Só que aos 11 minutos do segundo tempo, o Palmeiras chega decisivo outra vez: Andreas cobra falta com jogada ensaiada rasteira em Piquerez, que cruza na área, e Flaco finaliza para fazer 2 a 0.

O São Paulo, precisando buscar dois para ir aos pênaltis, segura a bola e tenta pressionar. 

Acumula chutes de Sabino e Calleri aos 17 minutos do segundo tempo, e aos 20 minutos do segundo tempo, consegue um pênalti. 

Marlon Freitas disputa com Bobadilla, abre o braço na direção do pescoço do adversário, e a arbitragem dá pênalti. 

Calleri converte e diminui: 2 a 1.

As trocas seguintes vem para refrescar ambos os lados, enquanto o Palmeiras reforça sua postura defensiva, e o Tricolor tenta pressionar ao ataque. 

Emenda tentativas sequenciais de avanços na direção da área, mas sem efetivamente finalizar. 

E assim termina vendo o Palmeiras confirmar a classificação, indo à final pela sétima vez seguida.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

 

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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