Derrota do Real Brasília no Campeonato Brasileiro da Série D é marcada por agressão a árbitro.
Inconformado com expulsão, Juan Alves acertou bolada em cheio no árbitro Alciney Santos de Araújo, e precisou ser contido por adversários.
Dono da segunda pior campanha do Campeonato Brasileiro da Série D em 2024, o Real Brasília chegou, na tarde desse domingo (2), à marca de seis derrotas em seis jogos na competição.
A equipe do Distrito Federal recebeu o Anápolis e perdeu por 1 a 0, gol marcado por Matheus Lagoa.
Jogando em casa, no Estádio Defelê, na Vila Planalto, o clube foi superado por 1 a 0 pelo Anápolis, mas o jogo ficou marcado por outro fato.
Inconformado após receber o que seria o segundo cartão amarelo, o atacante Juan Alves agrediu o árbitro Alciney Santos de Araújo, e precisou ser contido por adversários e companheiros de equipe.
O lance ocorreu no primeiro tempo.
Juan Alves, que havia recebido o primeiro cartão amarelo do jogo logo aos 6 minutos dao primeiro tempo por reclamação, ficou inconformado com a marcação de uma falta, chutou a bola para longe, ocasionando a segunda advertência e, consequentemente, a expulsão de campo.
Foi aí que a situação se complicou.
O camisa 10 do Real Brasília deu um empurrão no árbitro e só não continuou as agressões porque foi contido por atletas das duas equipes.
Depois de muito bate-boca, o segundo cartão amarelo foi anulado e Juan Alves seguiu normalmente em campo.
Na súmula, o árbitro Alciney Santos de Araújo não relatou a confusão e, até o momento da publicação desta reportagem, afirmou que o jogo não teve nada de anormal.
Procurado pelo ge, o Real Brasília informou apenas que não iria se manifestar.
Palco de fatos inusitados: Curiosamente, o Estádio Defelê foi o palco de outro fato inusitado na atual edição do Campeonato Brasileiro da Série D, justamente em outro compromisso do Real Brasília.
Foi no dia 12 de maio, quando a equipe recebeu o outro representante do Distrito Federal na competição, o Brasiliense.
O então técnico do Jacaré, Paulo Roberto Santos, pediu demissão no intervalo da partida, que, àquela altura, estava empatada em 0 a 0.
Além do então treinador, toda a comissão técnica também deixou o clube ainda no intervalo.
Coube então ao médico do clube, Jorge Oliva, dar instruções à beira do gramado já que ele e o massagista do Brasiliense eram os únicos remanescentes da comissão técnica inscritos para a partida.
O profissional de saúde foi auxiliado por outros membros da comissão técnica permanente do Brasiliense que estavam no estádio e ajudaram como puderam das arquibancadas.
Curiosamente, depois do pedido de demissão de Paulo Roberto Santos, o Brasiliense engrenou no segundo tempo e superou os rivais domésticos por 2 a 1.
Ainda zerado na competição após seis rodadas, o Real Brasília volta a campo neste sábado (8), quando enfrenta o Crac, em Catalão-GO.
Já o Brasiliense, que voltou à segunda posição do Grupo 5 após a vitória do Anápolis nesse domingo (2), recebe o Iporá, neste domingo (9), às 15h30 (horário de Brasília).
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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